terça-feira, 14 de maio de 2013

Interior da Mãe de Água




O Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras foi desenhado pelo arquitecto húngaro Carlos Mardel (1696 - 1763). Foram demolidas algumas casas e o solo terraplanado. Acabou por ser edificada em Campolide de Baixo, junto ao Rato por ordem de Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal.
Mardel trabalhou na Mãe d'Água a partir de 1745 até 1763, ano da sua morte. O projecto estava inacabado e foi retomado por Reinaldo Manuel dos Santos (1731 - 1791) em 1772. A alteração de arquitecto fez com que também o desenho do edifício tenha sido alterado, tanto no interior como no exterior. O projecto foi terminado apenas em 1834, já no reinado de D. Maria II, com a construção da cobertura, tendo apenas nessa altura começado a trabalhar em pleno.
A este edifício está anexado um outro, a Casa do Registo, de onde partem duas das principais galerias distribuidoras das Águas Livres, a do Loreto e a da Esperança, para além de uma terceira, mais pequena, que abastece o Chafariz do Rato.
Actualmente esse espaço, integrado no Museu da Água da EPAL, é utilizado para exposições de arte, desfiles de moda e outros eventos.
De linhas arquitectónicas de uma sobriedade invulgar, a construção assenta sobre um envasamento elevado em relação às ruas circundantes e onde, no interior, surge a cascata e a Arca d'Água com 7,5 metros de profundidade e uma capacidade de 5.460 m³




Interior da Basílica de N. Sra. do Rosário de Fátima




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Um bálsamo



A solidão destes celestes campos é um bálsamo para o meu coração, cujos frémitos sossegam com o doce calor desta estação em que tudo se renova. Cada árvore, cada moita é um ramo de flores, a gente gostava de ver-se transformado em borboleta para voltar neste mar de perfumes e nele sugar o alimento.  

GOETHE, J. W., Werther, Editorial Verbo, Lisboa, s.d., p.p. 8-9.


Mãe de Água




O Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, conhecido como Mãe d'Água das Amoreiras, é o depósito (o cálice) que recolhe as águas provinientes do aqueduto das Águas Livres, no distrito de Lisboa. Foi projectado em 1745 e construído no Jardim das Amoreiras, ficando concluido em 1834.
 
Fonte: Wikipédia.

N. Sra. de Fátima

 
Nossa Senhora de Fátima (ou Nossa Senhora do Rosário de Fátima) é uma das designações atribuídas à Virgem Maria que, segundo os relatos da época e da Igreja Católica, apareceu repetidamente a três pastores, crianças na altura das aparições, no lugar de Fátima, tendo a primeira aparição acontecido no dia 13 de Maio de 1917. Estas aparições continuaram durante seis meses seguidos, sempre no mesmo dia (exceptuando em Agosto).
 
A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, sendo portanto aceito a combinação dos dois nomes - dando origem a "Nossa Senhora do Rosário de Fátima" - pois, segundo os relatos, "Nossa Senhora do Rosário" teria sido o nome pelo qual a Virgem Maria se haveria identificado, dado que a mensagem que trazia consigo era um pedido de oração, nomeadamente, a oração do Santo Rosário.
 
A minha devoção a N. Sra de Fátima é enorme, todo o meu coração pertence-lhe...
 
Fonte: Wikipédia.

Basílica de N. Sra. do Rosário de Fátima

Ergue-se no local onde, em 13 de Maio de 1917, os três pastorinhos brincavam "a fazer uma paredita", quando, de repente, viram um relâmpago que os assustou e fez com que juntassem o rebanho para regressarem a casa. O projecto foi concebido pelo arquitecto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquitecto João Antunes. Em 13 de Maio de 1928 foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, D. Manuel da Conceição Santos. A sagração foi a 7 de Outubro de 1953. O título de "Basílica" foi-lhe concedido por Pio XII, no breve "Luce Superna", de Novembro de 1954.
O edifício, que mede 70,5 metros de comprimento e 37 de largura, foi construído totalmente com pedra da região (lugar do Moimento) e os altares são de mármore de Estremoz, de Pero Pinheiro e de Fátima.
A torre sineira, erguida ao centro do conjunto arquitectónico, tem 65 metros de altura e é rematada por uma coroa de bronze de 7.000 quilos, construída na fundição do Bolhão, Porto, encimada por uma cruz iluminada que, de noite, se avista a longa distância. O carrilhão é composto por 62 sinos, fundidos e temperados em Fátima por José Gonçalves Coutinho, de Braga. O sino maior pesa 3.000 quilos e o badalo 90. O relógio é obra de Bento Rodrigues, de Braga. Os anjos da fachada, de mármore, são da autoria de Albano França.

