Steissenl
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Interior da Catedral de Bruxelas
Na Catedral de Bruxelas, existem muitas obras de arte que dão testemunho de um Milagre Eucarístico ocorrido em 1370. Alguns profanadores roubaram Hóstias Consagradas e num acto de extrema rebeldia, as esfaquearam.
As partículas então começaram a sangrar. O Milagre foi venerado até poucas décadas atrás. Vários relicários, de diversas épocas, utilizados para guardar as Hóstias prodigiosas do Miracle du Saint Sacrament, estão até hoje conservados na antiga capela dedicada ao Santíssimo Sacramento, adjacente ao museu da Catedral; existem também tapeçarias do século XVIII que recordam o evento milagroso.
O pároco ficou com as Hóstias (vitrais 6 e 7) e os profanadores foram condenados à morte pelo duque de Brabant (vitrais 8 e 9). Logo em seguida as Santas Partículas foram transferidas, com uma solene procissão, para a Catedral de Santa Gudula (vitral 10).” O Sacrament du Miracle, adquiriu um papel muito importante na história da cidade e foi considerado um símbolo nacional.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Adamastor
A
peça, “Adamastor”, de inspiração camoniana, épica no elogio que lhe
está subjacente afronta o tema numa gramática alusiva ao barroco, com
uma composição de forte pendor dramático. Da autoria de Júlio Vaz
Júnior, discípulo de Teixeira Lopes, o escultor foi várias vezes
agraciado, nomeadamente, em 1947, com a medalha de ouro na Exposição do
Rio de Janeiro. Com obra em locais como o Palácio de S. Bento e o Museu
Nacional de Arte Contemporânea, a sua plasticidade desenrola-se muito ao
gosto da época, de inspiração naturalista. Esta escultura, no alto do miradouro de Santa Catarina olha o Tejo ao longe, com o seu ar ameaçdaor enquanto "assusta" o Homem.
Tirando partido da diferença de escala entre o Adamastor e a figura
masculina, apontamento quase imperceptível, visualiza-se uma clara
hipérbole esculpida da e na personagem monstruosa. Representativa das
dificuldades, medos e mistérios que constituíram a passagem do Cabo da
Boa Esperança, implantada no miradouro de Sta. Catarina, face a face com
o Tejo, a frente desta obra só é vislumbrada depois de percorrido o
jardim que a envolve.
A sua descoberta faz-se lenta e urbana,
revelando-se primeiro no rochedo de onde nascem as costas da figura do
Adamastor, depois na sensação de aprisionamento deste, cativo pela
coragem que desbravou os mares desconhecidos. Emerge poderosa,
iludindo-nos na sua fragrância marítima, tortuosamente tratada como um
deus do mar, nas muitas ondulações do material rochoso, que definem o
rosto, parte do tronco e braços. Prende-nos o olhar, profundo tanto na
expressão, como nos sulcos pétreos que a criam, avançando sobre nós a
inquietude e a fragilidade inerente à condição humana.
O extrato do
poema de Camões inscrito na lápide, à semelhança de um epitáfio, anuncia
a peça num desafio à sua contemplação. Entre a figura do marinheiro, em bronze (em baixo, no lado esquerdo), e o monstro/deus,
articula-se um diálogo ensurdecedor, decorrido na violência entre
aventureiros e monstros, entre o domínio e a obstinação, num brado que
nem sempre a tempestade citadina permite escutar.
Fonte: Maria Bispo in http://www.lisboapatrimoniocultural.pt/artepublica/eescultura/pecas/Paginas/Adamastor.aspx
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Jardim do Paço de Castelo Branco
O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco revela-se como um dos mais originais exemplares do barroco em Portugal. Em especial no que respeita à estatuária: aos aspectos simbólicos e à disposição dos seus elementos em percursos temáticos. Este formoso jardim barroco, em forma rectangular, é dominado por balcões e varandas com guardas de ferro e balaústres de cantaria.
