terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Rio Arade



O Rio Arade é um rio de Portugal que nasce na Serra do Caldeirão e passa por Silves, Portimão e Lagoa indo desaguar no Oceano Atlântico, em Portimão, imediatamente a leste da Praia da Rocha.


No tempo dos descobrimentos portugueses era navegável até Silves, onde existia um importante porto. Hoje, devido ao enorme assoreamento, apenas pequenos barcos aí podem chegar.




Portimão,na sua margem direita é o grande porto do Arade, o seu antigo nome era o rio de Silves. Actualmente com um porto de cruzeiros, além de um porto de pesca e uma marina.

Fonte: Wikipédia.




domingo, 30 de novembro de 2008

MONSARAZ

À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, a povoação foi inicialmente conquistada pelas forças sob o comando do lendário Geraldo Sem Pavor (1167). Foi recuperada pelos almóadas sob o comando de Abu Ya'qub Yusuf I (1173), após a derrota de D. Afonso Henriques (1112-1185) em Badajoz (1169), para ser definitivamente conquistada por D. Sancho II (1223-1248), com o auxílio da Ordem do Templo, em 1232, a quem fez a doação destes domínios. Desta época ficou-nos a lembrança do cavaleiro templário Gomes Martins Silvestre, povoador de Monsaraz, cujo túmulo se encontra actualmente na Igreja Matriz de Santa Maria da Lagoa.


O castelo em cota mais elevada, apresenta planta quadrangular, com muralha em pedra de xisto e cal reforçada por torres, delimitando a praça de armas, onde se erguem as edificações da alcáçova e a torre de menagem. O acesso ao interior muralhado é feito através de quatro portas em cantaria de granito.


Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

CLAUSTRO DO MUSEU DE BEJA

O claustro, que conserva a planta original da última metade do séc. XV, testemunha o cruzamento de diferentes manifestações artísticas através dos tempos. É composto por quatro galerias: A quadra de S. João Baptista, a quadra da Portaria, a quadra de S. João Evangelista, e a quadra de Nossa Senhora do Rosário.

Na quadra de S. João Baptista as paredes encontram-se ornamentadas por azulejos portugueses do século XVII, onde predominam os motivos vegetalistas (maçaroca de milho, etc.) e pequenos painéis encaixilhados, a avulso, dedicados a S. João Baptista. Na quadra pode observar-se a capela de S. João Baptista, de tradição clássico maneirista, datada de 1614. Do lado direito encontram-se as capelas de S. Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Desterro, obra maneirista datada de 1567.

Fazem parte do actual edifício, cuja construção data de meados do século XX, as salas de pintura onde actualmente se encontra exposta a colecção do museu, que abarca um período balizado entre os séculos XV e XVIII. De meados do século XX é também a secção do primeiro andar, onde se encontra a exposição arqueológica de Fernando Nunes Ribeiro.


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

MUSEU DE BEJA

O primeiro museu de Beja foi, sem dúvida, o representado pelas colecções particulares de Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), o ilustre prelado bejense cujos méritos e zelos de investigador atraíram a esta cidade a atenção do mundo culto de então. A investidura de Cenáculo no arcebispado de Évora ocasionou a mu­dança de muitos monumentos, de vária espécie, para aquela cidade. O caso prejudicou Beja. Mas não deixou de estar absolutamente dentro do espírito da época em que o erudito bispo viveu.

Disperso o Museu Sesinando-Cenáculo-Pacense, das lápides e pedras ornamentadas que não foram para Évora, algumas se perderam aqui mesmo; mais de duas dezenas, e das mais preciosas, foram depois, recupe­radas, graças à desinteressada coope­ração de D. António Xavier de Sousa Monteiro, bispo da sede pacense, que à medida que elas se iam descobrin­do no Paço episcopal as mandava entregar à Câmara.

Decorridas oito décadas, em sessão de 5 de Março de 1890, o Dr. Ma­nuel Duarte Laranja Gomes Palma, presidente do município, propõe que se dê início, com os objectos então arrecadados no andar superior da Domus Municipalis, a um pequeno museu representativo deste concelho, o qual se inaugurou, após outras sessões em que se trataram de por­menores relacionados com o assunto, a 29 de Dezembro de 1892 (uma quinta-feira), com o nome de Museu Archeologico Municipal de Beja.


