segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lesmas

As Lesmas são moluscos gastrópodes, isto é, que andam sobre o abdômen, da sub-ordem Stylommatophora, que possuem respiração cutânea. Distinguem-se dos restantes gastrópodes, em particular dos caracóis, pela inexistência de concha externa proeminente.

O corpo das lesmas é constituído por manto, pé e cabeça com um par de tentáculos ópticos e um par de tentáculos sensoriais, ambos retrácteis.

São bastante sensíveis à desidratação e algumas também são sensíveis à luz. As lesmas são seres hermafroditas. Caracterizam-se pelo facto de que, durante o seu desenvolvimento, a massa visceral sofre uma torção de 180 graus (característica dos moluscos gastrópodes), enrolando-se sobre si mesma. Assim, adotam a forma espiral tão característica da concha dos caracóis.

Como animal muito sensível à desidratação, a lesma pode morrer ao se jogar sal sobre ela. Tal fenómeno é devido à osmose, já que a concentração salina fora de seu corpo é muito maior.


Estas que fotografei perto do Tholos de Vale Rodrigo são enormes! Seria por ter chovido muito no Inverno???




FONTE: WIKIPÉDIA.

domingo, 20 de novembro de 2011

Natureza...




Era uma região de silêncio, solidão, vazio, verdade e dignidade. Era a natureza em todo o seu orgulho, aridez e beleza.

SAROYAN, William, As romãzeiras, O meu nome é Aram, Lisboa, Editoral Verbo,1972, p. 30.

sábado, 19 de novembro de 2011

Cogumelos

Cogumelo é o nome comum dado às frutificações de alguns fungos das divisões Basidiomycota e Ascomycota. A frutificação é a estrutura de reprodução sexuada destes organismos, tendo uma ampla variedade de formas e cores.

Muitos cogumelos são comestíveis, alguns, como Agaricus sylvaticus, o Agaricus blazei e Pleurotus spp., entre outros, são largamente cultivados com aplicação de cuidados monitorados, outros, no entanto, são tóxicos, podendo, em alguns casos levar à morte. Há ainda certos cogumelos com propriedades alucinógenas, utilizados tradicionalmente por diversos povos ao redor do mundo. O mais famoso destes é o Psilocybe cubensis, no entanto outras espécies de Psilocybe e mais raramente em outros géneros, como Campanella, têm as mesmas propriedades, devido à presença de psilocina e psilocibina. Psilocybe é muito utilizado em rituais no sul do México. Mas estes que fotografei são alentejanos!
FONTE: Wikipédia.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Natureza



No meio do campo descobrimos sempre algo novo como este singelo ninho perto da estrada entre Entradas e Carregueiro, no Alentejo, que fotografei em Agosto deste ano.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Venho dos lados da aurora

Venho dos lados da aurora
Onde vi nascer as fontes
Entre o naufrágio de sonhos
Perfumados de horizontes.
Trago imagens de papoilas
E a fogueira das queimadas.
Os meus olhos já não podem
Olhar as terras lavradas....
Que caminhos de aflição
Onde as nuvens se juntaram,
Erguendos escuras bandeiras
Que à noitinha desfraldaram!
Venho do Sul, do meu povo,
E trago os ventos roubados
À Natureza onde vivem
Os camponeses cansados.
Mas também trago a saudade
Das formossas madrugadas:
As cantigas do meu povo
Que em surdina são cantadas.



SILVA, Antunes da, Mensagem, Canções do Vento, 1.ª edição, Lisboa, Ed. Europa-América, 1957, p. 13

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Avó Hortense



Hoje se a minha avó fosse viva faria 108 anos e eu estaria a organizar a sua festa de anos e a dar-lhe muitos miminhos, como sempre fiz desde que estou no Alentejo. Já há dois anos que não a tenho comigo para celebrarmos um dia que antes era muito feliz para toda a família, mas que agora passou a ser dos dias mais tristes do ano para mim...


Deixo aqui os Parabéns à minha avó que está no céu a olhar por nós!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

S. Sebastião

São Sebastião (256 em Narbona, França - Falecimento 286 em Roma, Itália) Foi um mártir e santo cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).


Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia).


O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval - surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico. Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa.


