terça-feira, 28 de abril de 2009






As atracções do ZOO incluem um teleférico que dá a volta ao parque, ajudando-nos a ter uma outra visão da baía dos golfinhos, onde se pode ver as acrobacias dos golfinhos e os leões marinhos e não só. Gostei muito da experiência e aconselho a todos!!


Só mete medo quando passamos por cima dos leões ou do rinoceronte!!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Padrinhos no Zoo


Para viabilizar os projectos e a sua sustentabilidade, o Jardim Zoológico de Lisboa, adoptou um programa de Apadrinhamento de Animais por empresas. Esta é umas das formas originais de investir e ajudar o Jardim Zoológico.
Exemplo deste animais que pouco se distinguem das rochas e que são afilhados da Universidade Lusófona!




domingo, 5 de abril de 2009

ANIMAX

O Animax é um parque de diversões de entrada livre que oferece aos visitantes do Jardim Zoológico uma série de equipamentos de diversão, restaurantes, lojas e áreas de descanso.

Todas as diversões, com excepção dos brinquedos individuais, estão acessíveis com um cartão de código de barras do tipo porta-moedas Multibanco;
FONTE: WIKIPÉDIA

quarta-feira, 1 de abril de 2009

REPTILÁRIO DO ZOO

Aproximadamente há 370 milhões de anos, os primeiros animais vertebrados começaram a sua aventura na terra e os répteis foram os primeiros animais terrestres. No Jardim Zoológico de Lisboa quase pode tocar-lhes.


FONTE: WIKIPÉDIA

domingo, 29 de março de 2009

JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA




O Jardim Zoológico de Lisboa, criado em 1884 – o primeiro do género na Península Ibérica – merece uma visita e todos nós neste ano que comemora as 125 primaveras!, observando-se sinteticamente algumas das principais linhas orientadoras que motivaram a iniciativa, tanto no domínio científico como no social e cultural.




sábado, 28 de março de 2009

JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA





O Jardim Zoológico de Lisboa, com 121 anos , é um espaço lúdico e pedagógico, que proporciona memórias e experiências inesquecíveis a adultos e crianças. É uma instituição de utilidade pública, dinâmica e em constante transformação, sempre com novos projectos, ideias e desafios, com vista ao bem-estar dos seus animais, à conservação de espécies em habitat natural e à melhoria da sua imagem e do seu espaço.





ZOO DE LISBOA


O Jardim Zoológico de Lisboa foi inaugurado em 1884. As primeiras instalações situaram-se no Parque de São Sebastião da Pedreira, tendo transitado em 1894 imediatamente para norte, para os terrenos de Palhavã onde hoje se situa a Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1905, o Jardim Zoológico foi transferido para a actual localização, na Quinta das Laranjeiras, em Sete Rios.

A missão do Jardim Zoológico de Lisboa é a conservação e reprodução de espécies em perigo de extinção, a educação, a investigação científica e, naturalmente, o desenvolvimento de experiências lúdicas, para cerca de 800 mil pessoas anualmente.

FONTE: WIKIPEDIA

sábado, 28 de fevereiro de 2009

SÉ DE BRAGA


Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico português, a sua história remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, correspondendo à restauração da Sé episcopal em 1070, de que não se conservam vestígios.
Nesta catedral encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha e sua mulher, Teresa de Leão, os condes do Condado Portucalense, pais do rei D. Afonso Henriques.
Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada, construir no início do século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se o Tesouro Museu da Sé Catedral.
Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

