quarta-feira, 17 de abril de 2013

Exposição temporária "Coração Aventuroso"




Até 19  de Maio está patente no Museu da Eletricidade, na Sala "Cinzeiro 8" a exposição temporária “Coração Aventuroso”. Na minha opinião merece ser visitada mais pelo enquadramento em si do que pelas pinturas, que se sentem ser secundárias e meramente decorativas no espaço. Tive a sensação que a pintura de Inez Teixeira foi criada para aqui estar por ser preto e branco como a sala, não se destacando o seu trabalho...

Todavia, publico a apresentação da exposição feita pelo Museu da Electricidade porque na arte tudo tem um objectivo: "Trata-se de um conjunto de pinturas e desenhos, a preto e branco, inspirados na edição oitocentista da A Terra Illustrada,  de Onésime Reclus,  cujas gravuras ensaiam uma descrição geográfica e política da Terra. O que atraiu Inez Teixeira para estas páginas foi a vastidão da Terra de que elas dão conta; e o modo como testemunham a possibilidade, ou melhor, o desejo de conhecimento dessa vastidão. Mas Inez Teixeira regressou a estas páginas depois de o projeto de que elas dão conta se ter desfeito há muito. O mundo de que A Terra Illustrada dava conta está, na totalidade, esgotado como novidade e esgotado também nos seus recursos, riquezas e diferenças.
“A passagem de uma visão global do mundo exterior para uma visão de pormenor, para o registo de um mundo fragmentário (real e metaforicamente interior), surgiu naturalmente nos trabalhos de Inez Teixeira como imagem de uma realidade que, hoje, é de impossível claridade. É muito interessante que a artista, depois de procurar inspiração nas páginas de uma obra aberta que se abria ao exterior com energia e otimismo, acabe por desviar o foco do seu olhar para dentro e para baixo”, escreve João Pinharanda, curador da exposição.
“Inez Teixeira cerca-nos de imagens sem limites. Simulando continuar para fora do papel ou da tela, elas sugerem-nos padrões de pesadelo ou sonho psicadélico, conduzem-nos a uma floresta encantada, onde acabamos por ser as únicas criaturas do reino animal, figurantes desamparados de inquietantes contos dos Grimm e de Andersen ou pequenas e matreiras “Alices” escorregando pelos buracos perigosos que se abrem nas raízes das velhas árvores para viver aventuras sem fim”.
 http://www.fundacaoedp.pt/exposicoes/coracao-aventuroso/127

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Lisboa vista da varanda da Mãe de Água


Jardim da sede do PS (Largo do Rato) à frente e rio Tejo ao fundo

 
Castelo de S.Jorge ao fundo


Início da Rua da Escola Politécnica, jardins da Procuradoria Geral da República

Cabra e bode no Alentejo


Cabras (no sexo feminino, no masculino bodes) são animais pertencentes à espécie Capra aegagrus ou Capra hircus. Os filhotes são popularmente chamados de cabritos, sendo gerados pelas fêmeas por cerca de 150 dias. Têm uma expectativa de vida de cerca de vinte anos e emitem um som chamado de "balido".

O caprino é um dos menores ruminantes domesticados. As cabras foram dos primeiros animais a ser domesticados, por volta do ano 7000 a.c. no Oriente Médio. Talvez a sua resistência natural e capacidade de adaptação a condições extremas tenha chamado a atenção dos povos nómadas da região para este animal e para a possibilidade de o domesticar.
 
Na maioria das raças de caprinos, os dois sexos têm chifres e barba. Os chifres podem ser curvos ou em forma de espiral, mas muitos têm um lado interno afiado. O pêlo pode ser comprido ou curto, macio ou áspero, dependendo do habitat e do controle da criação. A cabra procria em 150 dias.
 
A cabra fornece lã (em algumas variedades, como na cabra-angorá), couro, carne, leite e, às vezes, estrume. As cabras são excelentes exploradoras e conseguem encontrar sua própria comida. O habitat natural dos bodes são as montanhas, geralmente nas zonas temperadas. A alta altitude, aliada aos pulmões desenvolvidos dos bodes e à grossa pelagem que os protege do frio, permite a sobrevivência em um local protegido de qualquer tipo de predador.

 

 

Janelas e varandas

 
R. Serpa Pinto, Évora

Pavilhão Tailandês

Uma obra única, coberta de folhas de ouro, embeleza agora os jardins de Belém, em Lisboa. O pavilhão tailandês foi oficialmente inaugurado, na presença da princesa herdeira da Tailândia, Maha Chakri Sirindhorn e assinala 500 anos de amizade entre os dois países.


