quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Useldange




Useldange é uma comuna do Luxemburgo, que pertence ao distrito de Diekirch e ao cantão de Redange. Adorei a pacatez desta vila, que se expande para além do seu romântico castelo, com as suas ruínas bem conservadas, ou seja, quase que fingidas. A ribeira é o topo na cereja para classificar Useldange como a mais tranquila do país, pelo menos para mim, claro!
E o engraçado é que mesmo longe da capital, encontrei portugueses na rua, que iam falando de couves galegas que tinham cultivado no seu quintal! Mesmo ao lado de uma feira anglicana,onde o inglês predominava, ali perto encontrei portugueses! Como há variedade cultural no Luxemburgo!
Um em quatro residentes no Luxemburgo são portugueses, por isso, além do nosso país, este é mesmo o melhor local para passar férias!!!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

CASCAMATES


A construção desta cascamate possibilitou a independência do Luxemburgo ao longo dos seus séculos. Fortaleza intransponível, que poderia ter outros usos:

Casematte were also used as military prisons, making use of their lack of light to add to the punishment.

De facto, a sua visita ao interior não é aconselhável a claustrofóbicos, à medida que vamos descendo no seu interior (mas não se assuste, estes estão bem sinalizados e iluminados). Aliás, aconselho a sua visita a adeptos de desporto. Os corredores são tão longos que sempre dá para perder algumas calorias, no mínimo. Se não for, leve uns bons ténis! Esta construção não foi feita para ser confortável.

A casemate was originally a vaulted chamber usually constructed underneath the rampart. It was intended to be impenetrable and could be used for sheltering troops or stores. With the addition of an embrasure through the scarp face of the rampart, it could be used as a protected gun position.

Fonte: Wikipédia

domingo, 12 de setembro de 2010

A fortaleza do Luxemburgo e a sua história


A história de Luxemburgo começa com a aquisição de Lucilinburhuc (hoje Castelo de Luxemburgo) por Siegfried, conde de Ardennes, em 963.


Ao redor desta fortaleza, a cidade foi desenvolvendo-se gradualmente, que se tornou o centro de um pequeno estado de grande valor estratégico. Nos séculos XIV e XV os três primeiros membros da Casa de Luxemburgo reinou como Sacro Imperador Romano.
Em 1437, a Casa de Luxemburgo sofreu uma crise sucessória, precipitada pela falta de um herdeiro masculino para assumir o trono, que levou a venda do território para Philip, o Bom de Borgonha.
Nos séculos seguintes, a fortaleza de Luxemburgo foi continuamente alargada e reforçada pelos seus sucessivos ocupantes, das casas dos Bourbons, Habsburgo, Hohenzollern e da França, entre outros.




Após a derrota de Napoleão em 1815, o Luxemburgo foi disputada entre a Prússia e a Holanda. O Congresso de Viena formou um Grão-Ducado de Luxemburgo, em sua união com a Holanda. Luxemburgo também se tornou um membro da Confederação Alemã, como uma fortaleza confederada ocupada por tropas prussianas.

A Revolução Belga de 1830-1839 reduziu o território de Luxemburgo por mais da metade, enquanto os predominantemente francófonos da parte ocidental do país foram transferidos para a Bélgica.
A independência de Luxemburgo foi reafirmada em 1839 pelo Primeiro Tratado de Londres. A independência e neutralidade de Luxemburgo foram novamente afirmada pelo Segundo Tratado de Londres, em 1867, após a Crise de Luxemburgo, que quase levou à guerra entre a Prússia e a França. Depois do último conflito, a fortaleza da confederação foi desmantelada.

O Rei dos Países Baixos manteve-se como Chefe de Estado, bem como Grão-Duque de Luxemburgo, mantendo sua união entre os dois países até 1890. Com a morte de William III, o trono holandês passou a sua filha Guilhermina, enquanto em Luxemburgo (tempo em que o trono era restrito aos herdeiros do sexo masculino pelo Pacto da Família Nassau) passou a Adolph de Nassau-Weilburg.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Grãos- Duques Henri e Maria Teresa em Portugal



Até parece coincidência! Assim que comecei a falar do Luxemburgo no meu blogue, os Grãos-Duque deste país vieram visitar Portugal! E o que gostei mais foi da companhia que eles trouxeram! Só foi pena terem sido poucos dias, de 6 a 9 de Setembro...