PALÁCIO DO RAIO

O Palácio do Raio, ou Casa do Mexicano é um palácio, localizado em Braga.
Construído em 1754-55, por encomenda de João Duarte de Faria, poderoso comerciante de Braga, e projecto do arquitecto André Soares, é um dos mais notáveis edifícios de arquitectura civil da cidade de Braga, em estilo barroco joanino.
O palácio foi vendido em 1853, por José Maria Duarte Peixoto, a Miguel José Raio, visconde de São Lázaro, ficando conhecido como Palácio do Raio.
Miguel José Raio era um capitalista brasileiro, nascido em Braga, na rua da Cruz de Pedra, em 10 de Maio de 1814 e falecido em 14 de Agosto de 1875.
O novo proprietário, em 1863, abriu a rua em frente do palácio, para permitir uma melhor visão da sua casa e poder construir duas habitações para as suas filhas.
Em 1882 os herdeiros de Miguel José Raio venderam o palácio ao Banco do Minho que, por sua vez, a revendeu, no ano a seguir, à Santa Casa da Misericórdia que nela instalou alguns serviços do Hospital de S. Marcos.
Está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1956.

Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

BRAGA


Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta, conta com mais de 2000 anos de História como cidade. Situada no Norte de Portugal, mais propriamente no Vale do Cávado, Braga possui 175 063 habitantes no seu concelho, sendo o centro da Grande Área Metropolitana do Minho, com 826.833 habitantes. Estatísticas de 2007.

A "Cidade dos Arcebispos": durante séculos o seu Arcebispo foi o mais importante da Península Ibérica; ainda é o detentor do velho título de Primaz das Espanhas.

Fonte: Wikipédia.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

ESCADÓRIO DO BOM JESUS DE BRAGA


O Pórtico, um arco à entrada da escadaria, mostra o brasão de D. Rodrigo de Moura Teles, Arcebispo de Braga, responsável pela construção, em 1723, do primeiro grande lanço de escadaria e capelas. Nesta primeira parte, estão as capelas do início da Via Sacra que acompanham desde a igreja até ao pórtico.


Nesta parte do escadório estão cinco lances de escadas, intervalados por patamares com fontes alegóricas aos cinco sentidos, pela seguinte ordem: Visão, Audição (na foto em baixo), Olfacto, Paladar, Tacto.

FONTE: WIKIPÉDIA.



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

BOM JESUS DE BRAGA


O Santuário do Bom Jesus do Monte ou Santuário do Bom Jesus de Braga é um local religioso e turístico localizado em Tenões, uma freguesia dos arredores de Braga, Portugal. O Bom Jesus possui uma grande igreja, um escadório por onde passa a Via Sacra do Bom Jesus, uma mata (Parque do Bom Jesus) alguns hotéis e um elevador hidráulico centenário.

FONTE: WIKIPÉDIA




domingo, 8 de fevereiro de 2009

GERÊS


O Gerês é uma vila que corresponde territorialmente à freguesia de Vilar da Veiga, do munícipio de Terras de Bouro. Bastante verdejante, é conhecida pelas suas termas e paisagens naturais!


Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Prainha e Três Irmãos




Estas praias do concelho de Portimão, localizam-se na freguesia de Alvor, estão separadas entre si por rochedos com túneis escavados pelo mar, podendo passar facilmente com a maré baixa.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Miradouro dos Castelos



Do Miradouro dos Castelos podemos ver todo o areal da Praia da Rocha e não só, para o lado direito admiramos as falésias nas praias dos Três Castelos e Vau (foto de baixo).

sábado, 31 de janeiro de 2009

Praia da Rocha

Localizada na cidade de Portimão, a Praia da Rocha é uma das praias mais conhecidas do Algarve, na zona central da Baía de Lagos. É a minha praia favorita, tenho acompanhado a sua evolução assim como ela acompanhou o meu crescimento... ou não fosse eu natural desta cidade!!!
Descrita como uma série de areais acompanhados com rochedos de formas caprichosas. Os bares que se encontram na praia, foram recentemente remodelados conferindo um maior atractivo para visitas de turistas.

Como pode ver pelas minhas fotografias é uma praia bastante ampla, por isso mesmo que esteja cheia de turistas há sempre espaço para todos, o que explica as actividades desportivas organizadas ao longo do Verão!


Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

SÉ DE ÉVORA

A Basílica de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida por Catedral de Évora, ou simplesmente Sé de Évora, apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, esta catedral de granito só ficou pronta em 1250.
É um monumento marcado pela transição do estilo românico para o gótico, marcado por três majestosas naves.
Nos séculos XV e XVI, a catedral recebeu grandes melhoramentos, datando dessa época o coro-alto, o púlpito, o baptistério e o arco da capela de Nossa Senhora da Piedade, também conhecida por Capela do Esporão, exemplar raro de arquitetura híbrida palteresca, datado de 1529.

Do período barroco datam alguns retábulos de talha dourada e outros melhoramentos pontuais nas decorações sumptuárias.

Ainda no século XVIII a catedral foi enriquecida com a edificação da nova capela-mor, patrocinada pelo Rei D.João V, onde a exuberância dos mármores foi sabiamente conjugada com a austeridade romano-gótica do templo.

Em 1930, por pedido do Arcebispo de Évora, o Papa Pio XI concedeu à Catedral o título de Basílica Menor.
Fonte: Wikipédia

Caves Porto Ferreira

A Casa Ferreira possui três grandes propriedades na zona da Apelação e Controlo do Douro: Na região do Pinhão, considerada como centro do Vinho do Porto, a Quinta do Porto e a Quinta do Seixo, propriedades com uma longa e prestigiosa tradição na história da produção do Vinho do Porto.
No Douro Superior, a Quinta da Leda, que apesar de ter sido plantada recentemente merece a estrela que tem pela qualidade da produção de vinho dessa região.
Os Vinhos do Porto Ferreira é desde 88 a marca líder em Portugal com uma parte do mercado de 21%. Esta posição resulta de certos factores a que os Ferreira dão uma atenção especial:Selecção específica das vinhas: 65% das vinhas utilizadas pela Ferreira provêm das propriedades A e B e não cobrem nem 23% da produção global do Porto.
Aliança entre os métodos tradicionais e os modernos, um bom domínio das colheitas das vinhas Ferreira tem as suas próprias vinhas e controla as dos pequenos proprietários. Uma pequena parte dessas vinhas são tratadas à boa maneira tradicional, enquanto que as outras num dos três centros de vinificação da Ferreira, que estão dotados dos meios mais modernos.
A experiência de oito gerações de produção, o envelhecimento e comercialização do Vinho do Porto, a qualidade e o volume de stocks de vinhos seleccionados e de grande idade, a preocupação constante de manter a sua prestigiosa imagem de marca, assegura à Porto Ferreira, uma posição de líder no Mercado Português, e uma implantação comercial da sua marca nos principais mercados do Mundo.

Fonte: http://mjfs.spaceblog.com.br/39537/Caves-Ferreira-Vinho-do-Porto/

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Vinhos Porto Ferreira

A sociedade A. A. Ferreira, S.A. ao contrário da maior parte das outras casas do vinho do Porto tem uma origem de propriedade.


Com efeito, Manuel Ferreira, o dono das propriedades que hoje constituem a zona de Apelação e Controlo do Douro. Mas, foram os seus netos, José Bernardo (1782-1853) e António Bernardo (1787-1835) que no início do século XIX alargaram notoriamente o património agrícola comum, criando na realidade, os alicerces duma importante produção. Um casamento entre primos dos seus descendentes, Antónia Bernardo (1812-1844) e Antónia Adelaide (1811-1896) consolida a unidade das suas actividades agrícolas e comerciais.

Dona Antónia Adelaide Ferreira, viúva aos trinta e três anos, mulher de rara energia tinha um talento comercial do qual não se conhece outro exemplo na sociedade portuguesa do seu tempo.Assim, e apesar dos problemas políticos da época, um novo impulso foi dado à cultura da vinha no Douro, criando novos vinhos, hoje em dia muito famosos. Ela mandou construir nas zonas que eram desérticas ruas e, nelas criou hospitais, escolas e creches, uma acção social reconhecida e notória de que ainda hoje se ouve falar.A sua inteligência e bondade deram-lhe a alcunha de "Ferreirinha", a pequena Ferreira que conquistou a maior admiração dos seus contemporâneos. É assim que, hoje em dia os vinhos são conhecidos em Portugal (Ferreirinha).

