quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Banco do Rabo
Não, não é mentira, este importante banco holandês chama-se mesmo Rabobank!!! É o equivalente ao nosso crédito agrícola. E pelo tamanho da sede, em Utreque, tem um rabo bem grande lol
Santa Bárbara
Santa Bárbara é uma santa cristã comemorada na Igreja Católica Romana, foi, alegadamente, uma virgem mártir no século terceiro.
Por ser filha única e com receio de deixar a filha no meio da sociedade corrupta daquele tempo, Dióscoro decidiu fechá-la numa torre.
Em Portugal e no Brasil, tornou-se popular a devoção à Santa Bárbara, invocada como protetora por ocasião de tempestades, raios e trovões. Comemora-se no dia 4 de Dezembro de cada ano.
Santa Bárbara foi, segundo as tradições católicas, uma jovem nascida na cidade de Nicomédia (na região da Bitínia), atual Izmit, Turquia nas margens do Mar de Mármara, isto nos fins do século III da Era cristã. Esta jovem era a filha única de um rico e nobre habitante desta cidade do Império Romano chamado Dióscoro.
Por ser muito bela e, acima de tudo, rica, não lhe faltavam pretendentes para casamentos, mas Bárbara não aceitava nenhum. Desconcertado diante da cidade, Dióscoro estava convencido que as "desfeitas" da filha justificavam-se pelo fato dela ter ficado trancada muitos anos na torre. Então, ele permitiu que ela fosse conhecer a cidade; durante essa visita ela teve contato com cristãos, que lhe contaram sobre os ideais de Jesus sobre o mistério da união da Santíssima Trindade. Pouco tempo depois, um padre vindo de Alexandria lhe deu o Baptismo.
Em certa ocasião, segundo contam as tradições católicas, seu pai "decidiu construir uma casa de banho com duas janelas para Bárbara. Todavia, dias mais tarde, ele viu-se obrigado a fazer uma longa viagem. Enquanto Dióscoro viajava, sua filha ordenou a construção de uma terceira janela na torre, visto que a casa de banho ficaria na torre. Além disso, ela esculpira uma cruz sobre a fonte".
O seu pai Dióscoro, quando voltou, "reparou que a torre onde tinha trancado a filha tinha agora três janelas em vez das duas que ele mandara abrir. Ao perguntar à filha o porquê das três janelas, ela explicou-lhe que isso era o símbolo da sua nova Fé. Este facto deixou o pai furioso, pois ela se recusava a seguir a fé dos Deuses do Olimpo".
"Debaixo de um impulso", como alegam as tradições, "e obedecendo à sua fé, o pai denunciou-a ao Prefeito Martiniano. Torturada, levada pelas ruas de Nicomédia por entre os gritos de raiva da multidão, teve os "seios cortados, depois foi conduzida para fora da cidade onde o seu próprio pai a executou, degolando-a. Quando a cabeça de Bárbara rolou pelo chão, um imenso trovão ribombou pelos ares fazendo tremer os céus. Depois deste acontecimento contado nesta lenda, Santa Bárbara passou a ser conhecida como "protectora contra os relâmpagos e tempestades" e é considerada a Padroeira dos artilheiros, dos mineiros e de todos quantos trabalham com fogo. (fonte:wikipédia)
Oração de Santa Bárbara
Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei com que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protectora, e render graças a Deus, criador do céu, da terra e da natureza: este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras.
Por Cristo, nosso Senhor. Amén. |
segunda-feira, 31 de março de 2014
Pelourinho de Castelo Branco
Pelourinho ou picota são colunas de pedra colocadas em lugar público da cidade ou vila onde eram torturados e expostos criminosos. Tinham também direito de pelourinho os grandes donatários, os bispos, os cabidos e os mosteiros, como prova e instrumento da jurisdição feudal.
Em Portugal, os pelourinhos ou picotas (esta a designação mais antiga e popular) dos municípios localizavam-se sempre em frente ao edifício da câmara, desde o século XII. Muitos tinham no topo uma pequena casa em forma de guarita, feita de grades de ferro, onde os delinquentes eram expostos para a vergonha pública. Noutros locais os presos eram amarrados às argolas e açoutados ou mutilados, consoante a gravidade do delito e os costumes da época.
