Zona ribeirinha de Portimão
terça-feira, 9 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Segredos
(...) guardar segredos é o primeiro passo para criar muros de silêncios que afastam quem se ama. Que trazem um motivo, uma desculpa, uma justificação e, segredo após segredo, chegamos a um tempo em que a partilha deixa de ser dádiva. Que as palavras deixam de ser cristalinas, tornando-se baças, calculadas, distantes e, por elas, distanciando-se os corações que se amam.
FLORES, Francisco Moita, Segredos de Amor e Sangue, Alfragide, Casa das Letras, 2.ª edição, 2014, p. 81.
domingo, 7 de junho de 2015
Praia da Cruz Quebrada
Gosto muito desta praia, acho-a bonita e calma (é um bom refúgio à confusão lisboeta), só é pena a sujidade e a poluição. Aconselho visita apenas quando a maré está alta.
sábado, 6 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Exposições onde não espero
Em Abril fui prestar provas no Centro Empresarial das Amoreiras e fiquei surprendida com as obras de arte que decoram este espaço. E a maior das coincidências foi o de estarem a montar uma exposição de fotografia nessa mesma manhã ;) foi bom para me ajudar a relaxar...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
MUSEU JOSÉ MALHOA
O
Museu localiza-se no coração do Parque D. Carlos I, o pulmão verde da
cidade de Caldas da Rainha. Possui um óptimo acervo de pintura, escultura, medalhística e
cerâmica do último quarto do séc. XIX e início do séc. XX. O sector de
pintura tem um importante conjunto de obras de José Malhoa, a par de
diversos outros autores. O núcleo de cerâmica centra-se na obra de
Rafael Bordalo Pinheiro.
Merece a visita pela pintura de Malhoa este museu renovado, iluminado e de visita circular. Também tem boas exposições temporárias! E chegar ao museu é bem relaxante por estar no meio de um belo jardim!!
Fonte: http://www.cm-caldas-rainha.pt/portal/page/portal/PORTAL_MCR/VISITANTE/MUSEUS/MUSEU_JOSE_MALHOA
"Banho de sol" na ria
Esta escultura de Cla Coray, da Suiça, embeleza a ria de Alvor desde o II Simpósio Internacional de Escultura.
terça-feira, 2 de junho de 2015
domingo, 31 de maio de 2015
Estação de Cascais
A Estação Ferroviária de Cascais é a estação terminal da Linha
de Cascais, que serve a vila de Cascais, no Distrito de Lisboa, em Portugal. Em Janeiro de 2011, contava com 5
vias de circulação, que apresentavam 87 a 124 metros de comprimento; as
plataformas tinham todas 110 centímetros de altura, e detinham 106 a 142 metros
de extensão.
A Companhia Real dos Caminhos de
Ferro Portugueses foi autorizada, por um contrato de 5 de Maio de 1860, e por
um alvará de 9 de Abril de 1887, a proceder à construção e exploração de uma
união ferroviária, entre a Estação de Santa Apolónia, em Lisboa, e
Cascais; o primeiro troço, entre Cascais e Pedrouços, entrou ao serviço em 30
de Setembro de 1889.
Fonte: Wikipédia
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
MUSEU DA CERÂMICA
O Museu da Cerâmica foi criado oficialmente em 1983, nas Caldas da Rainha, correspondendo aos desejos da população da cidade. Encontra-se instalado no antigo Palacete do Visconde de Sacavém, no Avenal, mandado construir na década de 1890 pelo 2º Visconde de Sacavém, José Joaquim Pinto da Silva (1863-1928), colecionador, ceramista e importante mecenas dos cerâmicos caldenses.
Merece um especial destaque o núcleo de obras da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, um dos conjuntos mais representativos da produção do grande mestre da cerâmica caldense e que documenta a intensa laboração da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, entre 1884 e 1905. Apresentam-se também núcleos de faianças da Real Fábrica do Rato, de olaria tradicional e de produção local de escultura e miniatura dos séculos XIX e XX. Destaca-se, um núcleo de cerâmica contemporânea de autor, que inclui, entre outros, peças de Llorens Artigas, de Júlio Pomar e de Manuel Cargaleiro. O Museu possui ainda uma coleção de azulejaria que integra produção portuguesa, hispano-mourisca e holandesa do século XVI ao século XX, constituída por cerca de 1200 azulejos e 40 painéis. O Museu apresenta ainda uma coleção de 40 peças contemporâneas, ilustrativas de design e produção de cerâmica e vidro do século XX, que fazem parte de uma doação feita em 2007, constituída por 1205 peças.
Infelizmente, não me é possível inserir imagens da coleção por ser proibido fotografar no interior... O museu relembra as casas-museus por estar instalado numa casa antiga, o que condiciona a exposição a corredores apertados e algumas salas pequenas. Gostei muito dos azulejos da cozinha e o pormenor da lareira mas odiei as escadas íngremes.
