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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Flamingos no Zoo

O flamingo é uma ave pertencente à família Phoenicopteridae da ordem Phoenicopteriformes.

Os flamingos são aves de perna alta, de bico encurvado, que medem entre 90 e 150 cm. Sua coloração vem da alimentação rica em carotenos, que são pigmentos que eles conseguem através de algas e camarões, por exemplo.

Os flamingos vivem em bandos numerosos junto a zonas aquáticas. Algumas espécies conseguem inclusivamente habitar zonas de salinidade extrema. É a ave nacional das Bahamas.

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Pantera do Zoo de Lisboa



Panthera (do grego πάνθηρ) é um felino que inclui animais bem conhecidos, como o tigre, o leão, a onça, o leopardo e o leopardo das neves. Todas as espécies do género possuem um osso hioide incompletamente ossificado, com a laringe tendo cordas vocais proporcionalmente maiores e cobertas por uma grandes almofada fibro-elástica, esta característica permite que todos os membros do género Panthera (com excepção do leopardo das neves), sejam capazes de rugir. 

A espécie mais antiga do género Panthera identificada até o momento é o jaguar europeu (Panthera gombaszoegensis), que viveu há cerca de 1,5 milhão de anos nas actuais Itália e Alemanha. A primeira espécie africana é a Panthera leo fossilis, uma espécie de leão com características de tigre, que habitou a África de Leste há 500 000 anos. 

Popularmente são chamadas de panteras três tipos de felinos: a pantera africana ou leopardo, a pantera americana ou onça e a pantera negra que na verdade pertence à mesma espécie do leopardo. Leões e tigres também estão incluídos no género mas são raramente chamados de panteras.


Fonte: Wikipédia

terça-feira, 25 de junho de 2019

Museu do Azulejo



O Museu Nacional do Azulejo tem por missão recolher, conservar, estudar e divulgar exemplares representativos da evolução da Cerâmica e do Azulejo em Portugal, promovendo as boas práticas de Inventariação, Documentação, Investigação, Classificação, Divulgação, Conservação e Restauro da Cerâmica e, muito em especial, do Azulejo. Integra também a missão do MNAz a salvaguarda patrimonial da igreja e dos demais espaços do antigo Mosteiro da Madre de Deus.

O MNAz procura constituir-se como referência nacional e internacional, seja pela especificidade das suas colecções e dos seus espaços musealizados, seja pela excelência dos conhecimentos que lhe compete produzir e apoiar.
O Centro das suas actividades é a Cerâmica de Revestimento, pelo que deve constituir-se como entidade de referência e apoio à formação académica e profissional, à investigação científica e tecnológica nas áreas da cerâmica de revestimento, cabendo-lhe apoiar as entidades públicas e privadas que tutelam patrimónios construídos com revestimentos cerâmicos, por todo o país.

Através das suas actividades, o museu dá a conhecer a história do Azulejo em Portugal procurando chamar a atenção da sociedade para a necessidade e importância da protecção daquela que é a expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa no mundo: o Azulejo.

Com o objectivo de realizar uma exposição comemorativa dos 500 anos do nascimento da Rainha D, Leonor a Fundação Calouste Gulbenkian custeou as despesas com grandes obras de restauro, designadamente, no claustro e pinturas, da Igreja da Madre de Deus.

No ano de 1957 iniciaram-se os trabalhos preparatórios tendo-se considerado dever classificar todo o conjunto como Monumento Nacional, e por despacho ministerial de homologação no dia 12 de Novembro de 1957, ficou determinado a sua integração no Museu Nacional de Arte Antiga através de orientações políticas específicas de salvaguarda patrimonial.

Quando, no dia 7 de Janeiro de 1958, a exposição terminou, os edifícios foram entregues à tutela daquele museu, tendo sido logo levantada a questão de aproveitamento dos espaços para a instalação de um Museu do Azulejo.


Procedeu-se à transferência dos azulejos para a Madre de Deus, tendo-se ocupado da montagem e organização o Engenheiro João Miguel dos Santos Simões, vogal efectivo da Academia Nacional de Belas Artes, responsável pela Brigada de Estudos de Azulejaria da Fundação Calouste Gulbenkian e conservador-ajudante do Museu Nacional de Arte Antiga.