Em Portugal, há comemorações ao santo em Santa Maria da Feira, na conhecida Festa das Fogaceiras, a maior festa do conselho, a cargo da Câmara Municipal. Comemora-se ainda, em várias localidades do concelho de Mirandela, entre outras, no Bairro de S. Sebastião (no segundo Domingo de Setembro), em Cabanelas (no dia 20 de Janeiro), em Vale de Prados (no terceiro Domingo de Janeiro). É Santo Padroeiro de Vale de Juncal, do mesmo concelho, cujas festividades seculares ocorriam no primeiro Domingo de Fevereiro de cada ano.


A imagem que fotografei está no altar lateral da Igreja da Tourega, em Évora.
Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Escrever

Escrever. Porque escrevo? Escrevo para criar um espaço habitável da minha necessidade, do que me oprime, do que é difícil e excessivo. Escrevo porque o encantamento e a maravilha são verdade e a sua dedução é mais forte do que eu. Escrevo porque o erro, a degradação e a injustiça, não devem ter razão. Escrevo porque o erro, a degardação e a injustiça, não devem ter razão. Escrevo para tornar possível a realidade, os lugares, tempos, peoosas que esperam que a inha escrita os desperte do seu modo confuso de serem. E para evocar e fixar o percurso que realizei, as terras, gentes e tudo o que vivi e que só na escrita eu posso reconhecer por nela recuperarem a sua essencialidade, a sua verdade emotiva, que é a primeira e a última que nos liga ao mundo. Escrevo para tornar visível o mistério. Escrevo para ser. Escrevo sem razão.


Vergílio Ferreira in GODINHO, Helder, FERREIRA, Serafim (Org.), Vergílio Ferreira – Fotobiografia, Bertrand Editora, 1993, p. 117.

domingo, 6 de novembro de 2011

MUSEU TERMAL DAS CALDAS DA RAINHA


D. Leonor tomou posse do senhorio de óbidos em 1482 e, ordenou, a expensas suas, obras no balneário e na albergaria das suas caldas pouco tempo depois, supostamente em 1484. Uma tradição admite que a própria Rainha beneficiou da terapêutica com águas termais. Mais tarde, após conselho médico, mandou edificar um grande Hospital, com Igreja anexa, que pudesse receber doentes de todo o reino. Ambos foram dedicados a Nossa Senhora do Pópulo e dos respectivos planos foi encarregado o arquitecto Mateus Fernandes, mestre de Santa Maria da Vitória (Batalha).


Sob o impulso da Rainha, com o apoio dos monarcas D. João II e D. Manuel, surge assim, na transição do século XV para p século XVI, uma instituição original e pioneira – o Hospital de Nossa Senhora do Pópulo – e, uma povoação, cedo dotada de termo, desanexado do termo de óbidos, com estatuto de Vila e, Câmara própria – as Caldas da Rainha.

FONTE: http://museudohospital.wordpress.com/historia-e-patrimonio/o-museu-espacos-museologicos/

sábado, 5 de novembro de 2011

MUSEU DO CICLISMO


O Museu do Ciclismo localiza-se na Rua de Camões nº 57, junto ao Parque D. Carlos I, na cidade das Caldas da Rainha, Distrito de Leiria, em Portugal. Foi inaugurado em 14 de dezembro de 1999 e reúne peças relativas à história do ciclismo no país.


É gerido pela Associação para o Desenvolvimento do Ciclismo (ADC), integrada pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha, a Federação Portuguesa de Ciclismo e o Sporting Clube das Caldas. A ADC tem também como função a dinamização do ciclismo, a divulgação da história do ciclismo através da realização de ações de promoção da modalidade, recolha de espólio e registo histórico do ciclismo, formação técnico-pedagógica na área do ciclismo e do uso da bicicleta, dinamização de provas desportivas, edições de publicações na área velocipédica, divulgação da história através da organização de exposições, colóquios e seminários, entre outras.


Está patente, desde 30 de Maio de 2009, no 1º andar do edifício, a Exposição de Ciclismo. Ela é composta por documentos que datam de 1901 ("Cycloclub Caldense"), da I Porto-Lisboa (1911), das cinco primeiras provas da Volta a Portugal (1927 a 1934), e de personalidades contemporâneas do ciclismo.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Ciclismo

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TERNURA, de Henrique Moreira

Henrique Araújo Moreira (Avintes, Vila Nova de Gaia, 1890 - 1979) foi um escultor português, formado pela Academia Portuense de Belas Artes, onde foi aluno do mestre António Teixeira Lopes. Galardoado nas exposições em Lisboa e Sevilha, possui uma vasta obra, onde claramente se perpetua a herança naturalista de Oitocentos, ou naquela em que se afirma já um receituário actualizado, pela emergência da estética Art Déco. Não é linda esta escultura no jardim das Caldas da Rainha?


