segunda-feira, 15 de julho de 2013

Gaivota a preto e branco

 
Portimão

Igreja do Convento de Jesus, Setúbal

A Igreja do antigo Mosteiro de Jesus ou Convento de Jesus de Setúbal é uma igreja de estilo gótico situada em Setúbal, considerada como um dos primeiros exemplos do estilo manuelino.

Foi desenhada pelo arquitecto Diogo Boitaca em 1494, por voto de Justa Rodrigues Pereira, ama de D. Manuel I.
O interior tem arcos, janelas e colunas torsas feitas em brecha da Arrábida, que suportam as abóbadas. O tecto apresenta nervuras espiraladas.


 Fonte: Wikipédia.

sábado, 13 de julho de 2013

A pedra "dançarina"


Na Igreja do Convento S. Jesus de Setúbal a agilidade da pedra torna este espaço leve e marca um ritmo quase que dançarino!!

Outros pormenores da Capela de Santo Amaro

A Confraria Real de Santo Amaro foi desde sempre muito acarinhada pelas altas esferas temporais e seculares, tal como o santo foi um dos discípulos eleitos de S. Bento.

A fundação da Ermida atribui-se aos tripulantes galegos de uma barca que teria aqui dado à costa, embora haja quem a ligue à iniciativa de uma série de frades da Ordem de Cristo, regressados de Roma, que aqui teriam iniciado a sua ascese religiosa.

Esta ermida apresenta uma curiosa planta circular (oito metros de diâmetro) encimada por cúpula rematada por lanternim, vazado por três janelas e coroado por pequena cúpula. A capela-mor, também circular, é ladeada, à direita, pela sacristia (contígua à galilé) que ostenta belo arcaz com pinturas alusivas à vida do padroeiro e aos seus milagres mais relevantes.  

O belíssimo lavabo embebido na parede possui medalhão de mármore, também referente a um importante milagre em que o santo impede Plácido de morrer afogado. Parece ter sido aqui, no espaço ocupado pela sacristia, que se ergueu a ermida inicial, da mesma devoção, segundo inscrição na porta principal. No flanco esquerdo, a capela-mor é ladeada pela casa do despacho.
  
A ermida ostenta dois altares de madeira, sendo o do Evangelho de invocação a S. João Batista e o da Epístola a Santa Bárbara. Destacam-se os silhares policromos, de azulejos, que vestem as paredes a um terço da altura, versando cenas da fundação do templo, datáveis do século XVIII, identificados como provenientes das fábricas do Rato.

A capela-mor, abobadada, possui imagem do orago (Santo Amaro) no altar-mor, de talha. A nível da cobertura, o coro central é ladeado, superiormente, por dois terraços.A igreja é envolvida por estrutura poligonal de sete lados retilíneos, dos quais três constituem as aberturas, onde se inserem os portões que abrem para um recinto semicircular que forma uma galilé de entrada. Os portões, do século XVIII, são de ferro forjado e a sua gramática decorativa alude aos atributos do santo.
 
A galilé, abobadada, forma um conjunto harmonioso, com as suas paredes revestidas por magníficos azulejospolicromos de fins do século XVI, inícios do século XVII, de sabor renascentista, onde se misturam rótulos, pendurados, anjos, festões e fitas, a par com a simbologia de Santo Amaro, atribuíveis a Francisco de Matos. No muro da galilé há dois altares laterais rasgados, cujos silhares representam o santo em figura natural - num deles estamos perante Santo Amaro peregrino, segurando o tradicional bordão; no outro é já o confronto com a sua condição de bispo, realçado pelos usuais atributos, a mitra e o báculo. Estes painéis são separados por pilastras azulejares, com sereias imbricadas em temática vegetalista. A galilé é enriquecida com bancos de cantaria junto às paredes.

Fonte: Infopédia

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Exposição "Portas Abertas" da Fundação Eugénio de Almeida




Hoje foi o primeiro dia deste novo espaço cultural em Évora e eu não podia deixar de o visitar! Espaços assim fazem falta à cidade. 

E este é um espaço que conheço bem porque tive aulas no antigo Palácio da Inquisição, quando era departamento de pedagodia da Universidade de Évora e por isso era grande a minha curiosidade em visitar a exposição "Portas Abertas". 