A visita foi tão pouco falada nos media portugueses, os grãos-duques mereciam mais destaque, afinal eles sabem acarinhar os portugueses no Luxemburgo, e nós quase que os "ignoraramos"...



Como uma forma de homenagear este casal, publico fotografias desta visita oficial, que tirei do site http://www.monarchie.lu/fr/Galerie/index.php

domingo, 5 de setembro de 2010

GRUND


O Grund é a parte mais antiga do Luxemburgo e, para mim, a mais bonita. Está classificada pela Unesco e se eu tivesse uma casa neste bairro era uma privilegiada!
Inicialmente, esta zona era muito degradada, por isso os primeiros portugueses foram para aqui viver, no início da emigração. Responsáveis pela sua reconstrução, quem vendeu as suas casa fez uma fortuna por esta ser agora a zona mais "in" da cidade. Todos os portugueses contam com orgulho a sua importância na revitalização do Grund.
Pelas imagens, percebe-se facilmente porquê!


A única dificuldade aqui seria em estacionar o carro... As ruas são estreitas e os acessos são poucos... A forma mais cómoda de ir é descer pelo elevador público, que se apanha na cidade da justiça. Rápido e gratuito! É de aproveitar, por ser das poucas coisas que não se paga na cidade.


Segue-se um excerto em inglês, a descrever a vida nocturna da zona:


Grund is a quarter in central Luxembourg City, in southern Luxembourg. It is located in the valley below the centre of Luxembourg City on the banks of the Alzette River and, in addition to being a picturesque area, is a popular nightlife precinct which can be accessed by foot or via a lift which descends through the cliff. In 2001, the quarter had a population of 781 people.


Over the past 20 years it has been transformed into a very lively place with several popular bars. If you want to check out the night life then I recommend that you leave your car up the town, the narrow streets in the Grund very quickly become congested on Friday/Saturday nights and finding a parking spot is near impossible.









Fonte: http://wikimapia.org/1600663/Grund

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Luxemburgo


Luxemburgo é a capital do Grão-Ducado do Luxemburgo, país que conheço desde 2009, por motivos pessoais. Este pequeno país situado na Europa Ocidental, fascina-me por estar no centro de vários países, ao contrário do Portugal periférico, o que me possibilita passear tão facilmente entre a Bélgica, a França e Alemanha.
O Luxemburgo tem uma população de menos de meio milhão de pessoas, numa área de aproximadamente 2.586 quilómetros quadrados, e ouvir o português é algo natural neste país ( país trilingue, onde o alemão, o francês e o luxemburguês são línguas oficiais) , uma democracia representativa parlamentar com um monarca constitucional, e que é governado por um Grão-Duque.

Luxemburgo é membro fundador da União Europeia, NATO, OCDE, Nações Unidas, Benelux e da União da Europa Ocidental, o que reflecte o consenso político em favor da coesão económica, política e integração militar.
A cidade de Luxemburgo, a capital e maior cidade, é sede de várias instituições e organismos da União Europeia.O país tem uma economia altamente desenvolvida, com o maior Produto Interno Bruto per capita no mundo, de acordo com o FMI e o BM.
Fonte: Wikipédia

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A província



A província, senhores, deixai-me contar: todas as suas violências do lugar-comum, todas as sevícias do sentimento que se não espelha nos interesses têm aí o seu reinado. Se sois altruísta, magnâmino, desafectado de ambições, pródigo de certas profecias do coração, não demoreis os vossos passos nessas belas vilas tão inofensivas para o forasteiro e tão inquietantes para o que projecta mudança. Na província, o costume é o soberano. Pensai alterá-lo, e tereis arcontes e beleguins, trovadores e donas contra a vossa vida.
Proclamai uma inovação, e cozinheiras honestas, magas do bolinho de bacalhau e da lampreia bordalesa, hão de ministrar-vos uma mistura ervada. A paz da província chama-se prudência. Uma prudência ataviada de simpatias e consentimentos, às vezes uma prudência chamada instinto clerical, botâncio, que destila veneno e doçura da mesma planta. Se quereis viver seguro, não useis dos vossos demónios na província, ou o vosso fígado será devorado.
LUÍS, Agustina Bessa, A Brusca, Lisboa, Editorial Verbo, p.p. 10-11.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Raio de sol



Nada me alegra mais que um raio de sol, sobretudo se dá na verdura da
folhagem de uma árvore, e o raio de sol não está alegre nem triste, e quem
sabe... se calhar o seu próprio calor devora-o.... O raio de sol alegra porque
está limpo; tudo o que é limpo alegra...


