quinta-feira, 30 de abril de 2020

Suricatas



Suricata, suricate ou suricato (Suricata suricatta) é uma espécie de mamífero da família Herpestidae. Pode ser encontrada na África do Sul, Botsuana, Namíbia e Angola. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento (incluindo a cauda), em média 730 gramas de peso, e pelagem acastanhada. Alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.  Estas suricatas são do Zoo de Lisboa mas vi-os na exposição de Darwin, na Gulbenkian, há uns aninhos atrás (isto é o que dá rever imagens durante o confinamento, que parece eterno...)

Fonte: Wikipédia

Ferragudo ao longe

Matando saudades do meu Algarve, já que continuo confinada...

Este ano vamos poder ir à praia??







Prainha, Portimão

quarta-feira, 29 de abril de 2020

terça-feira, 28 de abril de 2020

Formigas

As formigas são insectos pertencentes à família Formicidae da ordem Hymenoptera. Tidos como altamente organizados. De fato, figuram entre os animais que atingiram um grau de organização biológica. São descritas cerca de 13.500 espécies distribuídas por 334 géneros em 17 sub-famílias. As formigas podem ser consideradas como o grupo de animais de maior sucesso ecológico, considerando-se que representam de 15% a 20% de toda a biomassa animal vivente.

Fonte: Wikipédia

domingo, 26 de abril de 2020

Museu da Horta


O Museu da Horta foi criado em 1977, pelo Decreto Regulamentar Regional nº21 de 18 Julho, como um serviço externo da Direção Regional dos Assuntos Culturais, tendo-lhe sido atribuído para a sua instalação o antigo Colégio dos Jesuítas, um imóvel do séc. XVIII, anexo à Igreja Matriz da ilha do Faial, classificado como Monumento Regional.

O Museu da Horta está enquadrado na categoria de Museu Regional, o que considerando a diversidade e qualidade do seu acervo se concebe como um museu de caráter histórico, com uma vocação de âmbito regional em matéria de política de aquisições, conservação e investigação.

Repositório de um património de valor simbólico, o Museu da Horta é formado por conjunto heterogéneo de coleções, compreende um período cronológico que vai do século XVI à atualidade: etnografia, objetos e engenhos ligados a antigos ofícios e às tecnologias tradicionais agrícola, do linho, da lã e cerâmica; objetos tecnológicos, relacionados com a história do Porto da Horta, como com as estações do cabo submarino que entre os séculos XIX a XX operaram neste centro nevrálgico de comunicações do Atlântico Norte; arte sacra; artes plásticas; documentos fotográficos; documentos impressos e manuscritos; exemplares de história natural.

Para além do espólio descrito, realça-se a exposição permanente em miolo de figueira, uma coleção única no mundo que o integra desde o ano de 1980, sendo esta produção de um único autor, Euclides Rosa.



Durante a visita a este espaço gostei muito do núcleo de arte sacra, daí o motivo de partilhar fotos do mesmo no blogue mas peças como pianos ou projectos e respectivos telégrafos, explicativos da importância das ilhas açorianas para os cabos telegráficos e comunicação entre continentes também justificam uma visita ao Museu da Horta, um espaço amplo que só tem por defeito dificuldade de acessos devido a localizar-se num 1.º andar de um edifício histórico e, por isso, sem elevador.




Fonte: http://www.museu-horta.azores.gov.pt/museu/

sábado, 25 de abril de 2020

(os últimos 40 anos até 2016)


Crescemos com pouca sustentação, houve quem ganhasse demais e quem considerasse que o estatuto ganho no universo da política era para a vida inteira. Acumulou-se muita vaidade sobre pés de barro e não se percebeu que o seria dificilmente sustentável. As pessoas foram-se cansando da política e dos políticos, não imaginando uma alternativa que as fizesse aumentar o grau de participação e de responsabilidade. O que parecia ser seguro e durável foi-se degradando e perdendo. E não foram apenas estes últimos quatro anos. Foi uma história longa e complexa que a fase mais recente agravou e aprofundou. Acumularam-se títulos e competências, trabalhou-se muito para a notoriedade da câmara de televisão, mas o país interior, o Portugal rural, foi-se deteriorando e extinguindo. Muita gente emigrou e, entre os que não quiseram emigrar, ficou muita gente degredada nos espaços interiores do ressentimento e da intriga, um exército amargurado e tenso. Todos esperavam um pouco mais e não o tiveram.  

LETRIA, José Jorge, Não se engana o coração – Retrato de uma vida e de Portugal com outra música, Lisboa, Clube do Autor, 2016P 188-189

terça-feira, 21 de abril de 2020

Primavera chegando

Apesar do coronavírus, apesar do confinamento, a Natureza continua o seu trabalho de sempre ;)

segunda-feira, 20 de abril de 2020

O ultramarino português



 











Continua no Portugal dos Pequeninos, Coimbra

Porta para o Claustro

Catedral de Viseu

Horta

A Horta é uma cidade portuguesa com cerca de 8800 habitantes da Região Autónoma dos Açores. É sede do Parlamento regional e de um concelho do mesmo nome, que ocupa toda a superfície da Ilha do Faial, com uma superfície total de 172,43 km² com 14 994 habitantes (em 2011). Tem uma densidade populacional de 86,96 hab./km².


