sábado, 7 de julho de 2012

Museu do Tratado de Tordesilhas

Este pequeno museu na modesta terra de Tordesillhas situa-se no palácio onde o mesmo foi assinado pelos embaixadores portugueses e espanhóis. A escolha do local deve-se ao facto desta localidade ser banhada pelo rio Douro.

A acompanhar imagens do museu (cuja entrada é livre) uma explicação sobre o porquê deste tratado:

Depois da chegada de Colombo às "Índias Ocidentais", uma divisão de influência tornou-se necessária para evitar o conflitos entre espanhois e portugueses. Isto foi resolvido em 1494, com o Tratado de Tordesilhas que "dividia" o mundo entre as duas potências.

Imediatamente após o regresso de Colombo, em 1493, os reis católicos  tinham obtido do papa Alexandre VI a bula pontifícia Inter caetera afirmando que todas as terras a oeste e sul de um meridiano 100 léguas a oeste do Açores ou das Ilhas de Cabo Verde deveriam pertencer à Espanha e, mais tarde, incuindo todos territórios da Índia. Não mencionava Portugal, que não podia reivindicar terras recém-descobertas nem sequer a leste desta linha. O rei D. João II de Portugal não ficou satisfeito com o acordo, sentindo que este lhe dava pouca margem - impedindo-o de chegar à Índia, seu objectivo principal. Negociou então directamente com o rei Fernando de Aragão e a rainha Isabel de Castela para mover esta linha para oeste, permitindo-lhe reivindicar todas as terras recém-descobertas a leste do mesmo.


No Tratado de Tordesilhas de 1492 os portugueses "recebiam" todos os territórios fora da Europa a leste de um meridiano que corria 270 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde, o que dava o controlo sobre a África, Ásia e leste da América do Sul (Brasil). Aos espanhóis foram atribuídos todos os territórios a oeste dessa linha, ainda quase totalmente desconhecidos, e que se revelaram ser principalmente a parte ocidental do continente americano e as ilhas do Oceano Pacífico.


  
Só uma pequena parte da área dividida pelo Tratado de Tordesilhas havia sido vista pelos europeus, sendo dividida apenas no papel. Imediatamente após a primeira viagem de Colombo vários exploradores navegaram na mesma direção. Em 1497, Giovanni Caboto, também um italiano, obteve uma carta-patente do rei Henrique VII de Inglaterra. Partindo de Bristol, provavelmente apoiado pela associação local "Society of Merchant Venturers", Caboto cruzou o Atlântico mais a norte, esperando que a viagem fosse mais curta e aportou algures na América do Norte, possivelmente na Terra Nova.


Em 1499, João Fernandes Lavrador foi licenciado pelo rei de Portugal e, juntamente com Pêro de Barcelos, pela primeira vez avistou o Labrador, que lhe foi concedido e nomeado em sua homenagem. Após regressar possivelmente foi para Bristol, navegando em nome da Inglaterra. Praticamente ao mesmo tempo, entre 1499-1502, os irmãos Gaspar e Miguel Corte Real exploraram e nomearam as costas da Gronelândia e da Terra Nova. Ambas as explorações foram assinaladas no planisfério de Cantino de 1502.

Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Força interior

E disse-me que o segredo da grandeza, segundo o ioga, consistia na libertação, no interior de nós próprios, das misteriosas forças vitais existentes em cada homem.

Força essa... que provém de Deus.

SAROYAN, William, A corridas das cinquenta jardas, O meu nome é Aram, Lisboa, Editoral Verbo,1972, P. 48.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Universidade de Salamanca

A fundação da Universidade data do ano 1218 por el-rei Afonso X, com a categoria de Estudo Geral do seu reino. O título de Estudo Geral pretende indicar a diversidade das disciplinas ensinadas, a sua condição de estabelecimento público, isto é sem o carácter privado de anteriores colégios, sendo uma instituição aberta a todos que para ela tivessem merecimento (no conceito da época). A condição de Estudo Geral garantia também o reconhecimento real dos títulos que fossem concedidos. A instituição levou cerca de dois séculos para conseguir contar com edifícios próprios onde ministrar a docência. Até ter edifício próprio, as aulas eram ministradas no claustro catedralício do templo magno da cidade, em casas arrendadas ao cabido e na igreja de San Benito.


