Mas o Senhor é Só Um - Jesus Cristo é o Senhor
Igreja de St.o António de Reguengos de Monsaraz
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| Museu Municipal do Crato |
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| Museu Municipal de Lagos |
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| Museu Municipal do Crato |
As principais fontes que relatam a vida de São Pedro são os quatro Evangelhos Canônicos, pertencentes ao Novo Testamento, escritos originalmente em grego e em diferentes épocas, pelos discípulos Mateus, Marcos, Lucas e João. O dia de São Pedro é comemorado em 29 de junho.
São Pedro nasceu na Betsaida, na Galileia. Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome de nascimento era Simão (ou Simeão). Pedro era pescador e trabalhava com o irmão e o pai. Por indicação de João Batista foi levado por seu irmão André para conhecer Jesus Cristo. No primeiro encontro Jesus o chamou de Kepha (pedra, em aramaico) Petros em grego. Nessa época de seu encontro com Cristo, Pedro morava em Cafarnaum, com a família de sua mulher.
Pedro fez parte dos discípulos mais íntimos de Jesus, tendo se dedicado a Jesus com zelo extremado, marcado por atitudes impulsivas, como quando usou a espada para defender seu mestre. Seu nome ocupa sempre o primeiro lugar nas listas de discípulos mencionados nos Evangelhos Sinóticos.
https://www.ebiografia.com/sao_pedro/
A veneração à Nossa Senhora da Boa Morte é uma tradição católica, que ganhou margem religiões afro-brasileiras. No ano de 1661, no sítio do Cabo, na freguesia da Ponta do Pargo Portugal, já existia uma capela de Nossa Senhora da Boa Morte, fundada por Francisco Homem de Couto. O culto chegou ao Brasil por meio dos portugueses.
A tradição católica usa o título de Nossa Senhora da Boa Morte para que ela rogue por nós na hora de nossa morte, da qual depende a salvação eterna da alma.
Fonte: Wikipédia
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| Igreja da Misericórdia do Crato |
Nossa Senhora da Esperança é uma devoção mariana. Remonta, pelo menos, ao século X, quando fiéis cristãos franceses ergueram em Mézières um santuário sob esta invocação, no ano 930.
Conta-se que quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, levava consigo na sua armada a imagem de Nossa Senhora da Esperança, atualmente venerada na Igreja de São Tiago, a Igreja Matriz de Belmonte, Portugal. A imagem voltou ao Brasil em 1955, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional do Rio de Janeiro.[1] Todos os anos, celebra-se uma grandiosa Procissão de Velas na noite de 25 de abril pelas ruas da vila, com devotos de todas as freguesias do concelho e com muitos belmontenses emigrados pelo mundo que, neste dia, regressam à sua terra. 26 de Abril é é o feriado municipal e celebra-se, neste dia, o dia de Nossa Senhora da Esperança, com a presença e participação de entidades civis e religiosas, de Portugal e do Brasil.
Fonte; Wikipédia
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| Museu Municipal de Lagos |
A partir de então, Nossa Senhora passou a ser muito invocada com este título, sobretudo em ocasiões de perigo. Hoje, em todo o Portugal Continental e Ilhas, há muitos templos onde Nossa Senhora do LIvramento é venerada ou é mesmo orago.
Só na Diocese de Angra do Heroísmo há duas freguesias em que ela é a padroeira. Na freguesia da Caveira, Ilha das Flores e freguesia do Livramento, Ilha de S. Miguel.
Sempre que invocamos, com fé, Nossa Senhora, podemos ter a certeza da sua protecção, como bem nos recorda a oração de S. Bernardo, que aqui se transcreve:
Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à Vossa protecção, implorando a Vossa assistência e reclamo o Vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança a Vós, Virgem, entre todas singular, como a Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto a Vossos pés; não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia, e de alcançar o que Vos rogo.
Amén.
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| Museu Municipal de Lagos |
Ele teria chegado a Roma através de caravanas de migração lenta pelas costas do Mar Mediterrâneo, que na época eram muito abundantes por causa do mar mediterrâneo e o Sahara e os dias não tão quentes por causa da latitude em torno de 40°. De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal, a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado em um rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado a 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.
O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval,surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.
Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos.
Fonte: Wikipédia
| Núcleo museológico da Igreja de São Francisco |
Segundo Lucas, o nascimento de João foi anunciado pelo anjo Gabriel, enviado por Deus. "Certa ocasião, Zacarias fazia o serviço religioso no Templo". "Então apareceu um anjo do Senhor". "O anjo disse: Não tenha medo, Deus ouviu seu pedido, e sua esposa vai ter um filho e você lhe dará o nome de João". (Lucas 1, 8-11-13).
Isabel deu à luz a um filho, e como era prática entre os judeus, no oitavo dia João passou pela cerimônia da circuncisão. A sua educação foi influenciada pelas ações religiosas do templo, onde o seu pai era sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada “Filhas de Aarão”. “O menino ia crescendo, e ficando forte de espírito”. Se tornou um líder popular que reunia em torno de si um grande número de pessoas.
| Núcleo museológico da Igreja de São Francisco |
São João Evangelista (6-103) nasceu em Batsaida na Galileia. Filho do pescador Zebedeu e de Maria Salomé, uma das mulheres que auxiliaram os discípulos de Jesus. João e seu irmão mais velho Tiago, foram convidados a seguir Jesus, logo depois dos apóstolos Pedro e André.
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| Núcleo Museológico de São Francisco |
Eis aquela que parou em frente
Das altas noites puras e suspensas.
