quarta-feira, 27 de maio de 2020

Évora deserta













Em Abril foi assim devido ao confinamento. Esperemos que todos se portem bem para não voltar o estado de emergência.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Museu da Ciência da Universidade de Coimbra


No Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, podemos apreciar várias salas, umas dedicadas à química o outras à zoologia, como o deste caso - num verdadeiro gabinete de curiosidades! A colecção zoológica deste museu é a mais extensa e numerosa atingindo cerca de 500.000 exemplares. Contém o maior espécime de todo o espólio do museu, um esqueleto montado de baleia-comum ou rorqual-comum de 20m de comprimento, e os de menores dimensões do grupo dos insectos. A colecção de vertebrados representa 5% do total e é composta por: peles de mamíferos, aves e peixes conservadas em seco e montadas para exposição; espécimes completos de répteis, anfíbios e peixes conservados em líquido; e uma colecção osteológica de esqueletos montados e crânios. Destaca-se a colecção de aves pela representação de espécies a nível mundial, em particular de Portugal e países de expressão portuguesa associada a uma colecção de ovos e ninhos. Entre os mamíferos encontram-se exemplares únicos a nível nacional nomeadamente um exemplar de urso e um casal de cabras do Gerês, ambos extintos em Portugal. Os invertebrados representam o resto da colecção dos quais 60% são insectos e 39% são moluscos (conchas). As colecções mais importantes são as de escaravelhos (coleópteros), borboletas (lepidópteros) e conchas (moluscos). 

Fonte: http://www.museudaciencia.org/index.php?module=content&option=collections&action=description

Ao ataque...

.... À onda, na Praia da Tamargueira, Buarcos

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Aqueduto da Amoreira

O Aqueduto da Amoreira, localiza-se  em Elvas, distrito de Portalegre, ligando o local da Amoreira à cidade de Elvas. Com 8,5 quilómetros de extensão, 843 arcos com mais de cinco arcadas e torres que se elevam a 31 metros de altura, é considerado o maior aqueduto da Península Ibérica. O aqueduto comporta um conjunto de diversas galerias, que numa primeira zona são subterrâneas, e ao nível do terreno são formadas por quatro arcadas sobrepostas, apoiadas em pilares quadrangulares e fortalecidas por contrafortes semi-circulares, perfazendo uma altura de trinta e um metros.

No início do reinado de Manuel I de Portugal, este autorizou o lançamento de um imposto, o "Real de Água", para serem executadas obras de conservação no poço medieval. Estas obras não resolveram os problemas de abastecimento existentes, pelo que a edilidade local pensou em construir um aqueduto que trouxesse a água desde os arrabaldes, no local da Amoreira, até ao centro da cidade.

Em 1537 João III de Portugal designou o arquitecto Francisco de Arruda, então mestre das obras do Alentejo e autor do Aqueduto da Água de Prata de Évora, para executar o projecto do novo aqueduto de Elvas. As obras iniciaram-se no mesmo ano, prosseguindo até 1542, data em que a extensão do canal chegava ao Convento de São Francisco. Seguiu-se então a execução da parte mais complexa do projecto, uma vez que depois dos seis quilómetros iniciais já edificados, os arcos do aqueduto iriam aumentar de dimensão. A obra tornava-se cada vez mais onerosa, embora os impostos cobrados aos habitantes da cidade destinados à edificação do aqueduto fossem sendo aumentados ao longo dos anos.

 As obras foram retomadas no início do século XVII, e cerca de 1610 concluiu-se que era necessário alterar o projecto do aqueduto, dando-lhe mais altura, para que fosse possível levar a água até ao Largo da Misericórdia. Esta decisão atrasou ainda mais a conclusão dos trabalhos, devido não só às dificuldades práticas relacionadas com o trabalho de engenharia como também pelo aumento dos custos do projecto. Finalmente, em 1620 correram pelo aqueduto as primeiras águas dentro dos muros da cidade, que iam então desembocar numa fonte provisória construída junto à antiga Igreja da Madalena.

Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910 e integra o sítio denominado Cidade Fronteiriça e de Guarnição de Elvas e as suas Fortificações, classificado pela UNESCO como Património Mundial desde 2012. 

Fonte: Wikipédia

O rio nunca se arrepende

Rio Tejo
... o rio nunca se arrepende, nunca volta para a nascente. Quando resolve desaguar é como o tempo. Ambos correm em direcção ao mar e nunca voltam para trás.

CRUZ, Afonso, O princípio e o fim são a mesma água salgada, O Pintor debaixo do lava-loiças, Alfragide, Caminho,  2001, p. 106.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Regra n.º 1 dos museus

Não se esqueçam de a cumprir, agora que vamos poder voltar a visitar museus: respeitar uma obra de arte é respeitar o nosso património e preservar a memória para as próximas gerações

Vamos ficar todos bem?

