Portimão
domingo, 8 de março de 2015
sábado, 7 de março de 2015
Rua José Joaquim Nunes
A toponímia de Portimão relembra aqui José Joaquim Nunes Portimão, 1859 — Lisboa, 1932) foi um sacerdote
católico e
professor universitário, que se destacou pelos seus trabalhos de lexicografia dialectal e histórica, pertencendo à geração pioneira da linguística portuguesa.
Rua pedonal com o seu comércio a tentar sobreviver.
Pardal
O pardal é nome genérico dado aos pequenos pássaros da família Passeridae, género Passer e Petronia. Os pardais são aves cosmopolitas e adaptam-se muito bem a áreas urbanizadas e à convivência com os seres humanos. Alimentam-se à base de sementes durante a maior parte do ano e de insectos na época de reprodução. O pardal-doméstico foi introduzido pelo ser humano em todos os continentes e é atualmente a espécie de ave com maior distribuição geográfica.
Fonte: Wikipédia.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Rua Damião Faria e Castro
Rua pedonal com cafés e restaurantes e casas entaipadas, sem excepção, esta rua relembra o portimonense Damião António de Lemos Faria e Castro, um intelectual e historiador português, cultor da oratória, da
poética, da genealogia e da história secular e eclesiástica do séc. XVIII, tendo
publicado obras em português e espanhol. Este Cavaleiro da Ordem de Cristo e familiar da Inquisição deixou manuscritos sobre variados temas, nomeadamente, o Algarve e a sua história.
Fonte: Wikipédia.
Palácio Pombal
O Palácio Pombal, situado na rua de O
Século, é um edifício seiscentista de estilo chão, mandado construir por
Sebastião de Carvalho e Melo, avô de Sebastião José de Carvalho e Melo,
futuro Marquês de Pombal, que nasceu neste local (conforme se comprova pela placa aqui colocada).
Este palácio foi a residência preferida da
família até ao terramoto de 1755, após o qual se mudou temporariamente
para a Ajuda. Os anos seguintes corresponderam à remodelação e
engrandecimento do Palácio, que coincidiram com a ascensão política do
Marquês.
O Palácio conserva o seu exterior e a
sua fisionomia seiscentista. Está classificado como Imóvel de Interesse Público por Decreto n.º 45/93.
Fonte: http://www.carpediemartepesquisa.com/pt-pt/content/o-palacio-pombal e http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3163
quinta-feira, 5 de março de 2015
Arco da Vila
Este projecto concretizou-se graças à vontade do bispo D. Francisco Gomes do Avelar e ao talento do arquitecto italiano Fabri, revelando-se uma harmoniosa e equilibrada edificação barroca da segunda metade do século XVIII.
Imponente e
harmonioso, o Arco da Vila, arco de volta perfeita em cantaria, está
ladeado por duas colunas jónicas sobre pedestais, rematadas
superiormente por pináculos esféricos.
No
panejamento central são visíveis vestígios de aduelas de um primitivo
arco. Em campanha de obras levada a cabo pela autarquia local no ano de
1992, foi descoberto no interior do arco um portal em arco de ferradura,
uma das entradas primitivas das muralhas árabes de Faro.
Acima da
arquitrave abre-se um nicho sobrepujado por frontão triangular,
rematado por pequena cruz latina, abrigando no seu interior a estátua,
em mármore e de origem italiana, de S. Tomás de Aquino - um dos santos
padroeiros de Faro.
De acordo
com a tradição local, este santo milagreiro evitou que a peste se
espalhasse sobre os seus habitantes. Ligada ainda com esta imagem
sagrada está um episódio lendário.
Conta-se
que a estátua era muito pesada e que os trabalhadores, encarregados de a
colocar no alto nicho da porta, não conseguiam demover o santo e mover a
estátua. Ora, a estranha teimosia de S. Tomás foi quebrada graças à
intervenção do bispo D. Francisco Gomes do Avelar que, ao aproximar-se
da imagem, lhe segredou algo ao ouvido. Então, a santa imagem obedeceu e
deixou-se conduzir sem mais teimosias até ao seu destino.
Reportando-nos ainda
à volumetria da composição arquitectónica da Porta da Vila farense,
lateralmente dispõem-se dois corpos menores e delimitados por pilastras,
sendo rasgados por duas janelas, a superior com gradeamento de ferro e
frontão triangular.
A
empena apresenta-se delimitada por belas urnas, possuindo ainda
balaustrada interrompida por dois obeliscos de pedra. Ao centro está
colocado um relógio, sobre o qual se ergue um arco-campanário com um sino, rematado por frontão triangular. Portal
monumental situado numa das entradas medievais do recinto muralhado,
constituindo a antiga porta do castelo. Trata-se de uma reconstrução do
século XVIII. No seu nicho figura uma imagem em mármore de São Tomás de
Aquino. As colunas que o ladeiam são do estilo jónico. Sofreu grandes
alterações ao longo dos anos, mantendo, contudo, o carácter de sifão com
entrada lateral pela porta árabe.
Fonte: http://faro-com-patrimonio.blogspot.pt/2010/11/arco-da-vila.html
quarta-feira, 4 de março de 2015
Refeitório do Mosteiro dos Jerónimos
Foi construído entre 1517 e 1518 pelo mestre Leonardo Vaz e seus oficiais. De abóbada polinervada e abatida, exemplifica o gosto mais comum da época manuelina.
Por
debaixo de grossos cordões de pedra, as paredes estão revestidas por um
silhar de azulejos de 1780-1785. Os seus painéis representam no topo
norte o Milagre da multiplicação dos pães e dos peixes (Novo Testamento)
e nas paredes laterais cenas da Vida de José do Egipto (Antigo
Testamento).
Na
parede oposta às janelas, existiu um pequeno púlpito de madeira
destinado à leitura, durante as refeições, da Sagrada Escritura e das
Vidas dos Santos.
No lado norte, encontra-se uma tela do séc. XVII representando S. Jerónimo, atribuída ao pintor régio Avelar Rebelo. No topo sul, sobre a chaminé de aquecimento, pode ver-se uma pintura mural a óleo, “Adoração dos Pastores”, atribuída a António Campelo (finais do século XVI) e restaurada em 1992.
Sal fugidio
No Luxemburgo é costume encontrar estas caixas de sal para as pessoas colocarem na rua quando neva. Só que as autoridades não estavam à espera era que praticamente não nevasse no ano passado, o que provocou a sua salinização com o calor por a caixa não estar bem fechada. Curiosidades do país...
terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
Rua do Colégio
Gosto de fotografar ruas quando viajo mas, raramente, o faço na minha terra natal - Portimão, por isso esta semana vou dedicar-me a publicar imagens do centro desta cidade, rico em ruas tradicionais com algumas casas ainda típicas e pouca vida humana, infelizmente. É preciso reactivar esta zona já!!
Começo a série com a rua do Colégio, que assim se chama por se situar em frente à Igreja do Colégio.
Vende-se
Acho linda esta casa na rua Infante D. Henrique e gostaria de saber mais da sua história deste que foi, provavelmente, um armazém de peixe. Espero que a venda se traduza em recuperação e não em mais um edifício pouco característico.
domingo, 1 de março de 2015
Portas trigémeas
Gosto muito destas portas trigémeas de Évora, na Rua Bernardo Matos. Acho-as muito encantadoras e faz-me lembrar a história dos três porquinhos. Será que um dia morou aqui algum??? lol
Subscrever:
Mensagens (Atom)