De estilo românico, gótico ou renascentista, muitos dos pelourinhos em Portugal constituem exemplares de notável valor artístico.Segundo Alexandre Herculano e Teófilo Braga, os pelourinhos tiveram origem na columna moenia romana que distinguia com certos privilégios, as cidades que os possuiam.
Fonte: Wikipédia.
sábado, 29 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Romãzeira
Segundo pesquisadores russos, a romãzeira provém do centro do Oriente Próximo.
A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.
Os semitas a chamavam de “rimmon”, para os árabes era conhecida como “rumman”, e mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. Na Idade Média a romã era freqüentemente considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento. Tanto a planta, como o fruto, têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental. Segundo uma antiga crença popular, se você levar na carteira três sementes de romã, "dinheiro nunca há de lhe faltar".
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 25 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
FLORES
Hoje que começa a PRIMAVERA decidi colocar estas fotografias das flores lindas que vi em Utreque, em Maio passado. Adoro as suas cores e a Primavera, claro!
O Anjo
Há um lugar chamado O Anjo que era escolhido como passeio de turma para premiar o bom comportamento moral e escolar das alunas do colégio. A beleza do ermo com algumas rochas e tufos de flores que variavam conforme as estações, não deixava de surpreeender as crianças, que esttavam nessa idade insubmissa e sonhadora muitas vezes precursora de infelicidade.
O Anjo, num dia de Primavera, sendo já adiantado o mês de Maio, mostrava-se resplandecente de luz. variado de cores ternas, singular no seu silêncio. Ao longe rangia uma nora debaixo dum pé de vinha que começava a enfolhar. Os cães correspondiam-se com ladrilhos espaçados; uma tristeza em que havia a saudade duma festa acabada, pressentia-se no ar. Era arrebatador, como sinal dum acontecimento que vai decidir da nossa vida.
LUÍS, Agustina Bessa, O princípio da incerteza - A alma dos ricos, 6.ª edição, Lisboa, Guimarães Editores, p.10.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Eu sou uma obra de arte!
Exposição "Riso" no Museu da Electricidade, 2013
terça-feira, 11 de março de 2014
Lenda da Pedra Mourinha
Há muitos, muitos anos existia uma princesa moura que
vivia num grande castelo, filha dos últimos reis mouros que
viviam em Silves. Entretanto apareceu um cavaleiro Cristão e a
princesa moura apaixonou-se por ele.
Quando o rei soube, mandou as suas sentinelas prenderem a
princesa na torre mais alta do castelo mas ela conseguiu sair
porque o cavaleiro cristão e os seus cavaleiros a soltaram. Quando
o rei soube do rapto mandou os seus guardas perseguirem o rasto
da princesa e porque seguiram as pegadas dos cavalos, avistaramnos.
Ao descobrirem que estavam a ser perseguidos o cavaleiro
cristão e a princesa pediram para um dos cavaleiros, que era
padre, os casar. Depois viram uma gruta e abrigaram-se todos
nela. De repente uma pedra ergueu-se debaixo do solo e tapou a
entrada da gruta e escondeu-os dos guardas do rei. Passados ums
dias a pedra enterrou-se no chão e eles ficaram livres.
A pedra ainda hoje existe, e o povo pensa que lá se guarda o
tesouro da princesa. Mas o tesouro grande e especial, mais valioso
do que todos os tesouros que a pedra escondia, era o tesouro do
Amor.
Laura Filipa de Arez SeitaFonte: http://www.scribd.com/doc/46682958/A-Lenda-Da-Pedra-Mourinha
quinta-feira, 6 de março de 2014
Andorinhas
Golegã
As andorinhas são animais da classe das aves. Existem muitas espécies
de andorinhas. As que costumam visitar Portugal durante a Primavera e o
Verão, passam o Outono e o Inverno na África, onde há mais calor. Por
isso diz-se que a andorinha é uma ave migratória. Elas usam lama e palha
para fazer um ninho pequenino em forma de taça, que constroem em sítios
abrigados: em celeiros, nos beirais dos edifícios, debaixo das pontes,
etc.