Durante o reinado de Afonso X, o Sábio, o Estudo Geral foi transformado em Universidade. O cardeal aragonês Pedro de Luna, que depois seria o papa de Avinhão Bento XIII, foi um grande protector da instituição, impulsionando a compra dos primeiros edifícios e a construção das Escuelas Mayores, o edifício histórico da Universidade, a partir do ano 1411.
 
Para além das Escolas Universitárias (o equivalente às actuais Faculdades), o ensino eram ministrado em Colégios Mayores, para licenciaturas e doutoramentos, e Colégios Menores, para bacharelato. Os colégios eram em geral organizados segundo a origem maioritária dos seus estudantes. De entre os mais importantes destacam-se os colégios de Oviedo, de Cuenca, dos Nobres Irlandeses, de Anaya e de San Bartolomé, entre outros.

Entre muitas outras questões pioneiras em diversos ramos do saber, coube ao claustro desta Universidade discutir a viabilidade do projecto de Cristóvão Colombo e as consequências que adviriam da veracidade das sus afirmações. Uma vez descoberta América, nele se discutiu sobre o direito dos indígenas ameríndios a serem reconhecidos com plenitude de direitos pessoais, algo revolucionário para a época. Nele também se analisaram, pela primeira vez de forma sistematizada, os processos económicos, e se procedeu ao desenvolvimento da ciência do Direito.

Para além das contribuições pioneiras para a ciência, a Universidade de Salamanca foi um importante foco humanista e a principal fonte de que se nutria a administração da monarquia hispânica para criar e manter o seu Estado e a administração imperial que lhe estava associada. Matemáticos de Salamanca estudaram a reforma do calendário, por encargo do papa Gregório XIII, e propuseram a solução que posteriormente se adoptou.

O auge da fama da instituição atingiu-se em finais do século XVI, período em que nela conviveram alguns dos intelectuais mais brilhantes da Península Ibérica, formado o que ficou conhecido como a escola de Salamanca. Por volta de 1580, a Universidade salmantina admitia cerca de 6 500 estudantes novos em cada ano, fazendo dela uma das maiores do mundo de então. A influência da Universidade de Salamanca ultrapassou em muito as fronteiras de Castela, atraindo numerosos estudantes e investigadores estrangeiros. Forma muitos os portugueses que nela cursaram, incluindo alguns dos mais brilhantes intelectuais portugueses do Renascimento. A presença de universidade em Salamanca está espalhada por toda a cidade, nos seus diferentes pólos.

Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Sé de Salamanca



A Catedral Velha de Salamanca é uma das duas catedrais existentes na cidade de Salamanca, em Castela e Leão, em Espanha.
Foi fundada pelo bispo Jerónimo de Perigord. Sua construção teve início no primeiro terço do século XII, prosseguindo até o século XIV. Sua arquitetura possui influências românicas e góticas. É dedicada a Santa Maria da Sede.
A catedral apresenta planta de cruz latina e três navesde estilo românico, arrematadas por abóbodas de transição a estilo gótico. A porta principal, ainda que tenha perdido parte de seu valor artístico original, ainda conserva duas estátuas, representando cenas da Anunciação, uma de cada lado.
Fonte: wikipedia

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Instintos

Os Índios nasceram com um instinto para montar a cavalo, remar, caçar, pescar e nadar; e os Americanos para andarem por toda a parte a brincar com máquinas.


SAROYAN, William, Locomotiva 38, o Ojibway, O meu nome é Aram, Lisboa, Editoral Verbo, 1972, p. 107.

domingo, 1 de julho de 2012

São Manços

O Santo Mártir de Évora, denominado de de Mâncio ou Manços foi condenado a uma morte  lenta, provocada por prolongados sofrimentos e espancamento, sem acto de martírio.

