E aqui está a prova de como visitei a estação de metro ;) Estação da linha violeta, cujo acesso acho um pouco problemático, já que aqui estive de noite e foi-me dificil descobrir a entrada da estação (só consegui lá chegar porque perguntei a um segurança), afinal é pelo mesmo acesso aos parques de estacionamento subterrâneos.
domingo, 12 de julho de 2015
Museu do Dinheiro, Luxemburgo
Adorei conhecer este museu porque nunca tinha visitado nenhum espaço museológico dedicado a esta temática! Foi uma experiência única entrar num cofre-forte!! Só é pena o ouro ser a fingir lol. Fiquei a conhecer como os bancos trabalhavam há cerca de 100 no Luxemburgo e como têm evoluído as calculadoras, os registos de dados e até as notas!! Aconselho a visita, só está é aberto ao público parte do dia mas a entrada é livre.
Uma curiosidade, tem de se registar antes de entrar, controles bancários típicos ;)
sábado, 11 de julho de 2015
Menina e moça
Menina e moça me levaram de casa de
meu pai: qual fosse então a causa daquela minha levada, eu era pequena, não na
soube.
RIBEIRO, Bernardim, Menina e moça,
Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p. 7.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Aeroporto do Porto
Conheci bem este aeroporto por estar aqui à espera de um voo de ligação cerca de quatro horas... (um verdadeiro teste à paciência) e graças a isso compreendei bem o porquê de ser considerado um dos melhores aeroportos do mundo: limpo, organizado, com bastante oferta comercial, variedade de restaurantes, espaço internet, espaço para crianças, desejo de saber a opinião dos utentes e exposições!! Além que a arquitectura do espaço é linda. Ah! Também gostei da estação do metro, claro (já que tive tempo para visitar tudo)!
terça-feira, 7 de julho de 2015
Cauteleiro de Lisboa
O cauteleiro, representado nesta estátua, da autoria de Fernando Assis
(1987), é uma homenagem a uma figura conhecida que, ainda hoje circula
na cidade: quer dentro do café, num transporte público, quer na rua,
anunciando, em voz alta,sob a forma do pregão popular: "Olha a taluda!
Anda amanhã à roda".
Fonte: http://www.lifecooler.com/artigo/passear/o-cauteleiro/301773/
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Hotel Restaurant Solskin
O que gostei mais de Vlissingen foi o local onde pernoitei, um aparthotel com uma janela tão comprida como o próprio apartamento com vista para a praia, foi um prazer sentar-me e apreciar o movimento constante de navios a passar. Coloco aqui as fotos para verem todas e comodidades e aconselhar a quem está a ler este blogue que não deixe de conhecer o hotel. O dono é muito prestável e o restaurante é muito bom!
domingo, 5 de julho de 2015
Borboleta
As borboletas, panapanás ou panapanãs são insectos da ordem Lepidoptera classificados nas superfamílias Hesperioidea e Papilionoidea, que constituem o grupo informal "Rhopalocera". Como outros insectos de holometabolismo, o seu ciclo de vida consiste em quatro fases: ovo, larva, pupa e imago (Adulto).
Os fósseis mais antigos conhecidos de borboletas são do meio do Eoceno, entre 40-50 milhões de anos atrás .
As borboletas, como a Borboleta-monarca, migram
longas distâncias. Algumas borboletas desenvolveram relações
simbióticas e parasíticas com insectos sociais tais como as formigas.
Algumas espécies são pestes pois enquanto larvas podem danificar
culturas ou árvores; porém, algumas espécies são agentes de polinização de algumas plantas e as lagartas de algumas borboletas (e.g. as da subfamília Miletinae) comem insectos nefastos.
As borboletas têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas,
que apresentam formas e cores variadas, além de peças bucais adaptadas a
sucção. Dispõem de um órgão especial, a espirotrompa, formada pelas
maxilas, no aparelho sugador de insetos lepidópteros, que, em repouso,
permanece enrolada, formando uma espiral que se estende quando querem
sugar o néctar.
A borboleta pode ter o peso mínimo de 0,3 gramas e as mais pesadas podem
chegar a pesar 3 gramas; alguns tipos de borboletas podem chegar a
medir até 32 centímetros de asa a asa.
Fonte: Wikipédia.
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
A
Igreja de Nossa Senhora do Carmo localiza-se no local onde antigamente
se encontrava a Ermida de Santa Catarina, mandada construir pela viúva
de Diogo Fernandes de Beja, capitão-mor da nau das armadas da Índia. É uma igreja tipicamente setecentista, com fachada simples e de empena triangular rematada por pináculos.
Fonte: Portal Beja
sábado, 4 de julho de 2015
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