O pavilhão tailandês foi construído em Banguecoque e transportado de barco até ao Jardim Vasco da Gama em Belém, numa viagem de poucos dias, seguindo um percurso semelhante ao que os marinheiros portugueses fizeram há cinco séculos, quando pela primeira vez chegaram àquele país asiático. Foi em 1511 que o navegador português Duarte Fernandes chegou a Ayuthaya, capital do Reino do Sião. Recebido na corte do rei Ramatibhodi II, deu início a uma aliança entre os dois países que se mantém até hoje.

Dourado e com quatro aberturas remete para a cidade dos anjos, Banguecoque, e para o Mosteiro dos Jerónimos, obra que inspirou o arquiteto Athit Limmu e que acabou por representar o "símbolo da amizade" entre os dois países. O telhado foi coberto com placas que se assemelham à pele de um dragão ou às escamas de um peixe, enquanto os pináculos são anjos estilizados. Na parte de baixo existe um quase varandim inspirado nas ogivas dos Jerónimos em tons verdes. Porém, é o dourado a cor dominante, conseguida com mil finas folhas de ouro.

A Câmara de Lisboa deu apoio logístico à estrutura, que demorou seis meses a ser construída na Tailândia, depois dos três meses que Athit Limmun dedicou a conceber o projecto. O pavilhão está montado no jardim de Belém desde o fim do ano de 2012.

Fontes:  http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Pavilh%C3%A3o-tailand%C3%AAs-nos-jardins-de-Bel%C3%A9m_10143.html e http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=42022

sábado, 13 de abril de 2013

O segredo de Camilo para toda a gente rir

Criado por iniciativa da Rainha D. Amélia de Orleãns e Bragança, mulher do rei D. Car

Romances modernos principalmente, acaso toparia um que me não fizesse chorar mais lágrimas das que eu poderia enxugar com os dois ou três francos que ele me custou. Falo dos franceses; que de índole sinceramente portuguesa (peço que me não excluam) apenas fazem chorar os editores; e, se não fazem rir toda a gente, é porque toda a gente não compra novelas portuguesas. Hinc illoe lacrimoe; daqui o prantear do livreiro.


CASTELO BRANCO, Camilo, A Mulher Fatal, s.l., Circulo de Leitores, 1990, p. 87.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

VESTÍGIOS ARQUEOLÓGICOS NA PRAÇA




No mercado municipal da Praça 1.º de Maio, em Évora,  existem vestígios arqueológicos de um aqueduto que foram encontrados nas obras de reabilitação do espaço e que foram, felizmente, preservadas e podem ser visitáveis.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Arquitectura democrática?

No Dafundo este prédio negou a tapar-se toda a vista para o rio Tejo! O arquitecto do mesmo deixou-nos uma "janelinha" para alguns usufruirem de uma vista que é de poucos.

Escola primária






No período do Estado Novo o "parque escolar" era assim! Exposição de peças do Museu Escolar de Massarrazes na Feira de S. João de 2010 a recriar a escola do tempo dos nossos pais.

Sala do Senado

 
Uma das salas mais interessantes da Universidade de Évora é a actual Sala do Senado, antiga livraria e posteriormente sala das disputas dos teólogos. Decorada com pintura mural do tempo da Rainha Dona Maria II, de explícita influência neoclássica, possui medalhões ovais e circulares com retratos de autores clássicos, como Virgílio, Horácio e Camões, e quatro com temáticas eborenses ligados ao classicismo, como o templo romano ou Diana, janela da casa de Garcia de Resende nas portas do Moura, Aqueduto da água da prata e fonte das portas do Moura.

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/02.020/1470


Campos do Alentejo

N. Sra. de Machede

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Os "curros" do Aljube

A Cadeia do Aljube e, em especial, os seus curros, provocaram inúmeros protestos nacionaos e internacionais. Assim, foi a própria direcção da PIDE que, a 22 de Junho de 1964, apresentou ao ministro do Interior uma proposta de encerramento do Aljube, por ter deficientes condições de segurança, salubridade e higiene, por possuir um número limitado de celas para isolamento, necessárias à investigação e, também, por a Oposição fazer um aproveitamento dos chamados «curros» para denegrir o país. O Aljube, no entanto, só seria encerrado no Verão do ano seguinte.

Com o seu encerramento, no Verão de 1965, todo o andar dos curros foi destruído, numa manobra de ocultação que incluíu a retirada do gradeamento das janelas desse piso. Em 1969/70, o Aljube voltou a ter obras, já sob jurisdição do Ministério da Justiça, “para melhorar as condições de acomodação dos presos do Limoeiro e permitir a sua maior separação em grupos”. Foram então remodelados todos os pisos, construído um novo parlatório, um refeitório e celas renovadas. Esta nova prisão no Aljube, que teria capacidade para albergar 80 a 100 presos, deveria funcionar até que fosse construída uma nova cadeia comarcã nos terrenos pertencentes ao Ministério da Justiça e afectos à cadeia de Monsanto.