A verdadeira alma do Museu foi, porém, o chefe da secretaria municipal, José Umbelino Palma, cuja actividade em prol da instituição se manifestou principalmente no periódico local, «O Bejense», do qual era director. A afluência de ofertas e depósitos avolumou o recheio de tal modo que, em 1898, este; se repartia por diversos aposentos do Edifício da Câmara Municipal.

Nos anos de 1927 e 1928 as colecções do Museu passaram para o actual edifício do Convento de Nossa Senhora da Conceição, sendo aumentadas com objectos de arte religiosa procedentes de igrejas demolidas e extintos conventos desta cidade: quadros, andores, ima­gens, paramentos, jóias e diversas alfaias do culto.
Nessa data, dando cumprimento a um decreto anterior, a tutela do Museu Regional de Beja passou da Câmara Municipal para a da antiga Junta Geral do Distrito, actual Assembleia Distrital de Beja, organismo do qual o Museu Rainha D. Leonor depende administrativamente.




Fonte: http://www.museuregionaldebeja.net/

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Castelo de Beja

À época da Reconquista cristã da foi inicialmente conquistada pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) em 1159, para ser abandonada quatro meses mais tarde. Foi reconquistada de surpresa, por uma expedição de populares idos de Santarém, em princípio de Dezembro de 1162.


Nos anos que se seguiram, posteriormente à derrota daquele soberano no cerco de Badajoz (1169), o cavaleiro Gonçalo Mendes da Maia - o Lidador, já nonagenário, perdeu a vida na defesa das muralhas de Beja.
O primeiro restauro dos muros de Beja data do reinado de D. Afonso III (1248-79), que as fez iniciar a partir de 1253, com recursos oriundos, por dez anos, por dois terços dos dízimos das igrejas de Beja. No ano seguinte (1254), a povoação recebeu o seu foral nos mesmos termos do de Santarém, confirmado em 1291 no reinado de seu filho, D. Dinis (1279-1325). Este, por sua vez, prosseguiu as obras de reconstrução, reforçando e ampliando as muralhas e torres (1307) e iniciou a construção da torre de menagem (1310).

No século XV, sob o reinado de D. Afonso V (1438-1481), a Vila foi elevada a ducado, tendo como 1° duque de Beja o seu irmão, o infante D. Fernando e, posteriormente, o rei D. Manuel I (1495-1521). No reinado deste último soberano têm lugar grandes obras de beneficiação das defesas da vila, elevada a cidade em 1517.




Até ao século XVII, o Castelo de Beja foi objecto de diversas ampliações e modernizações, particularmente no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, quando foi reforçado por baluartes conforme projeto do engenheiro-militar e arquitecto francês Nicolau de Langres, aprovado pelo engenheiro e cosmógrafo-mor do reino, Luís Serrão Pimentel, e pelo general Agostinho de Andrade Freire. No período de 1669 a 1679 as obras foram dirigidas pelos engenheiros João Coutinho, Diogo de Brito de Castanheira e Manuel Almeida Falcão, porém jamais foram concluídas.
No século XX foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 16 de Junho de 1910.

Numa combinação de estilos românico, gótico, manuelino e maneirista, o monumento apresenta planta no formato pentagonal. Sem talude, a muralha, coroada por merlões prismáticos, possui adarve envolvente, estando flanqueada originalmente por quarenta torres (entre as quais a de menagem), rasgada por sete portas e dois postigos, e circundada por barbacãs.


A robusta Torre de Menagem, no estilo gótico, é considerada como um dos mais belos exemplos da arquitectura militar da Idade Média em Portugal. Elevando-se a quarenta metros de altura (a mais alta do país), é constituída por três pavimentos. A torre apresenta balcões angulares sobre matacães, unidos por varandins defendidos por ameias piramidais. É rasgada por portas ogivais e janelas geminadas, em arco de ferradura. As salas no seu interior, ricamente decoradas, apresentam tectos em abóbada de ogivas.



A porta principal do castelo abre-se em arco ogival e acessa a praça de armas. Das primitivas portas restam ainda duas de origem românica: a Porta de Évora, contígua ao castelo; e o arco da Porta de Avis. A Porta de Moura é defendida por dois torreões.

Fonte: Wikipédia.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

Monumento à riqueza dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.



Destacam-se o seu claustro, completo em 1544, e a porta sul, de complexo desenho geométrico, virada para o rio Tejo. Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos.



O monumento é considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.


Encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia, foi financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias. Escolhido o local, junto ao rio em Santa Maria de Belém, em 1502 é iniciada a obra com vários arquitectos e construtores, entre eles Diogo Botica (plano inicial e parte da execução) e João de Castilho (abóbadas das naves e do transepto – esta com uma rede de nervuras em forma de estrela –, pilares, porta sul, sacristia e fachada) que substitui o primeiro em 1516/17. No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto.

Deriva o nome de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.

FONTE: Wikipédia.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

ANIVERSÁRIO DA MINHA AVÓ



HOJE A MINHA AVÓ FAZ ANOS!!!! 105 PRIMAVERAS, PARA FESTEJAR ESTA ALEGRIA, DEIXO AQUI UMA FOTO DA MELHOR AVÓ DO MUNDO!!!

sábado, 1 de novembro de 2008

Forte de Nossa Senhora da Guia


Pequena fortificação marítima erguida em 1707, sob o reinado de D. João V (1705-1750), consistia num posto guarnecido e artilhado. Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público através do Decreto n.º 129/77 de 29 de Setembro de 1977.

Fonte: Wikipédia.

sábado, 18 de outubro de 2008

FAROL DO CABO ESPICHEL

O Farol do Cabo Espichel é um farol português que se localiza no cabo de mesmo nome, em Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal, Portugal.
Inaugurado em 1790, em 1865 era alimentado por azeite, mudando de combustível em 1886, quando a sua luz passou a ser alimentada por incandescência de vapor de petróleo e, muito mais tarde em 1926 por electricidade.
Em 1983 este farol tinha instalado um aparelho iluminante chamado de primeira ordem que emitia luz em grupos de quatro clarões brancos, em vez do antigo sistema de luz fixa. Com este novo sistema passou a ter um alcance luminoso de vinte e oito milhas náuticas (quarenta e cinco quilómetros).

Em 1947 entrou numa nova era no que diz respeito à iluminação. Foi montado um aparelho óptico aeromarítimo, que já tinha estado ao serviço do Farol do Cabo da Roca. Esta nova óptica dióptica - catadióptica chamada de quarta ordem, um modelo de grandes dimensões, apresenta três metros de distância focal, produzindo lampejos simples, agora com um alcance luminoso de quarenta e duas milhas náuticas (cerca de sessenta e sete quilômetros).
Tem nº internacional D-2139.
Tem nº nacional 360.
FONTE: WIKIPÉDIA

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

CASA DA ÁGUA

A Casa da Água situa-se no Cabo Espichel concelho de Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal. Foi construída em 1770 por iniciativa do rei D. José I, que nesse ano ali se deslocou em romaria.



Tem forma hexagonal, coberta por cúpula em meia-laranja rematada por lanternim, cimalha envolvente, cunhais apilastrados marcando as seis faces. É antecedida por escadaria de vários lanços.
No interior, uma fonte "rocaille" em mármore, com motivos escultóricos ao gosto Berniniano, bancos de pedra ao longo das paredes, restos de um silhar de azulejo (Fábrica de Belém) com cenas de caça e cenas alusivas aos círios.





FONTE: Wikipédia.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

ERMIDA DA MEMÓRIA


Ermida da Memória, uma capela abobadada, com painéis de azulejos azuis e brancos no seu interior. No exterior encontram-se dois quadros de imagens em azulejo que estão muito degradados.


Fonte: Wikipédia.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

CABO ESPICHEL



O Cabo Espichel está localizado em Portugal, a ocidente da vila de Sesimbra. É delimitado a sul e oeste pelo oceano Atlântico e a norte pela estrada nacional 379 e Ribeira dos Caixeiros.

A Igreja de Nossa Senhora do Cabo do século XVII está de costas para o mar. O interior da igreja é decorado com pinturas barrocas, ex-votos e frescos.
De cada lado da igreja há uma fila de alojamentos para peregrinos, chamada de Casa dos Círios ou simplesmente hospedarias, que formam o Terreiro no Cabo Espichel, ao fundo pode-se avistar um cruzeiro, local onde começa verdadeiramente o Santuário.





Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Igreja Nossa Senhora da Oliveira


Foi mandada reedificar pelo rei D. João I no século XIV, em consequência de uma promessa feita à Virgem Maria pela sua vitória da Batalha de Aljubarrota .Largo da Oliveira, Guimarães

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Muralhas de Guimarães

Representam vestígios das muralhas que envolviam a urbe vimaranense nos reinados de D. Dinis e D. João I – séculos XIV e XV. Alguns historiadores remetem as origens destas muralhas para o século X.

