Quando o dia
Da noite se separa sem sabermos
Qual deles nos prepara
Seja para o passado
(...)
seja para cumprir o contrato da nossa
tão incerta saída (de que vida?)
os astros vão
esquecer-nos e deixarão por fim
Que a luz abandonando a pele há tanto ao cósmico
desígnio subjugada,
não seja mais a voz outrora já
escutada
dentro do alto forno que nos forjou a cara
CRUZ, Gastão, Existência, Porto, Assírio e Alvim, 2017, p. 12.
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