O Decreto-Lei nº 404/80, de 26 de Setembro, concedeu ao Museu do Azulejo a emancipação, tornando-o Nacional e autonomizando-o em relação ao Museu Nacional de Arte Antiga, do qual constituía um anexo desde 18 de Dezembro de 1965.


Um museu único no mundo pela sua colecção (que explica maravilhosamente a evolução desta arte) inserido num belo convento, com uma igreja maravilhosa. Há muito que ambicionava visitar este espaço que apenas tem por defeito estar um pouco descentralizado em Lisboa.

Fonte: http://www.museudoazulejo.gov.pt/pt-PT/OMNAz/Edific/ContentList.aspx

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Girafas do Zoo de Lisboa

O termo girafa (do árabe zarAfa(t), pelo italiano giraffa) é a designação dada a mamíferos artiodátilos, ruminantes, do género Giraffa, da família dos girafídeos, no qual constam quatro espécies.

As girafas distribuem-se em dois grupos: girafa-do-norte que são tricornes, isto é, com um corno nasal interocular e dois frontoparietais, apresentando pelagem predominantemente reticulada; e girafa-do-sul, sem corno nasal e a pelagem tem predominantemente malhas irregulares.

 Os machos chegam a 5 metros de altura e com suas línguas que alcançam até 50 centímetros são capazes de pegar as folhas de acácias, por entre pontiagudos espinhos nos altos dos galhos, que são sua principal fonte de alimentação. 

Estes animais são capazes de comer as folhas das árvores até 6 metros de altura. Para poderem pastar, têm de afastar uma da outra as pernas dianteiras. 

Devido ao baixo teor nutritivo das folhas, as girafas precisam comer grandes quantidades e passam quase 20 horas por dia comendo. O comprimento do corpo pode ultrapassar os 2,25 metros e ainda possui uma cauda com oitenta centímetros de comprimento, não contando com o pincel final.

O seu peso pode ultrapassar os 500 quilogramas. Apesar do seu tamanho, a girafa pode atingir a velocidade de 56 km/h, suficiente para fugir de seus predadores. 

As girafas, como todos os mamíferos, possuem sete vértebras cervicais. Os seus pescoços, entretanto, são os maiores dos animais atuais, pelo que é pouco flexível. Por causa de seu pescoço comprido e rígido, seu sistema vascular possui a fama de ser o responsável pela maior pressão sanguínea do reino animal. 

O coração tem dois orifícios: um que bombeia sangue para o pulmão e membros e outro que alimenta o cérebro com o líquido vermelho. Este último é fino, visto que os músculos são maiores, assim a força necessária para o bombeamento não é tão grande como se imagina. 

Ambos os sexos possuem dois a quatro cornos curtos e re-cobertos por pele. O pêlo da girafa é fulvo (amarelo-tostado, alourado) ou rosado, com grandes manchas de cor castanha (excepto no ventre, onde o pêlo é branco). 

As manchas pardas possuem um padrão único para cada indivíduo e o auxilia a se mimetizar por entre as sombras das árvores onde habita. 

Essas manchas também concentram, debaixo da pele, vasos sanguíneos e são responsáveis pela manutenção da temperatura corporal adequada das girafas. 

Elas possuem pernas longas, sendo as dianteiras mais altas que as traseiras, e número reduzido de costelas. O tempo de vida de uma girafa é de aproximadamente 15 a 20 anos. O couro das pernas é mais rijo e comprime mais os membros da girafa do que no restante do corpo. Isso permite que o sangue não se espalhe pelo tecido e músculos das patas, fazendo-o retornar ao coração. Caso isso não acontecesse, as pernas da girafa acumulariam muito sangue por serem longas demais e acabariam matando o animal.



Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Chafariz da Rua das Janelas Verdes

A construção do chafariz,fronteiro ao Palácio Alvor (Museu Nacional de Arte Antiga), originou um verdadeiro trabalho de reorganização urbanística, com o desenho de uma nova praça, planeada pelo arq. Reinaldo Manuel dos Santos, em 1774. Implantado harmoniosamente no Largo do Dr. José de Figueiredo, surge rodeado por um pequeno muro, que define 3 dos seus lados, sendo o quarto definido pelo palácio, servindo simultaneamente de suporte às ruas laterais e acompanhando o declive do terreno. Classificado como Imóvel de Interesse Público, traduz uma arquitectura civil de equipamento, barroca. Alinhado com o portal nobre do palácio, o chafariz, em mármore branco e rosa, é composto por uma bacia de recepção de águas circular, assente sobre uma escadaria, também,circular, intercalada por 2 tanques, destinados a bebedouros dos animais, e encimada por uma caixa de água, em forma de jarrão lobulado em 4 faces curvas, salientes e reentrantes, das quais a água jorra a partir de 4 carrancas. A coroar este conjunto surge um grupo escultórico alegórico, da autoria de António Machado, que representa Vénus ladeada pelo Cupido e por um golfinho, fazendo alusão ao Amor e à Água. Este chafariz, em 1823, era abastecido pelo Aqueduto das Águas Livres através da Galeria das Necessidades.

Fonte:  http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-das-janelas-verdes

sábado, 4 de maio de 2019

Tatu

Tatu é uma denominação comum a mamíferos pertencentes à ordem Cingulata e família Dasypodidae. Caracteriza-se pela armadura que cobre o corpo. 

Nativos do continente americano, os tatus habitam as savanas, cerrados, matas e florestas molhadas. Têm importância para a medicina, uma vez que são os únicos animais, para além do homem, capazes de contrair lepra, sendo usados nos estudos dessa enfermidade.

E este bichinho peludo conheci-no no fim da demonstração de aves do Zoo de Lisboa.

Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 30 de abril de 2019

Descanso do urso





Jardim Zoológico de Lisboa

Pelicano


Na minha visita ao Zoo de Lisboa vi um bando de pelicanos a dormitar a sua sesta. Os Pelicanos são um género de grandes aves aquáticas que compõem a família Pelecanidae. São caracterizados por um longo bico e uma grande bolsa na garganta, utilizada para capturar presas e drenar a água do conteúdo recolhido antes de engolir. A maioria tem plumagem pálida, porém ocorrem também penas negras, cinzentas, castanhas e róseas. O bico, a bolsa e a pele facial nua adquirem cores vivas na época reprodutiva. As oito espécies de pelicanos vivos têm uma distribuição global irregular, variando latitudinalmente dos trópicos para a zona temperada, embora estejam ausentes do interior da América do Sul e das regiões polares e do oceano aberto. Assim como a maioria das aves aquáticas, possui os dedos unidos por membranas. Os pelicanos são encontrados em todos os continentes, excepto na Antártida.

Os pelicanos frequentam as águas interiores e costeiras, onde se alimentam principalmente de peixes, capturando-os na superfície da água ou perto dela. Viajam em bandos e caçam cooperativamente. Quatro espécies de plumagem branca tendem a se aninhar no chão, e quatro espécies de plumagem marrom ou cinza nidificam principalmente em árvores. A relação entre pelicanos e pessoas tem sido frequentemente controversa. As aves foram perseguidas devido à sua concorrência com a pesca comercial e recreativa. Suas populações caíram devido à destruição de habitats, perturbação e poluição ambiental, e três espécies são de interesse de conservação. Eles também têm uma longa história de significado cultural na mitologia e na iconografia cristã e heráldica.

Na Europa medieval, considerava-se o pelicano um animal especialmente zeloso com seu filhote, ao ponto de, não havendo com que o alimentar, dar-lhe de seu próprio sangue. Seguiu-se, então, que o pelicano tornou-se um símbolo da Paixão de Cristo e da Eucaristia. Ele compunha os bestiários como símbolo de auto-imolação além de ter sido utilizado na Heráldica (um pelicano em piedade). Esta lenda, talvez, surgiu porque o pelicano costumava sofrer de uma doença que deixava uma marca vermelha em seu peito. Em outra versão, explica-se que o pelicano costumava matar seus filhotes e, depois, ressuscitá-los com seu sangue, o que seria análogo ao sacrifício de Jesus.

Fonte: Wikipédia