UNAMUNO, Miguel de, A Tia Tula, Lisboa, Editorial Verbo, 1971 (?), p. 107

domingo, 29 de agosto de 2010

SOMBRA

No Verão é algo que procuramos para fugir ao calor. Afinal, um bom alentejano anda sempre à sombra dos 40 graus e muitos! Mas a sombra é algo que transcende a nós e nos aprisiona, quando caminhamos na rua...


Conforme nos apercebemos pela leitura de um conto de Lídia Jorge, que nos explicita tão bem algo tão natural a nós, mas por vezes tão ignorado devido à sua rápida metamorfose: ... de dia o sol continuava a cair a pino. Se uma pessoa saísse e atravessasse o largo ou qualquer rua, veria ainda a sua sombra agarrada ao corpo, cabeça pregada a uma mancha de rotação de pernas presas à volta da cintura. Pelo solo. Como anão. Um batráquio.

JORGE, Lídia, O dia dos prodígios, Lisboa, Publicações D. Quixote, 2010, p.p. 212-213.

sábado, 21 de agosto de 2010

Ponta do Altar


O céu, de um azul intensíssimo, está como que esponjado de pequenas nuvens; a Ponta do Altar perfila-se com o seu recorte siracusano, e pouco a pouco, ao declinar do sol, acende-se em oiro.


GOMES, Manuel Teixeira, Vénus momentânea, O sítio da Mulher Morta, s.l., Editorial Verbo, 1972, p. 31.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Abençoado Algarve


(...) abençoado trecho da costa do Algarve, tantas vezes por mim encarecido, que abre da Ponta do Altar à Ponta da Piedade, isto é, da sucessão de praias de areia finíssima e doirada, fechadas e semeadas de rochedos multicores, que se vão lentamente esboroando, e afeiçoando em composições pitorescas, onde parece que entrou a mão de algum artista ao mesmo tempo delicado e poderoso.



GOMES, Manuel Teixeira, Uma cena grega, O Sítio da Mulher Morta, s.l., Editoral Verbo, p. 43.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Viajar

Para que o meu blogue não seja só de imagens de viagens que faço, decidi publicar alguns excertos das minhas leituras de Verão de autores portugueses, por também este ano me ter virado para a literatura. E começo esta nova perspectiva com uma citação de uma escritora algarvia sobre as vantagens de viajar, algo que todos gostamos de fazer:
quem uma vez não saiu de Vilamaninhos não conheceu nem conhecerá a realidade da terra. É preciso cavalgá-la devagar, ver e descer montes e baixuras para se entender que a viagem abre um véu, e fecha outro véu, atrás, atrás da vista. Atrás da cauda da mula.
JORGE, Lídia, O dia dos prodígios, Lisboa, Publicações D. Quixote, 2010, p. 34

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Palácio Bivar


Construído na última década do séc. XVIII, no "sapal" de Portimão, este edifício, do estilo neoclássico pertenceu à família Bivar até ter se tornar na actual sede da Câmara Municipal.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Rio Douro


O rio Douro (do celta dur (água), chamado Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 927 km de comprimento. Este é o segundo rio mais extenso da Península Ibérica. E eu consegui tirar-lhe uma fotografia quando vinha no avião!!!
Não foi muito difícil porque a bacia hidrográfica do Douro tem uma superfície de aproximadamente 18.643 km² em território português o que corresponde a cerca de 19,1% da sua área total que é de 97.603 km².
Versões populares para a origem do seu nome são várias. Uma delas diz que, nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro (de + ouro). Já outra versão diz que o nome do rio deriva do latim duris, ou seja, 'duro', atestando bem a dureza dos seus contornos tortuosos, e das paisagens que atravessa, nomeadamente as altas escarpas das Arribas do Douro, no trecho Internacional do rio, entre Miranda do Douro e Barca d'Alva (Figueira de Castelo Rodrigo). A derivação por via popular do seu nome sugere romanticamente uma ligação a "Rio de Ouro (D'ouro)", mas tal não tem aderência histórica.

