quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Basílica Real de Castro Verde
O título de Basílica Real foi concedido por D. João V em homenagem à vitória do primeiro rei de Portugal – D. Afonso Henriques – sobre os cinco reis Mouros, ocorrida no dia 25 de Julho, dia de Santiago, corria o ano de 1139.
Na Basílica Real de Castro Verde pode também visitar o Tesouro da Basílica, núcleo museológico de arte sacra, onde se podem apreciar algumas das alfaias religiosas mais importantes do concelho, com especial destaque para a Cabeça-Relicário de São Fabião (Casével) e a Custódia da própria Basílica. Este Tesouro está integrado na rede de núcleos de arte sacra do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
IGREJA DA MISERICÓRDIA, ALMODOVAR
A Igreja da Misericórdia de Almodovar possui uma Capelinha do Sr. do Calvário na sua face lateral. No interior da igreja , na Praça da República da localidade, um altar-mor em talha dourada e, sobre a parede do mesmo altar, está pintado o escudo real. As paredes são revestidas de estuque e pintadas com temas decorativos, constituídos por flores enquadradas por cercaduras coloridas.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
ALMODOVAR
Almodôvar é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Baixo Alentejo, com cerca de 3 600 habitantes. É sede de um município com 775,88 km² de área e 7 163 habitantes (2009), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Castro Verde, a leste por Mértola, a sueste por Alcoutim, a sul por Loulé, a sudoeste por Silves e a oeste e noroeste por Ourique.
Almodôvar encontra-se assinalada na cartografia islâmica medieval sob o nome de "Al-Mudura", palavra que significa "a coisa em redondo" ou "cercada em redondo". A povoação foi reedificada à época da invasão muçulmana da península Ibérica, momento em que foi cercada por muralhas e edificado um castelo, cujos vestígios, no entanto, desapareceram.
À época da Reconquista cristã da península, pertenceu ao mestrado da Ordem de Santiago, com carta de foral concedida por Dinis de Portugal a 17 de abril de 1285. Através deste documento eram assegurados grandes privilégios, entre os quais "o de o povo não pagar portagem em parte nenhuma" nem "os gados da vila e seu termo pagarem montas" conforme assente no Livro de Regimento de Verdes e Montados.
Posteriormente, Manuel I de Portugal, em 1512 concedeu o Foral Novo à vila, confirmando e ampliando os privilégios concedidos por D. Dinis.
FONTE: WIKIPEDIA
terça-feira, 19 de julho de 2011
MUSEU DA LUCERNA
O Museu da Lucerna reúne um espólio de lucernas (luzes alimentadas a azeite) da época romana, descobertas em Santa Bárbara dos Padrões, por se estar a fazer estudos de ampliação do cemitério local. Trata-se de um conjunto de peças dedicadas ao culto e à divindade, um dos maiores conhecidos na Península Ibérica, que foi estudado pelos arqueólogos Manuel e Maria Maia e está agora patente ao público na vila de Castro Verde.
O Museu da Lucerna abriu no ano de 2004 e oferece uma colecção única de Lucernas de época romana (Século I-III d.C.), co cerca de 5000 peças. Os milhares de lucernas trazidos à luz do dia durante os trabalhos arqueológicos, permitiram preparar e agora mostrar ao público um conjunto único desses utensílios de iluminação, decorados com os mais diversos motivos. Desde cenas da vida quotidiana ao universo mitológico da Antiguidade, passando por representações de animais a simples objectos. O Museu, para além das exposições temáticas e temporárias que oferece ao visitante, pretende ser também um centro de estudo de Lucernas. Este é um projecto de parceria entre a Cortiçol - Cooperativa de Informação e Cultura de Castro Verde e o Município de Castro Verde. Na minha opinião esta gestão partilhada é o mais curioso deste simples museu.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
RESTAURANTE MESA DO CASTELINHO
NOME: Mesas do Castelinho
Morada: Cerca da Junta de Freguesia
Localidade: Santa Clara-A-Nova, Almodôvar
Código Postal: 7770-240
T: 286474303
F: 286612415
Email: mesasdocastelinho@gmail.com
domingo, 17 de julho de 2011
MESAS DO CASTELINHO
A Estação Arqueológica de Mesas do Castelinho situa-se na freguesia de Santa Clara-a-Nova, no lugar de Monte Novo do Castelinho. Segundo estudos arqueológicos, confirma-se que Monte Novo do Castelinho foi um grande povoado já com características defensivas, com vestígios de povoamento desde a Idade do Ferro, remontando a sua origem ao século IV ou V a.C.