Fonte: http://museudaceramica.blogspot.pt/
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Rua de Alcoutim
Gosto do nome desta rua eborense por ser de uma localidade algarvia, o que é uma toponímia original aqui no nosso Alentejo.
domingo, 24 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Na cidade das alcunhas...
Na cidade das alcunhas, onde não existiam registos e identidade, tal como ainda hoje, à qual chegava gente vinda de todos os cantos do Reino, os infelizes ditos desconhecidos eram embrulhados na serapilheira da Santa Casa e despejados na vala comum. Esses, que nem direito a uma alcunha conseguiram conquistar, morriam clandestinos, sem reconhecimentos da sua existência. Não tinham nome, nem eram gente. Não passavam de carcaças com menor reconhecimento do que o gado abatido no matadouro das Picoas.
FLORES, Francisco Moita, Segredos de Amor e Sangue, Alfragide, Casa das Letras, 2.ª edição, 2014, p. 207.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Castelo de Montemor-o-Novo
O Castelo de Montemor-o-Novo localiza-se na freguesia de
Nossa Senhora da Vila, concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, no
Alentejo, em Portugal. Em posição dominante sobre o outeiro mais alto da região, o
castelo abrigava originalmente nos seus muros a povoação que, desenvolvendo-se,
expandiu-se pela encosta a Norte. Afirma-se que neste castelo Vasco da Gama
ultimou os planos para a sua viagem à Índia.
A primitiva ocupação humana deste local remonta
possivelmente a um castro pré-histórico romanizado, conforme os testemunhos
arqueológicos abundantes na região. Neste ponto encontravam-se as estradas
romanas de Santarém e da foz do rio Tejo, seguindo, por Évora, até Mérida. O
local teria sido, por esta razão, fortificado.
Na época da reconquista cristã da península ibérica, a
povoação foi conquistada pelas forças portuguesas sob o comando de D. Sancho I
(1185-1211). Visando o seu repovoamento e defesa, o soberano concedeu-lhe Carta
de Foral em 1203. Acredita-se que a construção do castelo medieval se tenha
iniciado nesta fase. Na época de D. Dinis (1279-1325) foram encetadas grandes
reformas nas defesas da povoação, entre as quais a construção da cerca da vila,
concluída em 1365.
Ao longo do século XV, o castelo sofreu obras de
remodelação, trabalhos a cargo do mestre de pedraria Afonso Mendes de Oliveira.
Nos séculos XV e XVI, a vila atingiu a sua maior prosperidade, devido não só ao
comércio regional, mas também ao facto de a Corte permanecer por longos
períodos em Évora, o que tornou a vila palco de acontecimentos como as Cortes
de 1495, quando D. Manuel I (1495-1521) tomou a decisão de proceder ao
descobrimento do caminho marítimo para a Índia. Este soberano concedeu foral
novo à vila em 1503.
No contexto da Guerra da Restauração da independência
portuguesa, o Conselho de Guerra de D. João IV (1640-1656), deu ordens para a
reedificação das suas defesas. Quando do terramoto de 1755, encontrando-se o espaço
intra-muros já bastante degradado, acredita-se que os efeitos do sismo
contribuíram para acelerar o processo de decadência das defesas. Por essa
razão, o conjunto foi objeto de reparações ainda no século XVIII.
Durante a Guerra Peninsular, a guarnição da antiga
fortificação medieval resistiu às tropas napoleónicas sob o comando de Junot (1808). Poucos anos mais
tarde, quando da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), aqui se concentrou o
estado-maior das tropas liberais, sob o comando do marechal duque de Saldanha.
O Castelo de Montemor-o-Novo encontra-se classificado como monumento
nacional pelo Decreto n.º 38 147, de 5 de janeiro de 1951.
Fonte: Wikipédia.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Etternach
Adquiriu o status de cidade por volta de 1236. A Abadia foi reconstruída em estilo barroco em 1737. Os monges dispersaram-se em 1797, e as posses do mosteiro, incluindo sua famosa biblioteca, foram leiloadas. Alguns dos primeiros manuscritos da Abadia estão na Biblioteca Nacional da França, em Paris.
Fonte: Wikipédia.
Monumento aos Combatentes
Neste monumento dignifica-se os combatentes da terra, que até então tinham sido esquecidos pelos seus conterrâneos, só por este motivo dou aqui os parabéns. A sua recente construção, na Praça 1.º de Maio, faz com que seja o monumento mais novo em Portimão. Somente lamento não ser feito em pedra da região e por se encontrar numa rotunda, chegar perto para ler os nomes destes heróis pode ser perigoso para os peões.
Mulher feia
A feia é pena ordinária, porém que
muitas vezes ao dia se pode aliviar, tantas quantas seu marido sair de sua
presença, ou ela da do marido. Considere que mais vale viver seguro no coração,
que contente nos olhos ; e desta segurança vive contente ; que pouco
mais importa haver perdido por junto a formosura, que vê-la ir perdendo cada
dia, com lástima de quem a ama.
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