Nas crónicas medievais é a autoridade romana que o condena oficialmente, com a concordância e participação dos Judeus. É o Livro e Legenda, de 1513, que inicia uma ascendente condição social do santo, onde este já figura entre os discípulos de Cristo. De humilde servo de uma família judia, Manços passa a ser um líder apostólico. Em André de Resende, os judeus afastam-se e são apenas os romanos que o martirizam. O santo aparece já com a condição de bispo, talvez em sentido figurado por ser o evangelizador da cidade de Évora, como símbolo de primeiro líder cristão numa cidade onde o domínio judeu proliferava.

Após a invasão muçulmana de Évora por Abderraman II, o destino do corpo de São Manços é Villa Nueva, filial da abadia de Sahagún. Foi no século XI que um descendente dos Teles de Menezes de Portugal funda em Villa Nueva, na diocese de Palência, um mosteiro onde São Manços era patrono.

Nos calendários moçárabes a sua festa comemora-se a 21 de Maio, e o topónimo Évora encontra-se mencionado em todos os textos.

Existem ainda lendas populares contadas oralmente pela população de São Manços. Uma delas encontra-se associada a um vestígio arqueológico pétreo, uma rocha marcada pelos rodados de um carroção de bois e pelas marcas das patas dos animais. Estas marcas surgiram quando foi erguida a basílica ao santo e a carroça que transportava as pedras para a edificação sofreu um acidente, em que os bois se exaltaram, causando a sua queda. 

Jorge Cardoso, autor da mais importante recolha de hagiografias lusitanas do século XVII, com inúmeras edições, refere-se a São Manços como evangelizador do Alentejo, Estremadura e Galiza, onde desfez as "trevas da gentilidade". Segundo o mesmo autor, a herdade onde se guardavam as relíquias pertenceria ao Conde Julião e D. Júlia, responsáveis pela construção da sumptuosa basílica "de fabrica e arquitectura celeberrima", na época do rei Wamba.

A descrição do sítio de culto, peregrinação e veneração, lembra os anteriores túmulos romanos e indicia, de novo, a presença romana, já comprovada pela origem do santo e pelos limites geográficos da Lusitânia.

O passado hispano-visigodo também se encontra presente na profissão de fé trinitária, tema dos concílios XVI e XVII de Toledo, estando estes no momento da redacção da Passio em recordação, situando-a no fim do século VII. Também a referência ao território "Elborense", indica a Elbora visigoda. As crónicas revelam também uma profunda relação Évora – Mérida, demonstrando a importância destas duas cidades na época.

O relato do martírio pode revelar um facto real, mas não podemos negligenciar no discurso o objectivo de marcar o anti-judaísmo presente nos Concílios de Toledo. A maioria dos mártires hispânicos romanos não possuem documentação suficiente para descrever a realidade, mas admite-se o seu martírio na Grande Perseguição nos inícios do ano IV.

São Manços encontra-se ainda relacionado com São Torpes, o mártir que segundo a lenda foi sepultado em Sines com a ajuda de Santa Celerina e São Manços, que lhe constroem um templo para abrigo das suas relíquias. Esse seria o primeiro templo cristão construído de raiz na Europa, reforçando a missão evangelizadora dos mártires.A intensidade do culto a São Manços originou a propagação do seu nome numa vasta área geográfica. As raízes encontram-se já no século XIII, porém parece ter origem num passado mais longínquo, com origem num centro de culto em honra do mártir congregando-se a devoção dos fiéis em torno de um túmulo ou relíquias. O templo pode ter surgido após a reconquista cristã ou mesmo antes da ocupação muçulmana. Para comprovar essa hipótese, segundo Baptista, seria necessário encontrar referências a uma igreja ou ermida edificada após a reconquista.

Este é o santo mártir que deu nome à vila de São Manços.

