Distrito de Aveiro
sábado, 13 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
José Estevão
José Estêvão Coelho de Magalhães
(Aveiro, 26 de Dezembro de 1809 — Lisboa, 4 de Novembro de 1862), mais
conhecido por José Estêvão, foi um notável jornalista, político e orador
parlamentar português, sendo durante o período de 1836 a 1862 a figura
dominante da oposição de esquerda na Câmara dos Deputados. Era bacharel formado
em direito pela Universidade de Coimbra, veterano das guerras liberais e um dos
académicos que viveu o exílio em Inglaterra e na ilha Terceira e participou no
desembarque do Mindelo.
Entusiástico defensor dos ideais
da Revolução de Setembro de 1836, foi uma das figuras dominantes da oposição
aos cartistas e à funesta mentira que segundo ele fora a Carta Constitucional
de 1826, a qual não permitia realizar nenhuma das condições do sistema
representativo.
Defendendo ideias que se
encontravam então na extrema-esquerda do espectro político, José Estêvão em
breve se transformou numa voz de quase permanente oposição aos governos do
setembrismo, raramente apoiando as medidas preconizadas. No parlamento e na
imprensa foi-se progressivamente afirmando como uma das vozes mais incómodos da
oposição, concitando o apoio das franjas mais radicais.
Nas eleições gerais realizadas em
Novembro de 1851 ao ser eleito por Aveiro reentra no parlamento, prestando
juramento a 17 de Janeiro de 1852.
Quando no início de Novembro de
1862 um aparente acidente vascular cerebral lhe veio ceifar a vida aos 53 anos
de idade, já tinha proferido cerca de 1500 intervenções parlamentares e era uma
das figuras mais conhecidas da política portuguesa.
Em 1889, também por subscrição
público, foi erigida em Aveiro a estátua do grande paladino, com grandes
festejos e homenagens provenientes de todos os quadrantes políticos.
Fonte: Wikipédia.
O jardim e o Lidador
Nasceu na vila do Trastamires (actual Maia), junto à cidade
do Porto. Na mocidade, por sua fidalguia e afinidade espiritual,
tornou-se um dos maiores amigos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso
Henriques. A vontade férrea de D. Gonçalo e suas inúmeras e épicas conquistas
no campo de batalha – em que o risco à vida era o eterno desafiante –
granjearam-lhe o cognome de "O Lidador".
Assim, um dos maiores líderes muçulmanos decidiu enfrentar
Gonçalo Mendes, na esperança de reconquistar o moral das suas tropas. Apesar de
gravemente ferido, Gonçalo Mendes conseguiu derrotar o seu adversário, com
efeitos demolidores, pois o exército muçulmano, sem líder, desorganizou-se,
pelo que as tropas portuguesas conseguiram ganhar a batalha.
Finda a batalha, Gonçalo Mendes terá sucumbido aos
ferimentos.
Riqueza
(...) a riqueza nos
livra do julgamento imediato, nos retira da turba do metropolitano para nos
fechar numa carroçaria niquelada, nos isola em vastos parques guardados, em
carruagens-camas, em camarotes de luxo. S riqueza, caro amigo, não é ainda a
absolvição, mas a pena suspensa, sempre fácil de conseguir.
CAMUS, Albert, A
queda,s.l., Editorial Verbo, 1971, p. 89.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Museu do Oriente, o edifício
A possibilidade de conceber o Museu do Oriente constituiu um
privilégio e um desafio irrecusável. O objectivo consistia em albergar
uma valiosa colecção privada centrada numa temática comum, o Oriente,
nas suas vertentes histórica, social, etnológica, antropológica,
arqueológica e artística, no Edifício Pedro Álvares Cabral, uma cuidada
construção portuária do início dos anos quarenta, da autoria do
arquitecto João Simões Antunes. Destinado, durante a maior parte da sua
já longa existência, à armazenagem de bacalhau (cujo persistente odor
chegou a provocar alguma preocupação na fase inicial da obra), o
Edifício Pedro Álvares Cabral localiza-se na Avenida de Brasília, em
Alcântara, numa área sob tutela da Administração do Porto de Lisboa e
encontra-se classificado como Património Municipal. A sua grande
superfície e os seus seis pisos de altura, provocam uma escala e
volumetria dominantes naquela parte de cidade, para o que contribui
também a sua elementaridade e a quase total inexistência de
fenestrações, ditada certamente pela função de armazenagem para que foi
concebido. A sua organização longitudinal e simétrica centra-se num
corpo central, referencial hierárquico do conjunto, ladeado por duas
alas um pouco mais baixas. Nas cegas superfícies do alçado Norte, estas
são pontuadas por dois baixos-relevos do escultor Barata Feyo.
Interiormente destacam-se a densa e obsessiva estrutura de robustos
pilares de planta quadrada, que se estende ao longo da superfície dos
vários pisos e o reduzido e limitador pé-direito que estes apresentam.
Fonte: Site do Museu do Oriente. |
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
Lago do Príncipe Real
O Jardim do Príncipe Real, oficialmente designado Jardim
França Borges, concebido segundo o gosto romântico inglês, está organizado à volta de um grande lago octogonal com repuxo. Este lago esconde o Reservatório de Água da Patriarcal (1864) com uma
forma octogonal com 31 pilares de 9,25 m de altura e uma capacidade de 880 m3 em 1863 a Companhia
das Águas terminou a construção do Reservatório de Água da Patriarcal que, para
além, de abastecer o jardim fazia a ligação com diversos chafarizes de Lisboa:
Século, Loreto e S. Pedro de Alcântara. Hoje faz parte do Museu da Água da EPAL.
Fonte: Wikipédia.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Formigas
Acredita-se que o surgimento das
formigas na Terra deu-se durante o período Cretáceo (há mais de 100 milhões de
anos) e pensa-se que elas evoluíram a partir de vespas que tinham aparecido
durante o período Jurássico. O estudo das formigas denomina-se mirmecologia.
Estima-se que o peso de todas as
formigas do planeta supera o peso de toda a humanidade. As formigas-rainhas
podem gerar 300 mil novos insetos em apenas uma semana. Assim, estima-se que
existam 1016 de formigas na Terra.
Embora nem todas as espécies de
formigas construam formigueiros, muitas fazem autênticas obras de engenharia,
normalmente subterrâneas, com um complexo sistema de túneis e câmaras com
funções especiais – para o armazenamento de alimentos, para a rainha, o
“berçário”, onde são tratadas as larvas, etc.
As sociedades das formigas são
organizadas por divisão de tarefas, muitas vezes chamados castas. As tarefas
podem ser distribuídas pelo tamanho e/ou pela idade do indivíduo.
A função da reprodução é
realizada pela rainha e pelos machos. A reprodução é feita pelo voo nupcial. A
rainha vive dentro do formigueiro, é maior que as restantes formigas, perde as
asas depois de fecundada e durante toda a sua vida põe ovos. Os machos aparecem
apenas quando é necessário fecundar uma nova rainha, o que acontece durante um
voo em que participam milhares de fêmeas e machos alados; depois da fecundação,
os machos não são autorizados a entrar no formigueiro e geralmente morrem
rapidamente.
Existem também outras 2 funções:
a de operário e a de soldado. As operárias tomam conta da cria (ovos, larvas e
pupas), fazem a limpeza do formigueiro e coletam o alimento. Já as formigas
soldados guardam a entrada do formigueiro sem descanso.
Fonte: Wikipédia.
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