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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Hotel Mira Corgo





Gostei muito de dormir neste hotel em Vila Real - é central, espaçoso e com muitas opções para passar o tempo; além de bar e restaurante, tem piscina! Com uma vista magnífica sobre o rio, adorava lá voltar um dia! Quem sabe ;)

domingo, 2 de julho de 2017

Beleza do Douro


Casa de Diogo Cão


Estive pouco tempo o ano passado em Vila Real mas ainda consegui descobrir a casa onde segundo diz a tradição, terá nascido Diogo Cão, o Navegador enviado por D. João II em viagens de descobrimento para a ocidental Africana, e que chegou à foz do rio Zaire na segunda metade do séc. XV. A construção da casa é provavelmente do séc. XV e , felizmente, era bem perto do meu hotel!

Escudeiro e depois Cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique, enviado por D. João II de Portugal, Diogo Cão realizou duas viagens de descobrimento da costa sudoeste africana, entre 1482 e 1486. Chegou à foz do Zaire e avançou pelo interior do rio, tendo deixado uma inscrição comprovando a sua chegada às cataratas de Ielala, perto de Matadi. Ao chegar à foz do rio Zaire, Diogo Cão julgou ter alcançado o ponto mais a sul do continente africano (Cabo da Boa Esperança), que na verdade foi dobrado por Bartolomeu Dias pouco tempo depois, e ao qual inicialmente chamara Cabo das Tormentas.


Em 1485 chegou ao Cabo da Cruz (actual Namíbia). Introduziu a utilização dos padrões de pedra, em lugar das cruzes de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.

Diogo Cão é citado em diversas obras artísticas, como Os Lusíadas de Luís de Camões ou no poema Padrão constituinte da obra Mensagem de Fernando Pessoa. O navegador é personagem também no romance As Naus, de António Lobo Antunes. Foi também o primeiro navegador a utilizar um padrão de pedra no ato da marcação.

Fonte:  http://www.cm-vilareal.pt/index.php/conhecer/monumentos e Wikipédia.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Capela da Misericórdia de Vila Real


Construída em 1532, a Capela da Misericórdia foi custeada por D. Pedro de Castro, e a sua forma mantém-se igual à original, embora o seu interior tenha sido alvo de várias alterações. Na sua fachada desenvolve-se o pórtico em arco de volta perfeita, ladeada pelos falsos colunelos que se pensa terem sido introduzidos no séc. XVII; entre o pórtico e a torre sineira, acrescentada mais tarde, há um nicho com uma imagem de Virgem Maria. Na confluência das fachadas laterais com a fachada posterior há dois nichos: o do lado NO com uma imagem de Santa Bárbara, o do lado NE com uma imagem de Nossa Senhora com o Menino.
Fonte: http://www.cm-vilareal.pt/index.php/conhecer/monumentos

Régua matinal

rio Douro

domingo, 16 de abril de 2017

Túnel do Marão



A Auto-estrada do Marão, que inclui um túnel rodoviário com quase seis quilómetros, demorou sete anos a ser construída e abriu ao trânsito à meia-noite a 8 de Maio de 2016. A nova autoestrada apresenta-se como alternativa ao sinuoso Itinerário Principal 4 (IP4), onde, entre 1996 e 2015, só na área dos concelhos de Amarante e Vila Real, perderam a vida 136 pessoas... E eu fui a primeira pessoa da minha família a passar pelo novo túnel, já que malta do sul raramente vai passar por aqui ;) ainda no ano passado!



Fonte: http://www.jn.pt/nacional/interior/jn-atravessou-a-serra-do-marao-por-estrada-em-quatro-minutos-5163592.html

sexta-feira, 10 de março de 2017

Câmara de Vila Real

O edifício da Câmara Municipal de Vila Real foi erguido pelo primeiro Conde de Amarante, no início do século XIX, destinado a ser o Hospital da Misericórdia. Uns anos mais tarde Monsenhor Jerónimo Amaral, ofereceu o seu palácio para nele se instalar a casa hospitalar.


O exterior deste edifício é formado por seis arcos e uma escadaria em granito que no cimo tem uma varanda ladeada de balaústres,  sendo adornada com ânforas, também de granito.

Fonte:  http://www.cienciaviva.pt/projectos/inventions2007/vilareal.pdf

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Sé de Vila Real

A Sé de Vila Real ou Igreja de São Domingos foi construída no século XV,  sendo considerada o melhor exemplo de arquitetura gótica na região de Trás-os-Montes. É sede da Diocese de Vila Real desde 1924 e classificada como monumento nacional em 1926.

Como o próprio nome indica, a atual Sé tem origem num convento dominicano fundado por monges vindos de Guimarães no século XV na zona extra-muros de Vila Real, no campo do Tavolado. O rei D. João I doou terrenos para o convento em 1421 e 1422, e as obras se iniciaram em 1424. A construção do convento também foi apadrinhada pelos marqueses de Vila Real, cuja residência se localizava nas cercanias.


A igreja foi reformada no século XVI e, especialmente, no século XVIII, quando se construiu a actual capela-mor e a torre sineira, de feição barroca, e que mostro nas fotografias de hoje. As dependências conventuais também passaram por uma grande reforma nessa época.
 
Do século XV, época da fundação do convento, sobrevive a igreja em um estilo gótico despojado e funcional, ligada ao gótico mendicante. A planta é em cruz latina com três naves com cobertura de madeira, sendo a nave central mais alta que as laterais. O transepto é saliente e iluminado por rosáceas nas paredes dos braços e sobre o arco da capela-mor. A actual capela-mor é de planta quadrada e foi realizada no século XVIII.

Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Pelourinho de Vila Real

Pelourinho de gaiola quadrangular, com soco octogonal de quatro degraus e fuste octogonal, possui capitel tronco-piramidal de secção octogonal invertido, suportando gaiola coberta por cúpula facetada rematada ao centro e nos ângulos por florões.

De acordo com o testemunho de alguns autores, o actual pelourinho aproveita ainda a coluna quinhentista octogonal, ou parte desta, e algumas cantarias avulsas. O monumento manuelino foi levantado na antiga Rua da Praça, hoje Largo do Pelourinho, onde a réplica se encontra igualmente na actualidade, embora não tenha sido sempre assim. 

Quando as pedras foram remontadas, em 1939 - 40, o pelourinho passou a levantar-se diante do edifício dos Paços do Concelho, onde ficou até 1996, data na qual regressou à primeira localização. Consta de um soco formado por três degraus oitavados, de parapeito, o primeiro destes ficando semi-enterrado na calçada; sobre este soco ergue-se o fuste oitavado, assente num paralelepípedo ainda octogonal, de faces lisas. O fuste é rematado por uma gaiola, pequena peça de arquitectura de planta oitavada, vazada em quatro faces por aberturas em arco redondo, e integrando micro-contrafortes cilíndricos, rematados por florões, nas faces intermédias. Assenta num capitel em forma de cúpula invertida, de oito faces. 

O conjunto é coroado por uma cúpula rematada em florão, sobre o qual se fixa uma cruz em ferro com bandeirola. A reconstituição data da mesma altura em que outros pelourinhos do país foram feitos de novo ou recolocados nos locais originais, participando de um entusiasmo revivalista que servia igualmente a vontade de afirmação dos municípios.

Fonte:  http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2472 e http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74846/

segunda-feira, 29 de agosto de 2016