A UNESCO designou em 14 de Dezembro de 2001 a região vinhateira do Alto Douro (45°68' N, 5°93' W) na lista dos locais que são Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural.

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Luís Vaz de Camões

Luís Vaz de Camões (Lisboa[?], c. 1524 — Lisboa, 10 de Junho de 1580) foi um célebre poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente.





Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas a sua passagem pela escola não é documentada.


Frequentou a corte de Dom João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, se autoexilou em África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha.




Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista "Os Lusíadas".




De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.

Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Miradouro e Fortaleza de Santa Catarina

Miradouro e Fortaleza de Santa Catarina, na entrada da barra do rio Arade, foi construída no Séc. XVII, para assegurar a defesa de Vila Nova de Portimão das investidas dos corsários.
No seu interior encontra-se a Capela de Santa Catarina e um canhão a recordar o seu uso original.

Fonte: Wikipédia.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sopa de cação


Sopa de cação é um prato típico da culinária portuguesa muito famoso na região do Alentejo e que eu não resisto!!! O que não faz um pouco de farinha, cebola, alho, coentros, louro, azeite e água...

Nome amoroso: Cação
Nome científico: Carcharrhinus spp ; Sphyrna spp - Carcarrhinidae.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Praia do Vau


Após a costa mais estreita dos Três Castelos, surge o Vau. É um areal mais pequeno mas bastante acolhedor e de cariz familiar, circundado por falésias argilosas a que se atribui qualidades medicinais.




quarta-feira, 5 de maio de 2010

Palácio Matos

































 
 
A casa grande da Praça, que foi Palácio dos Senhores das Alcáçovas, construida em parte do Palácio dos Estaus, onde viveu a flor da altura, Leonor Teles, e em 1830 foi transformada pela família Matos, depois de ser residência de José Maria de Sousa Matos e do Dr. Joaquim Braancamp de Matos, passou há muito a ser arrandada pela Sociedade Harmonia Eborense.

DAVID, Celestino, Eça de Queiroz em Évora, Montemor-o-Novo, s.n., 1945, p.81.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

O Castelo de Sesimbra

O Castelo de Sesimbra, também denominado como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de mesmo nome, Freguesia do Castelo, Concelho de Sesimbra, Distrito de Setúbal, em Portugal.


O castelo medieval ergue-se em posição dominante numa falésia, sobre uma enseada que se constitui em porto natural na península de Setúbal, entre os estuários do rio Tejo e o do rio Sado, a poucos quilômetros do cabo Espichel.

O Castelo de Sesimbra ergue-se a 240 metros acima do nível do mar e apresenta planta irregular alongada, no sentido Nordeste-Sudoeste.



No extremo norte encontra-se a Alcáçova medieval, de planta aproximadamente quadrangular, dominada por duas torreS, uma delas a de Menagem, de planta quadrangular, cujo pavimento superior se encontra coberto por uma abóbada artesoada. No extremo oposto ergue-se uma torre de vigia, também de planta quadrangular.
Na muralha ameada, se adossam os quatro baluartes seiscentistas (dois a norte e dois a sul) e rasgam-se duas portas: a Porta do Sol, a nordeste e a Porta da Azóia, a noroeste.

terça-feira, 16 de março de 2010

Senhor Deus dos Terramotos


Janela na rua 5 de Outubro, em Évora, rodeada de azulejos, cujo interior possui a imagem do Senhor Deus dos Terramotos ou Santíssima Trindade.

segunda-feira, 15 de março de 2010

PRAIA DO VAU

Afinal o que varreu a Praia do Vau, em Portimão, há 15 dias, não deverá ter sido um tornado, que destruiu um snack-bar e destelhou algumas casa, mas antes um downburst, concluiu o Instituto de Meteorologia, após «uma análise preliminar das observações efetuadas pelo radar Doppler de Loulé/Cavalos do Caldeirão».

citado de http://www.barlavento.online.pt/

sábado, 6 de março de 2010

Avó


No último dia do ano de 2009 a minha avó partiu para o Céu e o meu mundo nunca mais foi o mesmo... Tenho saudades dos seus mimos, da sua sabedoria, dos seus conselhos, do seu amor pela sua neta bonita...
Publico aqui uma fotografia do seu último aniversário, a 11 de Novembro onde todas estávamos felizes pelos seus 106 aninhos!
Nunca a esqueceremos avó Hortense!
Até à eternidade...