sábado, 9 de maio de 2020

Gato preguiçoso

Hortense
Marina de Portimão
Será que está cansado de ver o rio Arade?? É por isso que boceja??

Sé Velha

Hortense
A Sé Velha de Coimbra constitui um dos edifícios em estilo românico mais importantes do país. A sua construção começou  quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. 

Em 1182 as obras estavam adiantadas o suficiente para que o bispo Bernudos, sucessor de Miguel Salomão, fosse enterrado na Sé e, em 1185, foi coroado ali o segundo rei de Portugal, D. Sancho I. Os trabalhos principais terão terminado no início do século XIII, com as obras do claustro começando por volta de 1218, durante o reinado de D. Afonso II. 

A Sé Velha de Coimbra é a única das catedrais portuguesas românicas da época da Reconquista a ter sobrevivido relativamente intacta até os nossos dias.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Montemor-o-Velho




Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa do distrito de Coimbra, situada na província da Beira Litoral, região do Centro e sub-região Região de Coimbra, com cerca de 3 100 habitantes. É sede de um município com 228,96km² de área e 26 171 habitantes, subdividido em 11 freguesias

Fonte: Wikipédia

Travessa eborense

Travessa de André Cavalo

Porco preto

Ovibeja, 2019

O porco preto ibérico, também conhecida em Portugal como Alentejano, é uma raça do porco doméstico (Sus scrofa mediterraneus) que é nativa da área do Mediterrâneo. O porco ibérico, cuja única origem pode ser rastreada até aos tempos antigos, é encontrado em rebanhos agrupados no território central e sul do Península Ibérica.

Fonte: Wikipédia

domingo, 3 de maio de 2020

Porque é que os livros existem?

 Os livros existem porque os seres humanos que lêem têm necessidade deles. E porquê? Porque nos livros se concentra todo o saber produzido ao longo dos últimos milénios, desde que a escrita foi inventada; mas também porque a leitura desperta emoções, associações, recordações e o sentido de aventura que existe dentro de cada um de nós.

FERREIRA, António Mega, Hotel Locarno, Porto, Sextante Editora, 2015, p.105

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Aranha

Araneae (grego: arachne; "aranha") é uma ordem de artrópodes da classe Arachnida que inclui as espécies conhecidas pelos nomes comuns de aranhas ou aracnídeos. Tem distribuição natural em todos os continentes (com excepção da Antártida) e ocorrência em praticamente todos os tipos de habitats terrestres. Apresentam oito pernas e maioritariamente quelíceras que injetam veneno, diferenciando-se anatomicamente dos restantes artrópodes por um plano corporal (tagmose) caracterizado por dois tagmas, o cefalotórax e o abdómen, unidos por uma estrutura pequena e cilíndrica, o pedicelo. Ao contrário dos insectos, as aranhas não apresentam antenas e possuem um sistema nervoso bem desenvolvido e centralizado, o mais centralizado de entre os artrópodes. Produzem teias com grande variabilidade morfológica e de tamanho utilizando seda das aranhas, uma estrutura de base proteica que combina leveza, força e grande elasticidade, sendo em alguns destes aspectos superior aos melhores materiais sintéticos. 

Esta aranha é algarvia, estava escondida no meu quintal ;)
Fonte: Wikipédia

Matando saudades do Algarve





Carvoeiro

Praça 1.o de Maio

ÉVORA

Trabalhar



… não é natural trabalhar por qualquer coisa, seja o que for, sem uma compensação natural, isto é, egoísta; e não é natural dar o nosso esforço a qulaquer fim sem ter a compensação de saber que esse fim se atinge. 

PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999, p 57.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Suricatas



Suricata, suricate ou suricato (Suricata suricatta) é uma espécie de mamífero da família Herpestidae. Pode ser encontrada na África do Sul, Botsuana, Namíbia e Angola. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento (incluindo a cauda), em média 730 gramas de peso, e pelagem acastanhada. Alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.  Estas suricatas são do Zoo de Lisboa mas vi-os na exposição de Darwin, na Gulbenkian, há uns aninhos atrás (isto é o que dá rever imagens durante o confinamento, que parece eterno...)