Eis aquela que soube na paisagem
Adivinhar a unidade prometida:
Coração atento ao rosto das imagens,
Face erguida,
Vontade transparente
Inteira onde os outros se dividem.
ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner, No tempo dividido, Assírio & Alvim, 5.ª edição, 2019, p. 54.
| Visita à Paróquia de S Pedro, Évora |
O papel de Maria, Mãe de Jesus, na história da salvação, é importantíssimo. Além do seu sim a Deus, de gerar Jesus Cristo como homem e de educá-lo como filho, ela guia o ser humano, conduzindo aqueles que querem para Deus. Nas Bodas de Caná, Maria disse uma frase que é emblemática desta sua missão de Guia da humanidade. Ela disse: Fazei tudo o que ele (Jesus) vos disser. Esta é uma das grandes missões de Nossa Senhora: conduzir-nos até Jesus. De fato, em todas as aparições, Nossa Senhora pede mudança de vida e que todos sigam o seu filho Jesus Cristo, para a salvação eterna.
Fonte: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-da-guia/27/102/
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| Aqui estou eu, ao lado de N. Sra. da Conceição, no Núcleo Museológico da Igreja de S. Francisco de Évora |

Por cultivar as rosas de seu próprio jardim, é tida como patrona das floristas. Era muito inteligente e precoce: diz-se que tangia graciosa a viola e a harpa e tinha voz doce e melodiosa. Conta-se que, ainda criança, aprendeu a ler e escrever praticamente sozinha (segundo a lenda, ensinada pelo próprio Menino Jesus, por quem nutria uma devoção incomum), apesar dos historiadores atribuírem tal fato aos ensinamentos de sua irmã mais velha, Bernardina e sua avó materna, Isabel Herrera, que também vivia na mesma casa. Também se conta que, com apenas 5 anos, já fazia orações profundas, inclusive tendo manifestado o desejo de realizar um voto de castidade. Muitos dos fatos que originaram as lendas que se contam a respeito de Santa Rosa de Lima se misturam à realidade por terem sido testemunhados por seus parentes e amigos mais íntimos, e relatados às autoridades eclesiásticas durante o seu processo de beatificação, aberto pela Igreja após a sua morte em 1617.
Além de muito bela, Rosa era tida como a moça mais virtuosa e prendada de Lima. Talvez por este motivo, foi pretendida pelos jovens mais ricos e distintos de Lima e arredores, mas a todos rejeitou, por amar a Cristo como esposo. Isso lhe foi motivo de grandes tristezas, uma vez que seus pais viam no seu casamento uma oportunidade de saírem da situação de pobreza em que sempre viveram. Muitas vezes foi castigada pela mãe, Maria Oliva, que queria forçá-la a se casar e não cessava de expô-la à sociedade local, por ser muito atraente. Mas no fim, através de muita oração e com a ajuda de seus confessores, recebeu dos pais a permissão para usar o hábito terceiro franciscano (que nunca deixou de usar, mesmo quando se tornou terciária dominicana). Em idade de casar, fez o voto de castidade e tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, após lutar contra o desejo contrário dos pais. Construiu uma cela estreita e pobre no fundo do quintal da casa dos pais e começou a ter vida religiosa, penitenciando seu corpo com jejuns e cilícios dolorosos e conta-se que utilizava muitas vezes um aro de prata guarnecido com fincos, semelhante a uma coroa de espinhos. Foi extremamente bondosa e caridosa para com todos, especialmente para com os índios e para com os escravos negros, aos quais prestava os serviços mais humildes em caso de doença. Foi uma preciosa amiga e colaboradora de S. Martinho de Porres, igualmente dominicano.
Segundo os relatos de seus biógrafos e dos amigos que a acompanharam, dentre eles seu confessor Frei Juan de Lorenzana, por sua piedade e devoção Santa Rosa recebeu de Deus o dom dos milagres. Ela era constantemente visitada pela Virgem Maria e pelo Menino Jesus, que quis repousar certa vez entre seus braços e a coroou com uma grinalda de rosas, que se tornou seu símbolo. Também é afirmado que tinha constantemente junto a si seu Anjo da Guarda, com quem conversava. Ainda em vida lhe foram atribuídos muitos favores; milagres de curas, conversões, propiciação das chuvas e até mesmo o impedimento da invasão de Lima pelos piratas holandeses em 1615.
Apesar de agraciada com experiências místicas fora do comum, nunca lhe faltou a cruz, a fim de que compartilhasse dos sofrimentos do Divino Mestre: sofrimentos provindos de duras incompreensões e perseguições e, nos últimos anos de vida, de sofrimentos físicos, agudas dores devidas à prolongada doença que a levou à morte em 24 de agosto de 1617, aos 31 anos de idade. Suas últimas palavras foram " Jesus está comigo!" Seu sepultamento foi apoteótico e pranteado por todo o Vice Reino do Peru e seu túmulo tornou-se palco de milagres, bem como também os lugares onde viveu e trabalhou pela causa da Igreja. Foi a primeira santa canonizada da América e proclamada padroeira da América Latina. Conta-se que o Papa Clemente relutava em elevá-la aos altares, mas foi convencido após presenciar uma milagrosa chuva de pétalas de rosa que caiu sobre ele, vinda do céu e que atribuiu a Santa Rosa de Lima.
Esta imagem que fotografei pertence à família do historiador Túlio Espanca, que a resgatou de um convento eborense extinto e conheci-a numa exposição temporária da Biblioteca Pública de Évora este Verão.
Fonte: Wikipédia
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| Procissão de Évora |