MIA COUTO, Vozes
anoitecidas, 11:ª edição, Editorial Caminho, 2013, p. 69.
quinta-feira, 18 de junho de 2020
quarta-feira, 17 de junho de 2020
terça-feira, 16 de junho de 2020
sábado, 13 de junho de 2020
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Deixai toda a esperança, vós que entrais
Citação na Porta do Inferno segundo Dante Aligheri.
HAWKINS, Peter S, Inferno e Paraíso, São Pedro do Estoril, Saída de Emergência, 2006.
quinta-feira, 11 de junho de 2020
O que nos força o trabalhar?
Trabalhar muito impede-nos de pensar no que aconteceu ou irá acontecer. Força-nos a viver no presente.
Dave Hughes in PELLEGRINO, Nicky, Os ingredientes do amor, Alfragide, Edições Asa, 2010.
quarta-feira, 10 de junho de 2020
O nosso povo
... é mais forte a tendência para a irresponsabilidade do conformismo do que o ímpeto para reconstruir o que foi arrasado. Deste povo nem o obstinado Marquês de Pombal conseguiu fazer outra coisa. Tenho para mim que, na raiz de tudo, está a ignorância crassa e o estúpido isolamento, que fazem que a nossa sobrevivência acabe por não ser mais que um vale de lágrimas e lamentos, em vez de uma exaltante aventura rumo à liberdade da consciência e de iniciativa.
FERREIRA, António Mega, Hotel Locarno, Porto, Sextante Editora, 2015, p. 67.
terça-feira, 9 de junho de 2020
Os pássaros
Os pássaros nascem na
ponta das árvores
As árvores que eu vejo
em vez de fruto dão pássaros
Os pássaros são o fruto
mais vivo das árvores
Os pássaros começam
onde as árvores acabam
Os pássaros fazem
cantar as árvores (…)
BELO, Ruy, Algumas proposições com pássaros e árvores que o poeta
remata com uma referência ao coração, Homem de Palavra[s], Porto, Assírio e
Alvim, 2016, p. 76.
segunda-feira, 8 de junho de 2020
domingo, 7 de junho de 2020
Igreja de São Nicolau
A Igreja de São Nicolau situa-se no centro histórico de Santarém, na freguesia de São Nicolau. Este templo, sede de uma das mais antigas paróquias
da cidade, foi reconstruído no século XVII na sequência de um incêndio,
sendo-lhe então conferido o aspecto actual, representativo do maneirismo e do barroco. A igreja apresenta vários motivos de interesse, dos quais há a destacar os túmulos de João Afonso e de Fernando Rodrigues Redondo e o oratório da fachada testeira, todos classificados como Monumento Nacional.
A data da fundação da igreja é desconhecida, sabendo-se apenas que foi aqui construído um templo gótico no século XIII, em substituição de um outro mais antigo. Este templo medieval
foi completamente destruído por um incêndio em 1600, o que justificou a
sua reconstrução segundo as tendências arquitectónicas da época. A
campanha de obras iniciou-se em 1613 e foi dirigida por Baltazar
Álvares, tendo sido aproveitada parte da estrutura do edifício anterior.
A campanha decorativa incluiu a pintura de brutescos e a colocação de
um silhar de azulejos. O túmulo manuelino de João Afonso, datado do século XVI e já presente no templo primitivo, permaneceu numa das capelas laterais.
Na segunda metade do século XVIII, a igreja sofre uma nova intervenção, sendo então remodelada a fachada e construída a sacristia, com o oratório embebido no paramento exterior. A campanha decorativa do interior incluiu a pintura de marmoreados e a colocação de retábulos e de azulejos.
Fonte: Wikipédia
sábado, 6 de junho de 2020
Jogo de luz e sombra na arquitectura
sexta-feira, 5 de junho de 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
Quando quis...
Quando quis ser fruto
Fui fome,
Não mais do que areia
De um chão sem cio.
Quando sonhei ser pano
Fui agulha.
E morri no sono do
gesto
De enrolar o fio.
Quando aprendi a ser
poente
Já não havia céu.
Quando quis anoitecer
Tudo era luz.
E assim me condeno
Em livre vício:
No mais derradeiro
Eu só vislumbro um
início.
COUTO, Mia, Tardio, Idades cidades divindades – Poesia, 3.ª edição, Alfragide, Caminho, 2016, p.34
COUTO, Mia, Tardio, Idades cidades divindades – Poesia, 3.ª edição, Alfragide, Caminho, 2016, p.34
Canguru
Quinta da Queijaria Cachopas
Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial pertencente a cinco espécies do género Macropus (ver caixa) da família Macropodidae. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas fêmeas, onde a cria completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália, conhecido por seus pulos,mas também há um em Évora para conhecermos!!