Vestígios de povoamento de vários povos têm sido encontrados nas escavações que continuam a decorrer nesta estação, sendo que os mais abundantes são de origem romana e os mais recentes de origem árabe. As diversas campanhas arqueológicas realizadas colocaram a descoberto várias fortificações, construídas entre a Idade do Ferro e o período omíada. O acesso à Estação Arqueológica é feito por estrada de terra batida desde Santa Clara-a-Nova.
Designa-se "Mesa" por existir numa plataforma plana como uma mesa, num alto com uma vista linda sobre o campo alentejano!! Chegar até aqui não é difícil (como podem ver pelo filme) e a estrada em terra não assusta ninguém, por isso, aconselho a todos uma visita a um local que foi outrora imponente, mas cujo motivo de abandono se desconhece.
FONTE: http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-estacao-arqueologica-de-mesas-do-castelinho-16360
sábado, 16 de julho de 2011
MESA - Museu da Escrita do Sudoeste
O Museu da Escrita do Sudoeste foi o motivo da minha visita à vila de Almodôvar, Distrito de Beja. O museu, de tutela municipal, está instalado no edifício do antigo Cine-Teatro Municipal, em pleno centro histórico de Almodôvar é bastante recente, abriu ao público em 29 de Setembro de 2007. 
A colecção permanente do museu tem cerca de 20 peças, entre elas um espólio permanente de 16 estelas descobertas no núcleo arqueológico de Almodôvar., enriquecidas com reproduções de estelas dos conclehos de Odemira e de Silves. A sua peça mais notável é a Estela de São Martinho, achada no sítio arqueológico de São Marcos da Serra, com cerca 60 signos, considerada uma das inscrições mais extensas de Escrita tartéssica ou Escrita do sudoeste. Ao centro, uma figura humana, algo raro, o que demonstra a importância do falecido. Infelizmente, como não é permitido tirar fotografias só vos posso mostrar neste blogue o exterior do edifício.
O pessoal do museu é bastante simpático e atencioso. O espaço é pequeno mas está bem concebido, ao permitir flexibilidade expositiva. A minha peça favorita foi a risonha cara de batata ;) o que prova que a criatividade "minimalista" não é algo actual.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
MUSEU MUNICIPAL DE ALMODOVAR
Situado na Praça da República foi outrora Paços de Concelho. Consta que, neste edifício, pernoitou D. Sebastião, aquando da sua passagem por Almodôvar, a 8 e 9 de Janeiro de 1573, em viagem pelo Alentejo e Algarve. Com a mudança dos Paços do Concelho para o Convento de S. Francisco foi, o primitivo edifício, transformado em cadeia. Actualmente, está instalado neste edifício o Museu Municipal, dedicado a Severo Portela, ao qual doou parte do seu espólio artístico.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
IGREJA MATRIZ DE SANTO ILDEFONSO, ALMODOVAR
A Igreja Matriz de Almodôvar, dedicada a Santo Ildefonso, é um dos maior
es edifícios da vila, destacando-se em local isolado e elevado. A sua construção remonta ao século XVI, sofrendo posteriores alterações, nomeadamente nos altares das capelas laterais. Apresenta planta longitudinal e exterior de paredes de alvenaria caiadas de branco, onde sobressai o tom castanho das pilastras de alvenaria que desenham a fachada principal.
Também os altares laterais, em talha dourada e policromada, têm características barrocas, enquanto o retábulo da capela-mor, na mesma talha, reflecte o estilo neoclássico. De destacar, na capela baptismal, um painel da autoria de Severo Portela, artista a quem Almodôvar presta homenagem.
Filomena Gonçalves
FONTE: http://viajar.clix.pt/tesouros.php?id=365&lg=es
terça-feira, 12 de julho de 2011
Arte Pastoril Alentejana


Assim se chama a exposição temporária que visitei este mês na Rua de Burgos em Évora. Ideal para quem desejar conhecer a cultura genuína do Alentejo, do pastor que se entretinha com os materiais que tinha à mão e que criava arte na cortiça, no chifre, na madeira...
