quinta-feira, 30 de abril de 2015

Abelha


Uma abelha ou "apis mellifera" alimenta-se geralmente de néctar. Os indivíduos adultos são os mais importantes agentes de polinização. As abelhas polinizam flores de cores monótonas, escuras e pardacentas (todos os tipos de flores). Uma abelha visita dez flores por minuto em busca de pólen e do néctar. Ela faz, em média, quarenta voos diários, tocando em 40 mil flores. Com a língua, as abelhas recolhem o néctar do fundo de cada flor e guardam-no numa bolsa localizada na garganta. Depois voltam à colmeia e o néctar vai passando de abelha em abelha. Desse modo a água que ele contém se evapora, ele engrossa e se transforma em mel. A maioria das abelhas transporta uma carga eletrostática, que ajuda-as na aderência ao pólen. As abelhas tem cinco olhos. São três pequenos no topo da cabeça e dois olhos compostos, maiores, na parte frontal.

Uma abelha produz cinco gramas de mel por ano. Para produzir um quilo de mel, as abelhas precisam visitar 5 milhões de flores e consomem cerca de 6 a 7 gramas de mel para produzirem 1 grama de cera.

Uma colmeia abriga de 60 a 80 mil abelhas. Tem uma rainha, cerca de 400 zangões e milhares de operárias. Se nascem duas ou mais rainhas ao mesmo tempo, elas lutam até que sobre apenas uma rainha. A abelha-rainha vive até 5 anos, enquanto as operárias vivem de 28 a 48 dias.

Apenas as abelhas fêmeas trabalham. Os machos podem entrar em qualquer colmeia ao contrário das fêmeas. A única missão dos machos é fecundar a rainha. A rainha voa o mais que pode e é fecundada pelo macho que conseguir ir até ela, esse voo se chama: voo nupcial. Depois de cumprirem essa missão, eles não são mais aceitos na colmeia. No fim do verão, ou quando há pouco mel na colmeia, as operárias fecham a porta da colmeia e deixam os machos morrerem de frio e de fome e trituram e expulsam os que ficarem.

Fonte: Wikipédia.

Flores à porta


ÉVORA

Letras com alma

Ainda hoje (...) sinto que as letras têm alma e emoções íntimas. Estou convencido de que o m gostaria de ser centopeia, multiplicar as perninhas e partir por aí fora, em movimento perfeito, para viagem incessante. Tenho para mim que, dado o seu nervosisimo, o f e o z, esguios, retorcidos, sobranceiros, têm problemas de satisfação pessoal, demasiados nervosoos e inquietos, bem distantes do temperamento calmo do o ou da insensibildidade do h.

FLORES, Francisco Moita, Segredos de Amor e Sangue, Alfragide, Casa das Letras, 2.ª edição, 2014, p. 44.

Pormenores da Rua Direita



Portimão

terça-feira, 28 de abril de 2015

Castelo de Paderne







O Castelo de Paderne, no Algarve, localiza-se na cidade e freguesia de mesmo nome, Concelho de Albufeira, Distrito de Faro, em Portugal. Ergue-se em posição dominante sobre a ribeira de Quarteira, cerca de dois quilómetros ao Sul da cidade. Um dos sete castelos representados na bandeira de Portugal, as suas ruínas, de cor avermelhada, constituem um dos exemplares mais significativos da arquitectura militar muçulmana na península Ibérica, destacando-se na paisagem como um aviso de chegada ao Algarve para quem entra na Via do Infante, vindo da A2. 

O castelo foi erguido em taipa pelos Almoádas entre o século XI e o século XII, durante a última fase da ocupação muçulmana da península, controlando a antiga estrada romana que cruzava a ribeira de Quarteira por uma ponte a Sudeste. Neste período, o progresso da Reconquista cristã levava à edificação de uma linha defensiva integrada por fortificações de porte médio e de carácter rural na região, das quais esta é um dos melhores exemplos.