É servido de um Porto Ferreira?

Fonte: http://mjfs.spaceblog.com.br/39537/Caves-Ferreira-Vinho-do-Porto/















segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

VINHO DO PORTO

O vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da região demarcada do Douro, no norte de Portugal a cerca de 100 km a leste do Porto. Régua e Pinhão são os principais centros de produção, mas algumas das melhores vinhas ficam na zona mais a leste.


Apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como "Vinho do Porto" a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade.


A "descoberta" do Vinho do Porto é polémica. Uma das versões, defendida pelos produtores de nacionalidade inglesa, refere que a origem data do século XVII, quando os mercadores britânicos adicionaram brandy ao vinho da região do Douro para evitar que ele azedasse. Mas o processo que caracteriza a obtenção do precioso néctar era já conhecido bem antes do início do comércio com os ingleses.
Já na época dos Descobrimentos o vinho era armazenado desta forma para se conservar um máximo de tempo durante as viagens. A diferença fundamental reside na zona de produção e nas castas utilizadas, hoje protegidas. A empresa Croft foi das primeiras a exportar vinho do Porto, seguida por outras empresas inglesas e escocesas.


O que torna o vinho do Porto diferente dos restantes vinhos, além do clima único, é o facto de a fermentação do vinho não ser completa, sendo parada numa fase inicial (dois ou três dias depois do início), através da adição de uma aguardente vínica neutra (com cerca de 77º de álcool). Assim o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce (visto o açúcar natural das uvas não se transformar completamente em álcool) e mais forte do que os restantes vinhos (entre 18 e 22º de álcool).
Fundamentalmente consideram-se três tipos de vinhos do Porto: Branco, Ruby e Tawny.

FONTE: WIKIPÉDIA.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sesimbra


Sesimbra é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Setúbal, região de Lisboa e sub-região da Península de Setúbal, com cerca de 5 800 habitantes (2001).
É sede de um município com 194,98 km² de área e 37 567 habitantes (2001), subdividido em 3 freguesias: Castelo, Santiago e Quinta do Conde.
A foz do rio Sado, a serra da Arrábida,o cabo Espichel e lagoa de Albufeira fazem parte da paisagem natural de Sesimbra.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Ponte D. Luís

A necessidade de haver uma travessia permanente entre as duas margens do Douro para circulação de pessoas e mercadorias, levou à construção da Ponte das Barcas em 1806, anteriormente a travessia do rio fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões.

A ponte era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial.

O aumento do tráfego exigiu a construção de uma ponte permanente o que levou à construção da Ponte pênsil em 1843, desmantelada anos mais tarde após a abertura da Ponte Luís I em 1886, a ponte mais antiga da cidade que permanece em actividade.

Primitivamente servida como ligação rodoviária entre as zonas baixa e alta de Vila Nova de Gaia e do Porto e, de uma forma mais geral, entre o norte e o sul do país, durante largas décadas.

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ponte D. Maria


A Ponte Maria Pia, construída entre Janeiro de 1876 e 4 de Novembro de 1877 pela empresa de Gustave Eiffel, foi a primeira ponte ferroviária a unir as duas margens do Douro.
Dotada de uma só linha, o que obrigava à passagem de uma composição de cada vez, a uma velocidade que não podia ultrapassar os 20 km/h e com cargas limitadas, no último quartel do século XX tornou-se evidente que a ponte já não respondia de forma satisfatória às necessidades.
O que levou a que fosse desactivada e substituída pela Ponte de São João em 1991.
Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Porto

O Porto é um município português de 41,66 km² de área onde residem cerca de 240.000 habitantes (2008).
A cidade metrópole ormada por municípios adjacentes que fomam entre si um único aglomerado urbano conta com cerca de 1.400.000 habitantes.
Além disto, é o centro de uma grande área metropolitana com cerca de 2 milhões de habitantes.