Nós bem queremos mas a crise que aí vem vai deixar-nos marcas...

O visitante do museu


Museu Berardo, CCB
Mas também o visitante do museu, ao passar
Pelo quadro de onde a figura feminina
O olha, pode enganar-se, pensando que
Aquela figura não é apenas a soma de cores
E de linhas, mas a mulher que o pintor viu, à sua frente, e que estava tão viva
Para ele, no fim do seu trabalho, como tu
Neste poema que desenhou a tua imagem.

JÚDICE, Nuno, Uma teoria da realidade, Navegação de acaso, Lisboa, D. Quixote, 2013, pp. 22-23

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Foz do Arade



Portimão

Quando abre o Parque Infantil?




Tenho saudades de passar por aqui e ouvir a algazarra das crianças

Rio Sorraia

O rio Sorraia é um rio do Ribatejo, em Portugal. Nasce na freguesia do Couço e resulta da junção de duas ribeiras, o rio de Sor e o rio de Raia.É o afluente português do Tejo com maior bacia hidrográfica (7730 km²). recebendo várias ribeiras ao longo do seu curso, sendo as principais as ribeiras de Erra, de Divor e de Juliano, e, junto a Porto Alto, recebe o rio Almansor. 


Teve ao longo dos tempos um papel vital para a região e, segundo registos históricos, já romanos e árabes aqui se fixaram, usufruindo dele no campo agrícola e como meio de comunicação, para exportar os produtos cultivados nas férteis terras do Vale do Sorraia, onde desenvolveram engenhosos sistemas de irrigação que chegaram aos nossos dias

Passa nas vilas de Coruche e de Benavente e desagua no rio Tejo na Ponta da Erva, próximo de Alcochete após percorrer cerca de 155 quilómetros. Era até ao início do século XX navegável, tendo conhecido um significativo tráfego fluvial de escoamento de produtos agrícolas e florestais, nomeadamente cortiça, madeiras e cereais. Até 1870 o seu nome oficial era Amora

Na segunda metade do século XX foi posto em acção o Plano de Irrigação do Vale do Sorraia, através da construção das Barragens de Montargil e Maranhão, conjuntamente com o Canal do Sorraia, para um melhor aproveitamento dos recursos hídricos, potenciando assim o rendimento agrícola da região
.
Os afluentes deste rio são o rio Sôr e Almansor mais as ribeiras do Porto Velho, de Santa Margarida, do Vale Cobrão, do Vale dos Poços, do Trejoito, do Longomel, das Barrosas, da Salgueira, do Divor e da Erra.
Fonte: Wikipédia

Floresta mágica

Lagoa das Patas, Ilha Terceira

Mar relaxante

Meia Praia, Lagos

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Maria, a nossa mãe

Santuário de Fátima

Santa Maria, Mãe de Deus, 
Nossa mãe, ensina-nos a acreditar, esperar e amar contigo.
 Indique-nos o caminho para seu reino. 
Estrela do mar, brilha sobre nós e guia-nos no nosso caminho.

Oração de Bento XVI

terça-feira, 12 de maio de 2020

Coimbra

Hortense

Hortense

Hortense

O mar nos dias de hoje


Meia Praia, Lagos

É, na nossa vida, completamente desnecessário ter qualquer proximidade com o mar, mas a sua simples visão provoca alterações profundas na alma. Creio que, tal como o resultado de uma soma é uma evidência para a razão, a presença do mar é uma evidência para os sentimentos. Nada é estanque na natureza, por isso não é só o delicado equilíbrio entre os sais de sódio e de potássio que se altera radicalmente, modificando a composição do corpo, dos ossos, do sangue, é também a alma que fica salgada, ondulada, habitada por tubarões, algas, sargos, polvos, ostras e cachalotes.

CRUZ, Afonso, Excerto de O ouvido do conde de Chesterfield, Enciclopédia da Estória Universal – Mar, Lisboa, Alfragide, 2014.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Partiste para sempre meu querido pai

Partiste sem te despedires, deixaste saudade nas minhas veias, lembrança na minha respiração, dor em cada passo (...) Fico apenas com uma lágrima de esperança de um sorriso teu.

SARMENTO, Maria, A Loba da montanha, 2008, p. 163

domingo, 10 de maio de 2020

Papoilas



ÉVORA

Jacarandá

Hortense
Jardim Público de Évora
Face melhor de todos nós, ó folha
dos álamos nocturnos e antigos visitados pelo vento,
no calmo outono, o dos primeiros frios, sais
do ângulo dos olhos, acolhes-te ao poema
como no alto mês de maio a flor imóvel do jacarandá

BELO, Ruy, Na Margem da alegria - poemas escolhidos por Manuel Gusmão,  Assírio e Alvim, 2011, p. 35.