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ecomuseu do Redondo




O Ecomuseu de Redondo é um espaço a céu aberto, vivo e activo, que permitirá efectuar um reconhecimento directo do património arqueológico e ambiental, funcionando como um espelho onde se pode observar o território e a vivência humana desde tempos imemoriais até à actualidade, constituindo-se como que um laboratório de emoções, de vivências e de troca de experiências.


O Ecomuseu localiza-se na zona Nordeste do Concelho (junto ao Freixo) numa área de cerca de 6000 ha e tem como ponto de apoio a antiga Escola de São Bento do Zambujal.
Situado no extremo Norte da freguesia e concelho de Redondo e abrangendo parte da Serra d’Ossa e do Biótopo CORINE, o Ecomuseu localiza-se num território geograficamente privilegiado cujos recursos naturais foram, durante séculos, objecto de fruição das populações que por aqui passaram. Por outro lado, apresenta um património histórico e arqueológico de rara densidade, particularmente no que diz respeito aos monumentos megalíticos funerários – as antas, de que se conhecem várias dezenas, sendo duas delas Património Nacional.

Neste sentido, foram implementados dois percursos pedestres em torno da aldeia do Freixo, onde se pretende assinalar a estrita interacção do Homem com o Meio Ambiente que o envolve, desde tempo imemoriais, na construção de uma importante mancha de montado.

O Centro de Acolhimento, implementado na antiga Escola Rural de São Bento do Zambujal, pretende ser um espaço activo e dinâmico especialmente vocacionado para acções de sensibilização e divulgação da riqueza patrimonial, cultural e ambiental do território concelhio.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Igreja de S. João da Serra


Igreja do centro histórico de Oliveira de Frades, vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Centro, com cerca de 2 400 habitantes.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Capela dos Ossos

A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora. Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII por iniciativa de três monges que, dentro do espírito da altura (contra-reforma religiosa, de acordo com as normativas do Concílio de Trento), pretendeu transmitir a mensagem da transitoridade da vida, tal como se depreende do célebre aviso à entrada: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos".

A capela, construída no local do primitivo dormitório fradesco é formada por 3 naves de 18,70m de comprimento e 11m de largura, entrando a luz por três pequenas frestas do lado esquerdo. As suas paredes e os oito pilares estão "decorados" com ossos e caveiras ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte.




É um monumento de uma arquitectura penitencial de arcarias ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foi calculado à volta de 5000, provenientes dos cemitérios, situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que impressiona pela expressividade com que representa o sofrimento de Cristo, na sua caminhada com a cruz até ao calvário.


domingo, 30 de outubro de 2011

valter hugo mãe

Natural de Angola, Valter Hugo Mãe nasceu em Saurimo, antiga Henrique de Carvalho, em 1971. Passou a sua infância no norte do país, em Paços de Ferreira, passando a viver desde 1980, na mesma região, mas em Vila do Conde.

Licenciado em Direito e pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, este escritor português é não só romancista como poeta, cantor (escreve também letras para canções), D.J., editor e artista plástico, apesar de não se considerar como tal. "É uma utopia, até porque não sou um artista plástico". Não, mas também: valter hugo mãe é poeta, ficcionista, autor de livros infantis, de peças de teatro e de guiões de cinema, desenhador, letrista e também cantor.


Desde 1996 que Valter Hugo Mãe publica vários livros de poesia, publicando romances a partir de 2004 e contos infantis a partir de 2009. Curiosamente, torna-se mais conhecido pelos seus romances. Apesar de em 1999 ter sido galardoado com o Prémio Almeida Garrett, foi com este género literário que atingiu o reconhecimento público por, em 2007, ter recebido o Prémio Literário José Saramago pela Fundação Círculo de Leitores, pela obra - O remorso de Baltazar Serapião. Romance descrito pelo Nobel português José Saramago como um “tsunami literário”.


