Na Golegã, no interior de Portugal, descobrimos bastante sobre a história da fotografia graças a um dos introdutores desta arte no nosso país - Carlos Relvas. Este edifício foi concebido de propósito para esta arte. Numa visita ao seu interior apreende-se melhor o porquê deste objectivo, não posso mostrar isso no meu blogue por ser proibido fotografar no museu, um verdadeiro contrasenso na minha opinião, já que este espaço é dedicado à fotografia.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Cães rodopiando
Obra de arte criada por Joana de Vasconcelos (que se partiu toda) na exposição "Riso" do ano passado no Museu da Electricidade
domingo, 2 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
D. Sebastião
… lá está D. Sebastião no seu nicho da
frontaria, rapazito mascarado para um carnaval que há-de vir, se não noutro
sítio o puseram, mas aqui, então teremos de reexaminar a importância e os
caminhos do sebastianismo, com nevoeiro ou sem ele, é patente que o Desejado
virá de comboio, sujeito a atrasos.
SARAMAGO, José, O ano da morte de Ricardo Reis, Círculo de Leitores, 1999, p.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Elevador da Glória
É um dos funiculares operados pela Carris, e liga a Baixa (Praça
dos Restauradores) ao Bairro Alto (Jardim de São Pedro de Alcântara).
Destes é
o mais movimentado, chegando a transportar anualmente mais de 3 milhões de passageiros.
Construído pelo engenheiro
português Raoul Mesnier du Ponsard , foi inaugurado em 24 de outubro de 1885,
constituindo-se no segundo do género implantado na cidade por iniciativa da
Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa.
Em setembro de 1915 passou a ser movido por eletricidade.
Até finais do século XIX, durante
as viagens noturnas a iluminação dentro da cabine era feita com velas.
Em 1987 a banda Rádio Macau lança
em máxi single e LP epónimos a faixa “O Elevador da Glória” , que rapidamente
se tornou o seu mais conhecido tema e um ícone do rock português.
Desde fevereiro de 2002
encontra-se classificado como Monumento Nacional.
Os dois carros, idênticos e
numerados 1 e 2, foram construídos pela empresa alemã Maschinenfabrik
Esslingen; são compostos por duas coxias de comando (uma em cada extremidade) e
por um salão de passageiros com dois bancos corridos de costas viradas para as
janelas, tudo no mesmo nível horizontal — havendo uma extremidade mais alta
(anterior no sentido descendente) e outra mais próxima do solo, tal como o
Elevador do Lavra, no que difere de muitos outros funiculares.
O trajeto é de 265 m5 , em via de
carril duplo encastrado no pavimento de arruamento vulgar, com bitola de 90 cm
e fenda central para ligação do cabo. Vence um desnível acentuado, superior a
17%3 .
Fonte: Wikipédia
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
Hippotrip no rio Tejo
Agora sempre que vou a Lisboa e ando a passear perto do rio vejo este autocarro original, e fico cheia de vontade de passear lá dentro! Um autocarro original mas um pouco maior que os normais, por isso, acho que o nome de hipopótamo adequa-se bem.
Para saber mais sobre esta nova oferta turística de Lisboa podem ler o artigo do Público: http://fugas.publico.pt/Noticias/319670_o-primeiro-autocarro-anfibio-de-lisboa-ja-navega-no-tejo
sábado, 25 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Aeroporto Frankfurt Ham
Perto da fronteira do Luxemburgo, a este pequeno aeroporto não falta movimento por atrair voos de baixo custo, era bom que aplicassem esta ideia a Beja ;(
Percorrer a pista a pé é sempre uma sensação diferente lol
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Castro Verde
Castro Verde é uma vila portuguesa do distrito de
Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 4
898 habitantes.
É sede de um município com 569,44 km² de área e 7 276 habitantes.
Fonte: Wikipédia.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
Reinvidação que passou à história
Em Beja descobri a fachada deste prédio tão reinvidicativo, mas que fotografei por apanhar um cidadão que a ignora completamente! A minha fotografia prova que esta forma de manifestação - que até aos anos 90 era tão pública - deixou de o ser com as novas tecnologias; mais depressa este senhor se apercebe do que se passa nos tribunais no seu facebook do que nas paredes, onde o tempo se ocupa de as apagar.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
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