quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Casa-de-banho canina

"Ici canisite"
Estrasburgo, França

Thionville









 









Following the armistice with Germany ending the First World War, the French army entered Thionville in November 1918 and the city was returned to France by the Treaty of Versailles in 1919.
During the Second World War, the Lorraine was placed under a German civilian administration and was thus once again unofficially part of the German Reich. In 1944 US troops entered Thionville, which has belonged to France since then. In the winter of 1944-45 the Displaced Persons Camp No. 8 was established here. In the following years it was home to the thousands of former concentration camp prisoners and POWs.
After experiencing, along with all of France, an economic upswing during the postwar decades (trente glorieuses), the heavy industry of Thionville suffered setbacks beginning in the 1970s. The city and the entire region have faced hardships and structural unemployment since then.
Jean-Marie Demange, who had served as the town's mayor for thirteen years, committed suicide in 2008 after killing his mistress with two gunshots in the head.

 
Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Hortense



Hydrangea macrophylla Azul, em solo ácido. Folhas e botões de Hydrangea macrophylla Hydrangea heteromalla.
A hidrângea ou hortense é uma planta de folhas largas da família Hydrangeaceae, pertencente ao género Hydrangea, L. .Nos Açores é considerada invasora e perigosa para a flora nativa.

A cor das flores depende muito do pH do solo: solos ácidos produzem flores azuis, solos alcalinos dão origem a variedades rosa.

Fonte: Wikipédia

domingo, 9 de novembro de 2014

Museu Pompidou-Metz

O Pompidou-Metz (Centre Pompidou-Metz) é um centro artístico francês localizado em Metz. Fundado em 2010, o museu representa a primeira experiência de descentralização e extensão do Centro Georges Pompidou de Paris.
Este empreendimento cultural foi financiando pelas câmara de Metz, departamento de Mosela, região de Lorraine, além do Estado Francês e a União Europeia. O edifício, construído pela empreiteira Demathieu & Bard, é um grande hexágono formado por três galerias comunicadas entre si. Cada uma delas tem 80 metros de comprimento, 7 metros de altura e 15 metros de largura.

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Mircea Eliade



Mircea Eliade (Bucareste, 9 de março de 1907 — Chicago, 22 de abril de 1986) foi um professor, historiador das religiões, mitólogo, filósofo e romancista romeno, naturalizado norte-americano em 1970.

Falava e escrevia fluentemente oito línguas (romeno, francês, alemão, italiano, inglês, hebraico, persa e sânscrito), mas a maior parte dos seus trabalhos acadêmicos foi escrita inicialmente em romeno (depois em francês e em inglês). É um dos mais influentes historiadores e filósofos das religiões da contemporaneidade.

Considerado um dos fundadores do moderno estudo da história das religiões e grande estudioso dos mitos, elaborou uma visão comparada das religiões, encontrando relações de proximidade entre diferentes culturas e momentos históricos. No centro da experiência religiosa do Homem, Eliade situa a noção do Sagrado. Sua formação de historiador e filósofo levou-o ao estudo dos mitos, dos sonhos, das visões, do misticismo e do êxtase. Na Índia, estudou ioga e leu, diretamente em sânscrito, textos clássicos do hinduísmo que ainda não tinham sido traduzidos para as línguas ocidentais.

Autor prolífico, procurou encontrar uma síntese dos temas que abordou. Nos seus escritos, é, frequentemente, destacado o conceito de hierofania, através do qual Eliade definiu a manifestação do transcendente em um objeto ou um fenômeno do cosmo.

A partir de 1940, trabalha como adido cultural e de imprensa nas representações diplomáticas romenas em Londres e Lisboa (1941-44), tendo residido em Lisboa e, após a morte da mulher, em Cascais, mais concretamente na Rua da Saudade (local que a autarquia de Cascais quis preservar na memória ao colocar aqui uma placa). Na capital portuguesa, interessou-se pelos clássicos, como Sá de Miranda, Camões e Eça de Queiroz, e empenhou-se em estabelecer elos mais fortes entre os latinos do ocidente e do oriente, impulsionando traduções, conferências e concertos.
 
Em Portugal, escreveu "Os Romenos, Latinos do Oriente", uma síntese histórica, cultural e espiritual do seu país, e Salazar e a Revolução Portuguesa, livro em que defendia que o general Ion Antonescu, no poder em Bucareste, poder-se-ia inspirar no regime português para criar um Estado autoritário mas não totalitário. A obra não surtiu, todavia, os efeitos pretendidos: não só Antonescu não adotou o modelo português, como Salazar não gostou, segundo informações que obteve, da "heterodoxia" da interpretação, o que levou a que o livro não fosse traduzido para a língua portuguesa. Um livro que acabou por nunca escrever, por causa de Salazar Si Revolutia in Portugália, já tinha até título: "Camões - Ensaio de Filosofia da Cultura" e versaria sobre um tema que o fascinava - as civilizações marítimas.

