quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Busto Dr. Augusto Rodrigues Miranda

Este médico que exerceu a sua actividade no concelho de Moura e que pertenceu ao partido comunista, permanece presente na memória de muitos graças à homenagem dos habitantes do Sobral da Adiça.

Arco íris

ÉVORA

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Aqueduto da Água de Prata


O Aqueduto da Água de Prata, conhecido também por Aqueduto da Água da Prata ou Aqueduto da Prata é uma complexa obra de engenharia hidráulica renascentista com o objectivo de abastecer a cidade de Évora com água. Inaugurado no ano de 1537, foi edificado no reinado de D. João III e projectado e construído pelo arquitecto régio Francisco de Arruda. O aqueduto transporta água desde nascentes situadas na Graça do Divor, dentro dos terrenos do Convento São Bento de Cástris, que "têm o seu primeiro principio na Herdade das Figueiras de Lobo"  até à cidade de Évora percorrendo cerca de 18 Km. 

É parte integrante do Centro Histórico de Évora incluído Lista do Património Mundial da UNESCO e está classificado como Monumento Nacional desde 1910. O aqueduto é um dos poucos desta época que continua a funcionar na actualidade, contribuindo para o abastecimento da cidade. Devido à forte necessidade de preservação, o Aqueduto entrou para a lista bienal do World Monuments Watch. 

 Começou a ser construído em 1531, tendo sido inaugurado a 28 de Março de 1537, tem uma extensão que percorre cerca de 18 Km desde a Graça do Divor , no convento são Bento de Cástris, até ao seu destino final, a cidade de Évora. Foi mandado edificar por ordem do rei D. João III e foi projectado e construído pelo arquitecto régio Francisco de Arruda. Segundo medições realizadas no início séc. XVII (1606), o antigo canal adutor quinhentista media 16.646 varas, o equivalente a 18.310,60 metros.

Fonte: Wikipédia.

Convento em ruínas







A vergonha de Portimão, o abandono deste convento franciscano pelos seus donos

terça-feira, 16 de outubro de 2018

domingo, 14 de outubro de 2018

Ser bom por ti

Não sejas bom por bondade, nem por causa dos outros mas por tua causa, para seres mais completo. O seres, além do  mais que sejas, bom, vale por te dar maior valor e conteúdo d' alma (e também porque o ser bom sendo mais dificil que ser maus, é de grandeza o particar o bem).
Se houver céu a ganhar só o ganharás tornando-te afim dele, completo em grandeza e amor para o obteres.
 
PESSOA, Fernando, O eremita da serra negra, O mendigo e outros contos, Porto, Assírio e Alvim, 2012, p. 52.

Hortenses

A preto e branco as hortenses de papel e a de carne e osso ;)
Ruas floridas do Redondo, 2017

Conhece-te a ti mesmo

Antes de tudo, tens de olhar para ti e levar em conta aquele aforismo grego que diz "Conhece-te a ti mesmo." Que serve também de bom aviso para que não prestemos grande atenção à opinião alheia. E tu, deixa-te que te diga, tens de resolver as tuas angústias metafísicas, soltares-te mais e não continuares, como até aqui, preso ao passado e com medo da crítica e da intolerância dos outros.

SARAIVA, José Manuel, O bom alemão, Lisboa, Clube do autor, 2015, p. 63.

domingo, 7 de outubro de 2018

A força do alentejano


Se há marca que enobreça o semelhante, é essa intangibilidade que o alentejano conserva e que deve em grande parte ao enquadramento. O meio defendeu-o  duma promiscuidade que o atingiria no cerne. Manteve-o vertical e sozinho, para que pudesse ver com nitidez o tamanho da sua sombra no chão. Modelou-o de forma a que nenhuma força, por mais hostil, fosse capaz de lhe roubar a coragem, de lhe perverter o instinto, de lhe enfraquecer a razão... 

TORGA, Miguel, Portugal, Alfragide, 10.ª edição, Leya,2015, p. 85.

O Alentejo obriga a meditar?


Nada me emociona tanto como um oceano de terra estreme, austero e vil. A palmilhar aqueles montados desmedidos, sinto-me mais perto de Portugal do que no castelo de Guimarães. Tenho a sensação de conquistar a pátria de novo e de a merecer.... a terra alentejana pode contemplar-se ainda no estado original, virgem, exposta e aberta. E é nela que encho a alma e afundo os pés, num encontro da raiz com o húmus da origem. Abraço numa ternura primária as léguas e léguas duma argila que permanece disponível mesmo quando tudo parece semeado. O corpo, ali, pode ainda tocar o barro de que Deus o criou.
Mais do que fruir a directa emoção dum lúdico passeio, quem percorre o Alentejo tem de meditar.

TORGA, Miguel, Portugal, Alfragide, 10.ª edição, Leya, 2015, pp. 84-85.

Évora





quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Da Fábrica à Universidade



A obra consistiu na reabilitação dum edifício, que outrora pertenceu à antiga Fábrica de Massas Leões, donde se destacam os trabalhos de demolição integral do interior dos antigos silos de cereais, tendo-se utilizado um sistema inovador de conectores e, na construção dum novo edifício, em estrutura mista, betão armado e aço, donde se destacam as fachadas e cobertura construídas em chapa de aço galvanizada ondulada.

Fonte:  http://www.pengest.pt/Institucionais/reabilitacao-da-antiga-fabrica-dos-leoes-complexo-de-artes-e-arquitectura-da-universidade-de-evora-fase-i.html