terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
CANTIGA DE ABRIL
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
[...]
Saem os tanques para a rua,
Sai o povo logo atrás:
Estala enfim altiva e nua,
Com força que não recua,
A verdade mais veraz.
Qual a cor da liberdade?
É verde, verde e vermelha.
Bibliografia:
Fonte: http://www.letras.ufrj.br/posverna/mestrado/QueirozFTH.pdf
domingo, 24 de abril de 2011
Vasco da Gama
Aqui estiveram até 1880, data em que ocorreu a trasladação para o Mosteiro dos Jerónimos, construído logo após a sua viagem, com os primeiros lucros do comércio de especiarias, ficando ao lado do túmulo de Luís Vaz de Camões.
Fonte: "http://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_da_Gama"
sábado, 23 de abril de 2011
Casas Pintadas de Évora
As Casas Pintadas devem o seu nome aos frescos que decoram a galeria do jardim, exemplares únicos de pintura mural palaciana da primeira metade do séc. XVI.A preservação da memória histórica e artística do edifício desenvolve-se através de um projecto global,
integrado e coerente, onde se destacam os frescos e o jardim.
Equipas de especialistas trabalharam para recuperar a integralidade da natureza e essência deste espaço, considerado uma singularidade no panorama da Arte dos Jardins em Portugal, não só por aquilo que foi e representou à época da sua construção – na transição entre o ideário medieval e o renascentista –, mas também por aquilo que ainda é.
Citado de: http://www.fundacaoeugeniodealmeida.pt/direscrita/ficheiros/programa.pdf
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Tratado de Maastricht
O Tratado de Maastrich foi um marco significativo no processo de unificação europeia, fixando que à integração económica até então existente entre diversos países europeus se somaria uma unificação política. O seu resultado mais evidente foi a substituição da denominação Comunidade Europeia pelo termo atual União Europeia.
Trata-se de assuntos relacionados com a agricultura, ambiente, saúde, educação, energia, investigação e desenvolvimento. A legislação neste pilar é adotada conjuntamente pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho. O Conselho delibera por maioria simples, por maioria qualificada ou por unanimidade. Em assuntos tais como fiscalidade, a indústria, fundos regionais, investigação exigem deliberação por unanimidade.
Trata de assun
Um dos pontos principais do TUE é o início do processo da união monetária que reúne todos os Estados-Membros que cumpriram os critérios económicos estabelecidos para fazer parte da moeda única (Euro). O TUE também atribuiu aos cidadãos dos Estados-Membros o Estatuto de Cidadão Europeu que inclui um conjunto de direitos e deveres que caracterizam a cidadania europeia, como o voto e participação nas eleições locais e europeias, o direito de petição e o recurso ao defensor do povo europeu.
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 19 de abril de 2011
Maastricht
Fonte: Wikipédia.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
FADO NO LUXEMBURGO
sábado, 16 de abril de 2011
Filarmónica do Luxemburgo
Ao lado do Mudam encontramos este grandioso edifício pertencente à Orquestra Filarmónica do Luxemburgo. O que mostra bem que neste país nem tudo é secular... E adorei a sua arquitectura! Parece uma mistura de acordeão, tambor e teclas! Sim, eu sigo a velha máxima de que uma historiadora deve olhar para o moderno da mesma forma!
Fonte: www.opl.lu
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Biblioteca de Évora
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A MULHER

quarta-feira, 13 de abril de 2011
JANELA
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Templo Romano
Localizado no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora (de cujas janelas tirei estas fotorafias) e pelo Museu. O templo romano de Évora é o ex-líbris da cidade de Évora, cidade Património Mundial. É um dos mais famosos símbolos da presença romana em território português.
O templo foi usado como um açougue do século XIV até 1836. Esta utilização da estrutura do templo ajudou a preservar seus restos de uma maior destruição. Finalmente, depois de 1871, as adições medievais foram removidas, e o trabalho de restauro foi coordenado pelo arquitecto italiano Giuseppe Cinatti.
