A morte e a vida são a mesma coisa. São as duas faces do mesmo seixo. É porque o seixo é opaco que as pessoas não vislumbram o outro lado. Ou porque o seu rebolar constante as distrai. Mas, nem por um momento, se tornam noutra coisa.
CACHAPA, Possidónio, Viagem ao coração dos pássaros, Lisboa, Assírio e Alvim, 1999, p. 44.
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