quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Luxemburgo na II Guerra Mundial
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Florbela Espanca
Filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca nasceu no dia 8 de Dezembro de 1894 em Vila Viçosa, no Alentejo. Seu pai era casado com Mariana do Carmo Toscano. A sua esposa não pôde dar-lhe filhos. Porém, João Maria resolveu tê-los – Florbela e Apeles, três anos mais novo – com outra mulher, Antónia da Conceição Lobo, de condição humilde. Ambos os irmãos foram registados como filhos ilegítimos de pai incógnito. Entretanto, João Maria Espanca criou-os na sua casa, e Mariana passou a ser madrinha de baptismo dos dois. João Maria nunca lhes recusou apoio nem carinho paternal, mas reconheceu Florbela como a sua filha em cartório só dezoito anos depois da morte dela.
Entre 1899 e 1908, Florbela frequentou a escola primária em Vila Viçosa. Foi naquele tempo que passou a assinar os seus textos Flor d’Alma da Conceição. As suas primeiras composições poéticas datam dos anos 1903-1904: o poema “A Vida e a Morte”, o soneto em redondilha maior em homenagem ao irmão Apeles, e um poema escrito por ocasião do aniversário do pai. Em 1907, Florbela escreveu o seu primeiro conto: “Mamã!” No ano seguinte, faleceu a sua mãe, Antónia, com apenas vinte e nove anos.
Flor ingressou então no Liceu Masculino André de Gouveia em Évora, onde permaneceu até 1912. Foi uma das primeiras mulheres em Portugal a frequentar o curso secundário. Devido à Revolução republicana de 5 de Outubro de 1910, os Espanca mudaram-se para Lisboa. Florbela interrompeu os estudos mas aproveitou o tempo para leituras (Balzac, Dumas, Camilo Castelo Branco, Guerra Junqueiro, Garrett).
Em 1916, de volta a Redondo, a poetisa reuniu uma selecção da sua produção poética desde 1915, inaugurando assim o projeto Trocando Olhares. A coletânea de oitenta e cinco poemas e três contos serviu-lhe mais tarde como ponto de partida para futuras publicações. Na época, as primeiras tentativas de promover as suas poesias falharam. No mesmo ano, Florbela iniciou a colaborar como jornalista em Modas & Bordados (suplemento de O Século de Lisboa), em Notícias de Évora e em A Voz Pública, também eborense. A poetisa regressou de novo a esta cidade em 1917. Completou o 11º ano do Curso Complementar de Letras e matriculou-se na faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi uma das catorze mulheres entre trezentos e quarenta e sete alunos inscritos.
Em 1919 saiu finalmente a sua primeira obra, Livro de Mágoas, antologia de poemas. Em 1922, a 1 de Agosto, na recém fundada Seara Nova publicou o seu soneto “Prince charmant...”, dedicado a Raul Proença. Em Janeiro de 1923 veio a lume a sua segunda coletânea de sonetos, Livro de Sóror Saudade, edição paga pelo pai da poetisa. Para sobreviver, Florbela começou a dar aulas particulares de português.
Em 1927 a autora principiou a sua colaboração no jornal D. Nuno de Vila Viçosa, dirigido por José Emídio Amaro. Naquele tempo não encontrava editor para a coletânea Charneca em Flor. Preparava também um volume de contos, provavelmente O Dominó Preto, publicado postumamente apenas em 1982.
Em 1930 Florbela começou a escrever o seu Diário do Último Ano, pubicado só em 1981. A 18 de Junho principiou a correspondência com Guido Battelli, professor italiano, visitante na Universidade de Coimbra, responsável pela publicação da Charneca em Flor em 1931. Na altura, a poetisa colaborou também no Portugal feminino de Lisboa, na revista Civilização e no Primeiro de Janeiro, ambos do Porto.
A poetisa teria deixado uma carta confidencial com as suas últimas disposições, entre elas, o pedido de colocar no seu caixão os restos do avião pilotado por Apeles na hora do acidente. O corpo dela jaz, desde 17 de Maio de 1964, no cemitério de Vila Viçosa, a sua terra natal.
Públia Hortênsia de Castro
Na sua terra natal aprendeu as primeiras letras. Depois, devido à inteligência e capacidade de estudo demonstrada, foi para Évora e, sob a protecção do seu parente o Arcebispo D. José de Melo, aí se matriculou no curso de filosofia da Universidade. Aos 17 anos de idade assombrava já com as suas capacidades de raciocínio os seus doutos professores. Mais tarde cursou Públia Hortênsia de Castro a Universidade de Coimbra, na companhia de um irmão, tendo aí estudado Retórica, Humanidades e Metafísica.
