sexta-feira, 5 de junho de 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
Quando quis...
Quando quis ser fruto
Fui fome,
Não mais do que areia
De um chão sem cio.
Quando sonhei ser pano
Fui agulha.
E morri no sono do
gesto
De enrolar o fio.
Quando aprendi a ser
poente
Já não havia céu.
Quando quis anoitecer
Tudo era luz.
E assim me condeno
Em livre vício:
No mais derradeiro
Eu só vislumbro um
início.
COUTO, Mia, Tardio, Idades cidades divindades – Poesia, 3.ª edição, Alfragide, Caminho, 2016, p.34
COUTO, Mia, Tardio, Idades cidades divindades – Poesia, 3.ª edição, Alfragide, Caminho, 2016, p.34
Canguru
Quinta da Queijaria Cachopas
Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial pertencente a cinco espécies do género Macropus (ver caixa) da família Macropodidae. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas fêmeas, onde a cria completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália, conhecido por seus pulos,mas também há um em Évora para conhecermos!!
Fonte: Wikipédia
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Marina da Horta, Faial
A Marina da Horta é a mais importante dos Açores e a quarta marina mais
visitada do mundo. A sua localização oferece um excelente abrigo contra
os ventos de todas as direções e faz dela uma escala quase obrigatória
para os veleiros que viajam das Caraíbas em direção ao Mediterrâneo e todos deixam a sua marca durante a passagem.
Fonte: http://www.spotazores.com/cam/horta/
domingo, 31 de maio de 2020
Nossa Senhora da Saúde
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| Procissão de Évora |
Nossa Senhora da Saúde é uma das invocações marianas atribuídas à Virgem Maria, sendo, sob essa designação, particularmente cultuada em Portugal.
Tradicionalmente invocada pelos doentes (como afirma o Padre António Vieira no seu Sermão do Nascimento da Mãe de Deus: «Perguntai aos enfermos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Saúde [...]»), tornou-se particularmente cultuada a partir dos finais do século XVI, sendo-lhe atribuída a intervenção miraculosa que levou ao fim de vários surtos de peste
ocorridos em Portugal. Em sua honra, nas povoações libertas do flagelo,
foram-lhe erigidas igrejas ou dedicadas velhas capelas preexistentes.
Assim, o primeiro surto, ocorrido em Lisboa no reinado de D. Sebastião, em 1568, atingiu o seu ponto máximo no Verão do ano seguinte; ante a elevada mortandade (que levou mesmo a que o rei pedisse ao tio Filipe II de Espanha
que enviasse médicos para Portugal, para auxiliar no combate à doença),
a população da capital começou a organizar procissões em honra da
Virgem, para que por sua intercessão pudesse cessar a peste. Tendo a
mortalidade decrescido até ao começo da Primavera
seguinte, o povo agradecido passou a celebrar anualmente uma procissão
em honra de Maria, sob a invocação de Nossa Senhora da Saúde, no 1.º
Domingo de Maio (salvo raras excepções). A imagem protectora foi
depositada na Igreja do Colégio de Jesus, tendo mais tarde sido
transferida, em 1662, para a pequena Capela de Nossa Senhora da Saúde e de São Sebastião da Mouraria, na freguesia de Santa Justa, próxima ao Rossio. A sua procissão é amplamente concorrida todos os anos.
Um novo surto da doença, em 1599, tornou mais visível a devoção pela Senhora da Saúde. A pestilência era tão intensa que muitas pessoas fugiam da capital para os arredores, em busca de ares mais saudáveis. Foi nesse contexto que, por exemplo, nasceu a devoção à Senhora da Saúde na povoação de Montemor, em Loures, onde logo foi erguida uma capela à santa (Capela de Nossa Senhora da Saúde de Montemor).
Fonte: Wikipédia
Vai e vem
A finitude da onda do mar, breve mas constante
sábado, 30 de maio de 2020
A vida é um peso
Viver é fácil: até os mortos conseguem. Mas a vida é um peso que precisa ser carregado por todos os viventes. a vida, caro senhor, a vida é um beijo doce em boca amarga. Se acautele com eles, meu amigo. Uns não vivem por temer morrer; eu não morro por temer viver.
COUTO, Mia, O Último voo do flamingo, 8.ª edição, Alfragide, 2014, p. 167
sexta-feira, 29 de maio de 2020
Rio Mondego e os seus patos
Parque verde de Coimbra
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Os ismos
O socialismo e o comunismo tornam o Estado omnipotente, e os homens iguais
sob esse mosntruoso Rei Absoluto, que nem sequer tem corpo para se poder matar.
Com o socialismo e o comunismo o burguês perde e o trabalhador não ganha. O
burguês fica escravo, o que não era; o operário, ficando igual ao burguês
continua, com outro dono, o escravo que era.
PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999, p. 82.
PESSOA, Fernando, O Banqueiro anarquista, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999, p. 82.
