terça-feira, 22 de setembro de 2015

PORTIMÃO E O RIO

 

Schuerberfouer






Uma feira mais antiga que o próprio país do Luxemburgo mas que por isso não deixa de ter vida e animar a cidade do Luxemburgo no mês de Setembro! Em 2013 foi a minha primeira visita!!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Pescador e barco


Na zona ribeirinha de Alvor, a escultura que homenageia o pescador saúda os barcos que dão cor à ria.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Flores sob azul

Praia da Rocha
PORTIMÃO

Fraca memória

A nossa espécie – continuou – tem fraca memória. Esquecemo-nos de quase tudo. Muitas  vezes, por outro lado, julgamos lembrar-nos de coisas que nunca nos aconteceram. Coisas que lemos, que aconteceram a outros, ou que alguém nos contou. Certos peixes esquecem-se de onde vieram no curto instante que levam a percorrer um aquário. O aquário é para eles, dessa forma, um espaço infinito, novo a cada instante, cheio de surpresas e de diversidade. Cada volta que dão parece-lhes uma experiência inédita. Connosco passa-se algo semelhante. A natureza criou o esquecimento para que nos seja possível suportar o terrível tédio deste minúsculo aquário a que chamamos vida.

AGUALUSA, José Eduardo, Um estranho em Goa, 5.ª edição, Lisboa, Cotovia – Fundação Oriente, 2006, p. 97.

As rochas no meio do mar




Praia da Rocha

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Super - Avião


Sobrevoando Luxemburgo

Espreitando os fiéis

Quando visitei Trier, pela última vez, fui surpreendida por esta figura caricata numa das igrejas locais. Será um santo a ver quem se porta bem ou não? Nunca tinha visto algo parecido, a imagem de um homem a sair no alto de um arco em ogiva!

Qual o teu papel??

Podes passar a vida inteira tentanto controlar a opinião dos teus contemporâneos, dos teus compatriotas, tentando agradar a um máximo de pessoas. Mas a não ser que te aconteça o que me aconteceu, nunca te darás conta de que o teu papel não é esse. Tens de esquecer tudo isso e concentrares-te no teu trabalho. Na coerência da tua linguagem. Tens de entender que, na tua segunda vida, já não estás a dialogar com os teus contemporâneos. Estás sozinho, a dialogar com o futuro. TAVARES, Rui, O arquitecto, Lisboa, Tinta da China, 2007, p. 121.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Cantiga de amigo




Para todos houve hi remédio,
Para mim só não no houve aí :
Inda mal que o soube assi.

Fogem as vacas para a água
Quando a mosca as vai seguir ;
Eu só, triste em mina mágoa,
Não tenho adonde fugir :
Daqui não me posso eu ir ;
Estar não me cumpre aqui,
Que o qu’eu quero não no há hi.


RIBEIRO, Bernardim, Menina e moça, Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p. 104.

Almoço de uma ave?

Luxemburgo

domingo, 6 de setembro de 2015

Abandono





Infelizmente, exemplos de abandono no centro de Portimão são muitos...

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

S. Tomé em Equador

Em três semanas visitou mais de trinta roças, umas apenas metade do dia, outras, as maiores ou mais afastadas, um dia inteiro. Chegava de barco, que era o meio mais rápido e expedito, quando as roças se situavam próximo da costa, ou a cavalo e de carroça, quando ficavam para o interior, bem embrenhadas na selva, montanha acima, só alcançáveis em longas e penosas viagens por carreiros e caminhos que quase todos os dias tinham de voltar a ser limpos e desmatados, de tal maneira a pujança da natureza os engolia num ápice.

TAVARES, Miguel Sousa, Equador, Cruz Quebrada, 28.ª edição, Oficina do Livro, 2006, p. 189.

Torre sineira

Portimão

Casa do Arcebispo de Évora

ÉVORA

sábado, 29 de agosto de 2015

Encantar o encantador...


Encantador. Sim, bem sei, esta é outra daquelas palavras que de tanto serem mal utilizadas perderam a força. Tentem então, por favor, pensar nela como era no princípio – uma palavra do domínio das artes mágicas. Encantar é o nome que se dá ao acto de lançar um feitiço: assim como um pescador lança a rede à água, um mago lança o seu encanto às almas, e às vezes com idênticos gestos.

AGUALUSA, José Eduardo, Um estranho em Goa, 5.ª edição, Lisboa, Cotovia – Fundação Oriente, 2006, p. 153.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ria de Aveiro

A Ria de Aveiro ou Delta do Vouga estende-se pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 45 quilómetros e com uma largura máxima de 11 quilómetros, no sentido Este-Oeste de Ovar a Mira.
A ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do século XVI, formaram uma lagoa que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa.

Abarca onze mil hectares, dos quais seis mil estão permanentemente alagados, desdobra-se em quatro importantes canais ramificados em esteiros que circundam inúmeras ilhotas. Nela desaguam o rio Vouga, o Antuã, o Boco e o Fontão, tendo como única comunicação com o mar um canal que corta o cordão litoral entre a Barra e São Jacinto, permitindo o acesso ao Porto de Aveiro, de embarcações de grande calado.

Fonte: Wikipédia

Fernando Pessoa

Numa das salas do Tribunal Europeu de Justiça, no Luxemburgo, intitulada Fernando Pessoa, existem tapeçarias de Portalegre com a figura do maior poeta português - Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935) que também foi filósofo e escritor português.