quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Pardais no meu quintal
Ao fim do dia aprecio sempre este espectáculo, da janela do meu quarto, da visita dos inúmeros pardais que vêm petiscar ao meu quintal ;)
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
António Ribeiro, o Chiado
António
Ribeiro, conhecido por Poeta Chiado, nasceu em Évora em data
desconhecida, cidade onde professou pela Ordem dos Franciscanos, e
faleceu em Lisboa em 1591, para onde veio após ter abandonado a vida
religiosa. Contemporâneo de Camões que o menciona como poeta engenhoso
num dos versos do Auto de El Rei Seleuco, desenvolveu sobretudo a
poesia jocosa e a sátira, através da descrição de quadros flagrantes da
vida social do período em que viveu, tendo afinidades literárias com
Gil Vicente.
A estátua em bronze, da autoria de Costa Motta
(tio), com plinto quadrangular em pedra lioz de José Alexandre Soares,
foi colocada por iniciativa da vereação municipal, que desta forma quis
prestar homenagem a António Ribeiro, conhecido com o nome de uma das
mais conhecidas zonas de Lisboa, o Chiado, por aí morar.
Alguns grandes
nomes da cultura literária do princípio do século XX, como Aquilino
Ribeiro, Teixeira de Pascoais e Raul Brandão manifestaram-se contra,
argumentando que outras figuras seriam mais merecedoras de uma homenagem
por parte do município lisboeta. Consideravam que a fama de poeta
popular, arruaceiro, boémio, praguento e chocarreiro mas no entanto,
talentoso, que António Ribeiro granjeava, não eram razões
suficientemente válidas para justificar a colocação de um monumento em
sua homenagem, numa praça de tradição cultural, junto de teatros e de
duas outras estátuas de figuras das letras nacionais: Camões e Eça de
Queiroz. O poeta retratado envergando o hábito de monge que se julga
nunca ter abandonado, aparece numa postura de animada conversa,
parecendo interpelar quem passa.
Fonte: Laura Trindade in http://www.lisboapatrimoniocultural.pt/artepublica/eescultura/pecas/Paginas/Chiado.aspx
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Universidade do Luxemburgo



A Universidade de Luxemburgo é uma instituição de ensino superior do grão-ducado de Luxemburgo, fundada em 2003. A nova universidade não só
possibilitou que esses estudantes acabassem os seus estudos no seu próprio
país, mas também atraísse interesse académico estrangeiro para o grão-ducado.
As disciplinas da Universidade de Luxemburgo, assim como o país, são caracterizadas pelo seu multilinguismo. Os cursos são normalmente ministrados em dois idiomas: francês/inglês, francês/alemão ou inglês/alemão. Em 2009, havia cerca de 4750 estudantes matriculados na Universidade.
Fonte: Wikipédia.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Pormenores de mercearia tradicional
O Museu do Trabalho recebeu a doação de uma mercearia lisboeta e reconstituiu-a totalmente em duas salas do museu. Gostei muito deste núcleo porque, finalmente, conheci os famosos pirolitos que os meus pais tanto falavam como recordações da sua infância!!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Museu do Trabalho de Setúbal
Instalado numa antiga fábrica conserveira, do seu espólio constam
centenas de instrumentos musicais, fotografias, recolhas de literatura
popular e de instrumentos de Michel Giacometi e materiais ligados ao trabalho, fosse na
pesca, na indústria conserveira ou na cortiça. Este espaço museológico
inovador abriu as portas pela primeira vez em 1987, tendo ganho diversos
prémios.
Este é um espaço amplo e um museu que mistura de etnológico e arqueologia industrial. A colecção mostra a história e as tradições da zona de Setúbal numa zona em que vamos "descendo" pela história .
Fonte: Lifecooleer
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
Pormenores da Praça Central de Bruges
A cidade belga de Bruges é capital da província de Flandres Ocidental, na região de Flandres. Tem cerca de 117 mil habitantes e muitos turistas!! Como se pode ver pelas minhas fotografias lol o que justifica a fama desta veneza do norte!
