São as palavras que ficam na garganta, que não brotam de quem as pensa, que ninguém ouve. Pressentem-se, adivinham-se, mas são silenciadas pelo seu dono que receia desprendê-las.
SANTOS, Maria Luísa, Lá fora não há nada disto, s.l., Epopeia, 2022, p.165.
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