 
Fonte: PATRÍCIA MAXIMINO, São Manços: da lenda à realidade arqueológica CENÁCULO in http://museudevora.imc-ip.pt/Data/Documents/Cenaculo%204/B4manços2010.pdf

sábado, 30 de junho de 2012

ÉVORA segundo VERGILIO FERREIRA





As casas novas têm todas a mesma idade de séculos. E quando se sai da cidade, a planície prolonga, até a um limite irrreal, esta voz de infinitude.


GODINHO, Helder, FERREIRA, Serafim (Org.), Vergílio Ferreira – Fotobiografia, Bertrand Editora, 1993.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

ÉVORA À NOITE segundo VERGILIO FERREIRA



Assim, é sobretudo de noite que a cidade se me revela. Nas ruas ermas, os candeeiros meditam sobre velhos espectros, velam o rasto do mundo desaparecido, essa ausência que se sente em tudo o que foi tocado pelo Homem e lhe retém o calor da vida. Mas porque esta cidade não confraterniza connosco, porque a habitamos com quem passa, como provisoriamente se habita uma estalagem, porque somos nela intrusos, eu reconheço-lhe a verdade face não à luz da evidência divina, mas a uma obscura luz de eternidade.



Vértice – Revista de Cultura e Arte, Setembro de 1958, vol. XVIII, nº. 180, Coimbra, p. 458.

domingo, 24 de junho de 2012

Catedral de Bruxelas

A Catedral de Bruxelas foi erguida no século IX em homenagem a São Michel, no centro de Bruxelas. Dois séculos mais tarde, as relíquias de Santa Gudule foram transladadas ao templo e seu nome, modificado. O que se poder ver agora, em realidade, data do século XII, quando foi reconstruída. Foram necessários 300 anos para o fim das obras.
A catedral impressiona por suas duas torres e dimensões gigantescas, de estilo gótico e renascentista. Além de celebrações religiosas, recebe atuações musicais, encontros e espetáculos artísticos. Assim a igreja se vincula de maneira ativa à vida social da cidade.


http://dreamguides.edreams.pt/belgica/bruxelas/cathedrale-st-michel-et-ste-gudule

sábado, 23 de junho de 2012

Verdes são campos


Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.

Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.

Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.

Autoria: Luís Vaz de Camões
Foto: Vera Cruz de Marmelar

Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=110#ixzz1orS0KqGn

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Tocam os sinos na torre da igreja


 
A actual igreja matriz de S.Manços, dos finais do século XVI, inícios do séc. XVII, foi construída pelo mestre de pedraria eborense, Diogo Martins, no local de outro mas antigo que a Sé fundara, no séc. XV. Em 1962 sofreu obras de beneficiação interior que a alteraram, sobretudo na nave, perdendo alguns elementos ornamentais sacros, tais como talha, azulejaria e escultura dos séculos XVII e XVIII. As obras foram da iniciativa do pároco de então, o Reverendo Henrique José Marques. Recentes escavações e o restauro da ábside puseram a descoberto elementos arquitectónicos romanos.

A observação atenta da capela-mor leva a considerá-la da época visigótica. A igreja tem uma fachada de duas torres com alpendre de três arcos de volta abatida. Os livros paroquiais mais antigos que existem datam do ano de 1591.
Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 21 de junho de 2012

ÉVORA de VERGILIO




Évora do silêncio com sinos nas manhãs de domingo, estradas abandonadas à vertigem da distância, ó cidade irreal, cidade única, memória perdida de mim, sou do Alentejo como da serra onde nasci, a mesma voz de uma e outra ressoa em mim a espaço, a angústia e solidão.