No dia 14 de Abril de 2011, foi inaugurada no edifício do Aljube uma exposição promovida pela Fundação Mário Soares, pelo Instituto de História Contemporânea da FCSH da Universidade Nova de Lisboa e pelo NAM - Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! Essa exposição documental, com recurso a meios audiovisuais, pretende dar a conhecer, devidamente contextualizados, aspectos essenciais da repressão durante a ditadura (1948-1974), ao mesmo tempo que mostra os vestígios arqueológicos encontrados no Aljube. Com esse objectivo inclui a reconstituição do Parlatório e dos curros, dando voz às vítimas que passaram pelas cadeias da ditadura, “para honrar a sua memória e o seu sacrifício”. É sobre esta iniciativa que me vou dedicar neste blogue nos próximos dias, de forma a mostrar a todos o Portugal antes do 25 de Abril.

Um dos testemunhos de quem viveu nas pequenas celas dos curros  é de Carlos Brito - Sobre os curros: «as famosas gavetas ou “catacumbas”», algumas das quais com «o comprimento de uma tarimba» e cuja «largura era mais ou menos igual e não superior a uma cama de um corpo (da tarimba que era estreita sobravam uns 15 centímetros)». O «curro» era fechado «por duas portas, uma gradeada» e «outra de madeira, que estava normalmente fechada, apenas com um pequeno postigo para o guarda espreitar». Como este «estava muitas vezes fechado para o presos não poderem olhar para fora», «as celas estavam quase todo o dia mergulhadas numa semi-obscuridade».

Ou de Francisco Martins Rodrigues - A minha gaveta, como era chamada nesse tempo, tinha 1,20 por 3 metros. Eu já sabia que nem todas eram iguais de comprimento; esta devia ser das menores. Ainda para mais, um gradão dentro dela, separando-me da porta, roubava uma parte do pouco espaço disponível. Havia um bailique (um estrado de madeira, com uma enxerga e um travesseiro de palha), onde pousei as mantas. Às apalpadelas, percebi que o bailique tinha dobradiças e se podia levantar, encostado à parede. Ficava assim livre o meu espaço para andar: quatro passos para um lado, encostar a casa ao ferro frio do gradão ferrugento, meia volta, quatro passos até à parede, meia volta

Também o padre angolano Joaquim da Rocha Pinto de Andrade descreveu as condições do Aljube, onde esteve preso, pela terceira vez. Contou ter sido «lançado numa enxovia estreitíssima, de um metro de largura por dois de comprimento, onde a luz e o ar entravam por um postigo de 15 x 20 cm., filtrados através de duas férreas portas, postigo, aliás permanentemente fechado». A «tarimba que lhe servia de cama era apenas provida de um enxergão, duro como pedra e cheio de nós que lhe faziam doer o corpo», tão «sebento que para evitar o seu contacto nojento, ele tinha de dormir agachado sobre uma toalha de rosto», pois era proibido usar lençóis. «Sentado na tarimba, os joelhos roçavam a parede», sem haver o mais pequeno espaço para se mover, numa penumbra que lhe arruinara os olhos. Quanto às necessidades fisiológicas, todas se passavam com a porta da retrete escancarada, sob o olhar vigilante do carcereiro.

Nos anos quarenta, uma das piores coisas do Aljube era a alimentação, fornecida pela cadeia do Limoeiro. Nesse período, segundo um horário bizarro, o almoço e o jantar eram, respectivamente, dados às 11 e às 18 horas e, por volta das 21 horas, os presos recebiam «um púcaro de café, acompanhado por casqueiro, que devia durar todo o dia seguinte, porque aquele era o único pão que distribuíam diariamente!» Uma «água suja, com bocados de pão e uns troços de couve a boiarem nela, era, normalmente, o que servia como sopa», o peixe cheirava «a podre» e «o chamado café da noite é uma zurrapa feita de castanhas ou coisa parecida»
Fonte: Wikipédia

Para onde vamos??

 
No Luxemburgo estamos,
Para a Alemanha vamos??
Ou na França passeamos??

TRAVESSA DO BARÃO




ÉVORA

segunda-feira, 1 de abril de 2013

PRISÃO DO ALJUBE

A cadeia do Aljube, situada em Lisboa, na freguesia da Sé, foi um estabelecimento prisional que recebeu presos do foro eclesiástico até 1820, mulheres acusadas de delitos comuns até aos finais da década de 1920 e presos políticos do Estado Novo, a partir de 1928 até ao seu encerramento em 1965. Foi posteriormente adaptado para presos de delito comum e ainda utilizado para instalação de serviços do Ministério da Justiça.

