ÉVORA
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Fundação Champalimaud
O Centro de Investigação Champalimaud concretiza o objectivo da Fundação de construir um centro de investigação científica multidisciplinar, translacional e de referência no campo da biomedicina. Este Centro garante todas as condições para que investigadores e académicos, nacionais e estrangeiros, desenvolvam projectos de excelência nas áreas das neurociências e da oncologia.
O Centro dispõe de excelentes condições e das mais modernas tecnologias para investigação biomédica, bem como das infra-estruturas necessárias ao ensino pós-graduado e a programas de mestrado e de doutoramento.
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O Centro Champalimaud é aberto ao público e para ser usados por todos. Os jardins e restantes áreas públicas ocupam uma parte substancial do espaço disponível. Jardins panorâmicos com uma grande variedade de árvores e áreas verdes, um anfiteatro ao ar livre para a realização de espectáculos musicais, sessões científicas ou artísticas - tudo isto tendo como pano de fundo a água e o Tejo - ficam à disposição da cidade.
O Centro Champalimaud inclui 2 edifícios dispostos de forma a promover o acesso livre:
- Edifício A, que contém nos pisos inferiores as áreas de diagnóstico e de tratamento, e nos pisos superiores os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos.
- Edifício B, que inclui um Auditório, uma Área de Exibições e uma Área de Restauração no piso de entrada. No piso superior estão os escritórios da Fundação, que comunicam com os serviços administrativos da Edifício A através de uma ponte em vidro.
- Espaço Aberto com jardins panorâmicos e um anfiteatro ao ar livre abertos ao público.
Os edifícios estão dispostos de forma a criar uma via pedonal em direcção ao mar. - Edifício A, que contém nos pisos inferiores as áreas de diagnóstico e de tratamento, e nos pisos superiores os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos.
- Edifício B, que inclui um Auditório, uma Área de Exibições e uma Área de Restauração no piso de entrada. No piso superior estão os escritórios da Fundação, que comunicam com os serviços administrativos da Edifício A através de uma ponte em vidro.
- Espaço Aberto com jardins panorâmicos e um anfiteatro ao ar livre abertos ao público.
Entra-se no edifício através de um lóbi de duplo pé direito que dá para um jardim tropical coberto. No piso da entrada encontram-se as zonas de exames, ligadas ao apoio clínico e ao centro de bem-estar. O jardim tropical é a peça central do edifício. Neste piso estão o centro de diagnóstico e o centro de tratamento, sendo que este se abre para um outro jardim mais calmo e reservado, na extremidade oeste.
Fonte: http://www.fchampalimaud.org/home/portuguese-summary/centro-de-investigacaeo-da-fundacaeo-champalimaud1/
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Os avarentos
Os avarentos não crêem na vida futura, o presente é tudo para eles. Esta
reflexão lança uma luz terrível sobre a época actual, onde, mais do que em
qualquer outro tempo, o dinheiro domina as leis, a política e os costumes.
BALZAC, Honoré
de, Eugénia Grandet, Lisboa, Editorial Verbo, p. 87.
domingo, 28 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
O medo ainda persiste...
muito se herdou e se mantém das antigas inércias e mentalidades da época da ditadura: desde o medo, que sobrevive com outras formas, à "irresponsabilidade" que predomina ainda nos comportamentos dos portugueses. (p. 17)
GIL, José, Portugal - o medo de existir.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Ruina aprisionada
Na Rua de S. Bento, Lisboa, encontramos uma estrutura metálica que sustenta a fachada de um prédio e alberga um jardim selvagem, o tempo passa, as ruínas e as derrocadas surgem, só o metal é que parece que se aguenta... Este é o estado do nosso património, em ruína aprisionada!
sábado, 20 de abril de 2013
Pombos
O pombo-comum, também conhecido como pombo-doméstico ou pombo-das-rochas (Columba livia), é uma ave membro da família Columbidae.
Verifica-se grande variação no padrão de cores desse animal, havendo
exemplares brancos, marrons, manchados e acinzentados. Há poucas
diferenças visíveis entre machos e fêmeas. Sua plumagem é normalmente em
tons cinza, mais claro nas asas que no peito e cabeça, com cauda riscada de negro e pescoço esverdeado. Caracterizam-se, em geral, pelos reflexos metálicos na plumagem, cabeça e pés pequenos., sendo a ponta deste em forma de gancho,
costumando ser negro, curto e fino, com 3,8 cm de comprimento médio. Geralmente são monogâmicos, tendo dois filhotes por ninhada. Ambos os pais cuidam do filhote por um tempo.
Seus habitats
incluem vários ambientes abertos e semi-abertos. Brechas entre rochas
costumam ser usadas para se empoleirar e reproduzirem, quando na
natureza. É criado por asiáticos desde a antiguidade mais remota, e com o passar do tempo se estabeleceram ao
redor do mundo, principalmente nas cidades, e atualmente a espécie é
abundante.
Não há nenhum predador nas grandes cidades para este animal e sua
reprodução é rápida, o que gera uma população cada vez maior, um grave
problema ambiental ao homem, já que abrigam alguns parasitas que podem
ser nocivos à saúde humana. E destruidor do património!!!