Em Évora, tomou parte em certames literários diversos, em discussões públicas de ca
Em 1574, Públia Hortênsia de Castro começa a frequentar o Paço Real de Évora e a erudita academia da infanta D. Maria. Em 1581, vendo-se sozinha e abandonada por quem a protegera até então, tendo mais de 30 anos de idade, desgostosa com a ingratidão do poder, Públia Hortênsia de Castro, resolve consagrar-se a Deus e entra no Convento do Menino Jesus da Graça, em Évora, da Ordem dos Agostinhos. Na clausura conventual faleceu em 1595, com 47 anos de idade.
Faleceu sem ter feito obra marcante, mas do seu talento ficou testemunho o que escreveu em alguns livros de prosa e verso, em cartas escritas em latim e em português, e uns diálogos sobre teologia e filosofia, a que deu o título de Flosculos Theologicales.
Fonte "http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%BAblia_Hort%C3%AAnsia_de_Castro"
Bento de Jesus Caraça
Bento de Jesus Caraça, natural de Vila Viçosa (terra que homenageia os seus filhos ilustres com esculturas nas praças locais), onde nasceu em 1901, veio a falecer em Lisboa em 1948. Matemático, foi também resistente antifascista e militante do Partido Comunista Português.
Fonte:Wikipédia
Castelo de Vila Viçosa
A primitiva fortificação da Vila pertenceu ao rei D. Dinis, que lhe fundou o
Castelo e a Cerca Velha, em obra levada a efeito na última década do século XIII.
Actualmente o castelo pertence à Fundação Casa de Bragança e alberga o Museu de Arqueologia e o Museu da Caça.
FONTE: http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/plains/vila.vicosa/ptsightseeing.html
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Museu da Carruagem
domingo, 28 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Porta dos Nós
DEPOIS DE VÓS, NÓS
Obra quinhentista que dá entrada para a tradicional Ilha, em cujos vastíssimos terreiros se edificaram, sucessivamente, além das moradias de servos da Casa, a Colegiada de Nª Sª da Conceição, o Seminário dos Reis Magos, estrebarias, cocheiras, abegoaria e outras oficinas necessárias numa grande casa fidalga mas também agrícola e rural.
Em épocas antigas, ladeando o portal e baseado na informação do escritor Fr. Manuel Calado, em 1648, existia o brasão de armas e lápidas de pedra simbolizando a jactância e poder da sereníssima casa brigantina, que diziam: Depois de vós - Depois de nós, cujo significado era: Depois da pessoa Real nós somos os primeiros na grandeza e na pretensão do Reino, e todos os outros Duques, Marqueses e Condes são depois de nós.
FONTE:http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/plains/vila.vicosa/ptsightseeing.html
Interior do Palácio de Vila Viçosa


quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Estátua Equestre de D. João IV
A elegante e monumental Estátua Equestre do Rei Restaurador, que mede acima do plinto seis metros, é obra de bronze da autoria do escultor funchalense Francisco Franco (1885 – 1955) enquanto que o pedestral de granito é do risco do arquitecto Pardal Monteiro (1897 – 1957).
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Palácio de Vila Viçosa
Antecedido pela moderna estátua equestre de D. João IV, escultura realizada por Francisco Franco, o Paço Ducal de Vila Viçosa ergue-se no topo de um amplo terreiro nesta vila alentejana.
O Palácio pertence à fundação da Casa de Bragança e foi um empreendimento começado por D. Jaime no século XVI, de acordo com os cânones do gótico final.
Dessa primitiva fundação restam alguns elementos arquitectónicos, materializados no claustro do paço e em alguns compartimentos do rés-do-chão, com algumas coberturas abobadadas e portas de inspiração mudejar.
Posteriormente, nos séculos XVII e XVIII, o Palácio dos Duques de Bragança foi remodelado e aumentado, sobretudo ao nível da fachada principal e da decoração das diversas dependências palacianas. Iniciada pelo duque D. Teodósio II (1568-1630), a sua frontaria é severa e marcada por elegantes linhas maneiristas, repartida por três pisos rasgados por portas, janelas e varandas, estruturando-se com pilastras distribuídas segundo os preceitos das ordens clássicas - dórico no piso inferior, jónico no intermédio e coríntio no último -, harmonia quebrada no reinado de D. Maria I quando lhe foi acrescentado um corpo compósito na parte axial da cobertura do palácio.
