domingo, 28 de dezembro de 2014

Decorações natalícias










 


 
 






 Nas ruas de Portimão este ano encontramos verdadeiras construções artísticas feitas com garrafas de plástico muito coloridas!!!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Presépio da minha terra






É o mais lindo de todos para mim, com a simplicidade da Sagrada Família, as laranjas e as searinhas ao redor.

IGREJA MATRIZ DE PORTIMÃO

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Exposição da I Guerra Mundial na Biblioteca Pública de Évora



 
 



 



Na Biblioteca Pública fui surpreeendida com esta pequena exposição sobre a visão da I Guerra Mundial na imprensa nacional e local. Através das notícias ficamos a conhecer a sátira dada a este acontecimento ou a forma como os combatentes eram tratados pelos seus familiares.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Tristeza invernal

Parque do Bambusch (não tenho a certeza que é assim que se escreve) - Luxemburgo

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

RESTAURANTE PICOLO












Perto do Corte Inglés, em Lisboa, este restaurante italiano, servido por indianos(?) é bem simpático! Boa comida, local sossegado e com uma decoração arte nova, que nos faz voltar ao passado!! Não acham apetitosos o meu prato e a sobremesa??

sábado, 13 de dezembro de 2014

Nuvens




Uma nuvem é um conjunto visível de partículas diminutas de gelo ou água em seu estado líquido ou ainda de ambos ao mesmo tempo (mistas), que se encontram em suspensão na atmosfera, após terem se condensado ou liquefeito em virtude de fenômenos atmosféricos. 

A nuvem pode também conter partículas de água líquida ou de gelo em maiores dimensões e partículas procedentes, por exemplo, vapores industriais.

As nuvens apresentam diversas formas, que variam dependendo essencialmente da natureza, dimensões, número e distribuição espacial das partículas que a constituem e das correntes de ventos atmosféricos. A forma e cor da nuvem depende da intensidade e da cor da luz que a nuvem recebe, bem como das posições relativas ocupadas pelo observador e da fonte de luz (sol, lua, raios) em relação à nuvem.

As nuvens são constituídas por gotículas de água condensada, oriunda da evaporação da água na superfície do planeta, ou cristais de gelo que se formam em torno de núcleos microscópicos, geralmente de poeira suspensa na atmosfera.

As nuvens formam-se a partir da condensação do vapor de água existente em ar húmido na atmosfera. A condensação inicia-se quando mais moléculas de vapor de água são adicionadas ao ar já saturado ou quando a sua temperatura diminui. 

É o arrefecimento de ar húmido que se eleva na atmosfera que dá origem à formação de nuvens. A elevação do ar é um processo chave na produção de nuvens que pode ser produzido por convecção, por convergência de ar, por elevação topográfica ou por levantamento frontal. As nuvens formam-se a partir da condensação do vapor de água existente em ar húmido na atmosfera.

A condensação inicia-se quando mais moléculas de vapor de água são adicionadas ao ar já saturado ou quando a sua temperatura diminui.

Classificação -Quanto ao aspecto :
 
    Estratiformes - nuvens de desenvolvimento horizontal, cobrindo grande área; apresentam pouca espessura; dão origem a precipitação de caráter leve e contínuo.

    Stratocumuliformes - nuvens de desenvolvimento horizontal, sob a forma de rolos ou ondulações.

    Cumuliformes e cumulonimbiformes - nuvens de desenvolvimento vertical, em grande extensão; surgem isoladas; dão origem a precipitação forte, em pancadas e localizadas.

    Cirriformes - nuvens de desenvolvimento horizontal. São fibrosas, de aspecto frágil e ocupam as altas atmosferas. São formadas por cristais de gelo minúsculos e não dão origem a precipitação; porém elas são fortes indicativos de precipitação.


Fonte: Wikipédia.

Cegonhas de alta tensão

Distrito de Aveiro

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

José Estevão




José Estêvão Coelho de Magalhães (Aveiro, 26 de Dezembro de 1809 — Lisboa, 4 de Novembro de 1862), mais conhecido por José Estêvão, foi um notável jornalista, político e orador parlamentar português, sendo durante o período de 1836 a 1862 a figura dominante da oposição de esquerda na Câmara dos Deputados. Era bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra, veterano das guerras liberais e um dos académicos que viveu o exílio em Inglaterra e na ilha Terceira e participou no desembarque do Mindelo. 

Em 1841 fundou a Revolução de Setembro, o mais influente jornal da imprensa liberal. Sempre mais radical que as soluções preconizadas pelos partidos políticos da época, foi por várias vezes obrigado a procurar refúgio fora do país devido à sua frontalidade na oposição. Participou activamente na Patuleia, integrando o exército rebelde que operava no Alentejo.
Entusiástico defensor dos ideais da Revolução de Setembro de 1836, foi uma das figuras dominantes da oposição aos cartistas e à funesta mentira que segundo ele fora a Carta Constitucional de 1826, a qual não permitia realizar nenhuma das condições do sistema representativo.

Defendendo ideias que se encontravam então na extrema-esquerda do espectro político, José Estêvão em breve se transformou numa voz de quase permanente oposição aos governos do setembrismo, raramente apoiando as medidas preconizadas. No parlamento e na imprensa foi-se progressivamente afirmando como uma das vozes mais incómodos da oposição, concitando o apoio das franjas mais radicais. 

Jurada a Constituição Portuguesa de 1838, nas eleições de 12 de Agosto de 1838 (3.ª legislatura), José Estêvão foi novamente eleito pelo círculo eleitoral de Aveiro, tendo prestado juramento a 8 de Janeiro de 1839. O mesmo aconteceu nas eleições seguintes, realizadas a 22 de Março de 1840 (com juramento a 5 de Junho de 1840). 

Nas eleições gerais realizadas em Novembro de 1851 ao ser eleito por Aveiro reentra no parlamento, prestando juramento a 17 de Janeiro de 1852. 

Quando no início de Novembro de 1862 um aparente acidente vascular cerebral lhe veio ceifar a vida aos 53 anos de idade, já tinha proferido cerca de 1500 intervenções parlamentares e era uma das figuras mais conhecidas da política portuguesa.

Em 1889, também por subscrição público, foi erigida em Aveiro a estátua do grande paladino, com grandes festejos e homenagens provenientes de todos os quadrantes políticos.

Fonte: Wikipédia.