Fotografia tirada de uma janela do Museu Geológico de Lisboa
terça-feira, 14 de abril de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
À espreita
Na casa-museu Manuel Teixeira Gomes o "próprio" encontra-se à espreita, o que diria hoje este filho tão ilustre da sua terra natal?
Meu amor, era de noite
Meu
amor, era de noite e eu não sabia se ia ao seu encontro ou se ia a
fugir de si, ou se era a fugir de mim que eu ia ao seu encontro. E nem
sequer sabia se ia ao seu encontro naquela noite de temporal e ventania.
MOURA, Vasco Graça, Meu amor, era de noite, Lisboa, 3.ª edição, Quetzal Editores, 2002, p. 37.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Faro
Faro é uma cidade portuguesa com cerca de 44 000 habitantes. Capital da província do Algarve, que ocupa uma área de 5 412 km² e onde residem 451 005 habitantes (2011) . É sede de um município com 202,57 km² de área e 64 560 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte e oeste pelo município de São Brás de Alportel, a leste por Olhão, a oeste por Loulé e a sul tem costa no Oceano Atlântico.
Fonte: Wikipédia.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Sinalética de Portimão
É curiosa como a sinalética de Portimão muda ao sabor do tempo - do azulejo ao mármore e do mármore ao ferro!
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Cão nadador
Faz um ano que tirei estas fotografias na Praia do Alemão, em Portimão, por achar muita graça a este cão tão afoito que decidiu nadar para assustar uma gaivota que estava no mar, o que ele não estava à espera é que ela voasse para mais longe, o que fê-lo desistir e voltar para trás. Afinal o cão nadador não era assim tão parvo!
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Portugal é um torvelinho de misérias
Basta pegar num jornal, basta ver um noticiário de
televisão, basta ouvir a rádio, basta entrar numa conversa de amigos,
para se ver que Portugal é um torvelinho de misérias e não sai da cepa
torta. (...) Já não é uma questão de fado em Alfama, nem de negro
fadário, nem de simples má vida... É uma questão de sanidade pública.
Regressou-se aos tempos do caciquismo, do nepotismo, do oportunismo, do
corporativismo, do imediatismo, da inconsistência política, da negociata
sem freio, da especulação desnorteante, do endividamento excessivo, da
corrupção desbragada, das fraudes a torto e a direito, das crises da
Justiça, das crises da saúde, das crises da agricultura, das crises da
educação, das crises da segurança das pessoas, das crises de tudo e mais
alguma coisa, da evasão fiscal, da derrapagem dos gastos públicos, do
descalabro, da descida espectacular de todos os indicadores para nos
colocarem já nem sequer na cauda, mas no olho do cu da Europa, olha,
parece um fado corrido mas é corrido da degradação (...) das
insatisfações grátis, do deixa andar, das promiscuidades
extraordinárias, dos escândalos de meia tigela e dos escândalos de alto
gabarito, do futebol como actividade política e empresarial, do desporto
como negócio, da política como negócio, da vida como negócio, dos erros
repugnantes de português, das colunas sociais pirosas, da falta de
qualificações, da falta de classe, da falta de nível, do subsídio, da
mendicância, do emprego público, da preguiça, do esmoricemento, do
atraso irrecuperável, da sem-vergonha. (...)
E toda a gente sabe que é assim, que está tudo podre,mas não reage, toda a gente é de uma passividade e de uma ignorância de bradar aos céus, ... toda a gente se vai alheando dos grandes problemas numa desgarrada alucinada em favor do que é mais imediato e acessório, em favor dos grandes chavões que não servem rigorosamente para nada, em favor da grande... bacanal, da grande orgia em que todos decretam a primeira coisa que lhes vem à cabeça e ficam muito satisfeitos com a figura que fizeram, em favor da televisão mais cretinizante do nosso tempo. Toda a gente tem o que merece. Portugal entra no século XXI como o país das coisas mal feitas e das imbelicidades anacrónicas.
MOURA, Vasco Graça, Meu amor, era de noite, Lisboa, 3.ª edição, Quetzal Editores, 2002, p.p. 46-48.
E toda a gente sabe que é assim, que está tudo podre,mas não reage, toda a gente é de uma passividade e de uma ignorância de bradar aos céus, ... toda a gente se vai alheando dos grandes problemas numa desgarrada alucinada em favor do que é mais imediato e acessório, em favor dos grandes chavões que não servem rigorosamente para nada, em favor da grande... bacanal, da grande orgia em que todos decretam a primeira coisa que lhes vem à cabeça e ficam muito satisfeitos com a figura que fizeram, em favor da televisão mais cretinizante do nosso tempo. Toda a gente tem o que merece. Portugal entra no século XXI como o país das coisas mal feitas e das imbelicidades anacrónicas.
MOURA, Vasco Graça, Meu amor, era de noite, Lisboa, 3.ª edição, Quetzal Editores, 2002, p.p. 46-48.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
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