quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Estás doente?


Disseram-me que estás doente, laranja vermelha.

Estás doente da garganta, e eu estou mal da cabeça.

- Sobre as lajes em volta da igreja,

estavam sentadas três raparigas

atando os cabelos com fitas verdes.

Três túmulos se abriram e dele saíram

Três belos rapazes.

Ò coração doloroso, consola-te a ti mesmo –

dores iguais a essas já o mundo viu muitas.

Coração doloroso que não estás só no mundo.

HELDER, Herberto, Canção da laranja vermelha, O Bebedor nocturno – poemas mudados para português, Lisboa, Assírio & Alvim, 2010, p. 75.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Museu Júlio Pomar





Perto da Calçada do Congro e da Assembleia da República encontramos um museu de arte contemporânea de entrada livre.


O Atelier-Museu Júlio Pomar tem por missão conservar, divulgar e aprofundar o conhecimento da obra de Júlio Pomar nos seus diversos aspectos, fomentar a reflexão crítica e o debate em torno das artes e da cultura contemporâneas. 
 
A estrutura museológica integra um conjunto de equipamentos culturais do município de Lisboa que promove junto dos públicos um acesso às artes e à produção cultural. 

Desde 2 de Janeiro de 2015, o Atelier-Museu passou a integrar a rede de equipamentos culturais geridos pela EGEAC.

Operando no domínio da arte contemporânea e procurando abarcar a pluralidade de expressões que constituem o seu corpus actual, o Atelier-Museu é palco de diversas exposições e eventos, procurando semear a liberdade do olhar, a postura crítica e a abertura que caracteriza o autor que lhe dá nome.


Fonte: http://ateliermuseujuliopomar.pt/museu/apresentacao/apresentacao.html

Cerâmica no Museu




O Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa tem um excelente núcleo de cerâmica, que nos permite compreender a evolução desta arte em Portugal. Infelizmente as minhas fotos não ficaram muito boas devido ao reflexo da luz das janelas...

Rebanho a descansar



Terena

domingo, 27 de janeiro de 2019

Senhor Ferro

Nos prédios antigos encontramos pormenores giros, até na balaustrada de um corrimão ;)

sábado, 26 de janeiro de 2019

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Crocodilo do Zoo


Os crocodilos não possuem predadores naturais, por se tratar de um animal de topo na cadeia alimentar.  Os crocodilos, depois das aves, são os parentes mais próximos dos dinossauros actualmente. Tanto dinossauros quanto crocodilos evoluíram dos tecodontes.  Surgiram há 248 milhões de anos, aproximadamente. Apesar de não terem a mesma mobilidade que os dinossauros, já foram registados crocodilos que podem correr nas margens de rios a uma velocidade de até 16 km/h.

A principal arma do crocodilo é sua poderosa mandíbula recheada de dentes (podem chegar a 80). Essa impressionante explosão de energia pode perfurar o casco de tartarugas, uma das presas favoritas dos crocodilos. Apesar de ter muitos dentes, este réptil não mastiga o seu alimento. Os seus dentes não são alinhados adequadamente para a mastigação. Assim, ele arranca pedaços das vítimas girando o corpo e rasgando a pele da presa. Com a carne na boca, ele apenas engole ossos, pelos e cascos inteiros. 

Outro fator que impede que o crocodilo mastigue o seu alimento é que o músculo que abre a boca é bem mais fraco do que o músculo que a fecha. Essa composição favorece mordidas rápidas e enérgicas. Por isso é comum observar pesquisadores lidando com animais enormes controlados com somente uma fita adesiva enrolada na boca. O crocodilo pode abrir a sua boca num ângulo superior a 75º. Isso auxilia tanto na obtenção de calor nos seus “banhos de Sol”, assim como facilita na caça de animais de grande porte, como zebras, búfalos, gnus e até elefantes.

Fonte: wikipédia

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Cais fluvial de Lentiscais

O cais de Lentiscais situa-se no Rio Ponsul, a 6 km de Castelo Branco, inserido na zona do Tejo Internacional.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Órgão







Órgão portativo do século XVIII, fabricado por Oldovino e pintado por freiras locais. Actualmente encontra-se em restauro para voltar a tocar no seu local de exposição - o núcleo museológico de S. Francisco, em Évora.

CAXIAS

Caxias é uma antiga freguesia portuguesa do concelho de Oeiras, com 3,41 km² de área e 9 007 habitantes (2011). Densidade: 2641,3 hab/km². Passou a integrar a União de Freguesias de Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias a 16 de Janeiro de 2013 com sede no centro histórico de Oeiras.

Prevalece hoje como um complexo cultural e paisagístico que cresceu sobre a propriedade da família Real em Oeiras. Emanando a sofisticada vida social do século XVIII, a Quinta Real de Caxias encontra-se apenas a aproximadamente 200 metros da Praia de Caxias. A vegetação verdejante caracteriza este ambiente urbano privilegiado. A própria Estação de Caxias está envolvida por um dos jardins. 

Fonte: Wikipédia

domingo, 20 de janeiro de 2019

Suricata


Suricata é uma espécie de mamífero da família Herpestidae. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento (incluindo a cauda), em média 730 gramas de peso, e pelagem acastanhada. Os suricates alimentam-se de escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.  E as que vi no Zoo de Lisboa são tão queridas ;)


Os suricates adultos medem entre 22 e 28 centímetros de altura em pé. Os suricates machos pesam cerca 730 g, já as fêmeas pesam cerca de 720 g. Possuem listras paralelas em suas costas, que se estendem desde a base da cauda até os ombros. Os padrões de listras são únicos para cada suricata. 