Uma «manifestação ligada a horas de pesado isolamento de pastores de outras épocas, à sua criatividade e às matérias-primas que a natureza lhes oferecia», explica a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, uma das entidades organizadoras da exposição. Na mostra será possível ver peças utilitárias como as cornas, os canudos de ceifa, as caixas, as colheres, e outros utensílios de grande valor etnográfico, esculpidos pelo pastor que as decorava conforme a sua sensibilidade. A exposição integra peças do Museu Rural de Estremoz e de coleccionadores particulares do Alentejo.
A exposição conta com a colaboração da Câmara Municipal de Estremoz, Museu Rural de Estremoz e Casa do Povo de Santa Maria. Patente na Galeria da Casa de Burgos, das 09h00 às 12h30 - 14h00 às 17h30.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Fábrica de Faianças Bordalo Pinheiro
A escritura da fábrica, sociedade anónima de responsabilidade limitada, foi assinada a 30 de Junho de 1884 e Rafael entregou-se de corpo e alma ao plano arquitectónico das instalações. O resultado foi um pavilhão de dois andares com dois corpos laterais de pavimentos térreos, destinados a aulas e depósito de louça cercado dum parque ajardinado e arborizado, e um grande edíficio de um só pavilhão onde estavam instaladas máquinas e oficinas para além de três fornos. Para além de um grande pavilhão para venda e armazenamento dos produtos acabados.
Em 1885, Ramalho Ortigão fazia a seguinte descrição da fábrica: "Uma máquina a vapor de 25 cavalos de força com caldeira tubular de Danayer, reparte o movimento em trabalho contínuo por todas as secções desta olaria modelo. O barro principia por entrar no pilão; passa consecutivamente aos cruos; percorre os tanques, em que uma máquina eléctrica de Fauce de Limoges, depura a massa, extraindo-lhe pelo imã todos os resíduos metálicos; é novamente batido, amassado mecanicamente, reduzido à mais perfeita plasticidade; e acaba por sair às talhadas, subdividido em pães, para ser trabalhado na roda ou no torno. Os tornos e as rodas são igualmente movidos a vapor, correspondendo uma correia de transmissão a cada grupo de oleiros. Mesas circulares, tendo no oco do centro o lugar do monitor ou contramestre,
A produção da fábrica engloba azulejaria, peças decorativas e utilitárias, onde a Arte Nova se manifesta singularmente, e uma galeria de personagens da sociedade portuguesa características do final do séc. XIX. Seguiram-se diversas exposições nas salas do Comércio de Portugal (1886), no Ateneu Comercial do Porto e na Exposição Industrial de Lisboa (1888), na Exposição Universal de Paris (1889/1890), Antuérpia e Espanha (1895) e Estados Unidos da América (1905).
Seguiram-se diversas exposições nas salas do Comércio de Portugal (1886), no Ateneu Comercial do Porto e na Exposição Industrial de Lisboa (1888), na Exposição Universal de Paris (1889/1890), Antuérpia e Espanha (1895) e Estados Unidos da América (1905). Mas a grave crise financeira da fábrica levou à falência em 1907 e à venda em hasta pública por 7.600$00.
Em 1908 Manuel Gustavo, prosseguindo o trabalho do pai, funda a Fábrica de San Rafael e assume a sua direcção. A fábrica, ainda em funcionamento, o Museu de José Malhoa e o Museu de Cerâmica são paragem obrigatória nas Caldas da Rainha.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Chapéus há muitos!!
Com Chapéus há muitos: uma instalação espacial, Colecção B propõe animar, repensar e recriar espaços da paisagem urbana de Évora utilizando guarda-chuvas de cores vivas como amarelo, vermelho, azul e verde, suspensos acima da cabeça dos transeuntes, projectando no chão padrões de sombra e cor que se alteram ao longo do dia, de acordo com a posição do sol.

Neste trabalho, apropriamo-nos da estética de uma tendência da criação contemporânea, a umbrella-art, caracterizada, como o nome indica, pela utilização de guarda-chuvas na criação de instalações através das quais se recriam e reinventam espaços, estimulando os seus habitantes e utilizadores a repensar a forma como os utilizam e vivem. Vários foram os países que se deixaram transformar por este tipo de instalações - Itália, Grécia, Austrália, Estados Unidos da América, entre outros - através de trabalhos de artistas como Christo, Sam Spenser e Ingo Maurer.