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Excursão em fila indiana
Muitos grupos turísticos visitavam a cidade de Évora. Consegui fotografar um bem organizado a sair da cidade (há um ano atrás) através do jardim público. Estes turistas iam satisfeitos, de certeza, por conhecer o rico património histórico da cidade. Mas agora ninguém vem conhecer com medo do vírus. Até quando irá continuar esta situação? É triste ver ruas, lojas, museus e restaurantes vazios... Sentimos falta dos turistas mas também não queremos o vírus... o que vai ser deste mundo?
Évora deserta
Em Abril foi assim devido ao confinamento. Esperemos que todos se portem bem para não voltar o estado de emergência.
terça-feira, 26 de maio de 2020
Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
No Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, podemos apreciar várias salas, umas dedicadas à química o outras à zoologia, como o deste caso - num verdadeiro gabinete de curiosidades! A colecção zoológica deste museu é a mais extensa e
numerosa atingindo cerca de 500.000 exemplares. Contém o maior espécime
de todo o espólio do museu, um esqueleto montado de baleia-comum ou
rorqual-comum de 20m de comprimento, e os de menores dimensões do grupo
dos insectos. A colecção de vertebrados representa 5% do total e é
composta por: peles de mamíferos, aves e peixes conservadas em seco e
montadas para exposição; espécimes completos de répteis, anfíbios e
peixes conservados em líquido; e uma colecção osteológica de esqueletos
montados e crânios. Destaca-se a colecção de aves pela representação de
espécies a nível mundial, em particular de Portugal e países de
expressão portuguesa associada a uma colecção de ovos e ninhos. Entre os
mamíferos encontram-se exemplares únicos a nível nacional nomeadamente
um exemplar de urso e um casal de cabras do Gerês, ambos extintos em
Portugal. Os invertebrados representam o resto da colecção dos quais 60%
são insectos e 39% são moluscos (conchas). As colecções mais
importantes são as de escaravelhos (coleópteros), borboletas
(lepidópteros) e conchas (moluscos).
Fonte: http://www.museudaciencia.org/index.php?module=content&option=collections&action=description
segunda-feira, 25 de maio de 2020
domingo, 24 de maio de 2020
sábado, 23 de maio de 2020
quarta-feira, 20 de maio de 2020
Aqueduto da Amoreira
O Aqueduto da Amoreira, localiza-se em Elvas, distrito de Portalegre, ligando o local da Amoreira à cidade de Elvas. Com 8,5 quilómetros de extensão, 843 arcos com mais de cinco arcadas e torres que se elevam a 31 metros de altura, é considerado o maior aqueduto da Península Ibérica. O
aqueduto
comporta um conjunto de diversas galerias, que numa primeira zona são
subterrâneas, e ao nível do terreno são formadas por quatro arcadas
sobrepostas, apoiadas em pilares quadrangulares e fortalecidas por
contrafortes semi-circulares, perfazendo uma altura de trinta e um
metros.
No início do reinado de Manuel I de Portugal,
este autorizou o lançamento de um imposto, o "Real de Água", para serem
executadas obras de conservação no poço medieval. Estas obras não
resolveram os problemas de abastecimento existentes, pelo que a
edilidade local pensou em construir um aqueduto que trouxesse a água desde os arrabaldes, no local da Amoreira, até ao centro da cidade.
Em 1537 João III de Portugal designou o arquitecto Francisco de Arruda, então mestre das obras do Alentejo e autor do Aqueduto da Água de Prata de Évora, para executar o projecto do novo aqueduto de Elvas. As obras iniciaram-se no mesmo ano, prosseguindo até 1542, data em que a extensão do canal chegava ao Convento de São Francisco.
Seguiu-se então a execução da parte mais complexa do projecto, uma vez
que depois dos seis quilómetros iniciais já edificados, os arcos do
aqueduto iriam aumentar de dimensão. A obra tornava-se cada vez mais
onerosa, embora os impostos cobrados aos habitantes da cidade destinados
à edificação do aqueduto fossem sendo aumentados ao longo dos anos.

As obras foram retomadas no início do século XVII, e cerca de 1610
concluiu-se que era necessário alterar o projecto do aqueduto,
dando-lhe mais altura, para que fosse possível levar a água até ao Largo
da Misericórdia. Esta decisão atrasou ainda mais a conclusão dos
trabalhos, devido não só às dificuldades práticas relacionadas com o
trabalho de engenharia como também pelo aumento dos custos do projecto.
Finalmente, em 1620
correram pelo aqueduto as primeiras águas dentro dos muros da cidade,
que iam então desembocar numa fonte provisória construída junto à antiga
Igreja da Madalena.
Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910 e integra o sítio denominado Cidade Fronteiriça e de Guarnição de Elvas e as suas Fortificações, classificado pela UNESCO como Património Mundial desde 2012.
O rio nunca se arrepende
segunda-feira, 18 de maio de 2020
Regra n.º 1 dos museus
Não se esqueçam de a cumprir, agora que vamos poder voltar a visitar museus: respeitar uma obra de arte é respeitar o nosso património e preservar a memória para as próximas gerações
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