sábado, 11 de janeiro de 2014

A natureza em Moselle

 
Passeando pelas margens do rio Moselle  descobrimos a sua beleza, o que nos ajuda a relaxar... Aconselho um pequeno passeio a esta região do Luxemburgo. As fotos foram tiradas em Beich - Klemen, perto de Remich.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Fontes de Jardim





O Jardim Afonso de Albuquerque, situado na Praça Afonso de Albuquerque, em Belém, possui vários tabuleiros de relva, bancos de pedra e quatro lagos artificiais situados nos quatro cantos do jardim - cada canto é decorado por figuras de mulheres. 

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Golegã



Em 2013 visitei a pitoresca vila da Golegã num sábado à tarde, pelas imagens que publico hoje bem se pode ver como a população estava bem recolhida ;) apesar de ter cerca de 3 845 habitantes o silêncio imperava nas ruas.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Alcantarilha





Hoje publico pormenores de Alcantarilha, vila algarvia que visitei no Verão passado. Zona constante de passagem e que há muito gostava de visitar! Alcantarilha é uma freguesia portuguesa do concelho de Silves, com 19,54 km² de área e 2 540 habitantes.

Fonte: Wikipédia.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Guloseiras madeirenses

Banana frita,
milho cozido,
e pão do caco.
E no fim um prato bem recheado!!!
Comida caseira bem boa feita por madeirenses no Luxemburgo!!!!!

sábado, 4 de janeiro de 2014

Vale Petrusse



Descobri este vale numa caminhada solidária que fiz em Outubro, um local pacífico e tranquilo. A única coisa que desvirtua é a ponte temporária em construção. Aconselho a visitar o vale através do Grund, evitando subidas e descidas!!



 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Fado TRANSFORMADO EM arte urbana



Portimão tem destas coisas  - de um edificio em construção entaipado, por estar na mesma há anos, foi transformado em arte urbana! Na Praça 1.º de Dezembro

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Hortenses e hortênsias na literatura




João Garcia abancava a seu lado como se se sentasse num calhau de Porto Pim ou num muro de hortenses, na estrada da Caldeira. (p. 94)

Não tinham passado de meio caminho da Caldeira, e Margarida juntava as palavras do tio na volta, o gosto de tornar a ver as hortênsias ainda sem flor e já cheias de seiva. (p. 110)

Era raro que Januário não viesse dormir aos Fetos; mas chegava tarde para o jantar, apeava-se da vitória cm cestos de pêras no eixo e molhos de hortenses cuidadosamente apartadas: as azuis num cabaz, outras cobrindo a água dos alguidares de uma floração de sangue seco. (p. 131).

Tinham deixado os carros num alto e descido à orla do lago que lavava as moitas de urze queimada e os tufos de hortenses em botão. (p. 140)

(…) mas a estrada da Caldeira perseguia-a (…) com o passeio, as hortenses, a sua vida e o seu sangue daqueles meses de peste e de surpresas… (p. 141)

Uma viagem para horas, por aqueles caminhos de relheiras que atravessam a ilha entre duas fiadas de hortenses. (p. 241)

Os pastos estendiam-se escuros e cheios de água entre as sebes de hortenses verde-negras, e apesar de lhe faltar aquele azul de sonho que parecia durante a floração os milhões de pingos de um grande vinhedo sulfatado, tão familiar a Margarida, das bordas da estrada da Caldeira, os rasgões do céu esbranquiçado imitavam grandes inflorescências desfocadas e puras. (p. 294)



NEMÉSIO, Vitorino, Mau tempo no canal, Lousã, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1994.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Rio Escalda, Antuérpia


O rio Escalda  possui 350 km de extensão. Nasce no norte da França, entra na Bélgica e próximo a Antuérpia toma a direção oeste para os Países Baixos, desaguando no Mar do Norte. O Escalda é o principal rio entre as cidades belgas de Gante e Antuérpia.

sábado, 28 de dezembro de 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O melhor da manhã já se foi antes das dez horas




- …. Não estou habituado a deitar-me cedo. À uma ou às duas é o suficiente para quem só se levanta às dez da manhã.
- O senhor não devia acordar tão tarde. O melhor da manhã já se foi antes das dez horas. Quem até à dez ainda não fez nada, corre o risco de não ter tempo para fazer o que precisa.



BRONTE, Emily, O Monte dos Vendavais, Matosinhos, Edições Book.it, 2011, p. 58.