quinta-feira, 31 de julho de 2008

Depois de me ter apresentado e de dar a conhecer algumas hortenses famosas, pretendo a partir de hoje que conheçam o meu mundo!
Por isso, apresento pequenos resumos, com fotos minhas incluídas, de alguns passeios que faço no meu país.
Mértola, vila-museu, pertence ao distrito de Beja, região Baixo Alentejo, com cerca de 3100 habitantes. A vila encontra-se situada numa elevação na margem direita do rio Guadiana, imediatamente a montante da confuência da ribeira de Oeiras.

Fonte: Wikipédia.

domingo, 20 de julho de 2008

Outra Hortense famosa - a Rainha da Holanda


Hortense de Beauharnais (Paris, 10 de Abril de 1783 — 5 de Outubro de 1837) foi esposa de Luís Bonaparte, Rei da Holanda e mãe de Napoleão III. Pertencia à família imperial francesa.

Era filha de Josefina de Beauharnais e Alexandre, Visconde de Beauharnais, que em 1794, foi executado durante o Terror. Dois anos depois, sua mãe esposa Napoleão Bonaparte.

Em 1806, Napoleão nomeia seu irmão, Luís, como rei da Holanda. Hortense acompanha seu marido para Haia, apesar do relacionamento do casal não estar muito bom (a paternidade de Luís sobre um dos seus filhos com Hortense foi posto em causa).
Em 1810, Luís abdica do trono da Holanda, mudando-se para a Alemanha, enquanto que Hortense regressa com os seus filhos para a França.

Em 1814, durante a restauração dos Bourbon, Hortense recebe protecção de Alexandre I da Rússia, e a seu pedido, é nomeada duquesa de Saint-Leu pelo rei Luís XVIII. Durante a campanha de Waterloo, Hortense apoiou Napoleão, o que levou a sua expulsão da França após o fracasso da campanha.
Viajou pela Alemanha e pela Itália antes de adquirir a Mansão de Arenenberg, no cantão de Turgóvia na Suíça, em 1817. Ali morou até a sua morte, em Outubro de 1837. Foi enterrada ao lado de Josefina (sua mãe) na igreja de St Pierre-St Paul em Rueil-Malmaison.

Fonte: Wikipédia

sábado, 19 de julho de 2008

TORRE DE HÉRCULES

A Torre de Hércules localiza-se no extremo Norte da península corunhesa, a uns 1.600 metros do centro da cidade da Corunha, na Galiza, Espanha.

Monumento nacional, é o mais antigo, ilustre e representativo da Corunha, e o elemento principal do seu escudo. É o único farol romano que existe no mundo e que continua a cumprir a sua função - farol de navegação. Foi construído na cidade de Brigantium, no século II, durante os mandatos dos Imperadores romanos Trajano e Adriano, por um arquitecto chamado Gaio Sévio Lupo, natural da cidade de Emínio (actual Coimbra). A torre possivelmente perdeu o seu uso marítimo durante a Idade Média, quando foi convertida em fortificação.

Em 1682, o Duque de Uceda encarregou o arquitecto Amaro Antunes do restauro arquitectónico. Este construiu uma escada de madeira que atravessa as abóbadas para a parte superior, onde situou as pequenas torres que suportam o farol.

Foi no reinado de Carlos IV de Espanha que ficou completa a sua reconstrução, tendo os trabalhos sido iniciados em 1788. A obra neoclássica terminou em 1791 sob a direcção de Eustaquio Giannini. A torre era, antes da reforma, um corpo prismático com base quadrada. No exterior apresentava um muro de pedra com duas portas na parte baixa e janelas assimétricas que chegavam ao piso superior.

Após as reformas, passou a constituir-se numa torre e num farol. De planta quadrada, ergue-se a uma altura de 68 metros. Tem três corpos, em primeiro um paralelepípedo recto de base quadrada de 11,60 metros de lado e 34,60 metros de altura. Sobre esta, assenta outro intermédio mais pequeno de secção octogonal, com um terço de corpo, paralelepípedo também octogonal, que suporta sobre este uma construção cilíndrica em vidro que protege a lanterna do farol.


Ao subir os seus 242 degraus, em compasso de esforço pode-se ir vendo a magnifica panorâmica aberta para o Oceano Atlântico, com as suas praias urbanas de bonito perfil costeiro. Vista que merece o esforço da subida! Não se vê logo pela minha cara?


FONTE: WIKIPÉDIA


Hortense Luz (Lisboa 08/02/1905- Lisboa 14/07/1984)
Actriz portuguesa, tirou os cursos da Escola de Artes de Representar no Conservatório Nacional de Lisboa e estreou-se no Teatro Sá da Bandeira no Porto com a peça “A vizinha do lado”. Pertenceu à Companhia Maria Matos-Mendonça de Carvalho e na Companhia Lucília Simões-Eurico Braga, que actua em São Carlos, participando nesta nas peças “As fogueiras de São João”, “O Ninho das Águias”, “A Verdade”, “A casa em ordem” e “Mulher sem importância”. Estreou-se no género de revista na peça “Foot-ball”, tornando-se a partir daqui na estrela das revistas e operetas como “Pó de arroz”, “Saricoté”, “Ás de espadas”, “Secretário dos amantes”, “Maria-Rapaz” e “Miúdo do terço”.Formou uma empresa levando à cena revistas de grande êxito, tais como “As Vaudevilles”, “Grão de bico”, “Pardal maluco”, “Sopa de massa”, “Jorge Cadete”, “Vinho Novo”, “A Rambóia”, “Chá de parreira”, “Feira da Luz”, “Zabumba” e “Toma Teresa”.Actuou em programas da rádio e da televisão e fez parte do elenco dos filmes “Os vizinhos do rés-do-chão” (1947) e “Não há rapazes Maus”(1948), ano em que fez parte da Companhia “Comediantes de Lisboa no Teatro da Trindade.

domingo, 13 de julho de 2008

A história do meu nome



O meu nome é Hortense, porque a minha mãe sempre disse que quando tivesse uma filha dar-lhe-ia o nome da sua mãe. Por sua vez a minha avó (actualmente com 104 anos) chama-se Hortense por o seu padrinho ter uma namorada com esse nome que morrera muito nova... E contigo, qual é a história do teu nome???

Avó e neta

sábado, 12 de julho de 2008

Hortense, o nome de uma flor



Hortense era o nome da mulher do relojeiro Lepante, a quem o naturalista Commerson dedicou esta flor, que apresenta diversas colorações, desde o azul ao rosa.

A planta Hortênsia, característica pelos seus caules bastante ramosos, pertence à família das saxifragáceas, é originária da China e do Japão e é largamente cultivada em diversas regiões de Portugal, especialmente no arquipélago dos Açores!