Fonte: Wikipédia
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos
A
Sala do Capítulo tem esta denominação por servir às reuniões periódicas
dos monges, as quais tinham o seu início com a leitura de um capítulo
da Regra. Nessas reuniões, discutia-se a eleição dos priores, a recepção dos noviços e procedia-se à confissão pública das faltas.
Originalmente
pensada para este efeito, a Sala do Capítulo nunca teve tal utilização
pois a abóbada e decoração interior só foi completada no séc. XIX.
A porta foi concluída nos anos de 1517-1518, tendo sido executada por Rodrigo de Pontezilha. Na sua decoração destacam-se duas imagens representando S. Bernardo e S. Jerónimo.
Em 1940 é modificado, sendo deixada singelamente apenas a arca tumular.
A
Sala do Capítulo foi também utilizada como panteão de outros escritores
e presidentes da República, até à finalização das obras na Igreja de
Santa Engrácia. Convertida em Panteão Nacional, foram então para aí
trasladadas as personalidades mais recentes da História de Portugal.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
S. Miguel
| Pormenor do tecto da capela-mor da Igreja de Machede |
Nos ensinamentos católicos, São Miguel tem quatro papéis principais. O primeiro é como comandante do Exército de Deus e o líder das forças celestes em seu triunfo sobre os hostes infernais.
O santo é visto como um modelo angélico para as virtudes do "guerreiro
espiritual", em guerra contra o mal, por vezes também visto como sendo a
"batalha interna".
O segundo e o terceiro papel de Miguel lidam com a morte. No segundo,
Miguel é o anjo da morte, levando a alma de todos os falecidos para o
céu. Neste papel, na hora da morte, Miguel desce e dá à alma uma chance
de se redimir antes da morte, atrapalhando assim o diabo e seus
asseclas. As orações católicas em geral se referem a este papel de
Miguel. No terceiro papel, ele mede as almas numa balança perfeitamente
equilibrada (daí o motivo de ele ser também muitas vezes representado
segurando uma balança).
São Miguel, o patrono especial do povo escolhido
no Velho Testamento, é também o guardião da Igreja. Era comum o anjo
ser reverenciado por ordens militares de cavaleiros durante a Idade
Média. Este papel também se estende a ser o santo padroeiro de numerosas
cidades e países.
No cristianismo medieval, Miguel, juntamente com São Jorge, se tornaram santos patronos da cavalaria medieval e é hoje considerado como o santo patrono dos oficiais de polícia e militares. Além de ser o patrono de guerreiros, os doentes e os aflitos também consideram o Arcanjo Miguel como seu santo padroeiro.
Fonte: Wikipédia.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Não teme a morte?
- Não teme a
morte? – insisti.
- Eu temê-la? Oh, não! – retrucou ele. – Não tenho nem medo, nem o
pressentimento, nem a esperança da morte. Porque havia de ter? Com a minha
constituição rija, o meu modo de vida sóbrio, as minhas ocupações sem perigo,
deverei, provavelmente, permanecer sobre a terra até que não tenha mais um
cabelo preto na cabeça. E, contudo, não posso continuar assim! Tenho de me lembrar
de respirar… quase de lembrar o meu coração de bater! E é como dobrar uma mola
dura: é por compulsão que executo o mais simples acto, não impelido por um
único pensamento; e é por compulsão que reparo em qualquer coisa, viva ou
morta, que não esteja ligada à minha única ideia. Só tenho um desejo e todo o
meu ser e as minhas faculdades estão ansiosas por alcançá-lo. Há tanto tempo
anseiam sito, e tão firmemente, que estou convencido de que ele será alcançado
(e em breve) pois já devorou a minha existência: sinto-me tragado pela
expectativa da sua realização.
BRONTE,Emily, O
Monte dos Vendavais, Matosinhos, Edições Book.it, 2011, p.
304.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
domingo, 28 de dezembro de 2014
Decorações natalícias
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