A Cidade da Horta situa-se na costa Sudeste da Ilha do Faial, com cerca de 6 400 habitantes (em 2001). A área total ocupada pelas 3 freguesias da cidade (Angústias, Conceição e Matriz) é de 8,48 km². A cidade, disposta em anfiteatro virado para a Montanha do Pico, é beneficiada a Sul pela Baía do Porto Pim, (que abriga a Praia de Porto Pim), protegida pelo Monte da Guia (145 metros) e Monte Queimado (89 metros), e a Norte, situa-se a ampla Baía da Horta abrigada pela Lomba da Espalamaca.

É uma das sedes da Administração Regional e sede da Assembleia Legislativa Regional dos Açores. É sede do Departamento de Oceanografia e Pescas (sigla DOP) da Universidade dos Açores. Possui um Observatório Meteorológico e uma Estação Radionaval da Marinha. 

No interior do Porto Comercial, situa-se a famosa Marina da Horta, o primeiro porto de recreio a ser inaugurado nos Açores. É paragem obrigatória dos milhares de iates e veleiros que atravessam o Atlântico Norte. Em resultado disso, serão ampliadas as infraestruturas da Marina, construída uma nova Gare Marítima e ampliado o edifício do Clube Naval da Horta. 

Merecem referência os jardins e espaços verdes emblemáticos da cidade, como o Jardim da Praça do Infante, o Jardim Eduardo Bulcão, o Largo Duque de Ávila e Bolama, o Jardim Florêncio Terra, o Parque Municipal da Alagoa e o Jardim da Praça da República que data de 1903. 

unto da cidade, situa-se a área de Paisagem Protegida do Monte da Guia (73 ha) e onde se localiza a Ermida de Nossa Senhora da Guia, na Quinta de São Lourenço, situa-se o Jardim Botânico do Faial. 

É servida por um moderno Aeroporto Nacional. Dispõe de ligações aéreas regulares directas para Lisboa pela Sata e inter-ilhas (SATA Air Açores). Existem ainda ligações marítimas durante todo o ano entre a ilha do Pico e a ilha de São Jorge (Transmaçor). E no Verão, existem ligações regulares com as restantes ilhas, com excepção da Ilha do Corvo. 

Fonte: Wikipédia

domingo, 12 de abril de 2020

Benção arcebispal

Um bom domingo de Páscoa para todos!!

O senhor Arcebispo D. Francisco José abençoou Évora e a sua arquidiocese hoje de manhã, na varanda da Igreja de São Francisco, um momento comovente para mim, porque saí de casa de propósito para assisti-lo - e assim consegui celebrar a Ressurreição de Cristo ;)

Beleza de Palácio

O Palácio Fronteira, situado em Lisboa, foi construído entre 1671 e 1672, como pavilhão de caça para João Mascarenhas, 1.º Marquês de Fronteira, tendo sido ampliado para habitação principal após o terramoto de 1755.

Apesar de alguns prédios altos serem visíveis à distância, continua a ocupar um lugar tranquilo, à beira do Parque Florestal de Monsanto. O palácio e o jardim têm belos azulejos cujos temas vão desde as batalhas às macacarias.O palácio é habitado mas algumas das salas, como a biblioteca e o jardim podem ser visitados

No jardins encontram-se painéis de azulejos representativos dos costumes campestres de cada estações do ano. De um dos lados do jardim principal existem azulejos exibem cavaleiros antepassados da família, reflectindo-se nas águas de um grande tanque. Uma escadaria de cada lado deste, leva a uma galeria onde os nichos decorativos contêm bustos de reis portugueses, com a excepção dos três Reis Filipes.
 
Fonte: Wikipédia

Coimbra






quinta-feira, 9 de abril de 2020

Ficções sociais



O que quer o anarquista? A liberdade – a liberdade para si e para os outros, para a humanidade inteira. Quer estar livre da influência ou da pressão das ficções sociais; quer ser livre tal qual nasceu e apareceu no mundo, que é como em justiça deve ser; e quer essa liberdade para si e para todos os mais. Nem todos podem ser iguais perante a Natureza: uns nascem altos, outros baixos; uns fortes, outros fracos; uns mais inteligentes, outros menos… Mas todos podem ser iguais de aí em diante; só as ficções sociais o evitam, Essas ficções sociais é que era preciso destruir. 

PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio  & Alvim, 1999, pp 29-30.

Ponte Rainha Santa Isabel

A Ponte Rainha Santa Isabel é uma ponte sobre o rio Mondego, a montante do centro da cidade de Coimbra. Foi inaugurada em 2004 e a empreitada teve um custo de 59,3 milhões de euros.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Javalis em Évora


javali (nome científico: Sus scrofa) é um animal artiodáctilo da família Suidae, do género Sus. Tem ampla distribuição geográfica, sendo nativo da Europa, Ásia e Norte da África, sendo introduzida nas Américas e na Oceania, após os Descobrimentos. E o que acham destes exemplares eborenses? Encontrei-os na quinta da Queijaria Cachopas.

domingo, 5 de abril de 2020

Nazaré

A Nazaré é uma vila portuguesa, do distrito de Leiria, sede do concelho homónimo com cerca de 10 300 habitantes. 

A vila é sede de um pequeno município com 82,43 km² de área e 15 158 habitantes (2011), subdividido em 3 freguesias. O município é rodeado a norte, leste e sul pelo concelho de Alcobaça e a oeste confina com Oceano Atlântico. 

O actual espaço urbano da vila aglutina três antigos povoados, Pederneira, Sítio da Nazaré e Praia da Nazaré e novos bairros da segunda metade do século XX, como a Urbisol ou o Rio Novo, surgidos em consequência da expansão natural dos três núcleos primitivos.



Fonte: Wikipédia

Coimbra ao anoitecer

Hortense

Hortense

Hortense

Hortense

Hortense