O edifício foi totalmente remodelado e desiludiu-me o desnuamento interior do mesmo, faziam mal os azulejos existentes?? Algo tão português foi totalmente retirado. Eu compreendo o motivo, a exposição está em primeiro lugar, não se deve distrair os visitantes mas sinceramente era necessário?... 

O edifício torna-se frio e desconfortável com tanta brancura!!  Aliás, conforto para o visitante é inexistente porque em três pisos expositivos não havia um único banco para o visitante descansar!  

O que gostei foi da possibilidade de descansar a vista ao olhar para o templo romano. O espaço está demasiado moderno para o seu passado histórico (lá estão os tectos a prová-lo).
A exposição, apesar de tantos artistas presentes, achei-a pobre artisticamente. Não achei piada nenhuma ao facto de haver betoneiras e peças de pedreiros no núcleo dedicado à remodelação do edifício. 

Que interesse museológico tem isso? Preencher espaço vazio desta maneira demonstra falta de originalidade!


Em geral ainda está tudo muito despraparado, o segurança não sabia se eu podia fotografar, a sala de julgamento da inquisição estava fechada, homens da obras passavam com escadas e baldes de tinta, os vigilantes preocupavam-se mais em não deixar os visitantes perturbar a equipa de reportagem que filmava do que em dar explicações.

Por isso, desejei boa sorte para o futuro, no fim da visita, porque precisam!

Museu da Electricidade, o edifício



Marco arquitectónico da cidade de Lisboa e detentor de uma fachada de inegável beleza, o edifício da Central Tejo foi um verdadeiro pioneiro no seu tempo no domínio da produção de electricidade. Hoje, e passado quase um século desde a sua construção, a Central assume, de novo, aspectos inovadores e de grande protagonismo enquanto Museu da Electricidade.


Fonte: http://www.edp.pt/pt/sustentabilidade/fundacoes/fundacaoedp/museudaelectricidade/pages/museuelectricidade.aspx












Exposição de arte "In the family of Things" no Tribunal Europeu





O Tribunal Europeu tem como política receber exposições temporárias na sua galeria a quem desejar expor as suas obras. Em Junho de 2013 visitei a exposição de pintura de Alexander Mackenzie, patente ao público até ao dia de hoje, no Luxemburgo.

Catedral de Santa Catarina







UTREQUE

terça-feira, 9 de julho de 2013

Como se faz o chocolate





Demonstração no final da exposição do Museu do Chocolate, em Bruges. Um chocolateiro muito simpático e extrovertido que em 10 minutos nos explicou em várias línguas como se faz chocolate!!! E o melhor de tudo é que nos deu um bombom no final nhamnham

Gostei muito deste museu tão guloso lol está bem explicado a origem do chocolate, a história da introdução do chocolate na Europa,  a sua evolução na Bélgica, etc, etc. Aprendi bastante! Museologicamente está aprovado a adaptação do espaço, só lamento estar muita gente e não conseguir apreciar uma exposição que merece a nossa visita!!!

Goffre de 5 estrelas








Ir à Bélgica e não comer um goffre é imperdoável!!  Para não abusar nos chocolates, escolhi um goffre de fruta numa pastelaria perto da Praça Central de Bruges, bem bonita e com gente simpática só é pena é que já não me lembre do nome do sítio... Mas tirei-lhe muitas fotografias, claro!! Sentei-me no 1.º andar e apreciei a confecção de um groffe bem estaladiço.

Mas que grande vida de cão!!


Utreque

Dom de Utreque

The Dom Tower (Cathedral Tower, Dutch: Domtoren) of Utrecht is the tallest church tower in the Netherlands, at 112.5 metres (368 feet) in height, and the Gothic-style tower is the symbol of the city. The tower was part of the Cathedral of Saint Martin, Utrecht, also known as Dom Church, and was built between 1321 and 1382, to a design by John of Hainaut.The cathedral was never fully completed due to lack of money. Since the unfinished nave collapsed in 1674 the Dom tower became a free standing tower.
The tower stands at the spot where the city of Utrecht originated almost 2,000 years ago.

 


The Dom Tower was one of the largest towers constructed in Europe during the fourteenth century, and it was planned to show the power of the church of Utrecht. The tower consists of two square blocks, topped by a much lighter lantern. One of the most striking features is the absence of visible buttresses. 


The Dom tower was a multifunctional building. In addition to being a belfry, it contained a private chapel of the bishop of Utrecht on the first floor. It also served as the watchtower; the tower guard was housed on the second floor of the lower square block.