Fonte: Wikipédia.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Igreja do Calvário
Igreja e Convento de Santa Helena do Monte do Calvário em Évora
Convento
destinado a albergar as freiras de Santa Clara, foi fundado em 1570
pela Infanta D. Maria de Portugal. Merecem destaque a igreja, de uma só
nave, coberta por azulejos do século XVIII, e o claustro de dois pisos
com planta retangular e linhas simples.
Fonte: http://www.igogo.pt/igreja-e-convento-de-santa-helena-do-monte-do-calvario/
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Luxemburgo
Ao passear por esta pequena ponte, torno-me numa turista internacional!! Esta fotografia tem uma história engraçada... estava a passear com a minha cunhada em Mandorf-les-Bains, quando nos perdemos à procura das termas e fomos parar a França sem mais nem menos lol
Exposição temporária "Coração Aventuroso"
Até 19 de Maio está patente no Museu da Eletricidade, na Sala "Cinzeiro 8" a exposição temporária “Coração Aventuroso”. Na minha opinião merece ser visitada mais pelo enquadramento em si do que pelas pinturas, que se sentem ser secundárias e meramente decorativas no espaço. Tive a sensação que a pintura de
Inez Teixeira foi criada para aqui estar por ser preto e branco como a sala, não se destacando o seu trabalho...
Todavia, publico a apresentação da exposição feita pelo Museu da Electricidade porque na arte tudo tem um objectivo: "Trata-se de um conjunto de pinturas e desenhos, a preto e branco,
inspirados na edição oitocentista da A Terra Illustrada, de Onésime
Reclus, cujas gravuras ensaiam uma descrição geográfica e política da
Terra. O que atraiu Inez Teixeira para estas páginas foi a vastidão da
Terra de que elas dão conta; e o modo como testemunham a possibilidade,
ou melhor, o desejo de conhecimento dessa vastidão. Mas Inez Teixeira
regressou a estas páginas depois de o projeto de que elas dão conta se
ter desfeito há muito. O mundo de que A Terra Illustrada dava conta
está, na totalidade, esgotado como novidade e esgotado também nos seus
recursos, riquezas e diferenças.
“A passagem de uma visão global do mundo exterior para uma visão de
pormenor, para o registo de um mundo fragmentário (real e
metaforicamente interior), surgiu naturalmente nos trabalhos de Inez
Teixeira como imagem de uma realidade que, hoje, é de impossível
claridade. É muito interessante que a artista, depois de procurar
inspiração nas páginas de uma obra aberta que se abria ao exterior com
energia e otimismo, acabe por desviar o foco do seu olhar para dentro e
para baixo”, escreve João Pinharanda, curador da exposição.
“Inez Teixeira cerca-nos de imagens sem limites. Simulando continuar
para fora do papel ou da tela, elas sugerem-nos padrões de pesadelo ou
sonho psicadélico, conduzem-nos a uma floresta encantada, onde acabamos
por ser as únicas criaturas do reino animal, figurantes desamparados de
inquietantes contos dos Grimm e de Andersen ou pequenas e matreiras
“Alices” escorregando pelos buracos perigosos que se abrem nas raízes
das velhas árvores para viver aventuras sem fim”.
http://www.fundacaoedp.pt/exposicoes/coracao-aventuroso/127
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Lisboa vista da varanda da Mãe de Água
Jardim da sede do PS (Largo do Rato) à frente e rio Tejo ao fundo
Castelo de S.Jorge ao fundo
Início da Rua da Escola Politécnica, jardins da Procuradoria Geral da República
Cabra e bode no Alentejo
Cabras (no sexo feminino, no masculino bodes) são animais pertencentes à espécie Capra aegagrus ou Capra hircus. Os filhotes são popularmente chamados de cabritos, sendo gerados pelas fêmeas por cerca de 150 dias. Têm uma expectativa de vida de cerca de vinte anos e emitem um som chamado de "balido".
O caprino é um dos menores ruminantes domesticados. As cabras foram dos primeiros animais a ser domesticados, por volta do ano 7000 a.c. no Oriente Médio. Talvez a sua resistência natural e capacidade de adaptação a condições extremas tenha chamado a atenção dos povos nómadas da região para este animal e para a possibilidade de o domesticar.
Na maioria das raças de caprinos, os dois sexos têm chifres e barba. Os chifres podem ser curvos ou em forma de espiral, mas muitos têm um lado interno afiado. O pêlo pode ser comprido ou curto, macio ou áspero, dependendo do habitat e do controle da criação. A cabra procria em 150 dias.
A cabra fornece lã (em algumas variedades, como na cabra-angorá), couro, carne, leite e, às vezes, estrume. As cabras são excelentes exploradoras e conseguem encontrar sua própria comida. O habitat natural dos bodes são as montanhas, geralmente nas zonas temperadas. A alta altitude, aliada aos pulmões desenvolvidos dos bodes e à grossa pelagem que os protege do frio, permite a sobrevivência em um local protegido de qualquer tipo de predador.
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