Rua Dr. Alberto Sampaio (em cima) e Largo do Toural, em baixo.


terça-feira, 30 de setembro de 2008

Estátua de São Longuinhos


A Estátua de São Longuinhos situa-se no Terreiro de Moisés, no Santuário do Bom Jesus do Monte em Braga. Colocada sobre um penedo onde existira a torre da primitiva Igreja do Bom Jesus, e representa São Longuinhos, um soldado de avantajada estatura, com escudo e lança tudo de granito da região. Foi oferecida em 1819 por Luis de Castro de Couto de Pico de Regalados e executada pelo escultor Pedro José Luis.


Fonte: Wikipédia.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

BOM JESUS DE BRAGA


O Santuário do Bom Jesus do Monte ou Santuário do Bom Jesus de Braga é um local religioso e turístico localizado em Tenões, uma freguesia dos arredores de Braga, Portugal. O Bom Jesus possui uma grande igreja, um escadório por onde passa a Via Sacra do Bom Jesus, uma mata (Parque do Bom Jesus) alguns hotéis e um elevador hidráulico centenário.


domingo, 28 de setembro de 2008

D. AFONSO HENRIQUES

Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de príncipe, Dom Afonso Henriques, (25 de Julho de 11096 de Dezembro de 1185) foi o primeiro rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão.


Em virtude das suas múltiplas conquistas, que ao longo de mais de quarenta anos mais que duplicaram o território que o seu pai lhe havia legado, foi cognominado O Conquistador; também é conhecido como O Fundador e O Grande. Os muçulmanos, em sinal de respeito, chamaram-lhe Ibn-Arrik («filho de Henrique», tradução literal do patronímico Henriques) ou El-Bortukali («o Português»).

Afonso Henriques era filho de Henrique de Borgonha, Conde de Portucale e da infanta Teresa de Leão. Acredita-se que terá nascido e sido criado em Guimarães, onde viveu até 1128.

O reconhecimento do Reino de Leão chegou em 1143, com o tratado de Zamora, e deve-se ao desejo de Afonso VII de Leão e Castela em tomar o título de imperador de toda a Hispânia e, como tal, necessitar de reis como vassalos. Desde então, Afonso I procurou consolidar a independência por si declarada. Fez importantes doações à Igreja e fundou diversos conventos.
Procurou também conquistar terreno a sul, povoado então por mouros: Leiria em 1135, Santarém em 1146, Lisboa, Almada e Palmela em 1147, Alcácer em 1160 e depois quase todo o Alentejo, que posteriormente seria recuperado pelos mouros.

Em 1179 o papa Alexandre III reconheceu Portugal como país independente e vassalo da Igreja, através da Bula Manifestis Probatum.

FONTE: WIKIPÉDIA

sábado, 27 de setembro de 2008

IGREJA DO BOM JESUS DE BRAGA


Foi projectado pelo arquitecto Carlos Amarante, por encomenda do Arcebispo D. Gaspar de Bragança, para substituir uma primitiva igreja, mandada construir por D. Rodrigo de Moura Teles que se encontrava em ruinas. As obras começaram em 1 de Junho de 1784, tendo ficado concluídas em 1811. É um dos primeiros edifícios neoclássicos em Portugal. A fachada é ladeada por duas torres e termina num frontão triangular.


FONTE: WIKIPÉDIA.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

ELEVADOR DO BOM JESUS DE BRAGA

O Elevador do Bom Jesus, é um funicular que liga a parte alta da cidade de Braga ao Santuário do Bom Jesus do Monte.
O elevador segue um percurso paralelo a uma escadaria monumental conhecida como Escadórios do Bom Jesus e termina na sua parte superior junto à estátua equestre de São Longuinhos.
O elevador funciona sobre uma rampa e é constituído por duas cabines independentes, ligadas entre si por um sistema funicular do tipo endless rope. O seu funcionamento baseia-se no sistema de contrapeso de água. As cabines têm um depósito que é cheio de água, quando estão no nível superior, e vazio no inferior. A diferença de pesos obtida permite a deslocação. No elevador do Bom Jesus, a quantidade de água é calculada em função do número de passageiros que pretendem efectuar viagem em cada sentido.
Inaugurado em 25 de Março de 1882, a sua construção foi iniciada em Março de 1880 o Elevador do Bom Jesus, em Braga, constituiu o primeiro funicular construído na Península Ibérica. A iniciativa da sua construção deveu-se ao empresário bracarense Manuel Joaquim Gomes (1840-1894) e a direcção do respectivo projecto foi do engenheiro suíço Niklaus Riggenbach. Este, que a partir do seu país natal enviava todas as indicações necessárias para a construção do Elevador, contou com a imprescindível colaboração técnica e prática do engenheiro português de ascendência francesa Raul Mesnier du Ponsard, que em Braga dirigiu a execução do projecto.
O Elevador do Bom Jesus é actualmente o mais antigo do mundo em serviço a utilizar o sistema de contrapeso de água.
FONTE: Wikipédia.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