Dispõe de cinco lagos, com bordos trabalhados, nos quais estão montados jogos de água. No patamar intermédio da Escadaria dos Reis acham-se repuxos e jogos de água surpreendentes. Por entre canteiros de buxo de fino recorte, erguem-se simbólicas estátuas de granito, em que se destacam os Novíssimos do Homem, Quatro Virtudes Cardeais, as Três Virtudes Teologais, os Signos do Zodíaco, as Partes do Mundo, as Quatro Estações do Ano, o Fogo e a Caça. Dispostos à maneira de escadório, acham-se representados os Apóstolos e os Reis de Portugal até D. José I.
No patim superior, encontram-se estátuas alusivas ao Antigo Testamento e à simbologia da água como elemento purificador. O Jardim Alagado, tanque floreado de curvas bem delineadas e canteiros de flores, tem ao centro um repuxo de cantaria por três golfinhos entrelaçados e encimados por uma coroa. A estranheza da iconografia do conjunto escultórico resulta do facto de haver uma aliança singular entre o universo religioso e universo panteísta.
domingo, 18 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Cordoaria Nacional
A Cordoaria Nacional, antiga Real Fábrica da Cordoaria da Junqueira, é um monumento lisboeta datado de 1779. Fabricava cabos, cordas de sisal, velas e bandeiras que equipavam as naus portuguesas.
As suas instalações estendem-se sobre quase quatrocentos metros, para
uma largura de apenas cerca de cinquenta metros, acompanhando
paralelamente o rio Tejo.
Estas dimensões características deviam-se às necessidades do processo
produtivo. A sua situação, sobre o rio, procurava facilitar o
fornecimento dos produtos aos armadores de embarcações.
Hoje em dia, o edifício, aberto ao público, alberga várias exposições
ao longo do ano como por exemplo a exposição Bienal de Antiguidades que
inclui tapeçaria, mobiliário, pintura, porcelanas etc.
O edifício está classificado como Monumento Nacional, desde 1996.Fonte: Wikipédia.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Pardais no meu quintal
Ao fim do dia aprecio sempre este espectáculo, da janela do meu quarto, da visita dos inúmeros pardais que vêm petiscar ao meu quintal ;)
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
António Ribeiro, o Chiado
António
Ribeiro, conhecido por Poeta Chiado, nasceu em Évora em data
desconhecida, cidade onde professou pela Ordem dos Franciscanos, e
faleceu em Lisboa em 1591, para onde veio após ter abandonado a vida
religiosa. Contemporâneo de Camões que o menciona como poeta engenhoso
num dos versos do Auto de El Rei Seleuco, desenvolveu sobretudo a
poesia jocosa e a sátira, através da descrição de quadros flagrantes da
vida social do período em que viveu, tendo afinidades literárias com
Gil Vicente.
A estátua em bronze, da autoria de Costa Motta
(tio), com plinto quadrangular em pedra lioz de José Alexandre Soares,
foi colocada por iniciativa da vereação municipal, que desta forma quis
prestar homenagem a António Ribeiro, conhecido com o nome de uma das
mais conhecidas zonas de Lisboa, o Chiado, por aí morar.
Alguns grandes
nomes da cultura literária do princípio do século XX, como Aquilino
Ribeiro, Teixeira de Pascoais e Raul Brandão manifestaram-se contra,
argumentando que outras figuras seriam mais merecedoras de uma homenagem
por parte do município lisboeta. Consideravam que a fama de poeta
popular, arruaceiro, boémio, praguento e chocarreiro mas no entanto,
talentoso, que António Ribeiro granjeava, não eram razões
suficientemente válidas para justificar a colocação de um monumento em
sua homenagem, numa praça de tradição cultural, junto de teatros e de
duas outras estátuas de figuras das letras nacionais: Camões e Eça de
Queiroz. O poeta retratado envergando o hábito de monge que se julga
nunca ter abandonado, aparece numa postura de animada conversa,
parecendo interpelar quem passa.
Fonte: Laura Trindade in http://www.lisboapatrimoniocultural.pt/artepublica/eescultura/pecas/Paginas/Chiado.aspx
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Universidade do Luxemburgo



A Universidade de Luxemburgo é uma instituição de ensino superior do grão-ducado de Luxemburgo, fundada em 2003. A nova universidade não só
possibilitou que esses estudantes acabassem os seus estudos no seu próprio
país, mas também atraísse interesse académico estrangeiro para o grão-ducado.