Agora é a vez de Évora ser contagiada pela umbrella-art, com duas instalações, em espaços associados à programação de 2011 do Festival, em Évora: o corredor dos Antigos Celeiros da EPAC e o Largo de S. Vicente, a qual tirei estas fotografias.
With this installation Colecção B proposes to cheer-up, rethink and recreate spaces in Évora’s urban landscape. We use umbrellas of various bright colours such as yellow, red, blue and green, hanging above the heads of the walkers, projecting on the floor patterns of colou rand shadow, which change throughout the day with sunlight. A work inspired in works of umbrella-art, by artists such as Christo, Sam Spencer and Ingo Mauer.
FONTE: http://www.escritanapaisagem.net/
terça-feira, 5 de julho de 2011
Janela de Garcia de Resende
Janela antiga sobre a rua plana...
Ilumina-a o luar com o seu clarão...
Dantes, a descansar de luta insana,
Fui, talvez, flor no poético balcão...
Dantes! Da minha glória altiva e ufana,
Talvez... Quem sabe?... Tonto de ilusão,
Meu rude coração de alentejana
Me palpitasse ao luar nesse balcão...
Mística dona, em outras Primaveras,
Em refulgentes horas de outras eras,
Vi passar o cortejo ao sol doirado...
Bandeiras! Pajens! O pendão real!
E na tua mão, vermelha, triunfal,
Minha divisa: um coração chagado!...
Florbela Espanca, Reliquiae
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Mar de Florbela Espanca
Eu queria ser o Mar ingente e forte
O mar enorme, a vastidão imensa...
Eu queria ser a árvore que não pensa
Que ri do mundo vão e até da morte...
Eu queria ser o Sol, irmão do Mar
O bem do que é humildae e pobrezinho...
Eu queria ser a pedra do caminho
Que não sofre a tortura do pensar...
Mas o Mar também chora de tristeza,
E a árvore também como quem reza
Levanta aos céus os braços como um crente!
E o Sol cheio de mágoa ao fim de um dia,
Tem lágrimas de sangue na agonia,
E as pedras, essas, pisa-as toda a gente...
Florbela Espanca
domingo, 3 de julho de 2011
Évora! Ruas ermas sob os céus...
Évora! Ruas ermas sob os céus
Cor de violetas roxas ... Ruas frades
Pedindo em triste penitência a Deus
Que nos perdoe as míseras vaidades!
Tenho corrido em vão tantas cidades!
E só aqui recordo os beijos teus,
E só aqui eu sinto que são meus
Os sonhos que sonhei noutras idades!
Évora! ... O teu olhar ... o teu perfil ...
Tua boca sinuosa, um mês de Abril,
Que o coração no peito me alvoroça!
... Em cada viela o vulto dum fantasma ...
E a minh'alma soturna escuta e pasma ...
E sente-se passar menina e moça ...
sábado, 2 de julho de 2011
Horas mortas...
Horas mortas... Curvada aos pés do monte
A planície é um brasido... e, toruradas,
As árvores sangrentas, revoltadas,
Gritam a Deus a benção duma fonte!
E quando, manhã alta, o sol posponte
A oiro a giesta, a arder, pelas estradas,
Esfíngicas, recortam desgrenhadas
Os trágicos perfis no horizonte!
Árvores! Corações, almas que choram,
Almas iguais à minha, almas que imploram
Em vão remédio para tanta mágoa!
Árvores! Não choreis!
Olhai e vede: -Também ando a gritar morta de sede,
Pedindo a Deus a minha gota de água!
(Florbela Espanca, Vol. II, Poesia, p. 203)
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Oceania
A Oceania é uma região geográfica e geopolítica, composta por vários grupos de ilhas do Oceano Pacífico (Polinésia, Melanésia e Micronésia). O termo "Oceania" foi criado em 1831 pelo explorador francês Dumont d'Urville. O termo é usado hoje em vários idiomas para designar um continente que compreende a Austrália e ilhas do Pacífico adjacentes.
Os limites da Oceania são definidos de várias maneiras. A maioria das definições reconhecem partes da Australásia como a Austrália, Nova Zelândia e Nova Guiné, e parte do Arquipélago Malaio como sendo partes da Oceania.
Embora as ilhas da Oceania não formem um continente verdadeiro, Oceania as vezes é associada com o continente da Austrália ou com a Australásia, com o propósito de dividir o planeta em agrupamentos continentais. É o menor "continente" em área e em população (não contando com a Antártica).
Fonte: Wikipédia
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