A entrada do actual museu da Fundação da Casa de Bragança conduz a uma imponente escadaria, cujas paredes apresentam frescos do século XVI, alusivos à tomada de Azamor em 1513, por D. Jaime de Bragança. Do acervo de artes decorativas deste imenso palácio, destacam-se algumas secções que decoram as diversas dependências - a tapeçaria de produção belga ou holandesa; variadíssimas peças de mobiliário provenientes de diversos países; cerâmica oriental e europeia; ourivesaria sacra, ou ainda a pintura, com a vastíssima colecção que vai desde o século XVI até ao século XX, incluindo alguns dos mais famosos pintores nacionais e ainda pinturas do rei D. Carlos.
A Sala dos Tudescos ou dos Duques abre a ala norte e revela-se um magnífico compartimento do palácio, ostentando um tecto barroco de caixotões dourados, contendo as pinturas de todos os duques de Bragança, desde o século XIV até D. José, algumas das quais foram pintadas pelo artista francês Pierre Antoine Quillard e outras pelo pintor saboiano Domenico Duprà. A parede central tem um fogão em mármore, enquanto os outros panos expõem diversas tapeçarias setecentistas. Predomina a pintura de frescos e de painéis de cobertura nas Salas das Virtudes e de Hércules, com as suas pinturas mitológicas, ou ainda na Sala das Duquesas.
No lado oposto, virado a sul, apresentam-se a Sala da Rainha, que se estende para a Sala de David, decorada com cenas históricas pintadas, bem como um soberbo silhar de azulejos dos inícios de Seiscentos, produzidos por Talavera de La Reina e concebidos por Fernado de Loyaza. O oratório privado de D. Catarina expõe um soberbo pano do século XVI, trabalho flamengo que representa o Descimento da Cruz.
Seguem-se-lhe outras dependências, terminadas no flanco sul pelas Salas do Príncipe do Brasil e de D. Maria. Orientada para o jardim do palácio situa-se a ala evocadora da memória de D. Carlos e de D. Amélia. Nesta ala transversal encontra-se a capela real, decorada por finos e coloridos estuques dos séculos XVIII e XIX, começados no reinado de D. João V e terminados por D. João VI. Neste espaço são visíveis pinturas italianas de Maratta ou Rosselini, ou ainda do francês Quillard. Expõe-se também o tríptico quinhentista do Calvário, que veio do Convento das Chagas de Cristo e que actualmente se encontra na Sala da Tribuna, e ainda uma tela de S. João Baptista, pintada em 1793 por Domingos António de Sequeira.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
SINAGOGA
sábado, 20 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
TEATRO DO LUXEMBURGO
O teatro do Luxemburgo visto por fora, já que nunca cheguei a visitar o seu interior. A maioria dos seus bilhetes já se encontravam esgotados. Neste país apreciam bastante a cultura porque logo no início do ano os residentes compram um bilhete anual para assistir aos mais variados espectáculos. No exterior, o espaço é bastante agradável , dá para estarmos na esplanada, num sítio bem tranquilo!
Aqui fica um pouco sobre este teatro: Built in the 1960s to mark the millennium of the city of Luxembourg, the theatre was designed by the Parisian architect Alain Bourbonnais. Many other European countries have played a part in the building and furnishing of this comparatively new theatre. Since then it has been renovated. Major concert artists from all over the world are presented as well as those from Luxembourg. The theatre is a venue for opera, dance (ballet and modern) and drama in different languages.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
CATEDRAL DO LUXEMBURGO
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
PORTEL
Portel é uma vila alentejana, no Distrito de Évora, com cerca de 2 800 habitantes.É sede de um município com 601,15 km² de área e 8 109 habitantes (2001), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Évora, a leste por Reguengos de Monsaraz, a sueste por Moura, a sul pela Vidigueira, a sudoeste por Cuba e a oeste por Viana do Alentejo.