PÓRTICO DO SANTUÁRIO DO BOM JESUS DE BRAGA

O Pórtico, um arco à entrada da escadaria, mostra o brasão de D. Rodrigo de Moura Teles, Arcebispo de Braga, responsável pela construção, em 1723, do primeiro grande lanço de escadaria e capelas. Nesta primeira parte, estão as capelas do início da Via Sacra.

FONTE: WIKIPÉDIA.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

BRAGA


Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta, conta com mais de 2000 anos de História como cidade. Situada no Norte de Portugal, mais propriamente no Vale do Cávado, Braga possui 175 063 habitantes no seu concelho (2007), sendo o centro da Grande Área Metropolitana do Minho (GAM), com 826.833 habitantes (2007).

A "Cidade dos Arcebispos": durante séculos o seu Arcebispo foi o mais importante da Península Ibérica; ainda é o detentor do velho título de Primaz das Espanhas.

FONTE: Wikipédia.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

GRANJA


A Granja, é uma freguesia que pertence ao Concelho de Mourão, situada entre o Alto e o Baixo Alentejo, encontra-se a 12 Km da sede concelhia, sendo a última povoação do distrito de Évora e do Alto Alentejo. Localiza-se a cerca de 70 Km da capital de Distrito, Évora e a 214 km de Lisboa, inserida numa região que faz fronteira com a Estremadura Espanhola.
As freguesias que limitam com a freguesia da Granja influíram a área geográfica da mesma, especialmente as freguesias da Amareleja e da Póvoa de S. Miguel, (Concelho de Moura), a freguesia de Barrancos, (Concelho de Barrancos) e a freguesia de Mourão, (Concelho de Mourão). Do lado Espanhol, na Estremadura Espanhola, o destaque vai para os povos de Villanueva del Fresno, (Comarca de Olivença), e de Valência del Mombuey (Comarca de Huelva).

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Barragem do Alqueva

A Barragem do Alqueva é a maior barragem de Portugal e o maior lago artificial da Europa, situada no rio Guadiana, em pleno Alentejo interior, bem próximo da fronteira Espanhola contando com mais de 1.000 km de margens e dezenas de ilhas e ilhotas.
A construção desta grande Barragem teve como propósito o regadio para toda a zona do Alentejo, através de uma estratégica reserva de água, e a produção de energia eléctrica, com vista à rega eléctrica, bem como a oferta de outras actividades complementares.
A subida do nível das águas, em Fevereiro de 2002, ao encerrar as comportas da barragem, fez desaparecer um habitat único nas margens do Guadiana, composto por moinhos de submersão, açudes e mesmo gravuras paleolíticas ao ar livre.Actualmente, na Barragem do Alqueva, são possíveis as mais variadas actividades, permitindo a aproximação à natureza, momentos de lazer e relaxamento, e igualmente actividades mais radicais, podendo intercalar entre os diversos desportos náuticos, a pesca, a caça, múltiplos passeios pedestres, BTT, o aluguer de barcos de pesca, entre tantas outras.



Citado: www.guiadacidade.pt/portugal/

sábado, 13 de setembro de 2008

LAGOS


Lagos é uma cidade portuguesa no Distrito de Faro, região e subregião do Algarve, sede de concelho, com cerca de 17 500 habitantes. Localiza-se no Barlavento, a zona ocidental do Algarve.

Lagos é uma povoação marítima com mais de dois mil anos. A sua importância aumentou imenso durante o período das grandes navegações marítimas Portuguesas do século XV. O Infante Dom Henrique, conhecido como Infante de Sagres ou O Navegador, viveu em Lagos, comandando muitas espedições que partiram desta cidade em direcção às conquistas em Marrocos e à descoberta das costas ocidentais africanas. Lagos foi elevada a cidade por el-rei D. Sebastião em 1573, aquando da sua deslocação ao Reino do Algarve; contudo, a carta de confirmação do título apenas foi passada pela chancelaria régia no reinado do seu sucessor, o tio-avô Cardeal D. Henrique, em 1579.