Fonte: Wikipédia.

sábado, 19 de janeiro de 2019

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Casa dos Bicos

A Casa dos Bicos ou Casa de Brás de Albuquerque localiza-se em Lisboa. É um dos núcleos do Museu de Lisboa. A casa foi construída em 1523, a mando de D. Brás de Albuquerque, filho natural legitimado do segundo governador da Índia portuguesa
É situada a oriente do Terreiro do Paço, perto de onde ficavam a Alfândega, o Tribunal das Sete Casas e a Ribeira Velha (mercado de peixe e de produtos hortícolas, com inúmeras lojas de comidas e vinhos).
A fachada está revestida de pedra aparelhada em forma de ponta de diamante, os "bicos", sendo um exemplo único de arquitectura civil residencial no contexto arquitectónico lisboeta. Os "bicos" demonstram uma clara influência renascentista italiana. Na verdade, o proprietário da Casa dos Bicos mandou-a construir após uma viagem sua a Itália, onde terá visto pela primeira vez o Palácio dos Diamantes ("dei diamanti") de Ferrara e o Palácio Bevilacqua, em Bolonha. No entanto, sendo naturalmente menor que estes palácios, a distribuição irregular das janelas e das portas, todas de dimensões e formatos distintos, conferem-lhe um certo encanto, reforçado pelo traçado das janelas dos andares superiores, livremente inspiradas nos arcos trilobados da época.
Na sua planta inicial tinha duas fachadas de pedras cortadas em pirâmide e colocadas de forma desencontrada, onde sobressaltavam dois portais manuelinos, o central e o da extremidade oriental, e ainda dois andares nobres. A fachada menos importante, encontrava-se virada ao rio.
Com o terramoto de 1755 tudo isto se destruiu e desapareceram estes dois últimos andares. A família Albuquerque vendeu-a em 1973, tendo até então sido utilizada como armazém e como sede de comércio de bacalhau.
Em 1983, por iniciativa do comissariado da XVII Exposição Europeia de Artes, Ciência e Cultura, foi reconstruída e foi reposta a sua volumetria inicial (foram acrescentados os dois andares que haviam desaparecido na tragédia), tendo servido como local de exposições.
A muralha pertencente à Cerca Moura passava por este local, tendo sido destruída para que pudesse ser construído o palácio. Escavações arqueológicas datadas da década de 1980 revelaram vestígios da muralha. Foram também revelados no seu interior outros elementos como tanques de salga da época romana, uma torre da época medieval e pavimento mudéjar.
Na Casa dos Bicos funciona hoje a Fundação José Saramago, acolhendo a biblioteca do escritor prémio Nobel da Literatura, assim como uma exposição permanente sobre a vida e obra de José Saramago.O piso térreo da Casa dos Bicos, onde se encontra sedeada a Fundação Saramago é, desde Julho, o Núcleo Arqueológico do Museu da Cidade de Lisboa, onde se pode encontrar um espólio que percorre a história da cidade desde a ocupação romana até ao século XVIII.

Fonte: Wikipédia

Programa de fim-de-semana

Portimão
Não há fim-de-semana sem lavar a roupa ;)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Nascemos para??


Nascemos para o sono,
Nascemos para o sonho.
Não foi para viver que viemos sobre a terra.
Breve apenas seremos erva que reverdece:
Verdes os corações e as pétalas estendidas.
Porque o corpo é uma flor muito fresca e mortal.
HELDER, Herberto, Nascemos para o sono, O Bebedor nocturno – poemas mudados para português, Lisboa, Assírio & Alvim, 2010, p. 65.

Mercado de Santarém

Datado de 1930, sob o risco do Arquitecto Cassiano Branco, veio substituir o mercado ao ar livre que sobreviveu durante séculos na Praça Visconde Serra do Pilar, conhecida como Praça Velha. Para além da linguagem arquitectónica do edifício sobressai, no seu exterior, um notável conjunto de cinquenta e cinco painéis de azulejos figurativos e oito decorativos encomendados à extinta Fábrica de Sacavém, e que representam motivos da propaganda turística e regional, que caracterizavam a Capital do Ribatejo nos inícios do século XX.

Fonte:  http://www.cm-santarem.pt/descobrir-santarem/o-que-visitar/item/1199-mercado-municipal

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Torre das Cabaças


A Torre das Cabaças, também conhecida simplesmente como Torre do Relógio, localiza-se na freguesia de Marvila, cidade de Santarém. A actual torre-relógio remonta ao reinado de D. Manuel I (1495-1521), sendo datada de meados do século XV. Foi erguida a partir de uma estrutura defensiva envolvente da Porta do Alporão, que se rasgava nas muralhas do Castelo de Santarém. 



O nome "das Cabaças" fixou-se popularmente a partir de fins do século XVIII, devido à colocação de oito cabaças de barro numa estrutura de ferro que suporta um sino de bronze de grandes dimensões, fundido em 1604. 

Encontra-se classificada como Monumento Nacional por Decreto de 3 de Fevereiro de 1928.Actualmente encontra-se requalificada como "Núcleo Museológico do Tempo", administrado pelo Museu Municipal de Santarém, exibindo uma simples exposição documental. Quem desejar visitar tem de ligar para o número de telefone afixado na porta.

Fonte: Wikipédia