domingo, 22 de julho de 2018

Frescura de Verão

Rio Tâmega - Amarante

Castelo de Portel

Castelo de Portel foi construído nos fins do século XIII por D. João Peres de Aboim, nobre muito próximo do Rei D. Afonso III, quem serviu-lhe incluso como mordomo-mor e também desempenho o cargo de governador de Algarve, região localizada na zona meridional de Portugal. A seguir à morte do letrado Aboim, o Castelo de Portel passou a ser controlado por Fernão Gonçalves de Souza, Alcaide de Portel e partidário de Castela.

A edificação foi recuperada para a Coroa Portuguesa no ano de 1384 pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira, passando a pertencer pelos direitos de sucessão ao domínio da Casa de Bragança.

A estrutura do Castelo de Portel foi remodelada no século XVI, com as obras ordenadas por D. Jaime, a cargo do arquiteto Francisco de Arruda, para logo ser utilizada pelos Duques como Paço Real. Os trabalhos de remodelação contemplaram a construção da Igreja de São Vicente, quartéis militares, cavalariças e uma cisterna, assim como o sistema de canalização.
Fonte:  http://www.historiadeportugal.info/castelo-de-portel/

Oh filhas, os homens são como os cães... Dá-se-lhes de comer uma vez e nunca mais nos largam a porta...

RUIVO, Alice, Passei, parei, deixei-te um beijo, Porto, Seda Publicações, 2014, p.61.

sábado, 21 de julho de 2018

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Pormenores do castelo


 
 
 


Santarém

Como é bom visitar o Alentejo!!


O Alentejo, visitado por alguém que leve consigo a capacidade emotiva e compreensiva de um verdadeiro curioso, é um Sésamo que se abre.

TORGA, Miguel, Portugal, Alfragide, 10.ª edição, Leya,2015, p. 88.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

10.º Aniversário

Faz hoje dez anos que sou orgulhosamente blogger!! Uma década a partilhar o mundo pela visão da Hortense ;) Parabéns a todos os que admiram os meus posts.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Não escolhas viúvos!

Os viúvos também são má escolha, sempre foram, porque as pessoas com quem viveram e tantas vezes os chagaram, são santificados postumamente, de modo que toda a comparação sai derrotada.

FERRO, Rita, Só se morre uma vez - Diário 2, Alfragide, D. Quixote, 2015, p.99.