A cidade de Lagos foi devastada pelo Terramoto de 1755. Algumas construções, como as muralhas, edificadas no século XVI, o palácio do governador, e o mercado de escravos, que se crê ter sido o primeiro na Europa de escravos negros, sobreviveram ao terramoto.
Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Sé de Silves


Situada no Largo da Sé, a sua estrutura apresenta um cunho principalmente gótico, mas também elementos de outras épocas, visto ter vindo a sofrer alterações ao longo dos séculos.

É difícil precisar com exactidão a origem da catedral, e se esta terá sido erigida sobre uma mesquita após a reconquista da cidade aos mouros por D. Dinis, mas sabe-se que o edifício actual terá sido iniciado entre meados e finais do século XIII. Vários terramotos foram deteriorando o edifício ainda inacabado, e este acabou por ser reformulado a meados do século XV, seguindo uma estrutura gótica mais simples.

A catedral apresenta uma planta em forma de cruz latina, com cruzeiro abobadado no cruzamento dos braços da mesma, rematada por uma ábside em grés vermelho na extremidade onde se encontra o altar-mor. A nave, com uma altura máxima de cerca de 18 metros, apresenta duas naves laterais com altares decorados a talha dourada barroca, divididas da nave central por sólidos pilares octagonais.

O portal principal da catedral é formado por um arco quebrado composto por arquivoltas dispostas em degraus. A fachada sul da catedral apresenta um portal barroco/rococó de 1781, designado por Porta do Sol.

Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Silves

Silves é uma cidade portuguesa no Distrito de Faro, região e subregião do Algarve, com cerca de 10 800 habitantes. Silves já foi capital do Algarve, mas perdeu esse estatuto, em parte, devido ao assoreamento do rio Arade.

É sede de um município com 678,75 km² de área e 33 830 habitantes (2001), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ourique, a nordeste por Almodôvar, a leste por Loulé, a sueste por Albufeira, a sudoeste por Lagoa, a oeste por Portimão e Monchique, a noroeste por Odemira e a sul tem litoral no oceano Atlântico.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Vila do Redondo


O Redondo é uma vila portuguesa, no Distrito de Évora, região Alentejo e subregião do Alentejo Central, com cerca de 5 800 habitantes.

É sede de um município com 369,75 km² de área e 7 036 habitantes (2001), subdividido em 2 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Estremoz e de Borba, a leste por Vila Viçosa e pelo Alandroal, a sueste por Reguengos de Monsaraz e a oeste por Évora.

Sede de concelho, situada a 35 Km de distância da capital de provincia, Évora. A zona que hoje compreende foi habitada desde os tempos mais remotos, como o comprovam os monumentos megaliticos existentes na região.

Segundo a lenda, a fundação da vila está relacionada com o penedo redondo que existiu no primitivo amuramento medieval. A sua formação administrativa deve-se a D. Afonso III; que segundo alguns historiadores lhe concedeu foral em 1250. Foi fortificada por D. Dinis que lhe outorgou carta foralenga de 1318, à qual D. Manuel, acrescentou privilegios de leitura nova em 1517.

Património da coroa, foi doada, em 1500, por D. Manuel ao capitão de Arzila, D. Vasco Coutinho.

No inicio do século XV a vila de Redondo, outrora um ponto obrigatório de escalada para viajantes de Évora, Vila Viçosa e Alandroal, estava praticamente despovoada. A pedido dos procuradores da vila, D. João I, em 1418, proibiu o uso de outras estradas naquele circuito, obrigando todos os viajantes a passarem por esta vila.


As expansão da vila deu-se a partir de 1463 uma vez que a cerca do castelo estava completamente povoada, foi decidida, por alvará régio, que a zona do arrabalde fosse habitada, ficando os moradores desta zona com os mesmos privilégios e liberdades que os moradores da cerca do castelo.


O concelho de Redondo, actualmente dividido em duas freguesias - Redondo e Montoito - abrange uma área de 371,44 Km2, deles fazem parte um conjunto de populações com dimensões significativas, entre as quais: Aldeias de Montoito, Falcoeiras, Santa Susana, Aldeia da Serra, Foros da Fonte Seca, Freixo e Vinhas.


Fonte: Wikipédia.