segunda-feira, 18 de maio de 2020

O visitante do museu


Museu Berardo, CCB
Mas também o visitante do museu, ao passar
Pelo quadro de onde a figura feminina
O olha, pode enganar-se, pensando que
Aquela figura não é apenas a soma de cores
E de linhas, mas a mulher que o pintor viu, à sua frente, e que estava tão viva
Para ele, no fim do seu trabalho, como tu
Neste poema que desenhou a tua imagem.

JÚDICE, Nuno, Uma teoria da realidade, Navegação de acaso, Lisboa, D. Quixote, 2013, pp. 22-23

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Foz do Arade



Portimão

Quando abre o Parque Infantil?




Tenho saudades de passar por aqui e ouvir a algazarra das crianças

Rio Sorraia

O rio Sorraia é um rio do Ribatejo, em Portugal. Nasce na freguesia do Couço e resulta da junção de duas ribeiras, o rio de Sor e o rio de Raia.É o afluente português do Tejo com maior bacia hidrográfica (7730 km²). recebendo várias ribeiras ao longo do seu curso, sendo as principais as ribeiras de Erra, de Divor e de Juliano, e, junto a Porto Alto, recebe o rio Almansor. 


Teve ao longo dos tempos um papel vital para a região e, segundo registos históricos, já romanos e árabes aqui se fixaram, usufruindo dele no campo agrícola e como meio de comunicação, para exportar os produtos cultivados nas férteis terras do Vale do Sorraia, onde desenvolveram engenhosos sistemas de irrigação que chegaram aos nossos dias

Passa nas vilas de Coruche e de Benavente e desagua no rio Tejo na Ponta da Erva, próximo de Alcochete após percorrer cerca de 155 quilómetros. Era até ao início do século XX navegável, tendo conhecido um significativo tráfego fluvial de escoamento de produtos agrícolas e florestais, nomeadamente cortiça, madeiras e cereais. Até 1870 o seu nome oficial era Amora

Na segunda metade do século XX foi posto em acção o Plano de Irrigação do Vale do Sorraia, através da construção das Barragens de Montargil e Maranhão, conjuntamente com o Canal do Sorraia, para um melhor aproveitamento dos recursos hídricos, potenciando assim o rendimento agrícola da região
.
Os afluentes deste rio são o rio Sôr e Almansor mais as ribeiras do Porto Velho, de Santa Margarida, do Vale Cobrão, do Vale dos Poços, do Trejoito, do Longomel, das Barrosas, da Salgueira, do Divor e da Erra.
Fonte: Wikipédia

Floresta mágica

Lagoa das Patas, Ilha Terceira

Mar relaxante

Meia Praia, Lagos

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Maria, a nossa mãe

Santuário de Fátima

Santa Maria, Mãe de Deus, 
Nossa mãe, ensina-nos a acreditar, esperar e amar contigo.
 Indique-nos o caminho para seu reino. 
Estrela do mar, brilha sobre nós e guia-nos no nosso caminho.

Oração de Bento XVI

terça-feira, 12 de maio de 2020

Coimbra

Hortense

Hortense

Hortense

O mar nos dias de hoje


Meia Praia, Lagos

É, na nossa vida, completamente desnecessário ter qualquer proximidade com o mar, mas a sua simples visão provoca alterações profundas na alma. Creio que, tal como o resultado de uma soma é uma evidência para a razão, a presença do mar é uma evidência para os sentimentos. Nada é estanque na natureza, por isso não é só o delicado equilíbrio entre os sais de sódio e de potássio que se altera radicalmente, modificando a composição do corpo, dos ossos, do sangue, é também a alma que fica salgada, ondulada, habitada por tubarões, algas, sargos, polvos, ostras e cachalotes.

CRUZ, Afonso, Excerto de O ouvido do conde de Chesterfield, Enciclopédia da Estória Universal – Mar, Lisboa, Alfragide, 2014.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Partiste para sempre meu querido pai

Partiste sem te despedires, deixaste saudade nas minhas veias, lembrança na minha respiração, dor em cada passo (...) Fico apenas com uma lágrima de esperança de um sorriso teu.