Uma particularidade de todas as suas obras é o uso de minúsculas. Este é um estilo que distingue Valter Hugo Mãe, assim como o uso reduzido de pontuação. Técnicas que facilitam a velocidade do pensamento, segundo o autor. Numa entrevista concedida por este escritor em Janeiro de 2010 à revista Visão, Valter Hugo refere que escolheu esta opção por uma questão literária, de "limpeza formal do texto". (...) É a simplicidade que procura e está convicto de que usando apenas minúsculas não só o pode almejar, como "acelerar" a própria escrita. E "agilizando o texto" aproxima-o não só do ritmo da fala como do próprio pensamento... "Um texto mais acelerado permite uma respiração mais natural ao leitor encurtando essa distância”.


Hortense Santos

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Gato na montra

Em Évora parece moda deixar os animais nas lojas. Este gato tinha como companhia um gafanhoto, apenas o vidro os separa!

Os anjos em Versalhes




O que será que este anjo, por cima da esfinge, me quer dizer enquanto eu tiro uma fotografia para a posterioridade? Para ir passear pelos jardins, de certeza, já que ele está a apontar para baixo!
Fiquei encantada com este lugar tão nobre, luxurioso e romântico. Só não gostei foi de estar uma hora na fila para puder entrar, de haver imensa gente em todo o lado e não conseguir apreciar com a qualidade que todo este espaço requere, e claro, o valor monetário neste investimento cultural...
É um bilhete para o estacionamento, é um bilhete para visitar os jardins e é outro bilhete para conhecer o interior do palácio... (foto JCS)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estatuária de Versalhes




Nos jardins, nas fachadas, nas fontes, elegantes estátuas estão em todos os domínios de Versalhes, a nos receber com as suas representações alegóricas (fotos JCS)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vista da sala dos Espelhos

Esta vista não é que encantar qualquer um, pela grandiosidade dos jardins e lagos? Luís XV pode ter gasto uma fortuna em mandar construir tudo isto, mas a França não seria a mesma sem este monumento (foto JCS)

sábado, 22 de outubro de 2011

Jardins de Versalhes

Os campos de Versalhes contêm um dos maiores jardins formais alguma vez criados, com extensos parterres, fontes e canais, desenhados por André Le Nôtre.
Le Nôtre modificou os jardins originais, ampliando-os e dando-lhes um sentido de abertura e escala. Também gostava de usar a luz do Sol no seu maravilhoso trabalho de arte.
Criou um plano centrado em volta do eixo central do Grand Canal. Os jardins estão centrados na fachada Sul do palácio, o qual está colocado num terraço para dar uma grande vista dos jardins. Ao fundo das escadas está localizada a Fonte de Letona.
Esta fonte consta uma história tomada do poema de Ovídio, Metamorfoses e servia (ainda serve) como uma alegoria às Fronda. Próxima, fica a Avenida Real ou o Tapis Vert. Rodeando este conjunto, para os lados, ficam os jardins formais.
Por trás destes fica a Fonte de Apolo. Esta fonte simboliza o regime de Luís XIV, ou, o Rei-Sol. Por trás desta fonte repousa o Grand Canal. À distância, encontram-se os densos bosques dos campos de caça do Rei.

Providenciar água suficiente para abastecer as fontes de Versalhes foi um problema desde o início da construção. A água necessária para alimentar as fontes do palácio era providenciada pela Machine de Marly, actualmente localizada em Bougival.
Esta máquina era induzida pela corrente do Sena, a qual movia catorze vastas pás giratórias, sendo um milagre da moderna Engenharia hidráulica, talvez a maior máquina integrada do século XVII. A máquina bombeava água para os reservatórios de Louveciennes.
A água fluia, então, ou para abastecer a cascata do Château de Marly ou, passando através de uma elaborada rede subterrânea de reservatórios e aquedutos, em direcção às fontes de Versalhes.
Apenas uma podia ser operada com caudal suficiente de cada vez, invariavelmente o local onde o rei estava. Os sistemas de de abastecimento do parque tinham um comprimento de mais de 160 quilómetros.











Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

EU





Até agora eu não me conhecia.
Julgava que era Eu e eu não era
Aquela que em meus versos descrevera
Tão clara como a fonte e como o dia.

Mas que eu não era Eu não o sabia
E, mesmo que o soubesse, o não dissera...
Olhos fitos em rútila quimera
Andava atrás de mim... e não me via!


Florbela Espanca