No seu "Diário Português", obra conhecida apenas em 2001 através de uma editora de Barcelona, com edição portuguesa, Mircea Eliade mostrou-se por vezes crítico, embora não hostil a Portugal, país que considerava periférico, um pouco à margem da história e da cultura.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Casa Estúdio Carlos Relvas






Na Golegã, no interior de Portugal, descobrimos bastante sobre a história da fotografia graças a um dos introdutores desta arte no nosso país - Carlos Relvas. Este edifício foi concebido de propósito para esta arte. Numa visita ao seu interior apreende-se melhor o porquê deste objectivo, não posso mostrar isso no meu blogue por ser proibido fotografar no museu, um verdadeiro contrasenso na minha opinião, já que este espaço é dedicado à fotografia.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Cães rodopiando


Obra de arte criada por Joana de Vasconcelos (que se partiu toda) na exposição "Riso" do ano passado no Museu da Electricidade

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

D. Sebastião

 … lá está D. Sebastião no seu nicho da frontaria, rapazito mascarado para um carnaval que há-de vir, se não noutro sítio o puseram, mas aqui, então teremos de reexaminar a importância e os caminhos do sebastianismo, com nevoeiro ou sem ele, é patente que o Desejado virá de comboio, sujeito a atrasos.

SARAMAGO, José, O ano da morte de Ricardo Reis, Círculo de Leitores, 1999, p. 77.

Vai um sumo de maçã?







Steinsel, Luxemburgo - Outubro de 2013

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Elevador da Glória




O Ascensor da Glória, popularmente referido como Elevador da Glória, localiza-se na cidade de Lisboa, em Portugal. 

É um dos funiculares operados pela Carris, e liga a Baixa (Praça dos Restauradores) ao Bairro Alto (Jardim de São Pedro de Alcântara). 

Destes é o mais movimentado, chegando a transportar anualmente mais de 3 milhões de passageiros.
 
Construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier du Ponsard , foi inaugurado em 24 de outubro de 1885, constituindo-se no segundo do género implantado na cidade por iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa. 

O sistema de tração original era de cremalheira e cabo equilibrado por contrapeso de água, passando mais tarde a ser a vapor. 

Em setembro de 1915 passou a ser movido por eletricidade.

Até finais do século XIX, durante as viagens noturnas a iluminação dentro da cabine era feita com velas.
 
Em 1987 a banda Rádio Macau lança em máxi single e LP epónimos a faixa “O Elevador da Glória” , que rapidamente se tornou o seu mais conhecido tema e um ícone do rock português.

Desde fevereiro de 2002 encontra-se classificado como Monumento Nacional.
 
Os dois carros, idênticos e numerados 1 e 2, foram construídos pela empresa alemã Maschinenfabrik Esslingen; são compostos por duas coxias de comando (uma em cada extremidade) e por um salão de passageiros com dois bancos corridos de costas viradas para as janelas, tudo no mesmo nível horizontal — havendo uma extremidade mais alta (anterior no sentido descendente) e outra mais próxima do solo, tal como o Elevador do Lavra, no que difere de muitos outros funiculares. 

As entradas e saídas de cada carro fazem-se por duas portas munidas de cancela pantográfica e situadas na extremidade com menor desnível em relação ao exterior, de ambos os lados do posto de comando activo em ascensão.

O trajeto é de 265 m5 , em via de carril duplo encastrado no pavimento de arruamento vulgar, com bitola de 90 cm e fenda central para ligação do cabo. Vence um desnível acentuado, superior a 17%3 .

Fonte: Wikipédia

Praia da Ribeira





Cascais

domingo, 26 de outubro de 2014

Hippotrip no rio Tejo



Agora sempre que vou a Lisboa e ando a passear perto do rio vejo este autocarro original, e fico cheia  de vontade de passear lá dentro! Um autocarro original mas um pouco maior que os normais, por isso, acho que o nome de hipopótamo adequa-se bem.

Para saber mais sobre esta nova oferta turística de Lisboa podem ler o artigo do Público: http://fugas.publico.pt/Noticias/319670_o-primeiro-autocarro-anfibio-de-lisboa-ja-navega-no-tejo