O edifício do Aljube terá sido utilizado como instalação prisional desde a ocupação muçulmana de Lisboa (sécs. VIII – XII). Usado posteriormente como prisão eclesiástica, sofre sucessivas adaptações até se tornar, na viragem do séc. XVI para o XVII, palácio de arcebispos, continuando, no entanto, a ser usado como cadeia para presos do foro eclesiástico. A designação Aljube equivalente a prisão do foro eclesiástico populariza-se, como se pode verificar com o Aljube da cidade do Porto, a cadeia do Aljube em Ponta Delgada, nos Açores, ou a cadeia eclesiástica de Olinda, Pernambuco, no Brasil.

O Terramoto de 1755 não afecta gravemente o edifício do Aljube, embora o alargamento da rua que o separa da Sé viesse a provocar o recuo da sua fachada. Só após o Liberalismo, a cadeia do Aljube perde essa função, sendo destinada a presos de delito comum, tornando-se, mais tarde, uma prisão de mulheres, conhecida pelas suas condições degradantes – destino que se manterá durante a I República, que ali procedeu a obras de remodelação, erguendo designadamente mais um piso.

Após a implantação da Ditadura Militar em 28 de Maio de 1926, a cadeia do Aljube é rapidamente utilizada para a detenção de “presos políticos e sociais”, designadamente na sequência das revoltas que marcam o início do novo regime.


O Aljube enche-se rapidamente de presos políticos sem julgamento ou cumprindo penas impostas pelos “Tribunais Militares Especiais”, muitos deles aguardando o embarque para os desterros na Madeira, nos Açores e nas colónias. Trata-se de uma cadeia às ordens das várias polícias políticas que marcam a transição da Ditadura Militar para o Estado Novo e que, com a atribuição à Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), em 1934, de competência em matéria prisional, passa a ser uma das suas prisões privativas na área de Lisboa.


Passaram pelo Aljube milhares de presos, desconhecendo-se o seu número exacto. Ainda assim, são muitos os que podem ser recordados:



FONTE: WIKIPÉDIA

Mondorf-les-Bains

The area was first inhabited by the Celts. The Romans, who arrived in 65 BC, built the Castel on Celtic foundations to protect the road from Metz to Trier. It was one of Charlemagne's nieces, Muomina, who is behind the village's name. In the 9th century, she donated all her possessions including the little village to Echternach Abbey. The village was subsequently called Muomendorph. Over the centuries, Mondorf was frequently attacked, burnt down and rebuilt. St Michael's Church from 1065 was rebuilt on four occasions, the last time in 1764.

It was in the 1840s that the thermal waters were uncovered as a result of deep drilling for salt which had become highly taxed under the Dutch. Karl Gotthelf Kind, who had found salt in Germany and hoped to do the same in Mondorf, discovered the waters after drilling to a record depth of 736 metres. Despite their mineral properties, the waters were not suitable for salt a brownish colour caused by the rich iron content which emerged after distilling. Nevertheless, the local notary, J.-P. Ledure, saw other opportunities for the waters and was successful in finding support for setting up the "Société des Bains de Mondorf". The architect Charles Eydt was immediately commissioned to build the thermal establishment which was inaugurated on 20 June 1847. As a result of the spa's success, the village prospered as rich French guests came to stay in the luxurious hotels which sprang up in the vicinity. The flow of visitors from France was however halted in 1871 when the Germans occupied Alsace and Lorraine.
 
Despite acquiring the name of Mondorf-les-Bains on 28 August 1878, the spa had been undergoing a significant decline since 1871. Only after the State took over the facilities on 21 April 1886 were its fortunes improved. Minister of State Paul Eyschen was particularly successful in reviving interest, encouraging visitors to come from Belgium. In the early 20th century, the State invested heavily in the resort adding a pavilion for the original source, a banqueting hall and a reading room as well as the Orangerie and the country’s first indoor swimming pool. The park was also enlarged. A railway to Thionville was opened in 1903 and, in 1913, the Marie-Adelaïde Source, named after the grand duchess was added after drilling to a depth of 464 metres.
 
After a quiet period during the First World War, a new spa centre designed by architect Paul Wigreux was opened in 1926. In the 1930s, the hotels were occupied not by visitors interested in the waters but by émigrés from Nazi Germany including the pianist Arthur Rubinstein. During the Second World War, well-to-do Nazis enjoyed relaxing at "Staatsbad-Mondorf", far away from the bombing and fighting. After the war, Mondorf hosted 59 members of the Nazi elite as they awaited trial at Nuremberg while the allies made the necessary preparations at the Palace Hotel, code-named Camp Ashcan. The spa continued to prosper in the second half of the 20th century with an outdoor swimming pool (1953), a new thermal centre (1988), and the Casino 2000 which opened in 1983.

CONCERTO DE ÓRGÃO NA SÉ DE ÉVORA


12 DE MAIO DE 2012