sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Sombra ondulante

A calçada portuguesa que relembra as ondas do mar, neste largo de Cascais, dão uma sensação de movimento enaltecida pelas sombras do fim do dia, e da fotógrafa, também!

Vai onde o coração te levar

Sabes qual é o erro que cometemos sempre?

Acreditar que a vida é imutável, que, mal escolhemos um caminho, temos de o seguir até ao fim.

Contudo, o destino tem muito mais imaginação do que nós… precisamente quando se pensa que se está num beco sem saída, quando se atinge o cúmulo do desespero, com a velocidade de uma rajada de vento, tudo muda, tudo se transforma e, de um momento para o outro, damos por nós a viver uma nova vida.

Se, esteja onde estiver, arranjar maneira de te ver, só ficarei triste, como fico triste sempre que vejo uma vida desperdiçada, uma vida em que o caminho do amor não conseguiu cumprir-se.

Tem cuidado contigo.

Sempre que, à medida que fores crescendo, tiveres vontade de converter as coisas erradas em certas, lembra-te que a primeira revolução a fazer é dentro de nós próprios, a primeira e a mais importante.

Lutar por uma ideia sem se ter uma ideia de si próprio é uma das coisas mais perigosas que se pode fazer.

Quando te sentires perdido, confuso, pensa nas árvores, lembra-te na forma como crescem.

Lembra-te que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem. As raízes e os ramos devem crescer de igual modo, deves estar nas coisas e estar sobre as coisas, só assim poderás dar sombra e abrigo, só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos. E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-se e espera.

Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo e, sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar.

Fica quieto, em silêncio, e ouve o teu coração.

Quando ele te faltar, levanta-te, e vai onde ele te levar.

SUSANA TAMARO

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Mercado da Ribeira

 









O Mercado da Ribeira é um mercado de produtos alimentares e outros no Cais do Sodré, em Lisboa. Tem cerca de 10 mil metros quadrados de área coberta. Inaugurado a 1 de Janeiro de 1882, o mercado foi sofrendo sucessivas remodelações e ampliações. 

A 7 de Junho de 1893 um incêndio destruiu a parte do lado nascente do mercado. Em 2000 o mercado abandonou a actividade de comércio grossista mas manteve o retalhista. Em 2001, com a inauguração do novo primeiro piso, o espaço iniciou uma nova vertente social, cultural e recreativa. Ainda em remodelação na zona do mercado tradicional.

O Mercado da Ribeira apresenta uma imagem renovada e moderna na zona "Time out", a dos pequenos restaurantes, onde se pode provar de tudo um pouco. Gostei muito de conhecer esta vertente, todavia, o mercado tradicional a funcionar, deixa um pouco a desejar, pó e alimentos não coincidem na minha opinião.


Fonte: Wikipédia.

domingo, 7 de setembro de 2014

Cores rochosas

Praia do Alemão, Portimão

Algo para pensar quando se visita um museu

O que é que conta mais quando entramos num museu? O tempo ou o espaço? Estamos por certo num lugar em que os corpos e os olhares se cruzam, os nossos, os das peças, e aí interagimos dos mais diversos modos.

Texto de José Luís Porfírio na revista Actual do Expresso, Agosto de 2014.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Procuradoria Geral da República - Palácio Palmela

A Procuradoria-Geral da República é o órgão superior do Ministério Público. As negociações tendentes à aquisição do imóvel desta instituição actual, o Palácio Palmela, pelo Ministério da Justiça foram iniciadas durante a permanência do Dr. António de Almeida Santos no cargo de ministro da Justiça, sendo procurador-geral o conselheiro Eduardo Augusto Arala Chaves.

Nas negociações diversas, acabou por se incluir no valor global da aquisição algumas valiosas peças de recheio: duas estátuas em mármore de Carrara sobre peanha rotativa, também em mármore, do século XIX, da autoria do escultor francês Guilhaume, que se encontram no vestíbulo de entrada do Palácio; um lanternim em bronze, também do século XIX, igualmente colocado no vestíbulo; um armário holandês do século XVII, de carvalho, entalhado; uma escrivaninha francesa em estilo império, de madeira exótica, com metal dourado; duas grandes consolas em madeira pintada e dourada, com espelhos da época; diversos armários; dois grandes lustres ingleses de cristal de fins do século XVIII, e cinco quadros a óleo sobre tela da escola espanhola do século XVII (precursores de Velázquez), representando personagens da época (retratos de D. Francisco de Sousa, capitão da guarda de el-rei o cardeal D. Henrique, D. Francisco de Sousa, trinchante de el-rei D. Sebastião, D. Maria Barreto, morgada dos Barretos de Tavira, D. Luísa de Meneses e um cavaleiro montado). 
 