Fonte: Wikipédia

Ferragudo ao longe

Matando saudades do meu Algarve, já que continuo confinada...

Este ano vamos poder ir à praia??







Prainha, Portimão

terça-feira, 28 de abril de 2020

Formigas

As formigas são insectos pertencentes à família Formicidae da ordem Hymenoptera. Tidos como altamente organizados. De fato, figuram entre os animais que atingiram um grau de organização biológica. São descritas cerca de 13.500 espécies distribuídas por 334 géneros em 17 sub-famílias. As formigas podem ser consideradas como o grupo de animais de maior sucesso ecológico, considerando-se que representam de 15% a 20% de toda a biomassa animal vivente.

Fonte: Wikipédia

domingo, 26 de abril de 2020

Museu da Horta


O Museu da Horta foi criado em 1977, pelo Decreto Regulamentar Regional nº21 de 18 Julho, como um serviço externo da Direção Regional dos Assuntos Culturais, tendo-lhe sido atribuído para a sua instalação o antigo Colégio dos Jesuítas, um imóvel do séc. XVIII, anexo à Igreja Matriz da ilha do Faial, classificado como Monumento Regional.

O Museu da Horta está enquadrado na categoria de Museu Regional, o que considerando a diversidade e qualidade do seu acervo se concebe como um museu de caráter histórico, com uma vocação de âmbito regional em matéria de política de aquisições, conservação e investigação.

Repositório de um património de valor simbólico, o Museu da Horta é formado por conjunto heterogéneo de coleções, compreende um período cronológico que vai do século XVI à atualidade: etnografia, objetos e engenhos ligados a antigos ofícios e às tecnologias tradicionais agrícola, do linho, da lã e cerâmica; objetos tecnológicos, relacionados com a história do Porto da Horta, como com as estações do cabo submarino que entre os séculos XIX a XX operaram neste centro nevrálgico de comunicações do Atlântico Norte; arte sacra; artes plásticas; documentos fotográficos; documentos impressos e manuscritos; exemplares de história natural.

Para além do espólio descrito, realça-se a exposição permanente em miolo de figueira, uma coleção única no mundo que o integra desde o ano de 1980, sendo esta produção de um único autor, Euclides Rosa.



Durante a visita a este espaço gostei muito do núcleo de arte sacra, daí o motivo de partilhar fotos do mesmo no blogue mas peças como pianos ou projectos e respectivos telégrafos, explicativos da importância das ilhas açorianas para os cabos telegráficos e comunicação entre continentes também justificam uma visita ao Museu da Horta, um espaço amplo que só tem por defeito dificuldade de acessos devido a localizar-se num 1.º andar de um edifício histórico e, por isso, sem elevador.




Fonte: http://www.museu-horta.azores.gov.pt/museu/

sábado, 25 de abril de 2020

(os últimos 40 anos até 2016)


Crescemos com pouca sustentação, houve quem ganhasse demais e quem considerasse que o estatuto ganho no universo da política era para a vida inteira. Acumulou-se muita vaidade sobre pés de barro e não se percebeu que o seria dificilmente sustentável. As pessoas foram-se cansando da política e dos políticos, não imaginando uma alternativa que as fizesse aumentar o grau de participação e de responsabilidade. O que parecia ser seguro e durável foi-se degradando e perdendo. E não foram apenas estes últimos quatro anos. Foi uma história longa e complexa que a fase mais recente agravou e aprofundou. Acumularam-se títulos e competências, trabalhou-se muito para a notoriedade da câmara de televisão, mas o país interior, o Portugal rural, foi-se deteriorando e extinguindo. Muita gente emigrou e, entre os que não quiseram emigrar, ficou muita gente degredada nos espaços interiores do ressentimento e da intriga, um exército amargurado e tenso. Todos esperavam um pouco mais e não o tiveram.  

LETRIA, José Jorge, Não se engana o coração – Retrato de uma vida e de Portugal com outra música, Lisboa, Clube do Autor, 2016P 188-189

terça-feira, 21 de abril de 2020

Primavera chegando

Apesar do coronavírus, apesar do confinamento, a Natureza continua o seu trabalho de sempre ;)