Um total de catorze colunas de granito ainda estão de pé no lado norte (traseiro) da base; muitas das colunas ainda têm seus capitéis em estilo coríntio sustentando a arquitrave. Os capitéis e as bases das colunas são feitos de mármore branco de Estremoz, enquanto as colunas e a arquitrave são feitas de granito. Escavações recentes indicam que o templo era cercado por um espelho de água.
Fonte: Wikipédia.
domingo, 10 de abril de 2011
Capela de S. Sebastião
sábado, 9 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Raposa

Fonte: Saint-Exupéry, Antoine de, O Princepezinho, Lisboa, Editora Caravela, 19.ª Ed., 1987, p.69 e http://www.colegioportugal.pt/principezinho_personagens1.pdf
quinta-feira, 7 de abril de 2011
África
FONTE: CAMÕES, Luís Vaz de, Lusíadas - Canto I, Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p.22.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Museu de Évora
A história do Museu de Évora remonta a 1804, quando Frei Manuel do Cenáculo, Arcebispo de Évora, inaugurou a Biblioteca Pública, em que se reuniam também parte das suas colecções de Arte, Arqueologia e Naturália.
Em 1834, a gestão desta Biblioteca passou para o Estado Português e em 1865, em duas novas salas, individualizou-se a apresentação da colecção de Arte e Arqueologia. Formalmente, o Museu de Évora só seria criado depois da implantação da República, por decreto de 1 de Março de 1915. Recebeu para a sua instalação algumas salas do Paço Episcopal, entretanto expropriado pelo governo, manifestamente insuficientes para a apresentação das colecções. Depois de se ter projectado a sua instalação no Convento dos Lóios, viria a ser instalado em 1921 no Palácio Amaral, comprado para o efeito. Em 1926, um violento terramoto degradou estas instalações, obrigando ao regresso das colecções às salas do Paço Episcopal, edifício onde mais tarde, por troca com o Palácio Amaral, o Museu se instalaria definitivamente em 1929.
As colecções do Museu de Évora são constituídas por cerca de 20 mil peças, onde se destacam as colecções de Pintura, Escultura e Arqueologia. Além do valor estético e a importância histórica de muitas obras, é condição única no panorama dos museus em Portugal, o facto do seu núcleo principal ter origem numa colecção setecentista de grande diversidade e abrangência, organizada por Frei Manuel do Cenáculo, arcebispo de Évora. É no sistema de organização das colecções, de maneira a articular todos os campos de conhecimento, que se expressa a forma de pensar a Biblioteca-Museu e a sua função didáctica na segunda metade do século XVIII em Portugal. Desse núcleo inicial e dessa condição universalista fazem parte também as colecções de Numismática, infelizmente saqueada durante as Invasões Francesas, as colecções de desenhos e gravuras, e o núcleo da Naturália, onde se reúnem diversos espécimes das Ciências Naturais.
A extinção das Ordens Religiosas contribuiu de maneira significativa para alargar o espólio, beneficiando as colecções de Pintura e Escultura, e as Artes Decorativas com a constituição diversos núcleos de importância como a Ourivesaria, a Cerâmica, o Mobiliário e os Têxteis. A realização de inúmeras escavações arqueológicas durante o século XX, principalmente sobre a Pré-História e o período Romano, veio enriquecer o acervo do Museu, aprofundando a relação com a história da cidade e da região.Fonte: http://museudevora.imc-ip.pt
terça-feira, 5 de abril de 2011
Mar revolto
Ericeira, 26-2-2011
... e ficou o mar tão grande, e trabalhou tanto a nau, que perdeu três machos do leme... e o mar eram tamanhos que lhes não consentiam fazer obra nenhuma, nem havia homem que se pudesse ter em pé.