A escritura de compra e venda teve, finalmente, lugar no dia 19 de Agosto de 1977, no 15.° Cartório Notarial de Lisboa. Ao findar o 1.° trimestre de 1981, o Palácio Palmela constituía um deleite para os olhos mais ávidos do belo, sem nenhuma ofensa às suas anteriores estruturas e belezas. Os mais receosos interrogavam-se apenas sobre se a parte de construção civil não viria a revelar defeitos não aparentes e se os dois pisos superiores não viriam a acusar sequelas das suas antiquadas estruturas.  A 18 de Maio de 1982 fez-se, finalmente, a inauguração solene das novas instalações da Procuradoria-Geral da República, com as presenças do Presidente da Republica, do Presidente da Assembleia da Republica, do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, do Primeiro-Ministro, do Ministro da Justiça e de outros membros do Governo, de representantes do general CEMGFA e de S. E. o Cardeal-Patriarca de Lisboa, de representantes da família Palmela e dos obreiros da maravilhosa recuperação conseguida. 

Fonte: Site da Procuradoria Geral da República Portuguesa.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Museu do Chocolate


 


Museu do Chocolate, Bruges

Alforreca


As medusas, mães d'água, águas-vivas ou alforrecas são forma de vida livre dos cnidários adultos, que se encontram nas classes Scyphozoa, Hydrozoa e Cubozoa. Quase todas as medusas vivem nos oceanos, como componentes do zooplâncton.
Como todos os cnidários, o corpo das medusas é basicamente um saco com simetria radial formado por duas camadas de células - a epiderme, no exterior, e a gastroderme no interior - com uma massa gelatinosa entre elas, chamada mesogleia e aberto para o exterior. A forma pode variar desde um disco achatado até uma campânula quase fechada; na margem livre deste disco, que pode ser lisa, fendida ou ondulada, as medusas ostentam coroas de tentáculos com células urticantes, capazes de ejectar um minúsculo espinho que contém uma toxina, o nematocisto. Em algumas medusas, principalmente nos Scyphozoa, onde são mais desenvolvidas, a boca, chamada arquêntero, está munida de tentáculos, também com células urticantes e, por vezes, um véu chamado manúbrio. As medusas usam estes "aparelhos" não só para se defenderem dos predadores, mas também para imobilizarem uma presa, como um pequeno peixe, para se alimentarem. O corpo das medusas é formado por 95-99% de água.
Uma das medusas mais comuns é a medusa-da-lua (Aurelia aurita), que se encontra em quase todos os oceanos do mundo.
Fonte: Wikipédia

domingo, 31 de agosto de 2014

O que vemos por detrás do muro?

Vestígios de mais uma casa arruinada eborense...

Cascais

Cascais é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, região de Lisboa e sub-região da Grande Lisboa, com cerca de 35 400 habitantes. Situa-se a cerca de 30 minutos de Lisboa, junto à orla marítima. É a quinta vila mais populosa de Portugal e merece sempre uma visita! O cheiro a mar, os inúmeros museus e a sua escala humana fascina-me.

 



Fonte: Wikipédia.

sábado, 30 de agosto de 2014

Casa das Histórias







Gostei de visitar este museu mais pela sua arquitectura do que pela colecção em si, uma vez que não sou grande admiradora da obra de Paula Rego - acho-a muito deprimente! - e é sempre bom ver um museu feito de raíz! Espaçoso, luminoso e com espaços museológicos distintos. Cascais sabe investir na cultura!

O museu faz-me lembrar o palácio da vila de Sintra pelas suas torres. Tive foi o prazer de ver no restaurante o escritor valter hugo mãe.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Escultura de Antero de Quental

No jardim do Principe Real encontra-se este busto, obra do Mestre Lagoa Henriques, em memória do 1º Centenário da Morte de Antero de Quental.

Fonte: Wikipédia.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

"Ao leme" no jardim Roque Gameiro

Há uma forte relação simbólica deste monumento com o Cais do Sodré. Cais que fora a antiga praça dos Remolares e anterior praia, que chegava perto da linha actual dos eléctricos. Local de ancestrais tradições marítimas, o topónimo remontará a 1370 com remulare, termo de uso corrente já em 1434.
O séc. XIX confirmou-lhe o significado associando-o a remador, manobra dos remos, marinheiros e respectivas equipagens.

Desde o período das Descobertas e até bem dentro do século XX, o Cais do Sodré fora um dos principais e mais directos portos de entrada na cidade de Lisboa, acedendo-se a ele directamente pela actual Rua do Alecrim. A escultura “Ao Leme”, de Francisco Santos, situa-se ali, no Jardim Roque Gameiro, assim chamado a partir de 1934. Concebida em 1913, foi inaugurada em 1915. Pensou-se inicialmente em colocar ali a estátua de Camões, mas em seu lugar ficou esta obra de Francisco Santos, decisão que foi tomada depois do aterro ter sido concluído até ao local onde o rio corre actualmente.

De realçar a boa qualidade figurativa que apresenta a obra, assim como o forte sentido de movimento que o tema exibe: a força física do marinheiro firmada na orientação do leme deixa antever a determinação do homem perante os caprichos do rio, ainda selvagem, cruzado até épocas recentes à força de braços. Ali subjacente está o tema do confronto do homem face ao ímpeto dos elementos, personificados pela inclemência do Tejo.
Fonte: Carlos Cabaço in http://www.lisboapatrimoniocultural.pt/artepublica/eescultura/pecas/Paginas/Ao%20leme.aspx

Chaminés "ferrosas"

Rua Bernardo Matos

ÉVORA