Fonte: Wikipédia
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Marina da Horta, Faial
A Marina da Horta é a mais importante dos Açores e a quarta marina mais
visitada do mundo. A sua localização oferece um excelente abrigo contra
os ventos de todas as direções e faz dela uma escala quase obrigatória
para os veleiros que viajam das Caraíbas em direção ao Mediterrâneo e todos deixam a sua marca durante a passagem.
Fonte: http://www.spotazores.com/cam/horta/
domingo, 31 de maio de 2020
Nossa Senhora da Saúde
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| Procissão de Évora |
Nossa Senhora da Saúde é uma das invocações marianas atribuídas à Virgem Maria, sendo, sob essa designação, particularmente cultuada em Portugal.
Tradicionalmente invocada pelos doentes (como afirma o Padre António Vieira no seu Sermão do Nascimento da Mãe de Deus: «Perguntai aos enfermos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Saúde [...]»), tornou-se particularmente cultuada a partir dos finais do século XVI, sendo-lhe atribuída a intervenção miraculosa que levou ao fim de vários surtos de peste
ocorridos em Portugal. Em sua honra, nas povoações libertas do flagelo,
foram-lhe erigidas igrejas ou dedicadas velhas capelas preexistentes.
Assim, o primeiro surto, ocorrido em Lisboa no reinado de D. Sebastião, em 1568, atingiu o seu ponto máximo no Verão do ano seguinte; ante a elevada mortandade (que levou mesmo a que o rei pedisse ao tio Filipe II de Espanha
que enviasse médicos para Portugal, para auxiliar no combate à doença),
a população da capital começou a organizar procissões em honra da
Virgem, para que por sua intercessão pudesse cessar a peste. Tendo a
mortalidade decrescido até ao começo da Primavera
seguinte, o povo agradecido passou a celebrar anualmente uma procissão
em honra de Maria, sob a invocação de Nossa Senhora da Saúde, no 1.º
Domingo de Maio (salvo raras excepções). A imagem protectora foi
depositada na Igreja do Colégio de Jesus, tendo mais tarde sido
transferida, em 1662, para a pequena Capela de Nossa Senhora da Saúde e de São Sebastião da Mouraria, na freguesia de Santa Justa, próxima ao Rossio. A sua procissão é amplamente concorrida todos os anos.
Um novo surto da doença, em 1599, tornou mais visível a devoção pela Senhora da Saúde. A pestilência era tão intensa que muitas pessoas fugiam da capital para os arredores, em busca de ares mais saudáveis. Foi nesse contexto que, por exemplo, nasceu a devoção à Senhora da Saúde na povoação de Montemor, em Loures, onde logo foi erguida uma capela à santa (Capela de Nossa Senhora da Saúde de Montemor).
Fonte: Wikipédia
Vai e vem
A finitude da onda do mar, breve mas constante
sábado, 30 de maio de 2020
A vida é um peso
Viver é fácil: até os mortos conseguem. Mas a vida é um peso que precisa ser carregado por todos os viventes. a vida, caro senhor, a vida é um beijo doce em boca amarga. Se acautele com eles, meu amigo. Uns não vivem por temer morrer; eu não morro por temer viver.
COUTO, Mia, O Último voo do flamingo, 8.ª edição, Alfragide, 2014, p. 167
sexta-feira, 29 de maio de 2020
Rio Mondego e os seus patos
Parque verde de Coimbra
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Os ismos
O socialismo e o comunismo tornam o Estado omnipotente, e os homens iguais
sob esse mosntruoso Rei Absoluto, que nem sequer tem corpo para se poder matar.
Com o socialismo e o comunismo o burguês perde e o trabalhador não ganha. O
burguês fica escravo, o que não era; o operário, ficando igual ao burguês
continua, com outro dono, o escravo que era.
PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999, p. 82.
PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999, p. 82.
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Excursão em fila indiana
Muitos grupos turísticos visitavam a cidade de Évora. Consegui fotografar um bem organizado a sair da cidade (há um ano atrás) através do jardim público. Estes turistas iam satisfeitos, de certeza, por conhecer o rico património histórico da cidade. Mas agora ninguém vem conhecer com medo do vírus. Até quando irá continuar esta situação? É triste ver ruas, lojas, museus e restaurantes vazios... Sentimos falta dos turistas mas também não queremos o vírus... o que vai ser deste mundo?
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