As disciplinas da Universidade de Luxemburgo, assim como o país, são caracterizadas pelo seu multilinguismo. Os cursos são normalmente ministrados em dois idiomas: francês/inglês, francês/alemão ou inglês/alemão. Em 2009, havia cerca de 4750 estudantes matriculados na Universidade.
Fonte: Wikipédia.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Pormenores de mercearia tradicional
O Museu do Trabalho recebeu a doação de uma mercearia lisboeta e reconstituiu-a totalmente em duas salas do museu. Gostei muito deste núcleo porque, finalmente, conheci os famosos pirolitos que os meus pais tanto falavam como recordações da sua infância!!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Museu do Trabalho de Setúbal
Instalado numa antiga fábrica conserveira, do seu espólio constam
centenas de instrumentos musicais, fotografias, recolhas de literatura
popular e de instrumentos de Michel Giacometi e materiais ligados ao trabalho, fosse na
pesca, na indústria conserveira ou na cortiça. Este espaço museológico
inovador abriu as portas pela primeira vez em 1987, tendo ganho diversos
prémios.
Este é um espaço amplo e um museu que mistura de etnológico e arqueologia industrial. A colecção mostra a história e as tradições da zona de Setúbal numa zona em que vamos "descendo" pela história .
Fonte: Lifecooleer
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
Pormenores da Praça Central de Bruges
A cidade belga de Bruges é capital da província de Flandres Ocidental, na região de Flandres. Tem cerca de 117 mil habitantes e muitos turistas!! Como se pode ver pelas minhas fotografias lol o que justifica a fama desta veneza do norte!
Fonte: Wikipédia
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos
A
Sala do Capítulo tem esta denominação por servir às reuniões periódicas
dos monges, as quais tinham o seu início com a leitura de um capítulo
da Regra. Nessas reuniões, discutia-se a eleição dos priores, a recepção dos noviços e procedia-se à confissão pública das faltas.
Originalmente
pensada para este efeito, a Sala do Capítulo nunca teve tal utilização
pois a abóbada e decoração interior só foi completada no séc. XIX.
A porta foi concluída nos anos de 1517-1518, tendo sido executada por Rodrigo de Pontezilha. Na sua decoração destacam-se duas imagens representando S. Bernardo e S. Jerónimo.
Em 1940 é modificado, sendo deixada singelamente apenas a arca tumular.
A
Sala do Capítulo foi também utilizada como panteão de outros escritores
e presidentes da República, até à finalização das obras na Igreja de
Santa Engrácia. Convertida em Panteão Nacional, foram então para aí
trasladadas as personalidades mais recentes da História de Portugal.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
S. Miguel
| Pormenor do tecto da capela-mor da Igreja de Machede |
Nos ensinamentos católicos, São Miguel tem quatro papéis principais. O primeiro é como comandante do Exército de Deus e o líder das forças celestes em seu triunfo sobre os hostes infernais.
O santo é visto como um modelo angélico para as virtudes do "guerreiro
espiritual", em guerra contra o mal, por vezes também visto como sendo a
"batalha interna".
O segundo e o terceiro papel de Miguel lidam com a morte. No segundo,
Miguel é o anjo da morte, levando a alma de todos os falecidos para o
céu. Neste papel, na hora da morte, Miguel desce e dá à alma uma chance
de se redimir antes da morte, atrapalhando assim o diabo e seus
asseclas. As orações católicas em geral se referem a este papel de
Miguel. No terceiro papel, ele mede as almas numa balança perfeitamente
equilibrada (daí o motivo de ele ser também muitas vezes representado
segurando uma balança).
São Miguel, o patrono especial do povo escolhido
no Velho Testamento, é também o guardião da Igreja. Era comum o anjo
ser reverenciado por ordens militares de cavaleiros durante a Idade
Média. Este papel também se estende a ser o santo padroeiro de numerosas
cidades e países.
No cristianismo medieval, Miguel, juntamente com São Jorge, se tornaram santos patronos da cavalaria medieval e é hoje considerado como o santo patrono dos oficiais de polícia e militares. Além de ser o patrono de guerreiros, os doentes e os aflitos também consideram o Arcanjo Miguel como seu santo padroeiro.
Fonte: Wikipédia.
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