A referência mais antiga sobre o castelo remonta a 1189, quando foi conquistado em um encarniçado assalto noturno pelas forças de D. Sancho I (1185-1211), com o auxílio de uma esquadra de cruzados ingleses. Esse domínio, entretanto, foi efêmero, uma vez que, já em 1191, foi recuperada pelas forças Almóadas sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur. A sua posse definiva para a Coroa portuguesa só viria sob o reinado de D. Afonso III (1248-1279) com a conquista pelo Mestre da Ordem de Santiago, D. Paio Peres Correia, em 1248, iniciando-se o repovoamento da região.

Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), os domínios da vila e seu castelo, bem como o padroado da sua igreja, foram doados pelo soberano à Ordem de Avis, na pessoa de seu Mestre, D. Lourenço Anes. Não se registram, entretanto, no período, obras de recuperação no castelo, à semelhança do que ocorreu com o Castelo de Alvor (1300), as muralhas de Tavira (1303) ou as de Castro Marim (1303), mas tão somente algumas construções no seu interior, como a edificação da primitiva capela, atualmente em ruínas.

No século seguinte, instaurando-se o ciclo dos Descobrimentos portugueses, as preocupações estratégicas e econômicas concentram-se nas costas do reino, perdendo Paderne a sua importância e a sua função defensiva. Abandonado a partir do século XVI, quando a povoação se transferiu para o atual sítio, caiu progressivamente em ruínas nos séculos seguintes. O processo foi agravado com os estragos causados pelo terramoto de 1755 à estrutura, em particular à sua torre de menagem, como registrado pelas "Memórias Paroquiais de 1758".

As ruínas do castelo, constituídas por alguns troços de muralhas, a torre albarrã e as paredes da capela em seu interior, no qual se abria uma cisterna, entulhada, foram classificadas como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 22 de Novembro de 1971.

O imóvel foi adquirido pelo Ministério da Cultura, através do IPPAR, em Setembro de 1997. O castelo apresenta planta no formato quadrangular irregular, orgânica, ocupando uma área de cerca de 1.000 m². Além das características típicas da arquitectura militar Almoáda, como os muros em taipa, a torre albarrã de planta quadrada, que se eleva a cerca de dez metros de altura a Leste, e a porta em cotovelo no ângulo oposto à torre, os seus remanescentes evidenciam influências do estilo gótico e manuelino, como a barbacã que defendia essa porta.

Fonte: Wikipédia.

Mercado Municipal da Golegã




Golegã

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Rochas e rochinhas


Enquanto não vem o Verão, publico hoje imagens de rochas na praia do Alemão para matar saudades da sua beleza enquanto o calor não volta!


Restaurante "La Place"





Um restaurante holandês com um conceito ecológico - os guardanapos são de papel reciclado, e a comida é bem fresca! Escolhi o peixe que foi grelhado à minha frente e os batidos são muito bons ;) Almocei na área de serviço perto do aeroporto de Amesterdão e além de ver passar os aviões, podia controlar o tráfego por estarmos por cima de uma auto-estrada, com 5 vias!

Desigualdade igual a tristeza




Uma das coisas que mais assegurar podem arruinar a futura felicidade de casados é a proporção do casamento. A desigualdade no sangue, nas idades, na fazenda, causa contradição ; a contradição discórdia. E eis aqui os trabalhos por onde vêm. Perde-se a paz, e a vida é inferno.



MELO, D. Francisco Manuel de, Carta de guia de casados, Lisboa, Editorial Verbo, p. 21.

sábado, 25 de abril de 2015

Pormenores da Torre de Belém






O cravo, símbolo da revolução




O cravo de Portimão, que faz hoje um ano,  é muito metálico e pouco visível... (os ângulos destas fotografias provam-no)

A liberdade

A liberdade, Sara, está na forma como sabemos dar uso àquilo que os outros pensam ver em nós, pois muitas vezes, antes mesmo de olhar, as pessoas já decidiram o que hão-de observar.

