terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Ruas de Coruche





O que a Cabra nos dá ;D


Não só a vista da ilustre universidade como a vista mais linda de Coimbra

Moinho ao sabor do vento


No Cerro dos Moinhos Juntos, encontra-se o Moinho de Vento de Odemira, que pelo seu valor paisagístico constitui um verdadeiro ex-libris da vila de Odemira. Este moinho, que provavelmente data de 1874, foi adquirido pela Câmara Municipal de Odemira em 1989.
Depois de restaurado, foi contratado um moleiro para que o moinho voltasse a laborar de forma tradicional, sendo usado actualmente pela população local que aí pode comprar farinha ou moer grão, pagando pelo serviço uma maquia de 15% sobre a quantidade do cereal. Os potenciais pedagógicos e turísticos do moinho têm vindo a ser valorizados pela autarquia, sendo muitas vezes utilizado para visitas de estudo e elaboração de trabalhos de alunos de vários estabelecimentos de ensino.

Fonte:  https://turismo.cm-odemira.pt/pages/821?poi_id=593

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

A poesia vai acabar?


 A poesia vai acabar, os poetas
Vão ser colocados em lugares mais úteis.
Por exemplo, observadores de pássaros
(enquanto os pássaros não
acabarem). Esta certeza tive-a hoje ao
entrar numa repartição pública.
Um senhor míope atendia devagar
Ao balcão; eu  perguntei: “Que fez algum
poeta por este senhor?” E a pergunta
afligiu-me tanto por dentro e por
fora da cabeça que tive que voltar a ler
toda a poesia desde o princípio do mundo.
Uma pergunta numa cabeça.
- Como uma coroa de espinhos:
Estão todos a ver onde o autor quer chegar? 

PINA, Manuel António, A poesia vai, Poesia, saudade da prosa – uma antologia pessoal, Lisboa, 2.ª edição, Assírio & Alvim,2015, p. 60.

domingo, 12 de janeiro de 2020

Ouço o mar


Praia da Rocha

Na minha varanda ouço o mar. O passarinho provoca as ondas, as pedras beijam a água. Quero só esta visão de sonho repousado no meu olhar. Olho o limo das pedras e a poeira dos galhos – eu sou apenas o que vai desta margem à berma daquele cais.
ONDJAKI, Sonhos azuis pelas esquinas, Editorial Caminho, Alfragide, 2.ª edição, 2014, p. 51

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Arade azul e não só

Hortense
Portimão

Com as provas de canoagem de lagoa o nosso rio ficou "arco-íris"
Maio de 2019

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Presépios do Norte de Portugal




Igreja de S Francisco de Évora, 2018

Castro Verde



Castro Verde é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, no Baixo Alentejo, possuindo 5 200 habitantes. É sede de um município com 569,44 km² de área e 7 276 habitantes (2011). O município é limitado a norte pelos municípios de Aljustrel e Beja, a este por Mértola, a sul por Almodôvar e a oeste por Ourique. As fronteiras do município são marcadas nas bermas das estradas que conduzem até aos limites do território com o emblema logotipo do concelho- o marco do município - "Uma janela sobre a planície"

Para falar sobre esta vila, escolhi a fotografia da rotunda que se encontra na entrada da mesma por achar muito sui generis. Esta rotunda tem a forma de um castro, cujas pedras estão pintadas de verde! Mais esclarecedor é impossível!! 

Fonte: Wikipédia

domingo, 5 de janeiro de 2020

Trémulas ondas



Para nós, que gostamos da praia em dias de calor, nunca sabemos quando o mar é ou não dono da sua própria mansidão, porque das trémulas ondas que de longe vêm encabritadas como a quererem agredir alguém, pode vir o jacto que abre a sepultura a quem nele viaja… 

SILVA, Antunes da, Alentejo é sangue, Porto, 3.a edição, Livros Horizonte, 1984, p.168.

sábado, 4 de janeiro de 2020

A cabeça das pessoas não serve só para trazer cabelo e boné


REDOL, Alves, Constantino, Guardador de vacas e de sonhos, Alfragide, Editorial Caminho, 22.ª edição, 2015, p. 47.