domingo, 10 de julho de 2016

Ilha de Faro

Também conhecida como Praia de Faro, esta ilha faz parte da Península do Ancão, que delimita a Ria Formosa a poente e donde se pode obter uma vista privilegiada sobre a serra e sobre a cidade de Faro.
Na verdade trata-se de uma longa península e não de uma ilha. Localizada perto da universidade e do aeroporto, é bastante popular entre os moradores da cidade de Faro.


O acesso viário faz-se através duma estreita ponte que atravessa a Ria Formosa. No Verão, a “ilha de Faro” está, igualmente, acessível por barco através do Cais das Portas do Sol. É possível fazer praia no estreito cordão arenoso virado a Norte, para um canal da Ria Formosa, A utilização deste plano de água é óptima para a prática de desportos náuticos (jetski, canoagem, remo, windsurf, vela, etc.).

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Andamos sem vagar para nada na vida



No trabalho, na convivência, no sono. Mesmo na tristeza e na alegria não podemos demorar muito. Andamos sem vagar para nada na vida. 


FONSECA, Manuel da, O comedor vertical, O vagabundo na cidade, Editorial Caminho, 2001, p. 51.

sábado, 2 de julho de 2016

Ermida de S.Brás


Situada nos extramuros da cidade de Évora, no denominado "Rossio da Corredoura", ergueu-se no século XV a Ermida de S. Brás. Este pequeno e harmonioso templo eborense foi construído em terrenos pertencentes a D. Leonor de Castro, mulher de D. João II e doados por este monarca ao bispo D. Garcia de Meneses.
 
 Esta doação régia, e posterior confirmação, ocorreu entre 1480 e 1483, encontrando-se já esta ermida aberta ao culto no ano de 1490.

No entanto, uma profunda remodelação do pequeno templo ocorreu no 3.º quartel do século XVI, empreendimento da responsabilidade mecenática do Bispo do Porto, D. Frei Luís de Sousa. A Ermida de S. Brás receberia um rude golpe em 1663 com as guerras da Restauração, altura em que um bombardeamento de artilharia danificou gravemente a sua estrutura e decoração internas.

Da primitiva construção quatrocentista subsiste a elegante galilé de arcos ogivais, assente em grosseiros colunelos com capitéis fitomórficos. O templete desenha uma planta retangular e a silhueta apresenta um recorte arquitetónico de cariz militar. Corre superiormente uma platibanda com ameias chanfradas, intercalada por torres cilíndricas, com gárgulas zoomórficas, coroadas por cónicos coruchéus. A cornija apresenta vestígios de um friso esgrafitado com heráldica do reinado de D. Manuel I. Da cobertura da capela sobressai o seu pequeno zimbório.

Com uma só nave, o interior de ermida apresenta o zimbório e o arco triunfal forrado com azulejos enxaquetados, verdes e brancos, de reflexos metálicos. A destruição das guerras da Restauração fizeram grandes danos à decoração interior, salvando-se algumas tábuas maneiristas do retábulo-mor quinhentista, algumas alusivas à vida de S. Brás e outras narrando o Nascimento e Ressurreição de Cristo. Sobressai ainda uma escultura de madeira policromada representando S. Brás, o orago da ermida.


Fonte: http://www.infopedia.pt/$ermida-de-s.-bras-(evora)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Cadeia de Évora


Local turístico da cidade de Évora, que atraiu muita gente durante o ano em que o Sócrates se tornou o famoso preso n.º 44 (eu também lá fui e levei lá a família quando vinham a Évora visitar-me para ver se havia animação mas nunca tive muita sorte...). Agora alberga alguns corruptos da função pública e criminosos ligados às forças policiais.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Os ingleses são muito estúpidos!!

 - Os ingleses são muito estúpidos - disse Poirot. - Acham que conseguem enganar os outros, mas que ninguém  os consegue enganar a eles. O bom perdedor, o bom sujeito... nunca vão acreditar que faça algo de maléfico. E porque são corajosos, mas estúpidos, por vezes morrem quando não precisavam de morrer.

CHRISTIE, Agatha, "Ninho de vespas", Os primeiros casos de Poirot, Alfragide, Edições ASA, 2.ª edição, 2013, p. 240.

Orangerie de Etternach

Jardim muito bonito na vila de Etternach e situado perto da catedral da vila, foi criado no século XVIII, deixo aqui uma citação em francês sobre o mesmo local:



Les Jardins de l’abbaye et l‘Orangerie (1735-1736) :
De la partie centrale de la cour des prélats, vous vous dirigez vers la rotonde, en passant sous l‘arc en plein cintre muni d‘une grille en fer forgé et vous découvrez les jardins. Les statues sur la façade représentent les quatre saisons. Le chemin vous ramène à la cour des prélats, puis à la cour adjacente. En passant sur votre gauche sous les annexes (actuellement lycée), vous entrez au parc municipal.
 
Fonte: http://www.echternach.lu/mobilite-dans-la-commune/promenades

sábado, 25 de junho de 2016

Mãozinhas


Odemira

Faro

Faro é uma cidade portuguesa com cerca de 47 000 habitantes, capital do distrito de Faro, da região do Algarve.
É sede de um município com 202,57 km² de área e 64 560 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte e oeste pelo município de São Brás de Alportel, a leste por Olhão, a oeste por Loulé e a sul tem costa no Oceano Atlântico.

Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

terça-feira, 21 de junho de 2016

Moliceiro de Aveiro


Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente é mais usado para fins turísticos.
São realizados diversos passeios de barco moliceiro em Aveiro, no entanto o mais comum é o passeio pelos 4 canais urbanos da Ria. Canal Central, Canal da Pirâmides, Canal do Cojo e Canal de São Roque.
Ao longo deste passeio de barco podemos apreciar os edifícios históricos de Arte-Nova, as marinhas de sal de Aveiro, Os palheiros de sal, os armazéns de peixe, diversas pontes, com especial destaque para a ponte de Carcavelos, a zona moderna da cidade com especial destaque para o Fórum Aveiro e o Mercado Manuel Firmino.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.

Fonte: wikipédia