SARMENTO, Maria, A Loba da montanha, 2008, p. 163

domingo, 10 de maio de 2020

Papoilas



ÉVORA

Jacarandá

Hortense
Jardim Público de Évora
Face melhor de todos nós, ó folha
dos álamos nocturnos e antigos visitados pelo vento,
no calmo outono, o dos primeiros frios, sais
do ângulo dos olhos, acolhes-te ao poema
como no alto mês de maio a flor imóvel do jacarandá

BELO, Ruy, Na Margem da alegria - poemas escolhidos por Manuel Gusmão,  Assírio e Alvim, 2011, p. 35.

sábado, 9 de maio de 2020

Gato preguiçoso

Hortense
Marina de Portimão
Será que está cansado de ver o rio Arade?? É por isso que boceja??

Sé Velha

Hortense
A Sé Velha de Coimbra constitui um dos edifícios em estilo românico mais importantes do país. A sua construção começou  quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. 

Em 1182 as obras estavam adiantadas o suficiente para que o bispo Bernudos, sucessor de Miguel Salomão, fosse enterrado na Sé e, em 1185, foi coroado ali o segundo rei de Portugal, D. Sancho I. Os trabalhos principais terão terminado no início do século XIII, com as obras do claustro começando por volta de 1218, durante o reinado de D. Afonso II. 

A Sé Velha de Coimbra é a única das catedrais portuguesas românicas da época da Reconquista a ter sobrevivido relativamente intacta até os nossos dias.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Montemor-o-Velho




Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa do distrito de Coimbra, situada na província da Beira Litoral, região do Centro e sub-região Região de Coimbra, com cerca de 3 100 habitantes. É sede de um município com 228,96km² de área e 26 171 habitantes, subdividido em 11 freguesias

Fonte: Wikipédia

Travessa eborense

Travessa de André Cavalo

Porco preto

Ovibeja, 2019

O porco preto ibérico, também conhecida em Portugal como Alentejano, é uma raça do porco doméstico (Sus scrofa mediterraneus) que é nativa da área do Mediterrâneo. O porco ibérico, cuja única origem pode ser rastreada até aos tempos antigos, é encontrado em rebanhos agrupados no território central e sul do Península Ibérica.

Fonte: Wikipédia

domingo, 3 de maio de 2020

Porque é que os livros existem?

 Os livros existem porque os seres humanos que lêem têm necessidade deles. E porquê? Porque nos livros se concentra todo o saber produzido ao longo dos últimos milénios, desde que a escrita foi inventada; mas também porque a leitura desperta emoções, associações, recordações e o sentido de aventura que existe dentro de cada um de nós.

FERREIRA, António Mega, Hotel Locarno, Porto, Sextante Editora, 2015, p.105

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Aranha

Araneae (grego: arachne; "aranha") é uma ordem de artrópodes da classe Arachnida que inclui as espécies conhecidas pelos nomes comuns de aranhas ou aracnídeos. Tem distribuição natural em todos os continentes (com excepção da Antártida) e ocorrência em praticamente todos os tipos de habitats terrestres. Apresentam oito pernas e maioritariamente quelíceras que injetam veneno, diferenciando-se anatomicamente dos restantes artrópodes por um plano corporal (tagmose) caracterizado por dois tagmas, o cefalotórax e o abdómen, unidos por uma estrutura pequena e cilíndrica, o pedicelo. Ao contrário dos insectos, as aranhas não apresentam antenas e possuem um sistema nervoso bem desenvolvido e centralizado, o mais centralizado de entre os artrópodes. Produzem teias com grande variabilidade morfológica e de tamanho utilizando seda das aranhas, uma estrutura de base proteica que combina leveza, força e grande elasticidade, sendo em alguns destes aspectos superior aos melhores materiais sintéticos. 

Esta aranha é algarvia, estava escondida no meu quintal ;)
Fonte: Wikipédia

Matando saudades do Algarve





Carvoeiro

Praça 1.o de Maio

ÉVORA

Trabalhar



… não é natural trabalhar por qualquer coisa, seja o que for, sem uma compensação natural, isto é, egoísta; e não é natural dar o nosso esforço a qulaquer fim sem ter a compensação de saber que esse fim se atinge. 

PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999, p 57.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Suricatas



Suricata, suricate ou suricato (Suricata suricatta) é uma espécie de mamífero da família Herpestidae. Pode ser encontrada na África do Sul, Botsuana, Namíbia e Angola. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento (incluindo a cauda), em média 730 gramas de peso, e pelagem acastanhada. Alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.  Estas suricatas são do Zoo de Lisboa mas vi-os na exposição de Darwin, na Gulbenkian, há uns aninhos atrás (isto é o que dá rever imagens durante o confinamento, que parece eterno...)

Fonte: Wikipédia

Ferragudo ao longe

Matando saudades do meu Algarve, já que continuo confinada...