SILVA, Ana Cristina, As fogueiras da Inquisição,  Editorial Presença, 2008, p. 19.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Pelourinho da Golegã

Golegã

Afonso de Albuquerque



Afonso de Albuquerque (Alhandra, 1453 — Goa, 1515), nomeado O Grande, César do Oriente, Leão dos Mares, o Terribil e o Marte Português, foi um fidalgo, militar e o segundo governador da Índia portuguesa cujas acções militares e políticas foram determinantes para o estabelecimento do império português no oceano Índico. Afonso de Albuquerque é reconhecido como um génio militar pelo sucesso da sua estratégia de expansão: procurou fechar todas as passagens navais para o Índico - no Atlântico, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e oceano Pacífico - construindo uma cadeia de fortalezas em pontos chave para transformar este oceano num mare clausum português, sobrepondo-se ao poder dos otomanos, árabes e seus aliados hindus.

Destacou-se tanto pela ferocidade em batalha como pelos muitos contactos diplomáticos que estabeleceu. Nomeado governador após uma longa carreira militar no Norte de África, em apenas seis anos -os últimos da sua vida- com uma força nunca superior a quatro mil homens sucedeu a estabelecer a capital do Estado Português da Índia em Goa; conquistar Malaca, ponto mais oriental do comércio Índico; chegar às ambicionadas "Ilhas das especiarias", as ilhas Molucas; dominar Ormuz, entrada do Golfo Pérsico; e estabelecer contactos diplomáticos com numerosos reinos da Índia, Etiópia, Reino do Sião, Pérsia e até a China. Áden seria o único ponto estratégico cujo domínio falhou, embora tenha liderado a primeira frota europeia a navegar no Mar Vermelho, a montante do estreito Bab-el-Mandeb. Pouco antes da sua morte foi agraciado com o título de vice-rei e "Duque de Goa" pelo Rei D. Manuel I, que nunca usufruiu, no que foi o primeiro português a receber um título de além-mar e o primeiro duque nascido fora da família real. Foi o segundo europeu a fundar uma cidade na Ásia, o primeiro foi Alexandre o Grande.


Afonso de Albuquerque serviu dez anos no Norte de África, onde adquiriu experiência militar: em 1471 acompanhou Afonso V nas conquistas de Tânger, Anafé e Arzila, onde permaneceu alguns anos como oficial na guarnição. Em 1476 acompanhou o príncipe D. João nas guerras contra Castela, tendo participado na batalha de Toro. Participou na esquadra enviada em 1480 em socorro de D. Fernando II rei de Aragão, Sicília e Nápoles «para reprimir o furor dos turcos» de avançar na península itálica, no Golfo de Tarento, em Otranto, que culminaria na vitória dos cristãos em 1481.

Em 1481, quando o príncipe D. João ascendeu ao trono como D. João II, Albuquerque regressou a Portugal e foi nomeado seu estribeiro-mor. Em 1489 retornou ao serviço no norte de África, onde comandou a defesa da fortaleza da Graciosa, situada na ilha que o rio Luco forma junto da cidade de Larache e em 1490 fez parte da guarda de D. João II, tendo regressado a Arzila em 1495, onde o seu irmão mais novo, Martim, morreu lutando a seu lado.

Fonte: Wikipédi.

Liceu Passos Manuel

O Liceu de Passos Manuel é uma escola secundária pública de Lisboa, inaugurada a 9 de Janeiro de 1911, mas anteriormente criado por Passos Manuel, em 1836.
.

O Liceu fica perto da Assembleia da República e até hoje já estudaram aqui cerca de 70.000 alunos.
Recentemente comemorou o seu centenário. Para saber mais sobre esta efeméride consultar o site  http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/liceu-passos-manuel-faz-100-anos

Fonte: Wikipédia