A cidade do Porto é conhecida como a Capital do Norte ou a Cidade Invicta. É a cidade que deu o nome a Portugal – desde muito cedo (c. 200 a.C.) que se designava de Portus, vindo mais tarde a tornar-se a capital do Condado Portucalense, ou Portucale (Reino que deu o nome a Portugal).
É ainda uma cidade conhecida mundialmente pelo seu vinho, o seu centro histórico, catalogado como Património Mundial pela UNESCO e pelo seu famoso clube de futebol (Futebol Clube do Porto).
Fonte: Wikipédia.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Igreja de S. Francisco, Porto

Em substituição da Capela de S. Miguel, a Igreja de São Francisco, a única de arquitectura gótica na cidade do Porto, começou a ser edificada em 1383, tendo sido acabada em 1410.

Sofrendo várias alterações ao longo dos tempos, estas não alteraram o seu cunho arquitectónico.

No século XVII e século XVIII, contrastando com a austeridade das linhas góticas exteriores, a igreja foi exuberantemente decorada interiormente por talha barroca dourada.

Em seguimento à extinção das Ordens religiosas cuja lei data de 30 de Maio de 1834, a igreja serviu de armazém da Alfândega até 1839, tendo depois sido devolvida à Venerável Ordem Terceira de S. Francisco.

A igreja está classificada como Monumento Nacional desde 1910.

