A inveja tem o seu tempo, e o tempo por excelência do autor da inveja é o hoje, por isso, o invejoso é de momentos e reativo. Reage perante o que vê, desvirtuando e desfocando o que é visto, de modo a atribuir-lhe a interpretação menos favorável.
FRANCO, José Eduardo, A Inveja é o vício de Portugal - caminhos para uma nova humanidade segundo o Padre António Vieira, Lisboa, Bertrand Editora, 2026, p. 80.
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