A estátua do Imaculado Coração de Maria no nicho da torre tem 4,73 metros e pesa 14 toneladas. À entrada da Basílica, por cima da porta principal, encontra-se um mosaico que representa a Santíssima Trindade a coroar Nossa Senhora. Foi executado nas oficinas do Vaticano e ali benzido pelo então Secretário de Estado, Cardeal Eugénio Paccelli, futuro Papa Pio XII, o "Papa de Fátima".



sexta-feira, 10 de maio de 2013

Igreja de N. Sra da Conceição

 
 
Pertencente ao Mosteiro de Nossa Senhora dos Remédios da Santíssima Trindade, Convento que foi ocupado por freiras Trinas.
Todo aquele conjunto nasceu no século XVII, por vontade de um fidalgo da Casa Real, chamado Manuel Gomes de Elvas. Tratava-se de um homem muito rico, descendente de espanhóis e filho de um cortesão e de uma escrava convertida, ISABEL VAZ.
O certo é que resolveu investir parte da sua fortuna na construção de um recolhimento para mulheres «de nobre estirpe» e, para tanto, comprou aquele terreno que confinava com a enorme quinta dos padres oratorianos (que ia do Salitre a Campolide).
Entretanto, o fidalgo morreu e verificou-se que ou a doação fora mal calculada ou se tinham delapidado bens e o dinheiro não chegava para a edificação prometida. Apareceu segundo benemérito, Manuel Correia de Lacerda, mas ainda não foi dessa que o Convento surgiu.
Mais eficaz foi um descendente do primeiro doador, Luís Gomes de Sá e Meneses de Elvas como seu antepassado (que morreu provavelmente em 1665). Este Meneses tinha em Lisboa a alcunha de «RATO» e, como é fácil adivinhar, dele provem o topónimo que se mantém no Largo com breve intervalo, até aos dias de hoje.
O Convento do Rato que se iniciou em 1614 teve a sua conclusão no ano de 1721, passados que foram 107 anos.

 

 

 

sábado, 4 de maio de 2013

Fundação Champalimaud

O Centro de Investigação Champalimaud concretiza o objectivo da Fundação de construir um centro de investigação científica multidisciplinar, translacional e de referência no campo da biomedicina. Este Centro garante todas as condições para que investigadores e académicos, nacionais e estrangeiros, desenvolvam projectos de excelência nas áreas das neurociências e da oncologia.
 
O Centro dispõe de excelentes condições e das mais modernas tecnologias para investigação biomédica, bem como das infra-estruturas necessárias ao ensino pós-graduado e a programas de mestrado e de doutoramento.

O Centro Champalimaud é aberto ao público e para ser usados por todos. Os jardins e restantes áreas públicas ocupam uma parte substancial do espaço disponível. Jardins panorâmicos com uma grande variedade de árvores e áreas verdes, um anfiteatro ao ar livre para a realização de espectáculos musicais, sessões científicas ou artísticas - tudo isto tendo como pano de fundo a água e o Tejo - ficam à disposição da cidade.

O Centro Champalimaud inclui 2 edifícios dispostos de forma a promover o acesso livre:
- Edifício A, que contém nos pisos inferiores as áreas de diagnóstico e de tratamento, e nos pisos superiores os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos.
- Edifício B, que inclui um Auditório, uma Área de Exibições e uma Área de Restauração no piso de entrada. No piso superior estão os escritórios da Fundação, que comunicam com os serviços administrativos da Edifício A através de uma ponte em vidro.
- Espaço Aberto com jardins panorâmicos e um anfiteatro ao ar livre abertos ao público.
Os edifícios estão dispostos de forma a criar uma via pedonal em direcção ao mar.

Entra-se no edifício através de um lóbi de duplo pé direito que dá para um jardim tropical coberto. No piso da entrada encontram-se as zonas de exames, ligadas ao apoio clínico e ao centro de bem-estar. O jardim tropical é a peça central do edifício. Neste piso estão o centro de diagnóstico e o centro de tratamento, sendo que este se abre para um outro jardim mais calmo e reservado, na extremidade oeste.

Fonte: http://www.fchampalimaud.org/home/portuguese-summary/centro-de-investigacaeo-da-fundacaeo-champalimaud1/





Rua do Escrivão da Câmara



ÉVORA