FONTE: BRITO, Bernardo Gomes de, História Trágico-Marítima, Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p.p. 16-17.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Ericeira
A Ericeira é uma vila situada a 35 km a noroeste do centro de Lisboa, a 18 km de Sintra e a 8 km de Mafra. É uma freguesia do concelho de Mafra, com 12,19 km² de área e 6597 habitantes (2001). Densidade: 541,2 hab/km².
Reza a lenda que o nome Ericeira significa, na origem, "terra de ouriços", devido aos numerosos ouriços do mar que abundavam nas suas praias. Investigações mais recentes apontam o ouriço-cacheiro e não o do mar como inspirador do nome.
O seu primeiro foral data de 1229, concedido pelo então Grão-Mestre da Ordem de Aviz, Dom Frei Fernão Rodrigues Monteiro, que assim instituiu o Concelho da Ericeira.
É na carta de foral que surgem as primeiras referências aos pescadores da Ericeira, estando bem presente o cuidado do legislador em acautelar os direitos e deveres dos que se encontravam sujeitos às tutelas dos donatários:"(...) Quanto aos pescadores, dêem a vigésima parte do pescado que matarem no mar. De doze peixes, levem um para conduto antes de darem a vigésima parte, e se matarem congro, comam-no. Do pescado que encontrarem morto, não paguem foro. De baleia, dêem a vigésima parte. De toninhas e delfins sem impedimento, em ocasiões de fome (...)".
Em 1855, na sequência de uma reordenação administrativa do território, a Ericeira deixou de ser concelho para ficar na dependência de Mafra, sede concelhia até aos dias de hoje. A Ericeira conheceu no século XIX, a sua época áurea, enorme incremento, porquanto foi o porto mais concorrido da Estremadura, com alfândega, por onde se fazia o abastecimento de quase toda a província. A antiga importância comercial tem hoje correspondente no notável movimento turístico, resultante da situação e do clima privilegiado de que goza.
O embarque para o exílio da família real portuguesa, episódio que assinala o termo do regime monárquico nacional, fará sempre do porto da Ericeira um dos locais mais dramáticos da geografia do concelho de Mafra.
Mas se a vila deixou ao longo do século XIX de ser um entreposto comercial, nunca perdeu a visita de "forasteiros", desta vez de veraneantes que passaram a procurá-la devido às suas características climáticas e ao alto teor de iodo das suas praias. Charles Lepierre, engenheiro químico, considerou-as, há 50 anos, como "o fulcro da maior concentração de iodo de toda a costa portuguesa". Hoje, a Ericeira continua a ser uma das zonas do litoral do país mais procuradas para banhos.
FONTE: Wikipédia.
sábado, 2 de abril de 2011
Catedral de Évora
A fachada da catedral é flanqueada por duas torres, ambas do período medieval, sendo a torre do lado sul a torre sineira da catedral, cujos sinos há séculos marcam o passar das horas da cidade. Flanqueando o portal há soberbas esculturas de Apóstolos, do século XIV. O trecho arquitectónico mais emblemático do exterior é o zimbório, torre-lanterna do cruzeiro das naves erguida no reinado de D.Dinis, que é o ex-libris da catedral e um dos trechos mais conhecidos da cidade. Além do pórtico principal há ainda mais duas entradas: a Porta do Sol, virada a sul, com arcos góticos e a Porta Norte, reedificada no período barroco.
Fonte: Wikipédia.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
SONETO DE ABRIL
e o mar se ausenta,
secando-se em si mesmo como um pranto,
vejo que o amor que te dedico aumenta
seguindo a trilha de meu próprio espanto.
Em mim,
o teu espírito apresenta
todas as sugestões
de um doce encanto que em minha fonte
năo se dessedenta por não ser fonte d'água,
mas de canto.
Agora que é abril,
e vão morrer
as formosas canções dos outros meses,
assim te quero,
mesmo que te escondas:
amar-te uma só vez
todas as vezes
em que sou carne e gesto,
e fenecer como uma voz chamada pelas ondas.
Ledo Ivo
FONTE: http://www.kplus.com.br/materia.asp?co=689&rv=Cigarra