A instalação dos Franciscanos na cidade do Porto não foi fácil nem pacífica. O primeiro grupo de seguidores do «Poverello» de Assis chegou a Portugal em 1216 e os primeiros conventos que fundaram foram os de Coimbra, Lisboa e Guimarães. À medida que os discípulos iam aumentando, novos cenóbios foram criados noutras localidades do Reino, cedo granjeando a simpatia e o apoio das populações. Em 1232, alguns cidadãos do Porto solicitaram aos frades menores que se instalassem na cidade, fundando aqui um convento.
Um velho portuense ofereceu-lhes mesmo um terreno que possuía no sítio chamado da Redondela (sensivelmente no local onde está agora o Palácio da Bolsa e a igreja de S. Francisco),nas faldas do monte que subia para o Olival, designado Belomonte. A oferta foi aceite com agrado e logo os Franciscanos trataram de se instalar na cidade. Nesse tempo, o bispo D. Martinho Rodrigues andava em litígio com o rei D. Sancho II. por causa dos limites do couto episcopal. Argumentava o bispo que o burgo de que era senhor (desde a doação de D. Teresa a D. Hugo e seus sucessores, em 1120) tinha como limite o rio Frio, que descia pelo monte das Virtudes, em Miragaia, e ia desaguar no Douro mais ou menos onde se construiu o edifício da Alfândega. Contrapunha o rei que o «canal maior» referido como limite no documento de doação (texto em que se estribava também o prelado, mas com interpretação diversa) não era esse rio, mas sim o rio da Vila, que corria mais a oriente, por onde são agora as ruas de Mouzinho da Silveira e de S. João (e corre ainda hoje, mas agora canalizado sob essas ruas). Ora, nesse ano de 1232, quando os Franciscanos chegaram ao Porto, o bispo estava ausente da cidade, tendo-se deslocado a Roma precisamente para tentar resolver junto do Papa a discórdia que o opunha a D. Sancho.
Esta era uma questão antiga que já tinha provocado vários conflitos entre a Mitra e a Coroa e iria dar azo a muitos outros. A criação do concelho de Vila Nova Gaia (Vila Nova del Rei, como é referida em documentos do tempo), em Setembro de 1255, deve-se, em certa medida a tais discórdias. De facto, D. Afonso III criou essa nova Vila, na margem esquerda do Douro, constituindo aí um burgo da Coroa, com que esta procurava eximir-se do pagamento dos dízimos dos direitos devidos aos bispos do Porto pelo tráfego que se fazia pelo rio. A criação de um burgo grandemente aforalado de privilégios em Gaia formando ali uma vila destinada a ser rival da povoação eclesiástica da margem fronteira foi uma forma hábil de o rei afrontar o bispo. Este apelou para o Papa e D. Afonso III cedeu, à hora da morte, mas o «veneno» da divisão já estava lançado...Os frades, entretanto, tomando posse do terreno doado, começaram a construir, em 1233, o seu convento, junto duma capela que ali existia, da invocação de S. Miguel e que seria substituída, anos mais tarde, pela igreja que haveria de ser o núcleo do majestoso templo gótico que ainda hoje se ergue no local.
Começadas as obras, o Deão e o Cabido, na ausência do bispo, advertiram os frades de que não podiam construir o convento sem licença do prelado, o legítimo senhor do terreno, e embargaram as obras. Os frades, que alinhavam no entendimento do rei acerca dos limites do couto, e por ele apoiados, não acataram a proibição, ( então os cónegos impediram as obras pela força «à mão armada», dizem alguns cronistas), tendo os Franciscanos fugido para bordo de vários navios ancorados no Douro.
A pedido dos frades, D. Sancho II. interveio, aproveitando esse incidente para afrontar uma vez mais o bispo e ordenou a continuação das obras, reafirmando que o convento estava a ser construído já fora dos limites do burgo, em terrenos da Coroa. Quando D. Martinho regressou de Roma, em 1254, e teve conhecimento destas ocorrências, confirmou as determinações do Cabido e fulminou com a excomunhão todos os que não acatassem essa ordem ou protegessem os frades, ordenando a sua imediata expulsão da cidade.
Os Franciscanos , confiados no apoio do rei, não obedeceram e o bispo não esteve com meias medidas, expulsou-os violentamente, mandou destruir e incendiar o convento e meteu na prisão o homem que lhes tinha dado o terreno. D. Martinho morreu em 1255. Sucedeu-lhe D. Pedro Salvadores, que, pressionado pelo Papa, teve atitude diferente permitindo que os Franciscanos erguessem o seu convento. Para o que muito contribuiu também a intercessão do próprio D. Sancho II. (um rei profundamente religioso e que era terceiro secular de S. Francisco, daí lhe vindo o cognome de «Capelo», devido à veste que usava, semelhante à dos frades).
Curiosamente, a entrada dos dominicanos no Porto fica a dever-se, em larga medida, a este conflito com os Franciscanos, D. Pedro Salvadores, ao permitir que estes se instalassem na cidade chamou também os frades de S. Domingos, oferecendo-lhes um terreno para construírem um convento ao lado do dos Franciscanos...Ao fim de todos estes conflitos, em 1244, puderam os Franciscanos erguer o seu convento, que se foi alargando e enriquecendo ao longo dos séculos e subsistiu até 1852. Na noite de 24 de Junho desse ano, no aceso da lutas do Cerco do Porto e estando então o convento ocupado pelas forças liberais, deflagrou um grande incêndio que destruiu completamente a parte conventual, poupando apenas a igreja. Nas ruínas do extinto convento, cedidas definitivamente, em 1841, pelo Governo à Associação Comercial do Porto, ergueu esta, depois, o Palácio da Bolsa.Frades mendicantes.O estabelecimento das ordens mendicantes no Porto data da primeira metade do século XIII. Nessa altura, tanto os Franciscanos como os dominicanos construíram na cidade os seus primeiros conventos, praticamente lado a lado. As construções conventuais e as respectivas cercas englobavam então toda a área ocupada, na actual urbanização, pela Praça do Infante, o Mercado Ferreira Borges, o Palácio da Bolsa e as ruas de Ferreira Borges, do Comércio do Porto e da Bolsa. Mas, desses dois antigos conventos de S. Francisco e de S. Domingos resta hoje apenas a igreja gótica de S. Francisco e algumas reminiscências toponímicas.Igreja de S. Francisco.


Fonte: Wikipédia e http://amen.no.sapo.pt/O.S.Francisco.htm#Uma%20história%20atribulada