segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sinalética popular

Rua António Barbudo - Portimão

Há uma linha que separa...


 ... Portimão - é a linha férrea que o faz desde 1922.

Praia da Rainha



 





 
 



 

A praia da Rainha é uma bonita praia de pequenas dimensões, discreta e resguardada, bem no centro de Cascais. Está localizada ao lado da Rua Frederico Arouca (a antiga Rua Direita), perto da estação de comboios.

Além do acesso principal, por escadaria no Largo da Praia da Rainha, existe uma outra escada, mais escondida, pelo Beco da Praia da Rainha, também junto à Rua Direita. Não é servida por nenhum parqueamento específico e os lugares que existem em redor são pagos. Outra opção é o parque subterrâneo do Largo da Estação. Mas dada a sua localização central, é mais facilmente acessível a pé.

A praia, servida por duas esplanadas e um terraço de observação no Largo da Praia da Rainha, deve o seu nome à rainha D. Amélia, que ali ia a banhos durante as estadias da família real em Cascais.

Fonte:  http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-praia-da-rainha-2281

Paisagens e estações da Linha do Vouga




Distrito de Aveiro

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Aqueduto, um caminho do Reino

Esta tragédia alastrava como um pesadelo medonho, que envolvia uma das mais esplendorosas obras que identificava Lisboa, graças ao talento de homens como Manuel da Maia e dos arquitectos Custódio Vieira e Carlos Mardel. Tinha um século de existência e aguentou o terrrível terramoto  que destruiu a cidade e matou milhares de infelizes, altivo, imponente, e, segundo se proclama, com os maiores arcos ogivais do mundo. Diz quem o conheceu por dentro que, de cada lado do fio de água, tem dois carreiros estreitos para que o povo das hortas e quintas de Benfica e de Monsanto posssa chegar a Lisboa sem necessidade de galgar colinas e saltar ribeiras, sendo um dos caminhos públicos mais afamados do Reino. e é precisamente esta pérola, a qual enobrece Lisboa, que o galego ensaguenta com os seus bárbaros crimes, para roubar pobres, tão pobres que os cães vadios têm compaixão deles.

FLORES, Francisco Moita, Segredos de Amor e Sangue, Alfragide, Casa das Letras, 2.ª edição, 2014, pp. 136-137.

Porto e foz vistos dos céus








quarta-feira, 15 de abril de 2015

Simplesmente caindo...


No centro e num bairro de Portimão, o cenário repete-se...

Gárgulas








 


Ermida de S. Brás, ÉVORA

Acho lindas estas figuras monstruosas cuja única função (para além da decorativa) é a de deixar passar as águas da chuva. Só uma curiosidade, no lado sul as esculturas são mais simples, o que pressupõe que o artista não seja o mesmo.

Boulevard des Jeunes Mariés





Clausen - Luxemburgo

terça-feira, 14 de abril de 2015