As andorinhas são um grupo de aves passeriformes da família Hirundinidae. A família destaca-se dos restantes pássaros pelas adaptações desenvolvidas para a alimentação aérea. As andorinhas caçam insectos no ar e para tal desenvolveram um corpo fusiforme e asas relativamente longas e pontiagudas. Medem cerca de 13 cm (comprimento) e podem viver cerca de 8 anos.
terça-feira, 4 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Interior da Igeja Matriz da Golegã
A igreja é um vasto edifício, constituído por um corpo de três naves. A estrutura do edifício revela fortes influências dos templos característicos do gótico mendicante, nomeadamente no que diz respeito à cobertura das naves em madeira, à cobertura abobadada da cabeceira, à existência de clerestório e à altura diferenciada das naves.
As paredes laterais são rasgadas por janelas, algumas delas em arco
polilobado com decoração de rosetas e pares de volutas, inferiormente
rematados por feixes de romãs. Os remates destas paredes são em cornija denteada sob beiral. A cabeceira apresenta contrafortes de andares na ligação com o corpo da igreja, a meio dos panos laterais e nos cunhais, sendo estes últimos rematados por pináculos decorados com pequenos cogulhos. O pano da abside é rasado por uma janela em arco pleno, de dois lumes divididos em cruz. O corpo da sacristia adossa-se a poente.
O interior revela a pura traça manuelina dos princípios de quinhentos, sendo constituído por três naves de cinco tramos, de arcaria ogival irrompendo dos pilares formados por quatro colunas enfaixadas. Estes pilares apresentam capitéis decorados com troncos entrançados, enquanto que as paredes contêm mísulas com decoração de troncos enrolados e rosetas. A nave central é iluminada pelo clerestório,
composto por duas janelas em arco pleno da cada lado. À entrada do
templo, admira-se um lanço de escadaria com troncos entrançados. O púlpito é de cálice circular bem lavrado e tem cartelas legendadas em gótico, ostentando o pequeno fuste uma rendada fita anelar.
O arco do triunfo, quebrado com um pequeno conopial no fecho, é formado por várias arquivoltas,
uma das quais de toros enroscados com folhagem e bagas. As bases são
facetadas com anéis assentes em plintos, quadrangulares, cujos vértices
são esculpidos com pequenas volutas e com uma figura animal deitada, à
direita, e uma flor, à esquerda. As colunas são rematadas por capitéis
esculpidos com elementos vegetalistas, admirando-se um tronco de
videira com cachos de uvas e um caule de aboboreira florido. O arco é
ladeado por dois altares, colocados sobre plataformas de degraus com
mesas revestidas de azulejos hispano-árabes de aresta, sendo a parede de fundo revestida com azulejos enxaquetados verdes e brancos, encimados por mísulas.
Fonte: Wikipédia
sábado, 1 de março de 2014
Igreja de Santa Maria, Setúbal
A Igreja de Santa Maria da Graça ou Sé de Setúbal, matriz de Setúbal, situa-se no coração do primitivo burgo medieval setubalense, tendo sido em torno desta que se desenvolveu o mais importante bairro medieval da cidade, assim como o centro religioso e político-administrativo.
Fundada no século XIII, o actual edifício é uma reconstrução do alto renascimento com uma imponente fachada maneirista. No interior colunas com azulejos dos séculos XVII e XVIII.
Fonte: Wikipédia
Igreja Matriz da Golegã
A Igreja Matriz da Golegã, também conhecida como Igreja de Nossa Senhora da Conceição, situa-se no centro da vila da Golegã. Esta igreja, datada do século XVI, constitui um dos mais emblemáticos e mais bem conservados exemplares do estilo manuelino, merecendo especial destaque o seu magnífico portal. A igreja é Monumento Nacional desde 1910.
A igreja actual foi construída na primeira metade do século XVI, substituindo uma pequena igreja paroquial gótica
que existia neste local. A obra foi parcialmente custeada pela Coroa,
tendo o restante ficado a cargo dos moradores. A este facto, não terá
sido alheio o grande interesse manifestado por D. Manuel I pela vila, beneficiando das suas frequentes estadias em Almeirim, não muito longe da Golegã.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Ermida de N. Sra da Cabeça
FONTE: Túlio Espanca- Evora, Arte e História, Evora, CME, 1980.
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