A vila de Portel foi fundada em 1261, tendo recebido foral de concelho em 1262. Tornou-se mais badalada com a construção da barragem do Alqueva, mas ainda lhe falta muito para beneficiar desta infra-estrutura...
terça-feira, 16 de novembro de 2010
IGREJA DOS MENINOS DA GRAÇA
O edifício é um belo exemplar do mais puro estilo renascentista, tendo nos acrotérios da fachada as famosas figuras atlantes a quem o povo de Évora chama desde há séculos, os "Meninos da Graça". Sofrendo o golpe da extinção das ordens religiosas, no ano de 1834, o Convento da Graça foi nacionalizado e transformado em Quartel. Entrou então em grande ruína, perdendo-se grande parte dos seus valores sumptuários, o que constituiu uma enorme perda para o acervo artístico de Évora. Muitos dos altares, imagens e sinos da igreja foram transferidos para a Igreja do Convento de São Francisco, então já paroquial de São Pedro (em cuja freguesia se situava o arruinado Convento da Graça).
Está classificado pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910 e Património Mundial da UNESCO desde 2001.
Presentemente serve de Messe de Oficiais da guarnição de Évora, sendo a Igreja a Capelania da Região Militar Sul.
Fonte: Wikipédia.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
MONSTROS
Igreja dos Meninos da Graça, Évoradomingo, 14 de novembro de 2010
Escrita viva
sábado, 13 de novembro de 2010
Ferreiro
LUÍS, Agustina Bessa, A Brusca, Lisboa, Verbo Editora, 1971, p. 27.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Viver a História!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Hortense das Dores Parrinha (1903-2009)
Trabalhou sempre em casa, gerindo-a com o ordenado do marido, guarda da GNR que devido à sua profisssão obrigou toda a família a mudar várias vezes de terra por todo o Alentejo. Criou 5 filhos, aos 70 ficou viúva, mas em 106 primaveras assistiu ao crescimento da família: 11 netos e 15 bisnetos! E por ter resistido tantos anos até ganhou uma medalha por ser a sócia mais velha da GNR.
Com a idade veio a doença e a agilidade foi-se perdendo enquanto a arterosclorose vencia, mas esteve sempre lúcida até aos 106 anos e eu fui uma neta privilegiada porque morei com a minha avó ao longos dos últimos 15 anos. Apesar da doença e de cada vez mais cuidados necessários no seu dia-a-dia, cuidei sempre da minha avó linda com muito orgulho! Para mim, a sua qualidade de vida tinha de estar em primeiro lugar.
Mimei-a sempre muito porque a minha avó é e será sempre uma grande senhora! É por isso que considero que a minha maior herança é o seu nome, Hortense!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Luisita
Luisita era uma galante rapariga dos arredores.
DINIS, Júlio, Os novelos da Tia Filomela, O espólio do Sr. Cipriano, Lisboa, Editorial Verbo, 1917 (?), p.p. 92-93.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Prazeres de estômago
Sopa de caçãoNão há nada para aumentar a intimidade entre duas pessoas como um repasto em comum.
O estômago é um grande conciliador; tem um poder persuasivo tal que poucos corações lhe resistem, quando ele prega a concórdia - o que faz estando satisfeito.
DINIS, Júlio, Os novelos da Tia Filomela, O Espólio do Sr. Cripriano, Lisboa, Editorial Verbo, 1971(?), p.119.
domingo, 7 de novembro de 2010
Aqui e além...
Serra da LousãNatureza
sábado, 6 de novembro de 2010
Borboleta Azul
A borboleta-azul (Maculinea alcon), é uma borboleta da família Lycaenidae que pode ser encontrada na Europa e Ásia setentrional. Pode ser vista durante o Verão. Como outras espécies de Lycaenidae, no seu estádio larvar (lagarta) depende do apoio de certas formigas; como tal é designada como uma espécie mirmecófila.
E eu tive a sorte de fotografar uma na vila de Useldange em Junho deste ano! Nunca tinha visto uma na vida... sempre há vantagens em visitar o Luxemburgo!
Fonte: Wikipédia.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
CENTRO CULTURAL DO LUXEMBURGO
Neste local há vários concertos e exposições a visitar. Estacionar ao pé é que é impossível, a comprovar isso foi o de ter assistido a uma discussão de um brasileiro sobre o melhor sítio a estacionar o carro, chegando ao cúmulo de o deixar mesmo à porta da igreja... Visitar a pé a cidade seria o ideal se não fosse a chuva, sempre imprevisível. Mas neste dia, como podem ver pela luminosidade das fotografias, não me pude queixar! O sol estava meu amigo!!
Fonte: http://www.ccrn.lu/


