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sábado, 7 de maio de 2022
quarta-feira, 30 de março de 2022
sábado, 11 de dezembro de 2021
terça-feira, 2 de novembro de 2021
domingo, 27 de setembro de 2020
domingo, 29 de setembro de 2019
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Forte de São Bruno de Caxias
Foi edificado no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, integrante da linha de fortificações da barra do Tejo, que se estendia do cabo da Roca até à Torre de Belém. Cruzava fogos com o Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo (a Oeste).

Foi erguido por determinação do Conselho de Guerra de D. João IV (1640-1656), sob a supervisão de D. António Luís de Meneses (1596-1675), 3° conde de Cantanhede, na qualidade de Governador das Armas da Praça de Cascais. Concluído em 1647, fazia parte da 1ª linha de fortificações marítimas e fluviais, erguidas à época entre o Cabo da Roca e a Torre de Belém, para defesa da cidade de Lisboa.
Ao se iniciar o século XVIII, o conde D. Rodrigo da Silveira foi nomeado seu governador (1701), mas já em 1735, padecendo de assoreamento, encontrava-se desactivado e a sua artilharia inutilizada. Encontra-se representado por João Tomás Correia no "Livro de Várias Plantas Deste Reino", de 1736. Anos mais tarde, em 1751, encontrava-se restaurado, mas, mesmo artilhado, em 1777 encontrava-se desguarnecido, habitado por uma família de civis. Ao se encerrar o século, foi nomeado como seu governador Manoel António da Cunha (1800), encontrando-se guarnecido em 1802, artilhado com onze peças.
No século XIX,
com a perda da sua função defensiva diante da evolução dos meios
bélicos, foi desartilhado, e utilizado em outras funções: em 1815
encontrava-se novamente invadido pelas areias com a sua tenalha direita
derrubada, faltando portas e janelas;
entre 1831-1832, tendo o Infante D. Francisco construído um palacete
fronteiro ao forte, passou a servir-se do monumento como alvo para
exercícios de tiro; foi arrendado por nove anos ao bacharel João Cardoso Ferraz de Miranda (1878); em 1895 a Administração-geral das Alfândegas solicitou a cessão do imóvel para nele instalar um posto fiscal.
No início do século XX, após obras de adaptação, foi finalmente cedido à Guarda Fiscal, que o ocupou até 1946, quando ali se instalou a Mocidade Portuguesa. Data deste período a primeira intervenção de conservação e restauro promovida pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN, 1952-1958).
Após a Revolução dos Cravos as suas instalações foram entregues ao Fundo de Apoio às Organizações Juvenis para serem utilizadas como colónia de férias (1976). No ano seguinte, passou para a Associação Portuguesa de Pousadas da Juventude. Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público através do Decreto n.º 95, de 12 de Setembro de 1978. Recuperado pela DGEMN (1982 e 1984-1986), desde 22 de Outubro de 1984 encontrava-se cedido ao Corpo de Voluntários Salvadores Náuticos, que lhe manteve bem conservadas as instalações. Em 1997, a DGEMN e a Câmara Municipal de Oeiras procederam-lhe novas obras de recuperação e de reabilitação. Finalmente, em 2000,
a Câmara Municipal intervencionou a sua envolvente, proporcionando um
espaço mais agradável aos visitantes e uma melhor acessibilidade ao
forte.
Em bom estado de conservação, constitui-se hoje em sede de honra da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, que aqui comemora anualmente, a 29 de Julho, o aniversário dos Amigos dos Castelos.
Pequena fortificação marítima, abaluartada, com planta poligonal estrelada, em estilo barroco. Implantada sobre um afloramento rochoso na margem do rio, em seu traçado prevalece a funcionalidade sobre a ornamentação.
Pelo lado de terra, abre-se o Portão de Armas, de arco pleno sobre pilastras, encimado por placa epigráfica de pedra datada de 1647 e pela pedra de armas de Portugal. A placa reza:
- "D IOAO 4° REI D PORTVGAL MANDOV / FAZER ESTA OBRA SENDO GOR DAS / ARMAS DA PRAÇA DE CASCAIS O / CONDE DE CANTANHEDE DOS / CONSº DE ESTADO E GUERRA D / S MGDE VEDOR DE SVA FZDA / A CVJA ORDEM COMETEV O EFEITO DELLA / ANNO 1647"
O núcleo central do forte apresenta planta retangular, com dependências abobadadas e duas baterias para tiro rasante pelo lado do rio. Acima das dependências, em terraço lajeado, abre-se a bateria elevada.
Gonte: Wikipédia
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Forte de Peniche
A Praça-forte de Peniche, monumento nacional desde 1938, situa-se nesta cidade, no extremo sul do distrito de Leiria. O Forte de Peniche é a principal fortificação desse conjunto defensivo. Encontra-se implantado na encosta sul da Península de Peniche, por sobre as escarpas, entre o porto de pesca, a leste, e a Gruta da Furninha a oeste.
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Fortaleza de Peniche
Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, a Fortaleza de Peniche serviu como praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974 e, a partir de 1984, albergue do Museu Municipal. A Fortaleza de Peniche é Monumento Nacional desde Março de 1938.
Fonte:http://www.cm-peniche.pt/Cultura--Fortaleza-de-Peniche
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