GODINHO, Helder, FERREIRA, Serafim (Org.), Vergílio Ferreira – Fotobiografia, Bertrand Editora, 1993., P119

quarta-feira, 20 de junho de 2012

JANELAS COM TEIAS DE ARANHA






Não, não é um nevoeiro, é apenas o tempo que deixou a sua marca nas janelas da Igreja do Carmo de Évora, onde o pó e as teias de aranha predominam. O que acham destas imagens artísticas feitas pela natureza e não por esta simples fotógrafa???

terça-feira, 19 de junho de 2012

ÉVORA segundo VERGILIO FERREIRA




Évora é uma cidade branca como uma ermida. Convergem para ela os caminhos da planície como o resto da esperança dos Homens. E como a uma ermida, o que a habita é o silêncio dos séculos, do descampado em redor: conheço dos seus espectros, a vertigem das eras, a noite medieva mora ainda nas ruas que se escondem pelos cantos, nas pedras cor do tempo ouço um atropelo de vozes seculares. Vozes de populaça, gritos de condenados, ecos de reis, senhores , estrétipo de guerras, ódios e sonhos, sob a imobilidade dos mesmos astros. Como um cofre do tempo irrealizado e absoluto, a cidade igonra a exactidão do presente, conhece apenas o alarme da memória.


Vértice – Revista de Cultura e Arte, Setembro de 1958, vol. XVIII, nº. 180, Coimbra, p. 457

segunda-feira, 18 de junho de 2012

S. Manços

São Manços é uma freguesia concelho de Évora, com 108,34 km² de área e 938 habitantes (2011)Freguesia situada junto da margem direita da ribeira de Azambuja, afluente do rio Degebe, S. Manços dista cerca de 20 quilómetros da sede do concelho.


Esta localidade fez parte do Morgado de São Manços instituido por Vasco Martins de Pavia e sua mulher Dona Maria Fernandes Cogominho, sendo seus descendentes a família Mesquita Pimentel de Pavia. Segundo a lenda, terá sido no local onde se ergue a igreja paroquial desta freguesia que foi martirizado São Manços, que a tradição diz ter sido o primeiro Bispo de Évora. Está esta freguesia ligada à tradição de S. Manços, considerado o primeiro bispo de Évora. Este terá estado sepultado na sua igreja paroquial, de onde os cristãos o levaram em 714, durante a invasão árabe, para Vila Nueva de S. Mâncio, na diocese de Palência, onde existiam, já no fim do século VII, duas igrejas a ele dedicadas. Por doação de D. Telo Peres em 9 de Julho de 1195 se fundo o mosteiro beneditino naquela terra espanhola.

Conforme a "História das Antiguidades de Évora", de André de Resende, um Homem nobre deu sepultura ao nosso santo na herdade de S. Manços...A referência mais antiga que se conhece da "entrega da herdade de Somanços ao Cabido", é de 26 de Abril de 1278, documento que faz parte do arquivo capitular. No códice 3 - II - fls. 3 do mesmo, feito em 1321, se diz que "há o Cabiso hum herdamento em Somanços que ouve de presoria".

A sede da freguesia foi elevada à categoria de vila pela lei n.º 1519, de 29 de Dezembro de 1923.


Fontes: wikipédia e http://www.evora.net/jfsmancos/HISTORIAL.htm

sábado, 16 de junho de 2012

Uma janela para... uma vista insólita


Uma vista ao contrário... O quartel de Évora tem casas a cair e da rua vemos esta linda antena. Porque não recuperam as casas e as vendem??? Com a desculpa de falta de dinheiro arruina-se o centro histórico de Évora. Foto tirada na Rua de S.Crsitovão.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Torres do Castelo de Évoramonte










Arquitectura militar e residencial, gótica, renascentista. Castelo inspirado nos protótipos italianos, a lembrar alguns esboços de Leonardo da Vinci e, sobretudo, apontamentos de Francisco de Holanda; é geralmente atribuído aos irmãos Francisco Arruda e Diogo Arruda, este último inspector das obras militares na Comarca de Alentejo, durante um extenso período do reinado de Dom Manuel (ESPANCA, 1975). Grandes paralelismos planimétricos com o Castelo Novo de Évora (v. PT040705120093) de Diogo de Arruda.





quinta-feira, 14 de junho de 2012

Jogo

Todo e qualquer jogo constitui um teste para o comportamento humano sujeito a tensão.


SAROYAN, William, História do árabe pobre e ardente, O meu nome é Aram, Lisboa, Editoral Verbo, 1972, p. 120.