Praça do Geraldo de Évora
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sexta-feira, 26 de setembro de 2025
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024
sábado, 17 de agosto de 2024
segunda-feira, 24 de junho de 2024
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sábado, 6 de abril de 2024
domingo, 23 de julho de 2023
sábado, 19 de novembro de 2022
sábado, 30 de abril de 2022
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
sábado, 15 de maio de 2021
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Banho matinal
Fonte henriquina da Praça do Geraldo
ÉVORA
sábado, 12 de setembro de 2020
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
sexta-feira, 5 de junho de 2020
sábado, 21 de dezembro de 2019
Fonte de São Lourenço
Na rua com o mesmo nome, encontra-se uma fonte datada da segunda metade do século XVIII e foi construída no local
onde antes havia outra fonte de São Lourenço, que foi deslocada para uma
Quinta nas imediações da cidade. A fonte é constituída por três bicas
que fazem a água correr para um tanque rectangular, tudo encimado por
quatro colunas.
Fonte: https://asfontesdaminhavida.blogs.sapo.pt/fonte-de-sao-lourenco-elvas-50871
terça-feira, 26 de novembro de 2019
Fonte da Praça da Armada
Este chafariz, construído entre 1845-46, é
alimentado pelo Aqueduto das Águas Livres, através de uma derivação
feita a partir do Chafariz das Necessidades, não da fonte do obelisco,
mas de outra encostada à cerca do convento oratoriano. Assente num
pódium redondo, com escadarias alternadas e 2 bicas para os animais,
encontra-se uma grande caixa de água paralelepipédica, de base quadrada,
definida nos cantos por 4 pilastras rematadas por entablamento dórico,
das quais 4 mascarões, recuperados do Chafariz do Campo de Santana, que
nunca chegou a ser construído, jorram água para os respectivos tanques. A
face principal do chafariz, virada para a rua e para o quartel, ostenta
2 tabelas, uma com as armas da cidade e a outra com a seguinte
inscrição: "N.10/CAMARA MUNICIPAL/1845". Acima do entablamento
evidencia-se um pedestal sob a forma de pirâmide quadrangular, de
arestas curvilíneas, decorada na base com folhas de acanto e encimada
por uma estátua do Deus Neptuno, recuperada do Chafariz do Campo Grande,
após a sua demolição em 1850.
Fonte: http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-da-praca-da-armada
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Chafariz da Esperança
O Chafariz da Esperança é um chafariz localizado na freguesia da Estrela, em Lisboa e está classificado como Monumento Nacional desde 16 de Junho de 1910.
O chafariz teve a sua construção século XVIII e foi projectado por Carlos Mardel. O projecto foi aprovado em 15 de Novembro de 1752.
A obra foi concluída por Miguel Blasco, no ano de 1768.
Esta obra veio na sequência da construção do Aqueduto das Águas Livres, que visava resolver as questões de fornecimento de água da capital de Portugal.
O Senado da Câmara de Lisboa adquiriu uma porção de terreno que
pertencia ao convento franciscano de Nossa Senhora da Esperança, e aí
construiu este chafariz. Era abastecido por meio de uma galeria que
vinha directamente do reservatório das Amoreiras.
A estrutura tem dois pisos,
cada um com um tanque, duas escadas laterais e é do estilo barroco. O
tanque do piso inferior tinha como função servir de bebedouro
para os animais e o superior servia para o povo. Cada tanque possuía
duas bicas. Esta separação evidenciava preocupações relacionadas com a
saúde pública. Possui um pórtico ao estilo pombalino.
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Chafariz da Rua das Janelas Verdes
A construção do chafariz,fronteiro ao Palácio Alvor (Museu Nacional de
Arte Antiga), originou um verdadeiro trabalho de reorganização
urbanística, com o desenho de uma nova praça, planeada pelo arq.
Reinaldo Manuel dos Santos, em 1774. Implantado harmoniosamente no Largo
do Dr. José de Figueiredo, surge rodeado por um pequeno muro, que
define 3 dos seus lados, sendo o quarto definido pelo palácio, servindo
simultaneamente de suporte às ruas laterais e acompanhando o declive do
terreno. Classificado como Imóvel de Interesse Público, traduz uma
arquitectura civil de equipamento, barroca. Alinhado com o portal nobre
do palácio, o chafariz, em mármore branco e rosa, é composto por uma
bacia de recepção de águas circular, assente sobre uma escadaria,
também,circular, intercalada por 2 tanques, destinados a bebedouros dos
animais, e encimada por uma caixa de água, em forma de jarrão lobulado
em 4 faces curvas, salientes e reentrantes, das quais a água jorra a
partir de 4 carrancas. A coroar este conjunto surge um grupo escultórico
alegórico, da autoria de António Machado, que representa Vénus ladeada
pelo Cupido e por um golfinho, fazendo alusão ao Amor e à Água. Este
chafariz, em 1823, era abastecido pelo Aqueduto das Águas Livres através
da Galeria das Necessidades.
Fonte: http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-das-janelas-verdes
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